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O bee a música

Há quem chame à música a «arte perfeita». Desde há muitos anos que se sabe que os bebés gostam de música aliás, como a esmagadora maioria das pessoas. Mas digamos que os bebés têm um «sexto» sentido para a música, para a entenderem como elemento estruturante da informação, do conhecimento, do saber, mas também dos facetos, das relações, do saber fruir e contemplar o tempo e os momentos. Só é estimulado para ouvir e tocar música o bebé que tenha pais ou um infantário que lhe façam ouvir música. E, verdade seja dita, neste campo não deve haver arrogâncias intelectuais cada um deverá fazer chegar ao bebé a música que entender mais conveniente. Uma casa onde se ouve música é uma casa onde o tempo tem uma gestão diferente, onde há mais hipóteses de tranquilidade, onde os ritmos são mais «à escala humana». Onde a televisão está provavelmente fechada por períodos mais longos. Ler Mais...

Música

É sempre bom ouvir música, principalmente a que contribui para relaxar o corpo e as ideias. Infelizmente, muitas vezes somos «bombardeados» por música de que não gostamos e que não queremos ouvir, seja do rádio do vizinho da praia, seja dos restaurantes que às vezes passam das marcas e não percebem que música brasileira aos berros, naquele local e naquele momento, não é necessária nem agradável. Ler Mais...

No jardim-de-infância

O jardim-de-infância tem que ser um polo importante de desenvolvimento das capacidades e aptidões musicais dos alunos, seja através de aulas específicas, seja da inclusão da música quando se fala de qualquer outro assunto. Claro está que é necessário que a música seja um elemento do ambiente: música no recreio e nas salas é uma opção, salvaguardando o período de algazarra em que o ruído produzido pelas crianças abafa tudo o que passe ao fundo. Por outro lado, é possível desenvolver, nos jardins-de-infância, grupos corais que, para além da música, desenvolvem outras aptidões sociais, como o espírito de equipa e de grupo. Cantar é libertador. É importante também a música como método terapêutico nas crianças com algumas formas de <em>handicapem>. Ler Mais...

Adoramos ir à discoteca; a música alta não faz mal ao meu bebé?

Há provas de que os bebés conseguem ouvir dentro do ventre desde cerca das 16-20 semanas. Contudo o seu beestá protegido pelo líquido amniótico que o envolve, e assim a maior parte dos ruídos não o afecta. As orelhas de um feto estão muitas vezes cheias de uma camada gordurosa protectora produzida pela pele, chamada vernix, portanto os ruídos altos externos já terão sido abafados na altura em que chegam ao bebé. É mais provável que o seu bebé responda mais à sua reacção à música alta do que à própria música. Há um estudo que sugere que a exposição a um ruído constante ou regular pode aumentar o risco de bebés pequenos para o seu tempo, o que significa que o crescimento do seu bebé ê menor do que o esperado para a sua gestação. Contudo, é mais provável que seja o ambiente e os efeitos na mãe que contribuam para o peso do bebé, em vez do ruído em si. Demasiada discoteca significa que você está a ter pouco descanso e que pode estar a beber mais álcool do que deveria. Provavelmente deverá considerar se está a ter descanso suficiente e qualidade e assegurar-se de que está a reduzir o consumo de álcool, pois isso é mais prejudicial o seu bebé do que a música alta. Ler Mais...

A música

A música é a arte perfeita. Tem ritmo, cadência, melodia, expressão. É criatividade, é o canto da mãe e do pai, é entoação. Tem momentos de rebeldia e de ousadia, tem outros de quietude e de calma. Tem silêncios e pausas. Tem intervalos e mudanças. Permite interpretações, conforme as pessoas, os momentos e os sentimentos. Liberta. Constrói. Arquitecta. Estrutura. É compreendia por qualquer pessoa de qualquer povo de qualquer mundo. E oferece, como «bónus», a recordação do batimento do coração da mãe, securizando-nos. É por isso que a música, antes de qualqueexpressão simbólica, deve acompanhar o corpo e o cérebro, nessa amálgama que forma a criança, e que lhe permite, desde sempre, articular-se com os outros, designadamente com os pais. Música em casa, música na escola, música nos transportes e nas ruas Com silêncios de vez em quando, porque há momentos em que só poderemos conversar connosco próprios. Infelizmente, a música ainda não adquiriu o lugar que devia ter no espaço infantil. A criança de 1 -5 anos, estando numa fase eminentemente pré-simbólica, mais do que as palavras, ouve a melodia das frases. É por isso que se atemoriza com um tom de voz zangado, ou se deleita com a meiguice e a ternura. Mesmo que, no primeiro caso, se estejam a dizer coisas positivas e, no segundo, repreensões. Desenvolver capacidades e talentos musicais, em termos estritos, é importante. Mas mais do que isso, é habituar as crianças a viver com música - ela será um dos maiores fatores protectores, um guarda-chuva para as grandes tempestades da contrariedade e da frustração, um agente libertador para os momentos de alegria e satisfação. Ler Mais...

A música como parte indispensável do ambiente

As crianças só serão estimuladas para ouvir música se os pais, a escola e os diversos grupos onde se inserem as estimularem para isso. E, verdade também indiscutível e óbvia, só poderão optar por este ou aquele tipo de música se tiverem a oportunidade de conhecer os diversos género - desde a música «pimba» a Mozart. Uma casa onde se ouve música é uma casa onde o tempo tem geralmente uma gestão diferente, onde há mais hipóteses de tranquilidade e de escala humana. Onde a televisão está fechada por períodos longos. Onde as crianças se habituam a conviver com a arte mais espantosa e natural. E mais universal. Claro que as crianças não aprendem apenas por si - é necessário chamar-lhes a atenção para o que estão a ouvir, dar as noções básicas dos vários tipos de música - e para isso não é preciso ser-se um erudito em termos musicais, basta percorrer as várias estações da rádio e fazer um jogo, de modo a distinguir e classificar os vários tipos de música, das canções tradicionais à música clássica. Basta um pequeno rádio de pilhas. Outro aspecto importante é frequentar ambientes onde se toca música - também para isto não é necessário muito dinheiro e, convenhamos, uma ida a um concerto custa tanto como um almoço ou jantar num restaurante. Claro que, para muitas pessoas, representará  uma opção entre uma coisa e outra, mas a escolha da música como objectivo prioritário é exactamente isso - uma opção. É preferível comprar menos brinquedos, os quais provavelmente nunca serão utilizados, e cultivar o gosto pela música. Oferecer um pequeno rádio ou um pequeno leitor de CD's é um começo ao alcance «de todas as bolsas». Acresce que há inúmeros espectáculos nas diversas vilas e cidades (e até aldeias) gratuitos ou a preços extremamente módicos. Habituar o ouvido a escutar música, mesmo se for apenas música ambiente, é fácil, e sem isso a educação das crianças ficará incompleta. Ao habituarem-se a ouvir música, de preferência de vários tipos, as crianças desenvolverão os seus próprios gostos e preferências, evoluindo em conhecimentos, e sentindo-se atraídas a tentar, experimentar, investigar e descobrir novos estilos, novos sons e novos ritmos. Ler Mais...
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