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Mentira defensiva

Uma criança deste grupo etário já pode mentir para se defender ou para não assumir a responsabilidade do que fez, com medo das consequências. É um tipo de mentira muito vulgar, quase como se negando a verdade ela deixasse de existir. Os pais deverão aproveitar para duas mensagens principais: a primeira é que, como diz o ditado, «mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo», ou seja, é raro poder levar-se a mentira até às últimas consequências e enganar toda a gente. A segunda mensagem deverá ser que é mais correto e eticamente certo ser honesto, verdadeiro e rigoroso, mesmo que isso acarrete efeitos secundários menos bons. Contar exemplos reais e fazer ver que, quando alguém mente para se proteger, há outro alguém que, se calhar, acusado de algo ou responsável por alguma ação (sendo inocente) é muito importante, para que a criança ou o jovem vejam que as suas ações também atingem outras pessoas. Ler Mais...

Estrabismo e ambliopia

Diz-se que uma criança tem estrabismo quando existe um problema na fusão cerebral das duas imagens que provêm dos dois olhos. Na criança sem problemas, essas duas imagens são transformadas numa só, a nível do cérebro. Na criança com estrabismo isso não acontece e o cérebro, num esforço para corrigir essa mensagem luminosa dupla, faz com que os músculos de um dos olhos o entorte, de forma a poder fundir as duas imagens numa só. É este mecanismo corretor dos músculos oculares, por ordem do cérebro, que faz com que a criança tenha os olhos tortos. Nesta fase ainda a situação é corrigível. Se o estrabismo não for tratado - e é importante que o seja a partir do primeiro ano de vida -, o cérebro irá cansar-se desse esforço e optará por ignorar a imagem que vem do olho doente, não a processando e servindo-se apenas da imagem que vem do olho saudável. A criança melhora esteticamente, os olhos ficam menos tortos (porque os músculos já não precisam de o entortar, ou seja, de fazer correção) mas isso corresponderá à perda da visão no olho doente - a situação a que se chama «ambliopia» e que já é, na maioria dos casos, irreversível. Neste caso, melhoria estética é muitas vezes um sinal de má evolução. Qualquer suspeita de estrabismo deverá ser referida pelos pais, observada pelo médico-assistente e, se essas suspeitas se mantiverem, a criança deverá ser observada por um oftalmologista. Ler Mais...

Como pode a comunicação correr melhor?

Se levarmos em conta alguns itens, a comunicação com as crianças de 1 -5 anos será mais fluida e mais eficaz: • Estar disponível - que passa por mudarmos o nosso humor ou disposição para escutarmos (e não apenas ouvirmos) o que os nossos filhos têm para dizer. Mesmo que sejam banalidades e coisas óbvias, para crianças que estão a começar a raciocinar e a concluir coisas, o que estão a dizer é de uma importância enorme. Além disso, mesmo que tenham acabado de o dizer há 5 minutos, a importância é tal que repetem, para ter a certeza de que os pais ouviram a sua mensagem. É um desrespeito ouvir e nem as olhar nos olhos, ou ouvir e dizer «sim-sim» de uma maneira distante e como quem diz «meiga, desampara a loja»-. As crianças não são parvas e gostam de ser respeitadas, quanto mais não seja para respeitarem os outros e darem ouvidos aos pais quando os mandam para o banho; • Ser um bom ouvinte - não basta ouvir, é preciso escutar, e não basta escutar, é preciso conversar, mas sem interromper. Uma criança desta idade precisa de tempo para dizer o que tem a dizer, mesmo que o adulto já tenha percebido o final da frase ou o resto do pensamento. Interrompê-la é humilhá-la, não promovendo o poder de síntese e de expressão. Ser um bom ouvinte não é concordar com tudo o que a criança diz, mas é escutá-la como se fosse, para nós, pelo menos tão interessante como para ela - se menorizamos o que a criança transmite, também ela usará o mesmo modelo e não ligará nada ao que lhe dizemos, porque não lhe interessa; • Mostrar empatia - a conversa tem de ter toques emocionais: «Foi? A sério? Mas o Artur fez-te isso na escola? E tu ficaste muito triste? Tens razão para isso...». A empatia não é, contudo, apenas quando se concorda. «Foi? O Artur fez-te isso na escola? E tu ficaste muito triste? Mas olha que ele é capaz de ter tido razão...». E mostrar que se entenderam os sentimentos: «E tu ficaste triste, não foi?»; • Desenvolver o poder de passar mensagens - uma criança desta idade, se sente que foi escutada estará disponível depois para ouvir. E para integrar o que lhe dissermos: «Ouve, se calhar tu não devias ter tirado os carrinhos ao Artur, porque depois ele também ficou triste e foi por isso que te bateu O que dizemos tem de ser acompanhado de sintonia com as expressões corporais Dizer «não- e rir às gargalhadas, ou dizer sim com cara feia (a menos que se esteja a brincar e a criança entenderá) pode criar alguma ambiguidade na mensagem. É necessário falar uma linguagem que a criança entenda E no final perguntar (com voz afetiva): «Percebeste o que eu queria dizer ou queres que explique de outra maneira-, mais do que um tronituante «Ouviste?- Porque, porventura, ouviu, mas não percebeu. Da mesma forma, há que sublinhar o desagrado com um tom de voz adequado: -Rui, estava a chamar-te há horas e tu escondido. Não vês que o pai ficou aflito por não saberes onde é que tu estavas? Tens de pensar que o pai gosta muito de ti e se preocupa contigo.» • Ser um bom modelo - as crianças aprendem, especialmente depois do primeiro ano de vida, a copiar o modelo comunicacional dos pais. Até as expressões coloquiais copiam, o que faz as outras pessoas comentarem: «É igual ao pai», «Parece a mãe a falar». Se a partir do ano usarmos palavras que expressam sentimentos, mais do que transparecer cólera ou agressividade, as crianças aprenderão que não é preciso gritar para dizer da sua cólera, ou rir alarvemente para expressar o seu contentamento. Trata-se, ademais, de um excelente exercício de autocontrolo; • Recusar autoritarismo (com o consequente hipercontrolo e rigidez) ou permissividade (com a consequente «balda» e caos). Ler Mais...

Saúde

Ao entrar no segundo ano de vida, a maioria dos pais já terá escolhido um médico e as mudanças que possam ocorrer serão episódicas. Todas as crianças devem ter um médico-assistente. Seja pediatra, seja médico de clínica geral com especial interesse em saúde infantil. Os pais devem sempre sentir-se à vontade para colocar e debater com o médico todas as dúvidas que tenham, não deverão sair da consulta sem ver as suas questões respondidas - quer clínicas, que relacionais e comportamentais -, e ter a certeza de que, fora do espaço da consulta, o médico está disponível através do telefone ou de correio eletrónico, mesmo sabendo que ninguém pode (nem deve) estar sempre com o telefone ligado. Mas saber que se pode deixar mensagem e que ela será geralmente respondida é bom. Os pais que «contratualizam» com um médico o seguimento da saúde e do desenvolvimento de um filho têm de ter expectativas e desejar apoio, mas há que entender que os médicos também têm uma vida própria e que nem sempre podem responder com a rapidez que os pais gostariam. Porque se cada família tem um médico da criança, o médico tem centenas de crianças - acreditem, nem sempre é fácil gerir as situações. Outra condição sine qua non é a confiança. Confiança mútua, leia-se. A relação clínica é íntima, particular, sigilosa e profissional mas, especialmente quando se trata de crianças, há que existir empatia, afeto e compreensão. Só com um ambiente deste tipo é possível os pais falarem de assuntos privados, como uma separação ou divórcio, por exemplo, que podem explicar os sintomas ou sinais que o filho apresenta. Ler Mais...

O nosso bebé só acalma se estiver deitado no colo do meu companheiro ou ao meu. Nós permitimos isso porque queremos descansar. É errado?

Embora isso não seja errado - descansar é importante; há que considerar o aspeto da segurança. Partilhar a cama, ou mesmo dormir juntos no sofá, não é aconselhável a não ser que o adulto esteja acordado, por isso nunca adormeça com o seu bebé num sofá ou num maple. Se tiver preenchido as suas necessidades básicas e se ele não estiver doente, pode tentar outros métodos para acalmar o seu bebé, como colocá-lo num porta-bebés, sair com ele de carro ou na cadeirinha, ou cantando para ele. Quando ele estiver a dormir profundamente tente removê-lo para o seu local de dormir. O nosso pode bebé partilhar a nossa cama? Estou confusa sobre o que é aconselhado. Partilhar a cama enquanto se amamenta ou relaxar quando o adulto está acordado é agradável e também é benéfico para a amamentação. Contudo, há perigos em partilhar a cama se você adormecer, incluindo acidentes que envolvam risco de sufoco e quedas. A mensagem clara dos profissionais de saúde é que o lugar mais seguro para o seu bebé dormir, de noite e de dia, é num berço ou cama de grades num quarto consigo durante os primeiros seis meses de vida. A Foundation for the Study of Infant Deaths (FSID) sublinha os passos para reduzir o risco de morte súbita, os quais incluem não partilhar a cama com o seu bebé sob certas circunstâncias. Se quiser manter o seu bebé perto, há camas de grades que se unem ao lado da sua cama. Ler Mais...

Que perigos?

Quando acontece uma mordedura, pensa-se logo em doenças infeciosas, designadamente em hepatite B, e se bem que existam microrganismos que se podem transmitir pela saliva e pelo contacto com os tecidos mais profundos que a mordedura causa, não convém, no entanto, exagerar. As mordidelas poderão causar feridas e até arrancamentos de tecidos - estas lesões, sobretudo se forem na face, poderão deixar cicatrizes definitivas, para além de poderem infetar secundariamente e ser dolorosas (como os arranhões, aliás). Há quem diga que as mãos são instrumentos de comunicação, pelo que bater nos outros seria uma forma de transmitir uma mensagem, numa idade em que a linguagem falada não é ainda suficientemente explícita. Até não discordo, mas a questão é se permitimos tudo na linguagem, qualquer que ela seja, designadamente quando a tal mensagem expressa agressividade. Uma criança tem, desde muito cedo, noção de que exprime agressividade. O som «rrrrrr», que começam a fazer aos 7-8 meses, está carregado de agressividade. O mesmo quando mexem na face das pessoas, que sabem ser a identidade delas e uma parte íntima do corpo. Não são eles os mesmos que protestam quando se mede o perímetro cefálico, porque sentem que alguém está a mexer numa área que não conseguem controlar? A «gracinha» de tirar os óculos ou dar bofetadinhas é velha. As crianças aprendem, e rapidamente, que a via da zanga não resulta. Passam assim a um registo diferente, embrulhando a agressividade num sorriso ingénuo, que lhes permite fazer o mesmo mas com a aprovação de alguns adultos. O tio do Luís Augusto tinha toda a razão. Branquear a intenção de um comportamento agressivo, quando ele roça a violência e a vontade de magoar, é apontar esse caminho como sendo bom. Daí a uns anos perderá a «graça», mas já terá ficado inculcado como comportamento que rende lucros. É indispensável, pois, que um comportamento destes, quando a intenção é manifesta, seja denunciado e verberado, com calma e sem agressividade - como tão bem fez o tio do Luís Augusto. Com o passar do tempo, a criança vai aprendendo que a expressão física da frustração é condenada, e depois de levar umas quantas reprimendas e algumas palmadinhas na mão acaba por perceber que este não é um caminho eficaz. Passa então, como no caso anterior, para uma maneira encapotada de fazer o mesmo. Se este comportamento tiver o mesmo destino, irá encontrar mais uma forma de expressar a agressividade, ainda através de violência, dado que aprender o autocontrolo e o respeito não acontece de um dia para o outro. Sabendo que, para agir fisicamente, tem de se aproximar do outro e arriscar-se a levar também, fica mais ao longe e usa a linguagem, porque pode assim agredir com um plano de fuga já previsto. É a fase em que começam a chamar «Estúpido!» «Parvalhona!» Mais uma vez, estes comportamentos não podem ser ignorados, mesmo que representem, por vezes, apenas um teste para ver a reação dos adultos. O insulto é uma agressão equivalente, em violência, ao bater ou morder. Depois de uma fase em que estes epítetos são ditos em voz baixinha, aí mais para consolo do próprio (no sentido de ter a última palavra) do que para provocar o adulto, a criança no seu caminho para uma aprendizagem da gestão dos sentimentos, pode passar por exteriorizar a agressividade atirando com objetos (não deliberadamente contra alguém, mas «para o ar»), e por vezes auto agredindo-se (dando cabeçadas no chão ou na parede, ou puxando os cabelos). Entre os 2 ou 3 anos há um grande salto na aprendizagem da gestão da agressividade, e a partir dos 3-4, já é possível canalizar a agressividade para as atividades criativas, e lidar com a frustração sem raiva ou violência. Podem surgir pontualmente surtos, mas a maioria das situações já são controladas pela própria criança. Aos 5 anos já se é «um senhor». Ler Mais...
Mensagem de foto de boseta | Para Pais.