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Roubar

Escrevi «roubar», mas provavelmente deveria escrever «furtar», já que a palavra «roubar» tem uma implicação social e um peso seguramente maior, pelo menos na maioria dos casos, e pode desde logo rotular a criança, o que é muito contraproducente. Se uma criança furta, é natural que os pais, professores e outros adultos fiquem preocupados. A inquietação principal reside no facto de não saberem muitas vezes o que levou a criança a praticar esse ato, qual a sua dimensão, há quanto tempo isso acontece e, designadamente, o seu significado, ou seja, se está apenas a passar por uma situação transitória, dentro dos parâmetros da normalidade do desenvolvimento infantil ou se, pelo contrário, isso é o prenúncio de uma vida de delinquência e de futuro cadastrado. É normal uma criança de pouca idade apropriar-se de uma coisa pela qual se interessa - isso não pode ser considerado como propriamente um roubo, até pelo menos a criança ter idade suficiente para perceber que o objeto de que se apropriou é de outra pessoa e que essa pessoa ficará sem ele - essa noção de sentimento de posse e de transição da posse surge entre os 3 e os 5 anos de idade. É assim fundamental que os pais, desde cedo, ensinem e expliquem aos filhos o valor da propriedade e da posse, paralelamente ao reconhecimento do valor que representa a consideração pelos outros e pelo que é dos outros. Apesar de, na maioria dos lares, as crianças aprenderem que roubar é um ato reprovável, podem fazê-lo por diversos motivos: • Porque querem ter o mesmo que um irmão ou uma irmã, perante os quais se sentem desfavorecidos; • Para se fazerem valer perante os colegas, já que roubar pode ser entendido com uma atitude de liderança ou coragem; • Para poderem ter um presente para dar a outros e assim fazerem mais facilmente amigos, tornando-se mais populares; • Mais raramente, ser um verdadeiro caso de cleptomania ou de obtenção deliberada de bens alheios pelos métodos «mais fáceis». Um e outro caso representam desvios da personalidade. Ler Mais...

Os irmãos

Tudo pode passar pela cabeça de um irmão de uma criança com cancro. Depende da idade, da personalidade, do lugar na família, dos fatores de risco e dos fatores protetores, da capacidade de verbalizar e exteriorizar sentimentos, enfim, de uma tal multiplicidade de dados que é difícil tipificar o que se vai passar. O sentimento de culpa é frequente – porque discuti com ele e lhe dei um soco, ficou doente. O sentimento de impotência e a ambivalência de «antes ele que eu, mas porquê ele e não eu?» Ainda por cima, os pais redirigem quase toda a sua atividade e os afetos exteriores para o irmão doente, deixando os outros com a sensação de estarem mais à deriva. É preciso que os pais consigam - a seu tempo e com o doseamento que só pais e filhos sabem - comunicar aos outros o que se passa, sem esconder a verdade, mas veiculando esperança. Mostrando os momentos em que estão tristes, mas também aqueles em que acordam cheios de força, mesmo que possa parecer enigmática essa mudança, em face de nenhum acontecimento novo que a pudesse justificar. Pouco interessa a lógica de uma dinâmica numa dinâmica sem lógica. É altura de a família estar unida, coesa e solidária. E os irmãos das crianças com cancro, mesmo quando o desenlace é o pior, crescem e podem tornar-se mais resilientes. Mas tudo depende de muitos fatores. Tantos que as vinte e quatro horas do dia parecem não chegar para organizar. É comum os irmãos terem também sintomas - em parte para chamar a atenção, em parte por medo que lhes esteja a acontecer o mesmo, exagerando por vezes algumas queixas. E a resposta dos pais pode não ser a mais disponível. De qualquer modo, é sempre bom levar o irmão ao médico, para que todas as dúvidas se possam dissipar. O sentimento de pena pelo sofrimento físico do irmão é grande – as crianças, mesmo as pequenas, sabem o que é uma injeção, um soro, um hospital. Não se pode minimizar este facto e é bom que continuem a ver o doente, mesmo que para isso tenham de ir à enfermaria. Por tempo limitado e com a evolução que cada criança precisa, mas nunca fazendo lutos antecipados ou recusas de sofrer que mais tarde se pagam muito caro. Ler Mais...

A minha companheira está tão obcecada com os germes que não quer visitar a minha irmã que não é tão cuidadosa com a casa. Que posso fazer?

Eu entendo a preocupação da sua companheira por causa do bebé, pois há uma grande consciencialização pública sobre as bactérias e os germes e somos constantemente bombardeados pelos media com informações sobre produtos para destruir germes como desinfetantes e detergentes. Contudo, se criarmos um ambiente demasiado esterilizado, também estaremos a matar bactérias boas que na realidade nos podem ajudar. Também, a exposição aos micróbios e ser-se infetado por alguns deles fortalece o sistema imunitário natural do corpo contra as alergias. Um sistema imunitário que tenha pouca exposição aos germes tem mais hipóteses de ver a poeira e o pólen como invasores perigosos e de desenvolver asma e alergias. Os bebés começam a preparar-se para os germes que irão encontrar ao nascer quando ainda estão no útero pois, embora a placenta atue como um filtro, deixa passar através dela pequenas quantidades de alergéneos e micróbios. Julga-se que, pelos três anos, o corpo de uma criança aprendeu tudo o que necessita para lutar contra os germes. Contudo, é aconselhável tentar manter os bebés recém-nascidos longe de pessoas com constipações, pois os bebés muito pequenos têm dificuldade em respirar pela boca, e se tiverem mucosidades no nariz, isso irá tapá-lo. Amamentar fornece aos bebés alguma imunidade contra infeções. Os bebés continuarão a estar em contacto com os germes apesar dos esforços dos pais para os evitar e, na realidade, não é possível nem desejável viver num mundo sem germes. Assim, tente acalmar a sua companheira: mesmo que a sua irmã não seja uma dona de casa tão cuidadosa, visitá-la não irá prejudicar o bebé. Deve, contudo, lavar sempre as mãos. A maior parte das infeções espalha-se através das mãos, pois muitas pessoas não têm uma boa técnica para lavar as mãos. Antes de preparar um biberão para um bebé, ou qualquer alimento, deve lavar as mãos com todo o cuidado. Ler Mais...

Ato quatro – as visitas

Além do que escrevi n'O Grande Livro do Bebé, em como as visitas sociais são indesejáveis e contraproducentes, exceção feita às «fadas madrinhas» que ajudam discretamente, sem se dar por elas, vale a pena referir que um ambiente de grande agitação vai provocar insegurança na criança, dado que é difícil alguém consciencializar-se de que as coisas pouco se alteraram quando a confusão é reinante e as conversas díspares e, sobretudo, centradas no irmão. Ler Mais...

A minha parteira diz que eu sou de “alto risco” devido à minha tensão arterial. O que é que isso quer dizer?

A tensão arterial é controlada na gravidez porque uma subida de tensão pode ser um sinal de pré-eclampsia. Na sua primeira visita pré-natal, o médico mede a sua tensão arterial e irá basear o seu risco de pré-eclampsia na leitura desses valores, no seu historial médico e no historial médico da sua família. Certos factores aumentam os seus riscos. Estes incluem: * Tensão arterial alta. * Pré-eclampsia ou subida da tensão em gravidezes anteriores, ou ter uma mãe ou irmã que teve pré-eclampsia * Ter mais de 40 anos e ser esta a primeira gravidez. * Ter bastante peso a mais ou a menos. * Ter uma gravidez múltipla. Se a sua parteira pensa que você é de “alto risco”, ela irá enviá-la a um obstetra e discutirá um plano de cuidados para a sua gravidez. Muitas mulheres que são avaliadas como de alto risco têm gravidezes que progridem sem complicações, mas são vigiadas mais de perto. Ler Mais...
Irmao gosa na irma | Para Pais.