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Como lavar a cabeça do bebé

A cabeça do bebé tem uma área proporcionalmente bastante maior do que a do adulto, em relação ao corpo. E como tem pouco cabelo, está mais exposta a aquecer ou esfriar. É um tocai, por excelência para troca de temperatura e de água com o exterior. Não é preciso grandes rituais para lavar a cabeça de um bebé. Nas primeiras semanas pode usar-se o mesmo Inquieto de lavagem do corpo, mas logo que os pais queiram podem experimentar um champô neutro, dos muitos que existem, e conforme a preferência. A maioria dos champôs para bebés é feita para não picar nos olhos, mas ô sempre incomodativo para o bebé, pelo que devem inclinar a cabeça para trás durante a remoção do champô. Para lavar a cabeça, molha-se com o bebé inclinado para trás, depois aplica-se o champô, numa quantidade pequena, e esfrega-se até fazer espuma, remexendo o cabelo na espuma. Depois, volta-se a enxaguar, tendo o cuidado para que não resvale para a face, o que irrita muito os bebés. Pode usar-se a mão, suavemente, ou utilizar uma esponja macia para espalhar o champô, com movimentos vagarosos. Há bebés que gostam do banho mas odeiam lavar a cabeça - tente cantar-lhe, enquanto coloca a água, para o apaziguar, mas o mais provável é que essa situação dure algum tempo. Mas passa... É importante secar bem a cabeça com a toalha, em movimentos circulares suaves, e terminar a tarefa com um secador, mas muito cuidado: tem que ser um secado fraco, ou colocado na potência mínima, e sempre a agitar. Os secadores podem queimar, se a pessoa se distrair e demorar um pouco mais de tempo a apontar para um determinado sítio. Ler Mais...

Licença de maternidade

Todas as trabalhadoras grávidas têm direito a tirar 120 dias de licença de maternidade, seja qual for o tempo que trabalharam para o empregador ou o seu salário. Pode começar a licença de maternidade até 30 dias antes do prazo previsto para o bebé nascer. Pode trabalhar até à data do parto, mas se tirar algum tempo por doença nas quatro semanas antes do parto, o seu empregador pode começar a contar a licença a partir dessa data. A trabalhadora pode optar por uma licença de 150 dias devendo este acréscimo de 30 dias ser gozado necessariamente a seguir ao parto. Deve informar a entidade patronal da opção pela licença superior até 7 dias após o parto terá de informar o seu empregador por escrito, sobre as intenções da sua licença. Informe-o da data prevista para o nascimento do seu bebé e da data em que pretende iniciar a sua licença de parto. Se você seguir certos critérios terá direito ao pagamento legal de 120 dias da sua licença de maternidade, e depois desse tempo a sua licença não será paga. Nos casos de nascimentos múltiplos o período de licença é acrescido de 30 dias por cada gemelar além do primeiro. Ler Mais...

Vitamina K – uma vitamina essencial para o seu bebé

Depois do parto irão perguntar-lhe se quer que o seu bebé receba um suplemento de vitamina K. Esta é uma vitamina essencial para ajudar a coagulação do sangue e, como os bebés recebem muito pouca na sua dieta de leite, há um pequeno risco de poderem sofrer hemorragias internas. Há duas formas de dar o suplemento aos bebés: Por injeção. Só é necessária uma dose para prevenir a deficiência de vitamina K. Pela boca. Dão-se duas doses na primeira semana e os bebés amamentados poderão tomar outra dose passado um mês. Ler Mais...

Iremos receber algum financiamento adicional ou apoio prático por estarmos à espera mais do que um bebé?

Os pais de gémeos terão direito a alguns benefícios financeiros por pane do Estado português. A licença de maternidade de 120 ou 150 dias que a mãe tem direito a gozar após o parto, podendo gozar 30 dias antes do parto, será acrescida de 30 dias por cada gémeo além do primeiro em casos de nascimentos múltiplos. O subsídio de maternidade será atribuído pela mesma quantidade de dias da licença de maternidade. É de salientar que se a licença de maternidade for alargada para 150 dias, o subsídio correspondente aos 30 dias a mais será de 80% face ao ordenado de referência, em vez dos 100% correspondentes aos 120 dias. O subsídio de maternidade deve ser requerido no prazo de seis meses a contar da data em que tiver início o impedimento para o trabalho. Além disso os pais recebem o Abono de Família, um apoio do Estado às famílias que deve ser requerido nos Centros Distritais da Segurança Social. No caso de gémeos poderá pedir a majoração do abono de família para as crianças entre os 12 e os 36 meses. Ler Mais...

A que dados dar atenção?

Perante uma criança com gastroenterite, os pais deverão ver os seguintes aspetos, para os veicular ao médico assistente ou à Linha Saúde 24: • Características das fezes e das dejecções: há quanto tempo dura a situação? Se há mais de três dias, é conveniente consultar o médico. Quantas dejeções tem a criança? Mais de cinco? E a cor das fezes? É anormal? E é muito líquida? E as fezes têm sangue ou muco (com o aspecto de «ranho»)? • A criança está com vómitos? E febre? • A criança consegue beber líquidos, pelo menos em quantidade suficiente para compensar o que está a perder pela diarreia? •O estado geral e de nutrição é bom? Se sim, a criança poderá aguentar a situação por algumas horas ou dias, se não, a descompensação será mais precoce. •A criança está irritável? Chora sem parar? Inconsolável? Grita, de um modo diferente do chorar alto? •E a respiração? A frequência respiratória está aumentada? •Acham que os olhos estão encovados? Isso é um sinal de que precisa de cuidados urgentes. •E tem ausência de lágrimas? Significa que está desidratada. •E o mesmo se passa com a secura da boca e das mucosas ou, nos bebés pequenos, com a fontanela (moleirinha) que pode estar deprimida e metida para dentro. Neste caso é melhor ir a um serviço de urgência imediatamente. Ler Mais...

Corpos estranhos

Levar tudo à boca é uma «mania», até aos 3 anos, e por vezes até mais tarde. Ao sentir o objeto na boca, especialmente se for arredondado e deslizante, a tendência é para engolir, mas dado não se tratar de um alimento, pode causar engasgamento e ir para a árvore respiratória. Alguns objetos, como as pilhas elétricas tipo «botão», podem causar graves problemas gástricos. A sua semelhança com pastilhas agrava a tendência para as meter na boca. Os brinquedos também podem ser uma fonte comum de sufocação: balões (que desinsuflam e aumentam o movimento de fora para dentro da boca), moedas ou partes de brinquedos menores do que uma moeda de 2€. Do mesmo modo, alimentos que sejam pequenos, arredondados (amendoins, pistachos, avelãs, frutos secos para aperitivos, uvas. cenouras cruas, passas, pastilhas elásticas ou outras, bocados de carne, pipocas, presunto, etc.) têm uma enorme probabilidade de resvalar para a parte posterior da boca, provocando um movimento involuntário (próprio da imaturidade da criança) de inspiração, fazendo com que o corpo estranho vá para a árvore respiratória. Do mesmo modo, há que ter em atenção o tamanho dos pedaços de alimentos que se cortam, à refeição. Outras vezes, o corpo estranho é deglutido ou introduzido no nariz ou nos ouvidos, pela tendência que a criança tem, antes dos 3-4 anos, de experimentar o seu próprio corpo (feijões, moedas, missangas, anéis, brincos, clips, pregos e parafusos, etc.). Ler Mais...
Meu bebe de dias espuma muito pela boca | Para Pais.