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Sinto-me em pânico por ter de levar a minha companheira para o hospital a horas. Como me posso acalmar?

A sua ansiedade é compreensível. Contudo, não há muitos bebés a nascerem na berma da estrada ou nos parques de estacionamento dos hospitais - razão por que estas histórias fazem notícia nos jornais! É difícil aconselhar qual a altura apropriada para ir para o hospital, pois cada trabalho de parto é diferente e segue um padrão ligeiramente diferente. Contudo, regra geral, deverá pensar em ir para o hospital se: A sua companheira tiver sangramento vaginal. As águas da sua companheira rebentaram. Ela pode dar conta disso se jorrar líquido da vagina ou pingar mais gradualmente. As contrações da sua companheira (que por vezes são descritas como dores fortes tipo período acompanhadas por um endurecer da barriga) estiverem a durar há cerca de 45 segundos cada e a recomeçar a intervalos de, pelo menos, cinco minutos. Se você e a sua companheira não souberem bem como proceder, não hesitem em ligar para o médico ou para o hospital. Uma parteira pode dizer muito sobre em que fase do trabalho de parto uma mulher se encontra só por falar com ela sobre o que está a acontecer. Ler Mais...

Quanto tempo é que o meu trabalho de parto vai durar?

Isso é difícil de determinar pois cada mulher é diferente e cada trabalho de parto é diferente. Além disso, a duração do trabalho de parto depende de quando começa a contar o tempo, pois o início do trabalho de parto pode ser uma construção gradual que ocorre durante um período de tempo bastante longo. Em geral, o trabalho de parto é classificado como confirmado quando as contrações já são regulares e se vão tornando mais fortes, não parando até o bebé nascer. Isto, a par com a abertura do colo do útero, é indicativo de que o trabalho de parto começou. Durante o aumento gradual das contrações, o trabalho de parto é por vezes descrito como estando na fase latente até ficar confirmado Esta fase latente pode durar um período de 6-8 horas nas mães primigestas. No geral, se este for o seu primeiro bebé, deverá esperar ter um trabalho de parto de cerca de 12-24 horas no total. Se já tiver tido um bebé antes, o seu trabalho de parto pode ser um pouco mais rápido, desde que não haja outras complicações, em particular se teve um parto vaginal nos últimos 2-3 anos. Em alguns casos, em geral com o segundo ou subsequentes bebés, os trabalhos de parto podem durar só algumas horas ou até minutos, e nessas situações a mãe pode não conseguir chegar ao hospital. O melhor conselho, para todos os casos, é falar com a sua parteira ou com o hospital se achar que o seu trabalho de parto começou. Ler Mais...

A minha mulher quer fazer tudo sozinha – agora a minha mãe está ofendida. Como a posso ajudar a relaxar?

Muitas novas mães sentem-se assim, portanto a sua situação não é invulgar. Talvez a sua mulher sinta que deverá ser capaz de fazer tudo sozinha e ache que aceitar ajuda seja admitir uma derrota e que está a falhar no seu novo papel como mãe. Assegure-lhe que é uma ótima mãe e faça-lhe ver que há pessoas que querem ajudar e que ela também beneficiará se tiver algum tempo para relaxar. Explique à sua mãe como a sua mulher se está a sentir e tranquilize-a também, pois é provável que ela julgue que as suas ofertas de ajuda não são apreciadas. Talvez a sua mãe possa perguntar à sua mulher em que é que poderá ajudar. Por exemplo, provavelmente ela adoraria ter alguém que a ajudasse a lavar a roupa, a limpar o pó ou a passar a ferro. Ou poderá ficar contente se a sua mãe levar o bebé a dar um passeio para que ela possa tomar um banho ou descansar. Ler Mais...

Evolução do conceito de género

Cada criança é uma criança diferente, mas podemos considerar, de forma global o seguinte: • 7 meses - os bebés conseguem diferenciar bem a voz das mulheres e dos homens (não confundir a voz do pai com a voz da mãe, estamos a falar da diferenciação de timbres associados ao género); • 12 meses - a criança consegue atribuir a noção de género à cara das pessoas e treinam isso com os pais, demorando-se a olhar para eles. Se ouvirem uma mulher ou um homem a falar, num grupo, irão procurar uma cara de mulher ou de um homem para perceber quem está realmente a falar; • 2 anos - as crianças começam a usar o género nas brincadeiras e no jogo. Começa a haver alguma predileção pelos jogos «de rapariga» ou «de rapaz», não apenas pelo que já foi induzido, mais explícita ou mais implicitamente pelos pais e outros adultos, mas também por alguma noção intrínseca dos respetivos papéis (e que é algo que mora nos nossos genes e na nossa memória antropológica), e por imitação dos adultos (que têm papéis e representações claramente diferentes); • 2-3 anos - a chamada «identidade de género» está definida. Nesta idade, as crianças já sabem que são meninos ou meninas, e riem-se se lhes dizemos o contrário, com base sobretudo na anatomia dos seus órgãos genitais; • 3-4 anos - começa a categorização do mundo. E não apenas no «género» dos objetos, mas na associação do género entre eles (e os seus pares) e os objetos; • 4-5 anos - há uma compreensão mais vasta das coisas. Pôr maquilhagens será visto como «feminino», mudar um pneu será visto como «masculino». E daí alguma perplexidade se o pai põe um avental ou se a mãe levanta pesos. Evolução do conceito de género Cada criança é uma criança diferente, mas podemos considerar, de forma global o seguinte: • 7 meses - os bebés conseguem diferenciar bem a voz das mulheres e dos homens (não confundir a voz do pai com a voz da mãe, estamos a falar da diferenciação de timbres associados ao género); • 12 meses - a criança consegue atribuir a noção de género à cara das pessoas e treinam isso com os pais, demorando-se a olhar para eles. Se ouvirem uma mulher ou um homem a falar, num grupo, irão procurar uma cara de mulher ou de um homem para perceber quem está realmente a falar; • 2 anos - as crianças começam a usar o género nas brincadeiras e no jogo. Começa a haver alguma predileção pelos jogos «de rapariga» ou «de rapaz», não apenas pelo que já foi induzido, mais explícita ou mais implicitamente pelos pais e outros adultos, mas também por alguma noção intrínseca dos respetivos papéis (e que é algo que mora nos nossos genes e na nossa memória antropológica), e por imitação dos adultos (que têm papéis e representações claramente diferentes); • 2-3 anos - a chamada «identidade de género» está definida. Nesta idade, as crianças já sabem que são meninos ou meninas, e riem-se se lhes dizemos o contrário, com base sobretudo na anatomia dos seus órgãos genitais; • 3-4 anos - começa a categorização do mundo. E não apenas no «género» dos objetos, mas na associação do género entre eles (e os seus pares) e os objetos; • 4-5 anos - há uma compreensão mais vasta das coisas. Pôr maquilhagens será visto como «feminino», mudar um pneu será visto como «masculino». E daí alguma perplexidade se o pai põe um avental ou se a mãe levanta pesos. Ler Mais...

Sinto-me tão zangado que nem consigo chorar. Está a afetar a minha relação com a minha mulher – isto faz parte da dor?

Sim, é uma parte normal do processo de luto, o qual é um processo natural que nos ajuda a seguir em frente e que pode incluir tristeza, culpa, zanga, censura e depressão. E muito comum os homens mostrarem as suas emoções de forma diferente das mulheres, sentindo por vezes que não é "de homem" chorar e que têm de ser o mais forte dos dois. Vocês irão ambos fazer o vosso luto de forma diferente e irão entrar e sair de algumas ou de todas as fazes do luto em alturas diferentes, e o mais provável é que toda a experiência venha a causar uma forte tensão no vosso relacionamento, pois as vossas diferentes reações emocionais podem conduzir a incompreensão e ressentimento. Podem achar vantajoso para ambos ir a um psicológico, pois uma pessoa treinada e independente poderá oferecer-vos o apoio adicional de que precisam. Também podem precisar de alguma ajuda específica para vos ajudar a lidar com a vossa zanga e poderá ser sugerido um curso apropriado. Ler Mais...

Mãe de aluguer

Uma mãe de aluguer é uma mulher que chega a um acordo com outra mulher para gerar um filho para ela. Ela pode conceber o bebe com o esperma do companheiro da outra mulher ou o casal infértil pode fertilizar o seu próprio ovo através de um tratamento de fertilidade, sendo depois o embrião transferido para o útero da mãe de aluguer para ela transportar o bebé durante a gravidez e dar a luz. Este processo pode ser cheio de problemas: emoções conflituosas tanto da mãe de aluguer como do casal receptor, ou processos legais se, por exemplo, a mãe de aluguer mudar de opinião depois do parto e quiser conservar o bebé. Por esta razão, e importante que todas as partes que entram neste acordo tenham considerado audaciosamente as implicações e estejam confiantes e felizes com essas regras. Ler Mais...
Mulher que ganha bebes diferente | Para Pais.