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Receio que o meu maridoo volte a achar-me atraente. Estou a ser paranóica?

A imagem pode ser um grande problema para uma mulher grávida e muitas preocupam-se por não serem atraentes para os seus companheiros nas últimas fases da gravidez. Esta preocupação é em geral infundada e tem mais a ver com os seus próprios sentimentos sobre o aumento de tamanho. Guardar as ansiedades para si pode fazê-las parecer maiores do que realmente são, portanto fale com o seu marido sobre os seus problemas e explique-lhe como se sente. De pode estar longe de saber o que você sente. Comoo é o seu marido que carrega o bebé, ele pode não entender totalmente as exigências físicas da gravidez. Informá-lo acerca das alterações pelas quais o seu corpo está a passar pode ajudá-lo a entender o processo da gravidez e a estar mais bem preparado para lhe dar apoio quando vomais precisar. Na verdade, alguns homens aacham as suas companheiras mais atraentes durante a gravidez, mas você não saberá isso a menos que falem um com o outro sobre a mudaa da sua silhueta. Se estiver preocupada em aumentar muito de peso na gravidez, faça por ter uma alimentação saudável e equilibrada e faça algum exercício leve diariamente. Mesmo que seja uma pequena caminhada ou natação, ajudá-laa manter-se tonificada e flexível, o que ajudará à sua confiaa assim como a preparar-se para o parto. Ler Mais...

Quero voltar a ter algum romance na nossa vida, mas o meu marido parece estar a evitar o sexo. O que posso fazer?

Precisa de falar com o seu marido sobre as razões por que ele está a evitar o sexo, pode haver várias razões para isso, podendo todas ser resolvidas com o tempo. Talvez ele esteja simplesmente exausto, pois ser pai pela primeira vez é um trabalho difícil. Se for o caso, encontrar tempo para umas sestas poderá ajudar e as coisas poderão melhorar com o tempo, pois o bebé dormirá cada vez mais e durante mais tempo. O seu marido pode sentir-se nervoso com receio de a magoar, em especial se você levou pontos na altura do parto. Se se sentir confortável, então tranquilize-o e levem as coisas com calma. De pode estar preocupado com o facto de o bebé a poder perturbar quando estiverem a fazer amor. Isso é compreensível e não tem uma solução fácil, embora se espere que se tornamenos preocupante quando o bebé tiver um padrão de sono mais previsível. Entretanto, talvez haja uma amiga ou familiar que olhe pelo bebé por uns tempos para que vocês possam ter algum tempo para os dois. Por vezes é simplesmente porque os casais podem achar difícil trocar as regras - ser pais num momento e ser um casal amoroso no seguinte e depois voltarem a ser pais. Conforme se forem habituando ao vosso papel como pais, deverá tornar-se mais fácil alternar os papéis. Por último, tentar arranjar tempo para os dois, conversarem de mãos dadas e acarinharem-se é muito importante – se conseguirem isto, seguir-se-á uma vida sexual normal. Ler Mais...

Maridos, Mulheres

Falemos de um assunto também importante. Os pais são também maridos, as mães são também mulheres. O nascimento de um bebé, por muito que solicite a nossa atenção e consuma o nosso tempo, não pode canalizar integralmente todas as atenções dos pais. Muitos casais, após o nascimento de um filho, deixam de ter vida própria, vida de casal, deixam de sair, de ir ao cinema, de ir jantar fora... parece que deixam de ter prazer em estar juntos, em namorar. Isto é errado e pode ter consequências nocivas, quer em relação à vida do próprio casal, quer em relação ao bebé. Claro está que é necessário ter apoios, ter onde os deixar, organizar e simplificar suficientemente a vida para poder ter essas veleidades. Mas, se se quiser, arranjam-se sempre uns momentos, nem que sejam breves, para o casal estar a sós. O bebé passa a ser o elemento perturbador do que. até então, era uma vida pacata de marido e mulher. Especialmente quando se trata do primeiro filho, podendo durar algum tempo. Preferencialmente antes do bebé nascer ou, pelo menos, logo que passe o frenesim do regresso a casa, das inúmeras visitas, das opiniões das avós que às vezes gostariam de pôr e dispor da vida do casal, mais do que apoiar e ajudar, logo que estejam recuperadas as noites mal dormidas e os primeiros dias de «caos» e desorganização, pensem cinco minutos neste problema. Mais vale prevenir que remediar. Onde viviam duas pessoas um marido e uma mulher passaram a viver cinco: esses dois, mais um filho, um pai e uma mãe... É fundamental encorajar as pessoas a serem elas próprias e ao abdicarem da sua personalidade, dos seus desejos, das suas ambições pessoais e profissionais, dos seus gostos e preferências, e não, como antigamente, moldá-las segundo modelos convencionais e esquemas para as quais não eram - homens e mulheres ouvidos nem achados. E também ao prescindirem dos seus espaços próprios, afetivos, físicos, de tempo, de trabalho e de lazer, evitando a invao destes «pequenos jardins» e o engolir avassalador da individualidade, seja pela pessoa com quem se vive, seja por estes pequenos seres chamados criaas, autênticos buracos negros cósmicos que tudo absorvem, se puderem. Ler Mais...

Os meus sentimentos em relação ao meu marido mudaram; sinto-me deprimida e não sei que fazer.

Tente não ser demasiado exigente consigo mesma se deu à luz recentemente. Algumas mulheres ainda estão a tentar lidar com as exigências dos seus bebés e a adaptar-se à maternidade nos primeiros tempos depois do parto. O cansaço e a exaustão também podem tornar difícil sentir-se entusiasmada com outros relacionamentos. Infelizmente, isso muitas vezes deixa pouco tempo para pensar no seu companheiro e não é invulgar os companheiros sentirem-se negligenciados ou postos de lado quando chega um bebé, pois o amor e atenção que costumava ser partilhado com as suas companheiras são de súbito transferidos para o bebé. Isso pode ser um choque para os casais e você poderá ter de fazer um esfoo para encontrar tempo para conversarem e comunicarem os dois, assim como conseguirem tempo para vocês mesmos como casal. Ler Mais...

Bonecada à mesa

Que diríamos se um adulto resolvesse levar o computador, os livros ou outros «brinquedos»» para a mesa? Não achaamos bem, mas por vezes, mesmoo levando nada disso, a nossa cabeça está noutros locais e somos manifestamente deselegantes com as pessoas que se sentam à nossa roda... designadamente os nossos filhos. Ou então olhamos para a TV, já que trazê-la para a mesa é complicado. Não é pois estranho que uma criaa possa gostar de partilhar a sua comida com os seus amigos, e neste incluem-se os bonecos, os amigos imaginários e tantos outros elementos e objetos. É importante delimitar um número – há criaas que, à roda dos 3-4 anos, andam com tudo por todo o lado, porque se acham incapazes de fazer uma seleção, ou têm pena de preterir algumas das coisas em relação às outras. Assim, lá vai a «cangalhada» toda para a sala, para a cama, para a mesa. Estabelecer limites é acertado, sem rigidez. Não é preciso que cada colherada tenha de passar pela boca do ursinho de peluche ou do Noddy, mas um certo jogo pode permitir que esses elementos até possam ser nossos aliados. Se os rejeitamos, não iremos conseguir um melhor ambiente. Mostrar que nem todos se sentam, todos os dias, à nossa mesa, e que convidar um ou dois, embora implique uma escolha difícil, revela quanto gostamos de cada um - e afinal de todos -, é um princípio bom e que deverá ser entusiasmado. No entanto, como em tudo, as regras deverão ser estabelecidas antes do jogo começar. Ler Mais...

Áreas complicadas

Há áreas eventualmente problemáticas, como diferenças quanto aos conceitos de educação, de escolhas de tipo de vida, até coisas comezinhas como a escolha do médico ou a opção pela escola pública ou privada. E estes problemas aumentam numa altura em que os casais se separam e as criaas (felizmente) convivem mais e mais com os dois pais e não apenas com a mãe. O novo sistema de guarda conjunta e de poder paternal dividido, bem como a tendência crescente para bom entendimento em relação aos filhos, faz com que essa «cumplicidade» entre o ex-marido e a ex-mulher se mantenha, mesmo que «engolindo sapos» todos os dias, e esta é uma situação que pode criar uma sensação de outsider nos recém-chegados a este processo. Sobretudo quando, para estes, o ideal seria se calhar um corte absoluto do novo cônjuge com o passado. Mas existindo filhos, issoo poderá nunca acontecer, nem é desejável que aconteça. Ler Mais...
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