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Escarlatina – Uma amigdalite «com pintas»

A escarlatina ainda é urna doença que provoca alguma ansiedade nos pais. Ouvem-se histórias de pessoas que ficaram com problemas cardíacos, outras com problemas renais, por causa da escarlatina. Em algumas escolas ainda pedem aos pais que só voltem daí a umas semanas. Mas o caso não é para isso, embora a escarlatina tenha que ser atempadamente diagnosticada e correctamente tratada. A escarlatina é, apenas, uma amigdalite «com pintas». Nada mais. Ler Mais...

Quando é que subirá o meu leite?

Depois do parto, o seu corpo produz a hormona prolactina, que dá indicações ao seu cérebro para produzir leite, e a maior parte das mulheres começa a ter leite entre o terceiro e o sexto dia. O dia em que o seu leite sobe também pode depender do tipo de parto que teve, pois há estudos que sugerem que a produção de leite pode ser atrasada se tiver feito uma cesariana. Também pode ocorrer um atraso se uma mulher estiver a tomar medicamentos, como insulina, para controlar os níveis de açúcar no sangue. Embora isto seja um processo natural, certos fatores também podem afetar quando e quanto leite será produzido, ou o facto de a mulher estar apreensiva quanto à amamentação, se está ou não relaxada e se está a passar por algum stress ou ansiedade. Ler Mais...

Escarlatina – Qual é o tratamento?

A escarlatina não é muito frequente nos bebés com menos de um ano, o que não quer dizer que não possa aparecer. Perante os sintomas, sinais e evolução, o diagnóstico não é difícil de se fazer. E o tratamento é com antibiótico. Há que ter algum cuidado porque os estreptococos tem mudado o seu perfil de resistência aos antibióticos, e há alguns que já têm 40% de insucessos, designadamente do grupo dos chamados macrólidos, alguns deles muito práticos porque se tomam apenas uma vez por dia durante três dias, ou outros que são de 12 em 12 horas. A penicilina ou um dos seus homólogos orais, como a amoxicilina, têm cem por cento de eficácia. Quarenta e oito horas após o início do tratamento o bebé deixa de ser infeccioso para outros. Para além do antibiótico, há que garantir todas as medidas de conforto do bebé, e o tratamento sintomático (baixar a febre, alimentar, com especial atenção ao estado do bebé). Ler Mais...

A minha amiga tem 27 anos e teve um bebé com síndroma de down – isso é normal?

Embora o risco ou possibilidade de ter um bebé com síndroma de Down aumente com a idade, em particular a partir dos 35 anos, a maioria dos bebés com síndroma de Down nascem de mães mais jovens. Isto, provavelmente, deve-se ao facto de que as mulheres com mais de 35 têm de fazer mais testes. O risco de ter um bebé com síndroma de Down aos 20 anos é de 1 em 1700. Este risco aumenta até 1 em 1400 por volta dos 25 e na altura em que a mulher alcança os 35 o risco aumenta para cerca de 1 em 400. Ler Mais...
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