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Quando devo ir ao médico?

Não há um período de espera certo para ir ao médico, mas tem muito a ver com a sua idade e circunstâncias pessoais. Se ambos têm menos de 35 anos e não têm razões para suspeitar de problemas, por exemplo uma cirurgia anterior ou períodos irregulares, então o conselho usual é procurar ajuda depois de cerca de um ano a tentar conceber. As mulheres com mais de 36 anos são aconselhadas a procurar ajuda mais cedo pois a fertilidade começa a decair mais rapidamente a meio da casa dos 30. O seu medico pode fazer lhe de imediato uma série de exames básicos para excluir problemas de fertilidade óbvios; pode monitorizar o seu nível de hormonas, pesquisar infecções sexualmente transmissíveis, como a clamídia e fazer análises ao sémen do seu companheiro. O seu médico poderá então recomendar-lhe que consulte um especialista. Ler Mais...

A que dados dar atenção?

Perante uma criança com gastroenterite, os pais deverão ver os seguintes aspetos, para os veicular ao médico assistente ou à Linha Saúde 24: • Características das fezes e das dejecções: há quanto tempo dura a situação? Se há mais de três dias, é conveniente consultar o médico. Quantas dejeções tem a criança? Mais de cinco? E a cor das fezes? É anormal? E é muito líquida? E as fezes têm sangue ou muco (com o aspecto de «ranho»)? • A criança está com vómitos? E febre? • A criança consegue beber líquidos, pelo menos em quantidade suficiente para compensar o que está a perder pela diarreia? •O estado geral e de nutrição é bom? Se sim, a criança poderá aguentar a situação por algumas horas ou dias, se não, a descompensação será mais precoce. •A criança está irritável? Chora sem parar? Inconsolável? Grita, de um modo diferente do chorar alto? •E a respiração? A frequência respiratória está aumentada? •Acham que os olhos estão encovados? Isso é um sinal de que precisa de cuidados urgentes. •E tem ausência de lágrimas? Significa que está desidratada. •E o mesmo se passa com a secura da boca e das mucosas ou, nos bebés pequenos, com a fontanela (moleirinha) que pode estar deprimida e metida para dentro. Neste caso é melhor ir a um serviço de urgência imediatamente. Ler Mais...

O meu período estava atrasado e agora estou a sangrar com muita intensidade – posso ter tido um aborto?

Na falta de um teste positivo de gravidez ou de uma gravidez confirmada por ecografia é difícil saber se estava ou não grávida. Se teve relações sem protecção depois do seu último período, é possível que tenha estado grávida e que o que lhe está a acontecer agora seja um aborto. O atraso do seu período pode ser um indício, mas não confirma nem uma coisa nem outra. Se tem quaisquer outros sintomas de gravidez, será melhor fazer um teste de gravidez pois, algumas vezes, mesmo havendo sangramento, descobre-se uma gravidez viável. Contudo, pode simplesmente ter sido um período com atraso, o que acontece algumas vezes. Um período atrasado pode ser causado por perda ou aumento de peso, stress, ou se estiver a tomar a pílula e tiver falhado uma. Fale com o seu medico se o sangramento continuar, se se sentir desfalecer ou com palpitações, se o seu penedo durar mais de sete dias, se a hemorragia for muito abundante ou se tiver uma dor abdominal muito aguda. O seu médico pode mandar fazer análise ao sangue para determinar os seus níveis de ferro e, possivelmente determinar se esteve grávida e, nesse caso um aborto incompleto ou uma gravidez ectópica terão de ser excluídos. Ler Mais...

E se ele não anda?!

A preocupação do «não-andar», por parte dos pais, tem a ver essencialmente com duas coisas: por um lado o receio (natural) que o bebé tenha algum problema; por outro o desejo de mostrarmos os nossos rebentos à sociedade. A primeira razão é, quanto a mim, a que deve merecer alguma atenção. No entanto pode-se afirmar que a maioria das crianças que não andam até aos 18 meses são perfeitamente saudáveis e isso não cor- responde a nenhum problema. Os sinais de alarme relativamente ao desenvolvimento infantil deverão ser vistos numa perspectiva global: se a criança não anda, não fala, já teve atrasos noutros parâmetros, enfim, se o seu desenvolvimento global está perturbado, então já é mais provável repito, provável, que exista um problema. Aliás, se todas as crianças forem assistidas regularmente pelo seu médico assistente, é natural que qualquer situação de doença seja suspeitada ou detectada precocemente. Contudo, a observação e as suspeitas dos pais e educadores, que são quem conhece a criança e passa com ela a maior parte do tempo, devem ser sempre valorizadas. Pais, se acharem que «há qualquer coisa de errado» com o vosso filho não se inibam de o referir ao médico dele. É importante evitar preocupações mas, de modo algum, negar que podem existir problemas. A maioria dos bebés tem um desenvolvimento normal. Mas quantas vezes a nossa ânsia de os fazer andar não contribui também para que se atrasem nos primeiros passos: pomo-los em pé, largamo-los, caem e ganham medo. A partir daí pode ser mais difícil, e quanto mais insistirmos, pior. Se, em vez de um «ohhhhh!» decepcionante, que damos quando a criança cai, como se fosse um futebolista a falhar um golo de baliza aberta, entusiasmarmos cada pequeno avanço e apoiarmos a criança quando ela «falha», então ela sentir-se-á motivada para continuar, até porque quer «brilhar para o seu público». Em última análise, se houver alguma dúvida por parte dos pais, então deverão debater o assunto com o médico assistente. Ler Mais...

Porque é que os bebés pequenos sofrem de obstipação?

Uma das queixas mais frequentes dos pais de bebés no primeiro semestre de vida (mas não só) é a «prisão de ventre». Os leites comerciais, mais uma vez, são responsabilizados por esta situação embora se registem alguns casos de bebés amamentados que também têm obstipação. É difícil definir o que é obstipação, para além daqueles casos que são tão evidentes que não deixam dúvidas a ninguém: dias e dias «sem fazer» ou fezes duras, tão duras que podem provocar lacerações. Existe um padrão familiar de «trânsito intestinal». Há famílias de pessoas obstipadas, situação esta muitas vezes agravada pelo tipo de dieta actual, pobre em fibras e exagerada em alimentos ultrarefinados. Há outras onde isto raramente ocorre. Nos bebés pequenos, sobretudo nos primeiros meses, até começarem a comer purés de legumes, a obstipação é muito frequente, causando mal-estar e cólicas. O que fazer? Há várias maneiras de tentar minimizar a obstipação- Para além dos diversos medicamentos que poderão ser receitados pelo médico assistente, ainda se pode fazer uso da sonda de gases, um tubo de borracha que se insere no ânus da criança e que permite expelir os gases e ajudar a sair as fezes. É geralmente eficaz e não tem tanto risco de traumatismo como o uso do termómetro ou as cânulas rígidas, dado que é mais flexível. Os supositórios de glicerina e os microclisteres poderão ser usados se a criança já está há vários dias sem defecar e com mal-estar evidente. É preciso algum cuidado com os laxantes, dado que podem provocar irritação intestinal, com períodos alternados de fezes diarreicas e obstipação não devem ser utilizados sem ser por indicação médica. É também conveniente os pais irem tomando algumas notas dos ritmos de dejeções do bebé, da consistência e cor das fezes e do que fizeram em termos de intervenção. Esta informação ajuda muito o médico na tomada de decisão, porque uma coisa é uma criança que faz só de dois em dois dias mas com consistência mole, outra é uma que tem as fezes duras. Por outro lado, é bom saber que a cor depende muito do tempo de estadia dentro do intestino - quanto mais tempo aí estiver (o que acontece quando as crianças são obstipadas) mais esverdeado ficará. Se o bebé tem obstipação e as fezes são duras, podem aparecer pequenas fissuras anais que sangram e surgem na forma de raios de sangue vivo que envolve as fezes. São situações que impressionam os pais mas que não são graves, curando-se habitualmente com uma pomada. Em todo o caso, convém sempre tentar entrar em contacto com o médico assistente do bebé. Ler Mais...

Porque é que tenho mais descargas vaginais desde que estou grávida?

Na gravidez, os músculos da vagina engrossam e isso, combinado com um aumento da hormona da gravidez, estrogénio, causa a multiplicação das células da vagina em preparação para o parto. Como efeito secundário, o aumento de células significa um aumento de corrimento vaginal, chamado leucorreia. Se sentir dor ou irritação e o corrimento não for de cor creme ou branca ou se tiver cheiro, vá à parteira ou ao médico para se fazer uma recolha para controlo de infecção. Algumas infecções, como as infecções fúngicas, causam um corrimento anormal. São comuns na gravidez e de fácil tratamento. Ler Mais...
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