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Atitude a tomar

A idade em que a enurese deverá ser considerada um «problema» é o objeto de polémica. Considera-se, no entanto, os 5, 6 anos de idade e/ou a entrada para a escola como um ponto médio de referência para intervir, mas tudo dependendo dos efeitos que se vão acumulando e da maneira como a criança encara o problema. É, portanto, uma questão que começa antes dessa idade. Se os pais e/ou a criança estão preocupados com a situação, recomenda-se que discutam com o médico- assistente da criança. Ler Mais...

Tudo uma questão de pesar os riscos, mas também de assumir as responsabilidades

Aos pais e às crianças, colocam-se diariamente alguns problemas, como as chamadas falsas contraindicações:
  • situações em que a vacinação é rejeitada nos centros de saúde por razões que não são, no fim de contas, justificativas (do ponto de vista clínico e científico) para tal. Infelizmente, continuam a ser muito frequentes e as crianças e famílias andam de um lado para o outro, desnecessariamente, com grande prejuízo para a vida das pessoas e com comprometimento das taxas de imunização.
Pode-se, assim, afirmar que as vacinas são seguras, eficazes (em valores superiores a 95-97%), e os efeitos secundários que têm são menores e não causam grandes problemas. A ideia de que as vacinas «mexeriam» com a nossa imunidade e de que poderíamos estar a abrir uma caixa de Pandora incontrolável, é errada. E as vacinas estão desenhadas para doenças que são ou podem ser graves - meningites, septicemias, sarampos, encefalites, pneumonias, varicelas complicadas, paralisia infantil, difteria, tosse convulsa, tuberculose, entre outras. Há uma corrente crescente, especialmente na Europa e nos EUA de grupos «contra as vacinas». Os pais são sempre as pessoas que decidirão, mas também é bom pensar que a sua decisão acarreta responsabilização. Se amanhã uma criança não é vacinada porque os pais não o desejam, e morre ou fica com sequelas por causa de uma meningite, sarampo, tosse convulsa ou difteria, o assunto será muito complicado de gerir, do ponto de vista psicológico, moral e até jurídico. Ler Mais...

Porque é que as crianças são especialmente vulneráveis?

Quando de um acidente, as crianças são mais vulneráveis, porque:
  • são mais pequenas e mais leves, pelo que serão mais facilmente projetadas, seja no interior do carro, seja para fora dele;
  • os músculos do pescoço e da coluna são mais fracos. As costelas e os ossos da bacia não estão completamente desenvolvidos. Alguns órgãos estão mais expostos do que nos adultos - é por isso que as lesões internas graves são mais frequentes;
  • a cabeça é proporcionalmente maior e mais pesada em relação ao corpo, o que provoca o chamado efeito «bala»: assim, a cabeça tende a ser projetada primeiro e a ser o ponto de embate com a carroçaria ou com o pavimento;
  • o esqueleto da criança, designadamente os ossos do crânio, não protege os órgãos tanto como o do adulto resultado: as lesões cerebrais são mais frequentes e mais graves.
É por isso que os assentos e outros dispositivos para crianças, levando em linha de conta todos estes dados científicos e tecnológicos, são especialmente concebidos para compensar todas estas fragilidades fisiológicas e naturais. Ler Mais...

Apendicite aguda

A apendicite aguda afeta entre 5 e 10% da população, e é a causa mais frequente de intervenção cirúrgica de emergência na população infantil e juvenil. O apêndice é um pequeno órgão, com a forma de dedo, situado no tubo digestivo, mais concretamente no início do intestino grosso ou cólon, ao nível do lado direito do abdómen, um pouco acima dos ossos da bacia. O apêndice forma uma espécie de fundo-de-saco, e não se sabe muito bem para que serve. Ou dito de outra forma: provavelmente o apêndice já terá tido funções de relevo, no tempo dos nossos antepassados longínquos, quando o tipo de alimentação era outro - o tipo de tecido que forma o apêndice é semelhante ao que existe nos gânglios linfáticos, o que indica que as suas funções pudessem estar relacionadas com o sistema de defesa imunitária. A apendicite é uma inflamação (acompanhada frequentemente de infeção) do apêndice. Quando o interior do apêndice fica bloqueado - por fezes mais duras, por um corpo estranho ou inflamado - o apêndice incha e pode infetar-se por bactérias. Se este apêndice infetado não for removido, forma-se um abcesso (para o que contribui a sua configuração de fundo-de-saco) e eventualmente dá-se a perfuração ou o rebentamento. Esta série de eventos pode dar-se num espaço de tempo muito curto - em cerca de 48 a 72 horas após o início dos sintomas. Ler Mais...

Vómitos

Felizmente, a larga maioria das situações de «vómito» nos bebés não passam de bolçar, sem a gravidade e o aparato que um verdadeiro vómito pode ter. Por outro lado, há vómitos ocasionais que não se enquadram propriamente em nenhuma doença, mas que apenas correspondem a uma rejeição, pelo estômago, do que lá entrou. O aparelho digestivo (como, aliás, o respiratório), tem a particularidade de expulsar as substâncias, poluentes, micróbios e tóxicos que são indesejáveis. Como o estômago é um músculo, ao sentir que há algo de indesejável dentro dele, contrai-se e expulsa com força esses elementos daí a violência do vómito e a sensação de não se ter o controlo sobre o órgão. A contracção pode ser tão grande, especialmente nos vómitos repetidos, que se fica com dores musculares. Por outro lado, como o esófago é atravessado pelos ácidos do estômago, pode ficar inflamado, contribuindo para a dor e desconforto. Nos bebés pequenos isso é patente quando o leite passa pelo esófago contraem-se e choram porque têm dor, se o leite estiver quente. Há muitas razões para um bebé vomitar esporadicamente, desde excesso de comida, não arrotar, intolerância ao leite ou exposição ao fumo de tabaco. Os vómitos mais prolongados costumam dever-se a uma infecção virai, que depois dará a sua componente intestinal, com diarreia, mas no fundo qualquer infecção de um bebé (amigdalite, otite, infecção urinária) pode ter no vómito um dos seus sintomas. Ler Mais...

Birras de provocação

Primeiro ponto: o Pedro já perdeu o seu sentido de omnipotência e tem receio de ser abandonado. E quando já ouviu os pais dizerem-lhe: «Estou farto de ti!» - ou, mesmo não tendo ouvido, já pressentiu que isso poderá (na cabeça dele, claro) acontecer -, tem medo de que o façam sair de casa, para um mundo onde (ele bem sabe!) não sobrevive- ria. E não gostarem dele será o pontapé de saída...para a saída. Segundo ponto: o Pedro tem já muito desenvolvido o seu sentido ético. Sabe distinguir o bem do mal, e se faz asneiras é porque é isso mesmo que quer fazer. Terceiro ponto: o Pedro descobriu que tem duas versões: uma boa e outra «menos boa». Descobriu, afinal, a condição humana, mais outro «peso-pesado» que tem de assumir. Quarto ponto: o Pedro não sabe se consegue controlar a versão «má», a tal que lhe garante «cama e roupa lavada», está já assente, e com ela o amor dos pais. Quinto ponto: o Pedro tem medo de ser mau, de «acordar mau», porque não sabe como é que estas coisas se controlam. E se tal acontecer, os pais não gostarão dele, e daí a porem-no na rua será um ápice. Sexto ponto: Perante esta dúvida angustiante, o Pedro tem de se testar, a ele e aos pais. Como o amor dos pais já é um dado adquirido, para a versão «boa», vai então experimentar a outra versão, a «má». Para ver o que dá...antes que a situação escape ao seu controlo e as coisas aconteçam sem travão. Sétimo ponto: o Pedro tem de ser educado dentro das regras e dos limites estabelecidos pelos pais. Mas há que ter a arte e o cuidado de distinguir a pessoa dos seus atos. Se estes podem ser passíveis de elogio e prémio, ou censura e castigo, já a pessoa tem de ser sempre reafirmada como objetos de amor. Seja qual for a versão que esteja «em vigor». Oitavo ponto: não é muitas vezes o que fazemos, mas é quando se deve mais fazer: na fase da asneira e da versão «má», que é afinal quando surgem as dúvidas se os pais gostam ou não dela, há que dar afeto e garantir à criança (portanto, à pessoa) que se gosta dela, que o amor nunca estará em causa. Dizer «Gosto de ti. És querido!- e só depois, debruçamo-nos sobre o ato, e então condenarmos e castigarmos se for esse o caso. Este, o ato. Não aquela, a criança. Com esta estratégia, o Pedro deixará de ter dúvidas sobre o amor dos pais. Sabe que será sempre desejado e querido (do verbo «querer), mesmo que a tecla carregue na versão «má». Tiram-lhe toneladas de cima. E verá que consegue, gradualmente, controlar a parte «má», sendo cada vez mais «querido». Além disso, porque os pais lhe ensinaram os conceitos éticos, dos quais ele tem uma noção muito clara, sentir-se-á bem consigo próprio por agir bem, tendo ainda o acréscimo de receber uma recompensa pelas atitudes corretas. A pouco e pouco deixará as provocações baratas, «rascas» e (quase) incompreensíveis, muito mais rapidamente e com menos trauma do que se nada disto for feito. Ler Mais...
Meu ponto estao inflamado | Para Pais.