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E os pipis…

Os pequenos lábios vaginais podem estar, frequentemente, colados. Por vezes é necessário o médico pediatra ou cirurgião afastarem-nos, e os pais deverão depois colocar vaselina durante 15 dias, para não voltar a colar. O nome técnico é«Sinequia dos pequenos lábios». Em alguns bebés do sexo feminino, as hormonas maternas, ainda em circulação no bebé, podem originar um pequeno fluxo vaginal de sangue e de muco. Ler Mais...

O nosso recém-nascido dorme tanto – é ótimo, mas devo acordá-lo para o alimentar?

Enquanto muitos recém-nascidos dormem o que parece ser um pequeno espaço de tempo, outros dormem longos períodos. Um fator que pode influenciar o sono do seu bebé é a sua alimentação A constituição do leite de farmácia é muito diferente da do leite materno e permanece no estômago durante mais tempo. Assim, os bebés alimentados a leite de farmácia têm tendência para dormir períodos mais longos e são, de facto, encorajados a isso para evitar uma sobrealimentação e prisão de ventre. Contudo, um bebé alimentado a biberão não deverá ficar sem mamar durante mais de seis horas e recomenda-se que os bebés alimentados a biberão não sejam alimentados menos de seis vezes por dia. Se o seu bebé dormir bem de noite, as mamadas durante o dia terão de ser mais próximas e poderá ter de o acordar para o alimentar. Os bebés alimentados ao peito são muito diferentes a mamar. Muitos mamam 10-12 vezes por dia, ou até mais, e há alturas em que "aglomeram" a mamada e esta se transforma numa mamada muito longa. No entanto, há bebés alimentados ao peito que não mamam regularmente e parecem mais dorminhocos. Esses bebés podem estar cansados, sedados por medicação materna durante o trabalho de parto ou apenas muito doridos devido ao parto. Logo depois do parto, os bebés têm reservas de gordura e líquidos que lhes dão energia durante um dia ou dois. Contudo, se o seu bebé estiver a dormir muito nas primeiras 24-48 horas, deverá tentar estimulá-lo passadas algumas horas e acordá-lo para mamar. Há várias coisas que pode tentar para fazer com que um bebé que dorme muito se alimente, como deitá-lo despido no seu peito para haver contacto pele com pele, o que pode encorajá-lo a procurar o mamilo e a mamar, massajá-lo, extrair um pouco de leite e deitá-lo nos lábios dele; e mudar-lhe a fralda para forçá-lo a acordar. Contudo não o force a mamar, empurrando-o contra o seu peito, por exemplo, pois isso pode fazer com que deixe de mamar. Também pode começar a extrair leite de duas em duas ou de três em três horas para estimular os seus seios a produzir leite. A parteira examinará o bebé para verificar se ele não estará a deixar de urinar ou a fazer uma urina escura, se as fezes estarão a mudar para amarelo e se ele não está com icterícia, pois estar um pouco ensonado é sinal de icterícia leve. Ler Mais...

A baixa de audição

As otites de repetição e a má drenagem e deficiente respiração do ouvido, como consequência do entupimento da trompa de Eustáquio, levam a que possa haver uma baixa da audição, particularmente grave quando acontece em idades precoces, durante a aprendizagem da fala. Muitas vezes não se dá por ela, dado que antes da ida para a escola a maioria das crianças consegue fazer a vida normal ouvindo pouco. Vai lendo nos lábios, vai dizendo «O quê?», obrigando assim os adultos a falar mais alto, aumenta o volume da televisão e, quando não entende e ignora a conversa, os pais acham que ela está a ser «distraída» ou «só a ouvir o que lhe convém». Ler Mais...

Atropelamentos

Os atropelamentos de crianças vitimam, em média, cerca de 15 crianças com menos de 6 anos de idade. Para cada morte calculam-se cerca de onze feridos graves e cinquenta feridos ligeiros. Ou seja, anualmente, cerca de mil crianças do 1-5 anos (três por dia) estão envolvidas em atropelamentos, sendo nove em cada dez casos dentro das localidades, onde supostamente estão as zonas residenciais, as escolas, os espaços de lazer, e onde a velocidade dos automóveis é limitada por lei. Não há diferenças significativas entre rapazes e raparigas. Podemos argumentar que «uma criança sai de repente do nada», que «atravessam fora das passadeiras», que «saem da escola a correr» ou que «atrás de uma bola vêm sempre várias crianças». É possivelmente verdade, embora não tão verdade como isso, dado que muitos destes atropelamentos se dão precisamente nas passadeiras, nos circuitos normais das crianças e até no passeio. Mas mesmo que aquelas afirmações correspondessem totalmente à verdade...não serão esses comportamentos os que esperaríamos de crianças desta idade? O que faz o Leitor sentir que atravessa uma rua em segurança? Olha para a esquerda, vê se vêm carros e a que velocidade e distância, depois o mesmo para a direita, calcula o que tem de atravessar e decide. E às vezes vê que decidiu quase à tangente. Antes dos 12 anos de idade, uma criança não tem, em média, coordenação funcional para uma operação destas. Em primeiro lugar, não consegue calcular a distância dos automóveis nem a velocidade. Depois, quando olha para o outro lado, o cérebro não consegue ver os carros que tinha visto primeiro, num sentido dinâmico, ou seja, calcular a sua movimentação. Quando olha para o outro lado, esquece-se da primeira imagem. E finalmente, não consegue integrar estes cálculos na distância que tem de percorrer para atravessar. É por isso que as crianças atravessam sempre a correr, por sentirem que correm riscos. Mais, como os carros estacionam mesmo junto das passadeiras, uma criança não consegue ver por cima deles e só vê se vem algum carro quando está mesmo exposta ao perigo, à frente do carro. Cabe aos pais e cidadãos proteger as crianças no seu dia-a-dia, nos percursos entre a casa e a escola, nos locais de brincadeira, na rua (que muitas vezes se transforma também num espaço lúdico e de recreio), nos atravessamentos de ruas ou, simplesmente, à porta de casa, nas pequenas localidades atravessadas por vias de grande densidade de tráfego. E se todos os condutores são peões, pensemos que, ao volante, temos de ter em atenção as situações inesperadas, junto de áreas residenciais, escolas e áreas de recreio e de lazer, ou sempre que vejamos uma criança (com adultos ou só), mesmo que andando no passeio ou esperando pelo sinal para atravessar - a qualquer momento pode dar-se uma distração e a criança expor-se ao risco. E mesmo que não possamos evitar o acidente, se o embate for a uma velocidade baixa, as consequências serão muitíssimo menos graves. Ler Mais...

Quais são os benefícios de extrair leite?

Extrair leite materno (espremer leite dos seus seios) permite que o seu bebé receba todos os benefícios da amamentação se você não puder estar com ele em cada mamada. As mães extraem o leite por muitas razões. Algumas gostam de dar aos seus bebés o leite materno num biberão se estão fora quando é hora de o alimentar, enquanto outras que regressaram ao trabalho, extraem para que possam continuar a amamentar os seus bebés. As mães de bebés prematuros que estão a ser tratados numa unidade de cuidados especiais para bebés podem extrair leite para alimentar os seus bebés. Ler Mais...

Ouvi dizer que os bebés alimentados a biberão têm um cocó com mais cheiro – é verdade?

Os intestinos dos bebés alimentados a biberão podem funcionar uma vez por dia ou só uma vez de três em três dias. Ambos são normais. As fezes de um bebé alimentado a biberão são castanho-claras, com cheiro, e mais duras do que as dos bebés amamentados. Alguns leites de farmácia dão às fezes uma cor esverdeada. Julga-se que é a gordura não absorvida que causa o cheiro desagradável das fezes nos bebés alimentados a leite de farmácia. O leite materno é mais bem absorvido, o que significa que as fezes, em geral, têm menos odor. Ler Mais...
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