Resultados para: "minha priquita ja tem teia de aranha"

Você está a ver criança , criança e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa minha priquita ja tem teia de aranha. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, cesaria inflamada por dentro, ver parto normal ver tudo, parto normal visto de frente, grávidas parindo parto normal, cesariana inflamada, gemeos escondidos barriga.

Picadas de aranha

A maioria das aranhas são seres «tímidos» e, portanto, fogem das pessoas. O que não tem nada a ver com os sentimentos negativos e até de pânico incontrolável que as pessoas possam ter quando as vêem ou pressentem. Mas se não as provocarmos, elas deixam-nos em paz. As mordeduras de aranha podem deixar uma impressão desconfortável e algumas crianças podem mesmo adoecer gravemente se tiverem alergia a estes animais e às suas secreções. Desde dor e inflamação local a reações de choque, tudo pode acontecer se a criança for alérgica. O melhor é não provocar as aranhas e evitar que elas possam estar em locais onde a criança está mais vulnerável, como o quarto de dormir. Claro que não se deve ser obsessivo e até se diz que uma teia de aranha é sinal de sorte. Os sinais de alarme que obrigam a uma intervenção urgente são aqueles em que há:
  • inchaço da cara ou da boca e lábios;
  • dificuldades em falar;
  • dificuldade em engolir;
  • dificuldade em respirar;
  • tonturas ou desmaio;
  • dores abdominais, náuseas e vómitos.
Ler Mais...

Picadas de peixe-aranha ou de ouriço-do-mar

O peixe-aranha vive no fundo da areia, e tem uma barbatana dorsal que se levanta quando é pisado, injetando um veneno no pé que o pisou. A princípio, a picadela pode ser confundida com uma pedra mais aguçada. Depois, quando começa a doer, é fácil de ver três pontos em V, um deles sangrando. Há que espremer o mais possível a planta do pé e aplicar um analgésico em spray – o cloreto de etilo, que o nadador-salvador terá. Na sua ausência, pode fazer xixi para um recipiente e colocar o pé porque o amoníaco também diminui a ação do veneno. A seguir à dor pode vir uma sensação de adormecimento do pé. A situação é desagradável, mas mesmo que passe rapidamente, o medo de voltar a pôr os pés na areia é muito grande. Nas crianças destas idades, o Verão termina, pelo menos no que diga respeito ao mar, a não ser que os pais vão logo comprar uns sapatos de borracha para securizar a criança. O ouriço-do-mar vive nas covas das rochas e é fácil pisá-lo. Injeta também veneno, quando é pisado, ficando dezenas de picos agarrados à pele, e alguns inseridos porque se partem. São muito dolorosas, quer a picada, quer a remoção - o cloreto de etilo ajuda porque anestesia a pele. Ler Mais...

Ambiente e crianças

O mundo é cada vez mais uma gigantesca teia de influências. A criança, como ser especialmente vulnerável, acaba por ser, frequentemente, uma vítima desta teia, sem grandes possibilidades de opção no meio dos diversos ecossistemas. O crescimento das crianças está condicionado por duas ordens de fatores: o «programa» genético, que lhe foi transmitido na altura da concepção e o ambiente pré-natal, perinatal e pós-natal; familiar, local, escolar ou social. Nos ecossistemas que envolvem o bebé, existem factores naturais, fisico-químicos, biológicos, psicológicos e socioculturais que influem directamente na qualidade de vida e no bem-estar da criança os últimos serão provavelmente os mais importantes. Com a drástica diminuição nas sociedades mais afluentes, ditas «ocidentais», das doenças infecciosas e das carências nutricionais, embora com o aumento das doenças originadas em erros alimentares do tipo «abusivo» diabetes, obesidade, outros problemas emergiram. As causas destes problemas e as abordagens destes novos desafios estão muito dependentes das características ambientais que rodeiam a pessoa. Os traumatismos e lesões acidentais são um exemplo típico de como uma «doença» pode estar quase inteiramente dependente dos factores ambientais e ecológicos. O mesmo se dirá para os casos de crianças privadas de meio familiar normal, para os problemas do comportamento ou outros. Situações como a asma, as leucemias e outros tumores, as otites serosas, por exemplo, estão também intimamente ligadas ao ambiente. Ambiente, num sentido lato, acaba por ser tudo e neste caso, as próprias infecções, causadas por agentes existentes no ecossistema, entram no domínio das doenças ambientais. Existem questões cruciais como a poluição e a agressão ambientai. Para além dos ruídos, fumos, agentes irritantes associados aos diversos tipos de poluição sonora, olfactiva ou visual, também a falta de planeamento habitacional, a carência de infra-estruturas básicas, os tóxicos ou os veículos, causam com frequência crescente problemas de morbilidade e de mortalidade. Ler Mais...

A minha mãe tem umas ideias muito firmes sobre a gravidez. Como dizer-lhe que quero fazer as coisas à minha maneira?

Pode levar a sua mãe a uma consulta pré-natal para ela poder ver como as coisas mudaram e a sua parteira pode explicar-lhe a lógica dos seus cuidados. Se ela continuar a interferir, tenha uma conversa franca. Diga-lhe que, embora a ame e saiba que ela só quer ajudar, você quer tomar as suas próprias decisões. Esperemos que ela aceite o seu ponto de vista. Ler Mais...

«És “muita” bom…»

Se no ano passado uma criança de 3 anos conseguia tocar no botão do elevador do 3.° andar e este ano já consegue chegar ao botão do 4.°, os pais aplaudem-no, mas para a criança representa mais do que uma boa exibição: representa o «Eu já consigo!», e também «Se é assim, onde é que isto vai acabar? Será que um dia vou tocar no botão do infinito? Será que, em breve, serei igual ao Super-homem ou ao Homem-aranha?» Transportando este pensamento para outras situações, o receio que à partida a limitaria e faria retroceder, é vencido pela necessidade e gozo de enfrentar o desafio. Está lá escrito, nas entrelinhas e no ar, «Mostra que és capaz. Vamos lá ver se tu és capaz!» As vezes são os outros que estimulam e provocam: «És um mariquinhas se não saltares ou se não fizeres. Tens miúfa.» Mas mais do que os outros, é o próprio corpo que pede. E se passamos a vida a elogiá-los porque estão «muita bons», como é que lhes podemos dizer que, afinal, estão na mesma? Complicado. Não é? Ler Mais...

A minha mãe diz que cuidará da criança. Isso funciona com a maior parte das famílias?

Você tem sorte por a sua mãe se poder oferecer pois muitos casais não têm essa opção. Cada família é diferente e só você pode decidir se esta é uma boa opção. Algumas mulheres podem achar que as mães estão a tomar as rédeas e a dar conselhos que não são pedidos. Outras podem achar que é exatamente o que elas queriam, em especial nos primeiros meses. Sem dúvida que a sua mãe quer envolver-se na canção do neto e quer dar-lhe a si todo o apoio que puder. Contudo, olhar por uma criança pequena não é fácil para ninguém, portanto talvez seja melhor esclarecer com ela o que é que ela exatamente está a oferecer e ter uma conversa séria para acordarem o que ambas querem e esperam. Eis algumas coisas a considerar: Deverei pagar, mesmo que pouco, à minha mãe ou oferecer-lhe um presente de agradecimento? Durante quantas horas diárias poderá ela cuidar do bebé? Será todos os dias? A minha mãe também se estará a oferecer como babysitter quando eu quiser sair à noite ou quiser algum tempo com o meu companheiro ou amigos ou mesmo sozinha? Como lidaremos com as discordâncias sobre a forma como as coisas deverão ser feitas? Ler Mais...
Minha priquita ja tem teia de aranha | Para Pais.