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Aleitação

A trabalhadora lactante tem direito a ser dispensada em cada dia de trabalho por 2 períodos distintos de duração máxima de 1 h cada, durante o tempo que durar a amamentação. Para beneficiar desta dispensa deverá comunicar por escrito à entidade patronal com antecedência de 10 dias. Após o 1° ano de vida do filho terá de apresentar atestado médico em como se encontra ainda a amamentar. No caso de aleitação a biberão, a mãe ou o pai, ou ambos por decisão conjunta, têm o direito â dispensa até o filho fazer 1 ano. No caso de gémeos estas dispensas são acrescidas de mais 30 minutos por cada gémeo além do primeiro. Ler Mais...

Cortar o cabelo

Algumas crianças ficam quase histéricas quando têm de cortar o cabelo. É como outras, com o chuveiro. Enquanto certas crianças adoram e portam-se maravilhosamente. Até determinada altura, se houver alguém em casa ou na família que tenha jeito para cortar o cabelo ao gosto dos pais, poderá fazê-lo mas tendo cuidado com os gestos e, principalmente, tendo muita paciência. Reparem: se dizemos às crianças, vezes sem conta, que as tesouras são objetos que podem fazer «dói-dói» e se as retirarmos do alcance delas (pelo menos até aos 3 anos), a ideia que vão ter junto a cabeça-uma área que não dominam e que não vêm-, um desses instrumentos pode ser complicado. Junto das orelhas é preciso muito cuidado, porque qualquer gesto inofensivo, até o de a criança virar a cabeça porque alguém chegou e a chamou, pode magoá-la seriamente. Cortar a franja é um quebra-cabeças, porque é difícil, pelo menos em casa, manter a criança sossegada um minuto, e ou colocam uma tigela e corta, «à Santo Antoninho», ou a franja ficará torta. Podem colar com adesivo, para depois poderem acertar o corte. Ler Mais...

Ato sete – o irmão do meio

«Síndroma da sanduíche», «síndroma da mortadela», vários são os termos que bem descrevem o que pode acontecer ao irmão do meio. Quando nasce um terceiro filho, o mais velho tem tendência a crescer. Se quando nasceu o segundo isso pode não ter sido fácil geralmente com o nascimento do terceiro o mais velho percebe que tem um espaço enorme de crescimento - mais, sente que isso será muito bem visto pelos pais -, e que andar para trás seria uma opção difícil e inglória, tendo de «lutar» contra dois. O do meio, contudo, sente-se ensanduichado, embora a reação possa ter muito a ver com a idade, com o sexo das várias crianças, do papel que ocupa no ecossistema familiar, etc. Se o que foi escrito antes vale também para este, o espaço de crescimento é pequeno, dado que há sempre o mais velho a fazer uma barreira intransponível. Se se olha para trás ver-se-á o bebé a avançar. Se se olha para a frente vê-se o outro. Que fazer? É nestas alturas que a criança se sente mal e se volta para os pais, seus protetores fazendo-o por vezes de uma forma atabalhoada ou impercetível. Se os pais não estiverem alerta pensarão que «está numa fase de muitas birras» ou que «está a tentar dar nas vistas». Ler Mais...

Ordem dos alimentos

Não há qualquer ordem especial dos alimentos, embora convencionalmente se coma primeiro a sopa, depois o segundo prato e finalmente a fruta ou doce. Será assim provavelmente que o vosso filho será educado, mas nestas idades pode haver preferências. É discutível, mesmo para os adultos, tendo que por exemplo fazer uma coisa de que não gostam, uma assim-assim e outra de que gostam, qual a ordem que darão a essas três coisas. Primeiro as «boas notícias» ou as «más notícias»? Os pais tendem a dar primeiro o que as crianças gostam menos (sopa...) para poderem negociar com a sobremesa. «Se não comeres isto, não comes aquilo.»» E também porque se a criança está com fome será menos exigente e comerá melhor aquilo de que não gosta tanto. Outra criança poderá «funcionar»» diferentemente - depois de comer o que gosta sentir-se-á na obrigação de comer o que gosta menos. Também no primeiro caso pode haver mais demora, irritando os pais e criando um ambiente de stresse, com a criança a fazer birra. Mas no segundo ela pode saber que a birra permitirá só se alimentar do que gosta. Enfim, não vou dizer se é melhor assim ou assado. Cada um de vós saberá melhor o que aos vossos filhos interessa. Conhecem-nos. Façam porventura de uma maneira e de outra conforme os dias. as horas e os lugares. E perguntem ao próprio, que pode ser uma sem problemas e abalos de maior. Ler Mais...

A minha filha tem oito anos. Ela irá dar-se bem com o novo bebé ou é uma diferença de idades muito grande?

Não há diferença de idades certa ou errada entre irmãos por vezes, conforme vão estando juntos, tem mais a ver com as suas personalidades do que com a diferença de idade. Embora, sem dúvida, mesmo tendo interesses independentes, ela provavelmente deve estar muito excitada com a perspectiva de um novo bebé. Ler Mais...

Quando se dorme mal

Dormir mal, em quantidade ou qualidade, transtorna a família toda. Não dormem as crianças e não dormem os pais. mas a recuperação para estes é pior porque não podem, como os filhos, aproveitar os minutos passados no carro ou na creche, não têm sestas nem intervalos para fechar os olhos e repousar. Se conseguirem arranjar alguém que fique um fim-de-semana com o vosso filho, nestas alturas de crise, há que ter alguns cuidados, para atingirem o objectivo que é dormirem e estarem os dois bem-dispostos, além de incentivarem a vossa relação. É recomendável que tenham total confiança na pessoa que fica com o filho, de modo a não estarem constantemente a pensar o que é que lhe está a acontecer e o que está a fazer. A ideia é «esquecê-lo» durante esse tempo. Por outro lado. não deve haver lugar para culpabilizações, estilo «estamos nós aqui a descansar e ele com os avós». Não só é injustificado como, para ser assim, mais vale esquecerem a ideia. Finalmente, o ideal é ficarem na vossa casa. Ir para outro lado, como um hotel ou turismo de habitação, é não deixar que o «vosso animal» descanse, dado que num ambiente estranho estarão sempre com níveis de alerta elevados. Fiquem em casa, mas sem estar permanentemente a olhar para o quarto do filho... Ler Mais...
Melher tendo filho | Para Pais.