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Mãe de aluguer

Uma mãe de aluguer é uma mulher que chega a um acordo com outra mulher para gerar um filho para ela. Ela pode conceber o bebe com o esperma do companheiro da outra mulher ou o casal infértil pode fertilizar o seu próprio ovo através de um tratamento de fertilidade, sendo depois o embrião transferido para o útero da mãe de aluguer para ela transportar o bebé durante a gravidez e dar a luz. Este processo pode ser cheio de problemas: emoções conflituosas tanto da mãe de aluguer como do casal receptor, ou processos legais se, por exemplo, a mãe de aluguer mudar de opinião depois do parto e quiser conservar o bebé. Por esta razão, e importante que todas as partes que entram neste acordo tenham considerado audaciosamente as implicações e estejam confiantes e felizes com essas regras. Ler Mais...

A minha mulher quer fazer tudo sozinha – agora a minha mãe está ofendida. Como a posso ajudar a relaxar?

Muitas novas mães sentem-se assim, portanto a sua situação não é invulgar. Talvez a sua mulher sinta que deverá ser capaz de fazer tudo sozinha e ache que aceitar ajuda seja admitir uma derrota e que está a falhar no seu novo papel como mãe. Assegure-lhe que é uma ótima mãe e faça-lhe ver que há pessoas que querem ajudar e que ela também beneficiará se tiver algum tempo para relaxar. Explique à sua mãe como a sua mulher se está a sentir e tranquilize-a também, pois é provável que ela julgue que as suas ofertas de ajuda não são apreciadas. Talvez a sua mãe possa perguntar à sua mulher em que é que poderá ajudar. Por exemplo, provavelmente ela adoraria ter alguém que a ajudasse a lavar a roupa, a limpar o pó ou a passar a ferro. Ou poderá ficar contente se a sua mãe levar o bebé a dar um passeio para que ela possa tomar um banho ou descansar. Ler Mais...

Maridos, Mulheres

Falemos de um assunto também importante. Os pais são também maridos, as mães são também mulheres. O nascimento de um bebé, por muito que solicite a nossa atenção e consuma o nosso tempo, não pode canalizar integralmente todas as atenções dos pais. Muitos casais, após o nascimento de um filho, deixam de ter vida própria, vida de casal, deixam de sair, de ir ao cinema, de ir jantar fora... parece que deixam de ter prazer em estar juntos, em namorar. Isto é errado e pode ter consequências nocivas, quer em relação à vida do próprio casal, quer em relação ao bebé. Claro está que é necessário ter apoios, ter onde os deixar, organizar e simplificar suficientemente a vida para poder ter essas veleidades. Mas, se se quiser, arranjam-se sempre uns momentos, nem que sejam breves, para o casal estar a sós. O bebé passa a ser o elemento perturbador do que. até então, era uma vida pacata de marido e mulher. Especialmente quando se trata do primeiro filho, podendo durar algum tempo. Preferencialmente antes do bebé nascer ou, pelo menos, logo que passe o frenesim do regresso a casa, das inúmeras visitas, das opiniões das avós que às vezes gostariam de pôr e dispor da vida do casal, mais do que apoiar e ajudar, logo que estejam recuperadas as noites mal dormidas e os primeiros dias de «caos» e desorganização, pensem cinco minutos neste problema. Mais vale prevenir que remediar. Onde viviam duas pessoas um marido e uma mulher passaram a viver cinco: esses dois, mais um filho, um pai e uma mãe... É fundamental encorajar as pessoas a serem elas próprias e a não abdicarem da sua personalidade, dos seus desejos, das suas ambições pessoais e profissionais, dos seus gostos e preferências, e não, como antigamente, moldá-las segundo modelos convencionais e esquemas para as quais não eram - homens e mulheres ouvidos nem achados. E também a não prescindirem dos seus espaços próprios, afetivos, físicos, de tempo, de trabalho e de lazer, evitando a invasão destes «pequenos jardins» e o engolir avassalador da individualidade, seja pela pessoa com quem se vive, seja por estes pequenos seres chamados crianças, autênticos buracos negros cósmicos que tudo absorvem, se puderem. Ler Mais...

Tem um bom olfato

A investigação dos comportamentos neonatais permitiu provar que o recém-nascido tem, desde muito cedo, um sentido do olfato bem desenvolvido: colocando dois algodões de cada lado do nariz do bebé, um impregnado com leite da mãe e outro com leite de outra mulher que tenha tido um filho no mesmo dia, verifica-se que o bebé se volta significativamente para o algodão que tem o leite da sua mãe. Desde o primeiro momento de vida. A criança possui, assim, desde os primeiros dias, um olfato suficientemente apurado para reconhecer o cheiro da mãe. Alguns autores pensam, inclusivamente, que o olfato pode estar mais desenvolvido nos recém-nascidos do que nas crianças de mais idade ou nos adultos, o que está certamente relacionado com a necessidade de procurar, por todas as formas, o peito da mãe. Ler Mais...

A minha mulher não me deixa fazer nada mas eu quero aprender. Como posso ajudar?

Algumas mulheres julgam que cuidar do bebé é responsabilidade delas, mas está provado que o relacionamento de um casal fortalece quando os cuidados são partilhados. Isso envolve tomar decisões em conjunto e fazer escolhas em relação aos cuidados partilhados. Os bebés podem detetar os sentimentos positivos e negativos dos pais e é importante, em todos os aspetos, que tanto a mãe como o pai criem laços com o filho. Ofereça-se para fazer trabalhos de rotina junto dela para que ela comece a confiar em si. Isso pode levar tempo, mas a recompensa vale a pena. Ela também beneficiará em poder fazer intervalos sabendo que você pode lidar com as coisas tão bem como ela. Ler Mais...

Distribuição de tarefas

Como é que dividem as tarefas em casa no cuidado do bebé? Combinam-nas ou deixam as coisas simplesmente acontecer? Até que ponto cada um faz o que o outro gostava que ele (ou ela) fizesse? Já lhe perguntou o que é que ele (ou ela) gostava de fazer? Já discutiram o assunto? Estão dispostos a ser tolerantes e a abrir mão de algumas das vossas posições mais intransigentes? Já pensaram que há coisas para um, para outro e há coisas neutras que tanto podem ser desempenhadas por um ou pelo outro? Se estão ambos satisfeitos com a situação, não há motivo para alterações. Contudo, se há áreas em que as coisas não se ajustam tão bem, é melhor debaterem o assunto com calma e verbalizarem-no sem medos. Esconder sentimentos (e ressentimentos), «engolir sapos», remoer sensações de injustiça torna o ambiente familiar carregado e, mais cedo ou mais tarde, o bebé acaba por sofrer com essa atmosfera familiar pesada... e a «bomba» ou os «fantasmas» acumulados acabarão por estoirar. Há diversas áreas em que podem surgir conflitos: como organizar os contatos com os amigos e com as respectivas famílias, que ideias sobre a educação das crianças, que concepção de disciplina, entre outras. Em relação à educação da criança, por exemplo, como pretendem educar o vosso filho? Quais os valores pelos quais se pautam? Que tipo de pessoa, de cidadão, gostariam de ver no vosso filho? E quem tomará as decisões mais críticas? Deixar-se-ão influenciar por outras pessoas, pelos vossos pais, irmãos, tios, colegas de emprego, os amigos? E se decidiram criar o vosso filho contra ventos e marés, nomeadamente contra a opinião dos avós, será que o respectivo marido ou mulher também concorda? São arestas que convêm estarem limadas, de preferência antes do bebé nascer. Ler Mais...
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