Resultados para: "nenem nasce branco vai preto depois de quanto tempo"

Você está a ver gravidez , bebé e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa nenem nasce branco vai preto depois de quanto tempo. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, cesaria inflamada por dentro, ver parto normal ver tudo, parto normal visto de frente, grávidas parindo parto normal, cesariana inflamada, gemeos escondidos barriga.

Pão integral ou pão branco?

Num dado momento da história, o pão branco começou a ser consumido pelas classes sociais mais favorecidas, como forma de se «separarem» das classes mais pobres Poderia ser muito «nobre», mas tratava-se de um monumental erro nutritivo. Infelizmente a moda pegou e o consumo de pão branco estendeu-se a todas as pessoas. No processo de refinamento do pão perdem-se fibras e alguns nutrientes importantes para o equilíbrio da criança. A digestão do integral é mais lenta, dando mais saciedade, e a fibra faz funcionar melhor o intestino. Portanto, embora o pão branco seja eventualmente mais agradável e de mais fácil digestão, o pão integral tem elementos nutritivos importantes que o branco perdeu, e que são protetores em relação à saúde. Tem, pois, de se valorizar o pão integral, mas também não é caso de se exorcizar o branco, dado que o consumo de pão (seja qual for) é muito, importante e, se bem mastigado, poderá diminuir o consumo de doces. Ler Mais...

Um recém-nascido já vê cores?

Os bebés podem ver cores desde o parto, mas têm dificuldade em distinguir tons semelhantes, como o vermelho e o laranja. Como resultado, muitas vezes preferem o preto e o branco ou cores de grande contraste nos primeiros meses. São atraídos para cores vivas e para contornos nítidos portanto lembre-se disso quando comprar brinquedos e livros. Entre os dois e os quatro meses, a diferença das cores torna-se mais nítida. O bebé mostra preferência por cores vivas e formas simples. Ler Mais...

Como é feita?

A ecografia transmite ondas de som de alta frequência através do útero que e ecoam no bebé. Os seus ecos são convertidos em imagem. Os ecos maiores referem-se aos tecidos mais densos como os ossos que aparecem na imagem do ecrã a branco, enquanto que os tecidos moles são uma mancha cinzenta. Os espaços cheios de liquido como o estômago, a bexiga, os vasos sanguíneos e o líquido amniótico que envolve o bebé não devolvem as ondas de som e assim aparecem a preto. É a diferença entre ecos e cores que possibilita a interpretação das imagens. Ler Mais...

O que significa um trabalho de parto pré-termo?

Pré-termo significa que o bebé nasce algumas semanas antes do previsto. Enquanto só uma pequena percentagem de bebés nasce no dia em que realmente se espera, prever exatamente quando será o parto é completamente impossível. A maioria das mulheres tem os seus bebés entre as 37 e as 42 semanas de gravidez. A data prevista (DPP ou data provável do parto) é calculada às 40 semanas. Tecnicamente, qualquer bebé nascido antes de completar as 37 semanas de gravidez é considerado prematuro, mas quanto mais perto da DPP o seu bebé nascer, menos problemas terá em adaptar-se à vida fora do útero. Ler Mais...

Daltonismo

O daltonismo, também designado por cegueira das cores, protanopia ou deuteranopia, é relativamente comum, com uma predominância quase total no sexo masculino. A perceção das cores tem a ver com a ação de células nervosas, chamadas cones e bastonetes. Os segundos são os responsáveis pela visão a preto e branco, e pelo registo dos padrões de luminosidade e contraste. Os primeiros são os órgãos de diferenciação das cores, e existem em três variedades: azul, vermelho e verde. Cada vez que um dos cones é estimulado pela cor correspondente inibe os dois outros. As cores intermédias vão inibindo e estimulando parcialmente estes três cones, compondo todas as cores possíveis do espectro da visão humana. Outras espécies animais usam outras cores de referência, embora a maioria dos mamíferos não tenha visão colorida. A maioria dos peixes, anfíbios, alguns pássaros e répteis consegue ver a cores. No mundo dos insetos, são as borboletas e as abelhas que têm essa capa- cidade. A aprendizagem das cores varia muito de criança para criança. A partir das cores primárias vai sabendo designar as outras, mas mesmo muito antes de as nomear já consegue relacionar objetos da mesma cor e dividi-los em conjuntos. Por volta dos 4, praticamente todas as crianças já sabem as cores. Embora se nasça sem cones, cerca dos 4 meses de vida começam a desenvolver-se os cones. Uma em cada 40 000 crianças ficará a ver a preto e branco durante toda a vida - é a situação designada por acromatopsia. Uma em cada vinte cinco terá algum problema relacionado com a cor, embora de grau muito variado, atingindo os cones vermelhos (protanopia) ou os verdes (deuteranopia). A confusão das cores recai mais sobre o verde e o azul, e as cores aparentadas. O daltonismo é uma doença hereditária, ligada ao cromossoma X, e assim transmitida aos rapazes pelas mães, que são apenas portadoras. Os daltónicos, por seu lado, transmitem o gene da doença às suas filhas, que ficarão portadoras, mas não aos rapazes. A deteção do daltonismo pode ser feita no dia-a-dia, mas geralmente é no jardim-de-infância que se começam a notar algumas hesitações e confusões da criança relativamente às cores. Os testes que confirmarão a doença podem ser feitos a partir dos 3 anos. Não há qualquer espécie de tratamento, mas sabendo que a criança é daltónica, pode-se ajudá-la a gerir a sua vida, em aspetos práticos como os sinais de trânsito ou a escolha de profissão. Ler Mais...

Cuidado com os meios termos

O mundo não é a preto e branco, como toda a gente sabe, e os tons cinzentos são inúmeros. Mas para se aprender limites há que percebê-los, e não se percebem se todas as vezes em que há a oportunidade de os definir se opta por um «nim» ou um -talvez». Claro que talvez disso dependa, em adultos, desejarmos ver «milagres ou «tragédias» - basta ver como os factos do dia-a-dia são abordados nos meios de comunicação para perceber que é isso que impera. Mas por alguma razão as crianças gostam do Lobo Mau e dos Três Porquinhos, ou do Chapeuzinho Vermelho. O lobo tem de ser mesmo mau. A Cabra Cabrês não pode sentar-se com o Coelhinho Branco à mesa das negociações, moderada pela Formiga Rabiga. Nem o «atirei um pau ao gato e o gato não morreu» deve ceder ao politicamente correto do «atirei um peixe ao gato e o gato não comeu». A aprendizagem de uma postura tolerante parte de uma aprendizagem dos limites da intolerância. É preciso ter medo do Lobo Mau, e sofrer (quase de forma masoquista) cada vez que ele responde «É para te comer melhor!» Mais tarde serão as próprias crianças a inventar outros finais, a salvar o lobo e a temperar-lhe a água do caldeirão, a redimi-lo e «reabilitá-lo socialmente», mas só quando o Bem e o Mal estiverem interiorizados. Começar logo numa confusão ética é errado. O Bem e o Mal têm de estar definidos para, depois, se perceber porque é que os bons às vezes se portam mal e os maus até podem ter comportamentos bons. O «talvez», o «nim» deixam a criança na expectativa. Se «talvez», quer dizer que se mantêm abertas todas as possibilidades, imediatamente irá considerar e preparar-se, em sua própria defesa, para as mais sinistras. Seja a questão «Posso comer um chocolate antes do jantar?» ou «As pessoas que põem bombas são más?», a resposta tem de ser precisa. Pode-se e deve-se explicar os porquês de tal posição, mas que ela seja clara e direta, sem brutalidade, mas com a firmeza securizante que os filhos precisam receber dos pais, afinal a certeza de que «os adultos lá de casa até sabem umas coisas e não estão com dúvidas». Ler Mais...
Nenem nasce branco vai preto depois de quanto tempo | Para Pais.