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Irmãos

Os pais é que decidem se desejam, querem e podem ter filhos. Os outros filhos não devem ter qualquer palavra sobre o assunto. Não se «têm irmãos», têm-se filhos. E se ocorre nascer um irmão, é um acontecimento bom, mesmo que pareça que não. É a vida... Quando nasce um irmão é sempre um momento muito especial, quer para os pais, quer para os filhos queexistem. Ter um irmão é talvez dos acontecimentos maiores da vida de uma criança, mas, por isso mesmo, ela não fica indiferente e o mais provável é experimentar toda a paleta de sentimentos, muitas vezes em simultâneo, com toda a perplexidade e a ambivalência que isso traduz e que implica, em termos de comportamentos. Ler Mais...

Descobrir cada bebé como sendo único e primeiro

Cada bebé tem a sua maneira de ser e o seu leque de respostas aos diversos estímulos do mundo que veio encontrar, após muitos meses de vida num ambiente agradavelmente quente, relativamente insonorizado e sem demasiada luz. Não se pode esperar que um irmão seja igual a outro irmão, muito menos que o vosso bebé responda da mesma forma que os filhos dos vizinhos, dos amigos ou dos colegas. As comparações entre crianças têm geralmente um triste fim... A descoberta do bebé é um desafio estimulante e agradável para cada casal, com a certeza, porém, de que o recém-nascido humano sabe fazer muitas mais coisas do que simplesmente comer e dormir. É só uma questão de lhe dar as oportunidades para o demonstrar. E apreciar cada dia do bebé. Ler Mais...

Acompanhantes extra – posso ter mais do que um acompanhante de parto?

Alguns hospitais permitem mais do que um acompanhante de parto, embora coloquem limites. É comum estar presente a mãe, irmã ou uma amiga, além do companheiro. Se o trabalho de parto for muito longo, mais do que um acompanhante significa que podem fazer intervalos à vez, pois sabem que a mãe está sempre acompanhada. Há estudos que provam que uma acompanhante de parto feminina diminui a necessidade de analgésicos e intervenções. Ler Mais...

Roubar

Escrevi «roubar», mas provavelmente deveria escrever «furtar», já que a palavra «roubar» tem uma implicação social e um peso seguramente maior, pelo menos na maioria dos casos, e pode desde logo rotular a criança, o que é muito contraproducente. Se uma criança furta, é natural que os pais, professores e outros adultos fiquem preocupados. A inquietação principal reside no facto de não saberem muitas vezes o que levou a criança a praticar esse ato, qual a sua dimensão, há quanto tempo isso acontece e, designadamente, o seu significado, ou seja, se está apenas a passar por uma situação transitória, dentro dos parâmetros da normalidade do desenvolvimento infantil ou se, pelo contrário, isso é o prenúncio de uma vida de delinquência e de futuro cadastrado. É normal uma criança de pouca idade apropriar-se de uma coisa pela qual se interessa - isso não pode ser considerado como propriamente um roubo, até pelo menos a criança ter idade suficiente para perceber que o objeto de que se apropriou é de outra pessoa e que essa pessoa ficará sem ele - essa noção de sentimento de posse e de transição da posse surge entre os 3 e os 5 anos de idade. É assim fundamental que os pais, desde cedo, ensinem e expliquem aos filhos o valor da propriedade e da posse, paralelamente ao reconhecimento do valor que representa a consideração pelos outros e pelo que é dos outros. Apesar de, na maioria dos lares, as crianças aprenderem que roubar é um ato reprovável, podem fazê-lo por diversos motivos: • Porque querem ter o mesmo que um irmão ou uma irmã, perante os quais se sentem desfavorecidos; • Para se fazerem valer perante os colegas, já que roubar pode ser entendido com uma atitude de liderança ou coragem; • Para poderem ter um presente para dar a outros e assim fazerem mais facilmente amigos, tornando-se mais populares; • Mais raramente, ser um verdadeiro caso de cleptomania ou de obtenção deliberada de bens alheios pelos métodos «mais fáceis». Um e outro caso representam desvios da personalidade. Ler Mais...

Os irmãos

Tudo pode passar pela cabeça de um irmão de uma criança com cancro. Depende da idade, da personalidade, do lugar na família, dos fatores de risco e dos fatores protetores, da capacidade de verbalizar e exteriorizar sentimentos, enfim, de uma tal multiplicidade de dados que é difícil tipificar o que se vai passar. O sentimento de culpa é frequente – porque discuti com ele e lhe dei um soco, ficou doente. O sentimento de impotência e a ambivalência de «antes ele que eu, mas porquê ele e não eu?» Ainda por cima, os pais redirigem quase toda a sua atividade e os afetos exteriores para o irmão doente, deixando os outros com a sensação de estarem mais à deriva. É preciso que os pais consigam - a seu tempo e com o doseamento que só pais e filhos sabem - comunicar aos outros o que se passa, sem esconder a verdade, mas veiculando esperança. Mostrando os momentos em que estão tristes, mas também aqueles em que acordam cheios de força, mesmo que possa parecer enigmática essa mudança, em face de nenhum acontecimento novo que a pudesse justificar. Pouco interessa a lógica de uma dinâmica numa dinâmica sem lógica. É altura de a família estar unida, coesa e solidária. E os irmãos das crianças com cancro, mesmo quando o desenlace é o pior, crescem e podem tornar-se mais resilientes. Mas tudo depende de muitos fatores. Tantos que as vinte e quatro horas do dia parecem não chegar para organizar. É comum os irmãos terem também sintomas - em parte para chamar a atenção, em parte por medo que lhes esteja a acontecer o mesmo, exagerando por vezes algumas queixas. E a resposta dos pais pode não ser a mais disponível. De qualquer modo, é sempre bom levar o irmão ao médico, para que todas as dúvidas se possam dissipar. O sentimento de pena pelo sofrimento físico do irmão é grande – as crianças, mesmo as pequenas, sabem o que é uma injeção, um soro, um hospital. Não se pode minimizar este facto e é bom que continuem a ver o doente, mesmo que para isso tenham de ir à enfermaria. Por tempo limitado e com a evolução que cada criança precisa, mas nunca fazendo lutos antecipados ou recusas de sofrer que mais tarde se pagam muito caro. Ler Mais...
Irmao e irma podem ter filhos | Para Pais.