Resultados para: "mana das criancas"

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Ato dois – o regresso

Se o vosso melhor amigo, um dia, arrombar à vossa porta e entrar pela casa dentro, tenho a impressão que vocês «se passam». Mesmo sendo o melhor amigo. Pelo contrário, se o convidarem para jantar, mesmo que se prolongue até às tantas e estejam com sono terão de o aturar, pois vocês é que o convidaram e ele é vosso amigo... No regresso a casa é indispensável que a criança (e o animal que existe dentro dela) não veja o seu território subitamente invadido pela entrada da outra peça C. Assim, é bom que a criança vá buscar o mano (ou mana) ao carro, tenha tempo para o olhar, com calma, e depois que seja ela a abrir a porta e a introduzi-lo em casa. Será um momento histórico que é modificável. Para todos os efeitos, foi que o introduziu naquele território. E, mesmo cansados, os pais devem pedir-lhe se «mostra a casa ao mano, diz onde é a caminha do quarto dele, a sala». É bom que seja ela a mostrar ao novo animal que entra, os cantos à casa e as idiossincrasias do território, designadamente o seu quarto, no qual o recém-chegado não entra. Mais do que imaginamos no que ela vai pensar por ver o bebé a com os pais, devemos dizer-lhe que é privilegiada em ter o seu «gabinete», ao qual dito «estagiário» não tem acesso. Ler Mais...

Algumas coisas a NÃO dizer

«Deixa-me em paz!» - nenhum pai é santo, mártir ou candidato ao Nobel da Paternidade, mas estas expressões, que podem sair ocasionalmente, não devem tornar-se rotina, porque uma criança desta idade interiorizará que os pais não estão disponíveis para ela. Os pedidos de ajuda talvez diminuam, mas por abandono e falta de confiança. E não se esqueçam que uma criança, até aos 5 anos, não se vai entreter mais de meia hora com uma determinada brincadeira, precisando da ajuda e apoio dos pais para iniciar outra. «Tu, realmente, és mesmo...» - Estúpida? Parva? Tímida? Descartável? O resto da frase sabemo-lo nós (ou não, porque não a terminamos). Uma criança desta idade não sabe o que vem depois. E como os pais estão zangados, tudo pode vir, mas mais provavelmente alguma coisa de tenebroso. E se a classificação é má, provavelmente os seus dias naquela casa estarão contados. «Não chores!» (dito aos gritos) - ou, numa versão mais curiosa: «Não sejas criança!» O choro, perante uma situação de frustração ou de ralhete, demonstra apenas desolação e incapacidade de lidar com os sentimentos. Ordenar a paragem de um comportamento que, para a criança, é impossível até de descodificar, não vai adiantar coisa nenhuma: talvez amedrontá-la mais e aumentar a sua perplexidade... e o consequente choro. «Vês a mana? Nunca faz coisas destas!» - Se pensarmos bem, esta frase só faria odiar a mana... o que vale é que as crianças têm muito bom senso. Comparar o incomparável em situações diferentes seria considerado um erro científico monumental. Além de que, dizer que o outro é melhor é sinónimo de dizer a este que não gostamos o mesmo dele e que, se tivermos um dia que optar por algum para abandonar, este estará no primeiro lugar da fila. «Sabes perfeitamente que...» - não sabe ou, pelo menos, sabe, mas não consegue expressar esse conhecimento. Se soubesse «perfeitamente» não o teria feito. E dizer que sabe a quem não sabe não contribui em nada para aumentar a sabedoria... «Se não paras de chorar, talvez te dê razão para chorares!» - é o mesmo que dizer: «Se foste atropelado e não paras de gemer, passo-te com o carro por cima outra vez» Além de que as ameaças, ou se concretizam, ou perdem a eficácia. Se se concretiza, será uma injustiça. Se perde a eficácia, não serviu para nada, a não ser para amedrontar a criança e desacreditar o adulto. «Espera até o teu pai chegar a casa!» - ou algo equivalente, como «Zé! Chega aqui para ralhar com o João que ele não quer arrumar os brinquedos.» Os conflitos têm de ser resolvidos imediatamente. Prometer esperar que uma outra pessoa entre em cena para aplicar um castigo soa a bizarro, aos ouvidos da criança, além de diminuir completamente o respeito hierárquico para com o primeiro adulto. Além disso, nesta idade, quando o pai chegar a casa, ou já provavelmente a criança se esqueceu do episódio e não entenderá porque é que está a ser punida, ou terá ficado longo tempo numa enorme angústia antecipatória. «Despacha-te! Não estás a ver que...» - por um lado mandamo-lo calçar sozinho, pelo outro não lhe damos tempo para realizar uma tarefa que ainda agora aprendeu e, mais, que quer fazer na perfeição para agradar a quem lhe ensinou. Muito injusto, não é? E uma criança, ao executar uma tarefa aprendida recentemente, estará tão centrada nela que o facto de o trânsito aumentar, a loja fechar ou a mãe chegar atrasada é uma autêntica «história de marcianos». Acresce que, ao sentir-se alvo de gritos e insultos quando estava apenas a tentar fazer uma coisa bem, ficará com sensação de injustiça e de culpa, que não farão – podem estar certos - acelerar o processo, pelo contrário. Para quê tentar aperfeiçoar-se, se é para ouvir ralhetes? «Lindo! Formidável»» (a propósito de tudo e de nada) - o reforço positivo é fundamental, mas tem de ser escolhido para as situações que implicam ou revelam um esforço de aperfeiçoamento. Se tudo o que faz é motivo para lançar fogo-de-artifício, o reforço perderá significado. «És sempre a mesma coisa!» - o que não é verdade, porque as situações são sempre diferentes, mas as crianças, no seu pensamento concreto, não compreenderão a mensagem. Mas o que pensarão, decerto, é que de nada valeu o esforço que continuamente fizeram para melhorar. Se são sempre a mesma coisa, não adiantou nada, e se é assim por definição, não valerá a pena esforçarem-se mais porque, faça chuva ou faça sol, serão sempre a mesma coisa». «Fazes da minha vida um inferno!» - esta frase exprime cobardia. Porque os fatores que fazem da vida dos pais um inferno são outros, e os responsáveis também outros, só que os pais sentem que não podem ou não querem dizer isto a quem deviam dizer. Sobra a criança, já que é dependente e frágil, para levar com a culpa que devia ser assacada aos patrões, empregados, políticos, IRS, agentes da autoridade ou vizinhos barulhentos (para só citar alguns, além da frustração de não se conseguir ter a vida que se deseja). Acusar uma criança, que acredita em tudo o que os pais lhe dizem, que ela é a causa de uma vida miserável, roça o obsceno. Sobretudo porque ela não pode fazer nada para modificar o facto de existir. Estes são alguns exemplos de frases que nos escapam pela boca fora, que não traduzem sentimentos genuínos, mas que são entendidas pela criança como tal. Não quer dizer que não percamos a paciência de vez em quando - somos humanos -, mas há que ter algum cuidado com o que se diz. Se as crianças aprendem, os adultos também podem aprender a moderar-se. E se o fazemos quando não contamos certas histórias, escolhemos certas palavras ou desliga-mos a televisão durante certos programas, talvez devêssemos pensar que essas coisas, para a criança, valem muito pouco quando comparadas com o que os pais lhe dizem num momento crítico. Pensar duas vezes antes de falar, como aconselha o ditado, aplica-se que nem luva a estas situações, e isto não tem rigorosamente nada a ver com limites, admoestações ou castigos. Ler Mais...

Chegados quase aos seis…

Um grande momento na vida das crianças Milhares de crianças vão entrar no primeiro ano do 1º ciclo, pela primeira vez. Tantas vezes as palavras «primeiro». Em cada ano, cerca de cento e quinze mil crianças estão nessas condições. São muitas. E portanto são mais de duzentos mil pais entusiasmados, por um lado, apreensivos, por outro, mas sobretudo orgulhosos de os seus rebentos já estarem na chamada «escolaridade obrigatória». Não há dúvida de que a entrada no primeiro ano é um acontecimento extremamente importante na vida da criança. Ler Mais...

Proteger do sol

A radiação ultravioleta, de que tanto se fala a propósito do cancro da pele e de queimaduras solares, por causa do buraco do ozono, e que nos leva a ter o cuidado de colocar creme protetor nas crianças e evitar as horas de luminosidade mais vertical, também entra nos olhos das crianças, através da luz. E, ao contrário dos adultos, o cristalino das crianças não consegue filtrar este tipo de radiação, pelo que ela entra mesmo até à retina, sobretudo quanto mais novo for o bebé, e a repetição desta exposição, ao longo dos dias, pode causar queimaduras irreversíveis que, anos mais tarde, ocasionarão problemas complicados de visão. É por isso altamente recomendável que as crianças, desde bebés, usem óculos escuros na praia e sempre que os dias estejam luminosos, mesmo no dia-a-dia. Ler Mais...

Ó-ó – 1

A praia tem uma ação excitante, em algumas crianças, noutras pode ter um efeito calmante. Até verificarem como é que o vosso  filho se comporta é difícil saber o que se vai passar. Assim, no caso das crianças pequenas, mais vale começar gradualmente a exposição ao sol, ao mar e a todos os estímulos, para que não passem as primeiras noites de descanso a contar-lhes histórias, a embalá-las ou a amaldiçoar o dia em que decidiram tirar férias. Ler Mais...
Mana das criancas | Para Pais.