Resultados para: "mulherres com dois orgaos genitars oposto"

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Que acontece nos dois primeiros trimestres?

Nas primeiras 12 semanas de vida, o primeiro trimestre, o seu bebé muda rapidamente de um indistinto grupo de células para um ser humano. Durante esse tempo, o corpo começa a formar-se e todos os órgãos principais estão em desenvolvimento. Pelas oito semanas, as quatro cavidades do coração estão formadas e podem ver-se batimentos numa ecografia. O seu bebé, agora chamado feto, perde a cauda e os membros começam a formar-se. Pelo fim do primeiro trimestre, o bebé está completamente formado; estão a desenvolver-se as feições e os órgãos principais começam a funcionar. O segundo trimestre, da semana 13 à 27, é um período de crescimento rápido pois o bebé cresce cerca de 6 cm por mês. O bebé começa a movimentar-se e pode engolir e ouvir sons fora do útero. Pela semana 24, a maior parte dos sistemas está formada e, fora os pulmões, os órgãos principais estão a funcionar. Ler Mais...

Assimetrias

Outro aspecto a valorizar, já depois dos dois meses, é o encurtamento da perna do lado afetado, e uma assimetria entre os dois lados (com as ancas fletidas) ao comparar o nível dos joelhos. O joelho do lado afectado ficará num plano abaixo do do lado oposto. Um sinal pesquisado e que os pais vêem é o exame das pregas das coxas, quer com o bebé deitado de costas, quer de bruços. Quando as pregas cutâneas são assimétricas pode ser um sinal de doença luxante, mas muitos bebés, especialmente os mais «gordinhos», podem ter as pregas diferentes. Como sinais de eventual doença luxante da anca pode também haver um achatamento da nádega do lado afetado, com o bebé deitado de bruços. De igual modo, é importante observar a postura da perna em repouso: o lado afectado tem tendência a estar rodado, flectido e em abdução. Há que contar com uma coisa: nos casos em que a doença luxante é bilateral, todos os sinais que têm a ver com assimetrias desaparecem, como é evidente, mas mantém-se a dificuldade na abdução e a positividade da manobra de Ortolani. Ler Mais...

O pescoço

No pescoço palpam-se os músculos, as clavículas para detetar fraturas, razoavelmente comuns por traumatismo durante o parto, mas que curam geralmente sem problemas, perceber se existe um torcicolo ou um hematoma do músculo esternocleidomastóideo, que faz com que a criança volte a cabeça sempre para o mesmo lado e se palpe, do lado oposto, uma tumefação. Ler Mais...

Conselho sobre a apendicite

Não há método de diagnóstico específico para a apendicite, ou seja, qualquer teste que nos diga com 100% de garantia que se trata de uma apendicite - assim, o diagnóstico é feito essencialmente através dos sintomas e da observação, com alguma ajuda de exames laboratoriais como o hemograma. A evolução do caso e o exame - se tem dor ao saltar a pé coxinho, se tem dor quando se flete a perna desse lado, se tem dor quando se carrega do lado oposto, etc., são métodos importantes, mas não exclusivos. A ecografia veio trazer grandes ajudas ao diagnóstico, mas é ainda a «mão do cirurgião» e a sua experiência que são decisivas. Ler Mais...

A sexualidade na criança do 1 aos 5

Já passaram os tempos em que as crianças não tinham direito a uma coisa chamada sexualidade. Durante largos séculos a sexualidade «caía do céu», na adolescência, como se fosse um raio do divino, e só depois dessa idade se admitia que o ser humano fosse sexuado. Não é o que se pensa atualmente. Sabe-se que o ser humano tem um componente de sexualidade em todas as fases da sua vida: desde a relação com o peito da mãe e com a mãe, descrita como «erotizada», até aos jogos de sedução que faz com os progenitores do sexo oposto. Outra coisa não seria de esperar, aliás, porque a sobrevivência da espécie (a par da sobrevivência pessoal) é um dos elementos mais fortes do comportamento instintivo. A sexualidade caracteriza-se pelo cruzamento de vários parâmetros que evoluem em sinusoides, cruzando-se «em alta» ou «em baixa» conforme as idades. Todavia, desprover o ser humano, seja em que idade for, de sexualidade, porque se a reduziu às relações sexuais, é não entender o que são pessoas, e o resultado só pode ser trágico. A sexualidade, em qualquer idade, expressa-se por vários parâmetros, com intensidade e importância variável, e é representada, em cada pessoa e em cada momento, pela soma das partes: •Afeto •Ternura •Conhecimento do corpo •Exploração dos limites relacionais •Experimentação •Companhia •Comunicação •Sedução •Erotismo •Prazer pessoal •Prazer dado aos outros •Procriação A sexualidade é feita, portanto, de algo muito mais rico do que simples relações «carnais». As crianças têm algumas destas vertentes mais desenvolvidas, outras manifestamente menos. Mas pensar que não têm prazer quando, por exemplo, manipulam os seus órgãos genitais, ou que não comunicam quando tentam, dengosamente, «dar a volta» aos pais revela demasiada ingenuidade. E os adultos têm de ver as coisas como elas são, e é por isso que já não acreditam no Pai Natal. Aos 15 meses, o bebé começa a interessar-se pelo cocó e pelo xixi. Não é sinal de que é «porcalhão», mas que percebe que há algo que sai dele. Aos 2 e meio sabe claramente se é rapaz ou rapariga, e que os dois sexos têm anatomias diferentes. Por vezes tende a explorar o corpo do pai ou da mãe com interesse redobrado e, também aqui, não podemos colocar na cabeça da criança ideias e perversões que não tem. Não quer dizer isto, de modo nenhum, que os pais permitam que a criança manipule os órgãos deles. O conceito de intimidade e privacidade deve existir desde sempre. Fazer juízos de valor sobre episódios como o que foi acima apresentado é contraproducente. Os comentários e perguntas das crianças têm de ser respondidos com verdade e normalidade. Não se poderá desmentir o Carlos dizendo que as maminhas da senhora eram pequenas, ou que ele não deve falar sobre maminhas. Mas pode-se ensinar que não é bonito tecer comentários sobre o físico dos outros, sejam maminhas grandes ou cabelos cor-de-laranja. As brincadeiras que incluem um componente sexual são normais mais para o fim deste período, perto dos 5 anos. É a velha história de «brincar aos médicos». Depois de conhecer o seu próprio corpo e de se aperceber que há corpos diferentes, a criança quererá ver o outro, para conhecer e constatar a sua própria anatomia. Mais uma vez, qualquer visão menos própria do assunto existe apenas na mente dos adultos. É por isso que é importante frequentar estabelecimentos escolares mistos, mesmo que, em certos momentos, as crianças se organizem nas brincadeiras de acordo com o sexo. Quando as crianças fazem sorrisinhos quando vêm, por exemplo, alguém dar um beijo na boca, não significa que entendam tudo e até para além do tudo, como um adulto, dado não existir, nesta idade, fantasia sexual. Sorriem (e é saudável sorrirem), porque sabem já o que é íntimo e o que não é, sabem entender que há algo de transgressão, mas não assumem mais do que o que vêm. Por isso é que assistir a relações sexuais, como no caso que relato neste capítulo (e como pode acontecer se as crianças dormirem na cama dos pais), é muito traumático, porque é lido como luta, violência e subjugação. Os gritos de prazer são interpretados como gritos de dor, de aflição, de violação. Pior ainda se se trata de alguém que lhes é querido, como os pais. Ler Mais...

Ouvi dizer que examinam as ancas do bebé. Porquê?

Todos os bebés fazem dois exames às ancas como parte do programa de rastreio da saúde da criança recomendado. Os exames são feitos nos primeiros dois dias, em que é feita uma avaliação física do bebé, e às 6-8 semanas essa avaliação física é repetida. Os dois problemas que são despistados são a deslocação congénita das ancas e a displasia da anca ou "luxação da anca". A despistagem deverá ser feita por um pediatra ou uma parteira ou, mais tarde, pelo médico de família. Se se descobrir algum problema, pode ser recomendado o uso de um aparelho para alinhar as ancas e para assegurar que o desenvolvimento do encaixe será normal. Ler Mais...
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