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A intervenção dos pais

Será útil que os pais debatam, com os educadores, as possibilidades de ter mais atividades deste tipo, com a própria colaboração das famílias e dos cidadãos em geral, e coordenadas, em casa e no   jardim-de-infância. Em meios pequenos esta solução será sem dúvida mais fácil - até porque as pessoas se conhecem melhor e não existem tantos problemas de deslocações e de perdas de tempo. Haverá decerto pessoas na família do aluno que têm talento para determinadas artes - pintura, escultura, cerâmica. Porque não identificar essas pessoas e pedir a sua colaboração? Algumas delas estarão seguramente disponíveis. Muitas talvez já estejam reformadas e disponham de tempo livre. A escola pode organizar concursos, exposições, animações que ponham os alunos mais em contacto com as artes plásticas e os faça desenvolver o gosto pela cultura e pela criatividade, discutindo com eles as melhores formas de utilizar os tempos de lazer e de organizar com a comunidade essas atividades. Será certamente interessante as crianças de 3-5 anos dialogarem com pessoas de outras gerações, com experiências pessoais e com trabalhos que, infelizmente, estão remetidos e confinados às gavetas ou às paredes  das casas de cada um, faltando o espaço para a sua partilha, de uma forma intergeracional. Embora já existam alguns clubes de atividade desportiva de acesso fácil, barato e cómodo, para outras actividades, designadamente as artes plásticas, o que impera é a escassez, quer nas artes tradicionais, quer nas mais inovadoras. Ler Mais...

Doença de Legg-Calvé-Perthes

Na doença de Legg-Calvé-Perthes há uma falha - por causas desconhecidas - na alimentação sanguínea da cabeça do fémur, na articulação da anca, provocando a sua degeneração, com as consequências daí decorrentes. O osso fica mais fraco e pode até quebrar, deixando também de poder desempenhar a sua função - a cabeça do fémur é que permite, articulando-se nos ossos ilíacos, a rotação e movimentação da anca e, portanto, da perna. A situação é transitória porque, na maioria dos casos, a circulação sanguínea reestabelece-se após 1 e meio a 2 anos. É mais comum nos rapazes (quatro em cada cinco casos) e a partir dos 2 anos de idade, é geralmente unilateral. A dor pode irradiar para a coxa ou para o joelho, e outro sintoma é o coxear, de uma maneira repetida, sem ter havido história de traumatismo. A criança pode queixar-se de dor na coxa. Se a situação se prolongar por mais de quatro dias é conveniente a criança ser observada, para eventualmente fazer exames complementares (radiografia) e ser referenciada para um ortopedista ou cirurgião pediatra. Ler Mais...

Os amigos imaginários

Muitos são os pais que se confrontam com este tipo de situações, que parecem surgir de repente, do meio do nada. A ideia inicial é que a criança esteja a gozar com eles, a provocá-los. Depois, que esteja a mentir ou a querer enganá-los. Ou a insinuar que eles, pais, o deveriam levar algures ou a casa de alguém. Finalmente o receio de que seja um sinal ou sintoma de doença, nomeadamente de alguma perturbação mental ou psicose. As reações instintivas a qualquer destas hipóteses, não podem ser muito razoáveis... Uma coisa é certa: eles existem. E existem mesmo, não é apenas na cabeça da criança ou antes, claro que é, mas a dimensão do fenómeno tem um alcance muito superior a isso. Antes dos 6 anos é difícil estabelecer uma fronteira clara entre a realidade e a fantasia. Quase que me atrevia a perguntar se isso chega realmente a acontecer e se nós, adultos, não nos comprazemos também com uma certa confusão, em dados momentos, entre estas duas evidências. A fantasia faz parte da vida. É assim que, a partir dos 18 meses, quando pegamos num boneco ou num urso de peluche e o vemos com carácter humano, começamos a fantasiar os nossos futuros filhos. Os amigos imaginários costumam «nascer» por volta dos 3 anos e podem manter-se até aos 6. Com largas variações. Mas sempre com uma constante: existem. E a negação da sua existência é um rude golpe para as crianças. Ler Mais...

O que levar nas saídas

- comida (leite materno ou biberão, boiões) - fraldas (contando com mais de um imprevisto) e toalhetes - fralda de pano - um resguardo para o caso de ter que mudar a fralda no banco de trás - muda de roupa (para os tais imprevistos) - um saco para colocar fraldas sujas - outro saco para colocar roupa suja - biberão de água - um ou outro brinquedo (conforme a idade, claro) - protetor solar, óculos escuros do bebé e chapéu, se o tempo estiver luminoso ou quente E o bebé, claro! Ler Mais...

O futuro das crianças maltratadas

O futuro de qualquer um de nós depende de inúmeros fatores, ocorrências e vivências positivas e negativas, bem como dos fatores de risco e dos fatores protetores e da resiliência própria de cada um, a que se juntam características genéticas e da personalidade. Assim, apesar de os maus-tratos representarem uma perturbação brutal e trágica na vida de uma criança, temos de ter em conta que ser abusado ou negligenciado não é a única má experiência que se pode ter na infância e que pode influenciar o desenvolvimento da pessoa. O efeito negativo (ou não) da experiência depende, pois, de numerosos fatores – relacionados não apenas com o abuso em si, mas também com todo o envolvimento, fatores protetores, resiliência e tipo de resposta dos adultos, profissionais e serviços. Não é necessário, pois, ficar-se marcado para a vida inteira. É claro que a criança tem diversos mecanismos de viver os acontecimentos trágicos, como sejam ignorá-los, branqueá-los ou esquecê-los. Contudo, esta «estratégia» pode levar a um mau «luto» da situação, e ao reaparecimento de «fantasmas» do abuso, muitas vezes bastante mais tarde na vida da pessoa e, assim, ainda mais difíceis de ultrapassar. Sublimar o episódio e aprender a viver com o evento obriga ao desenvolvimento da maturidade e da capacidade de gestão do stresse. Isto obriga, por outro lado, a um apoio psicológico a longo prazo. Mais tarde, na adolescência, pode haver uma tentativa de mudança de personalidade e de «vida», arranjando formas de «desaparecer» e trocando o contexto humano e ambiental por outro que não evoque as más recordações nem os envergonhe. É uma estratégia possível, mas que não garante que não possam reaparecer os ditos «fantasmas», até porque, mais cedo ou mais tarde, algo nesta «nova vida» vai fazer recordar a vida que se deixou. Quando o mau-trato é infligido por um familiar ou pessoa próxima, as crianças podem ficar desconfiadas e passar a pautar as relações interpessoais por este sentimento e pela amargura, o que também não é uma solução adequada em termos de qualidade de vida e de bem-estar. Recentemente, tem-se dado particular atenção aos achados da neurobiologia que revelam, sem margem para dúvidas, o efeito biológico dos maus-tratos a nível cerebral, nomeadamente diminuição do crescimento do hemisfério esquerdo (onde reside a inteligência emocional), aumento do risco de depressão, irritabilidade do sistema límbico com episódios de pânico e stress pós-traumático, menor crescimento de algumas estruturas cerebrais e risco de perturbações dissociativas e da memória. Os maus-tratos a crianças são uma patologia complexa, multifatorial, com grandes áreas de desconhecimento científico, e onde se jogam as facetas mais agudas e, por vezes, perversas da condição humana e das relações interpessoais. Ao contrário de uma doença orgânica, não existe uma solução na ponta da caneta ou no bloco de receitas. As soluções são mais escassas e exíguas do que os problemas, que todos os dias se tornam mais conhecidos, nas suas diversas apresentações. Cabe-nos, como pais e cidadãos, atuar com rigor, seriedade organização, vontade e motivação. E, através de uma rede transdisciplinar, tentar proteger a criança e o seu melhor interesse, à luz dos direitos da cidadania, tão bem expressos na Convenção sobre os Direitos da Criança das Nações Unidas. Não apenas nas palavras mas também nos atos. Ler Mais...
Mulhe parino detro do hopital | Para Pais.