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Quinta doença – Como e em quem aparece a doença?

Qualquer pessoa pode infectar-se, mas a doença surge mais frequentemente nas crianças. O vírus passa das pessoas infectadas para as outras, através da saliva, das secreções nasais e dos «perdigotos», ou seja, tal e qual como uma banal constipação. A pessoa infectada é contagiosa desde a semana antes de aparecerem os sintomas até ao início do exantema, ou seja, é muito difícil isolar os infectados porque não aparentam qualquer doença. Portanto, na fase de «cara em bofetada» a criança já não é contagiosa, podendo frequentar a escola, se estiver bem. A infecção pelo parvovírus humano B19 parece dar imunidade vitalícia e cerca de 50% dos adultos têm anticorpos contra o vírus, o que significa que já tiveram a infecção (provavelmente em crianças). Ler Mais...

A minha parteira disse que eu deveria evitar o pâté. Porque?

Todos os pâtés, incluindo os que são feitos de legumes ou peixes, deverão ser evitados durante a gravidez a não ser que sejam enlatados ou tenham sido tratados ao calor. Isto deve-se ao risco de listeriose, uma infecção rara causada pela bactéria Listeria monocytogenes encontrada nos pâtés, nos queijos com veias azuis e em alguns cremosos, nas saladas por lavar e na comida pronta a comer. Os sintomas da listeriose assemelham-se aos de uma "gripe'' leve, com dores de garganta e febre. Contudo, mesmo uma infecção leve pode causar aborto, parto pré-termo ou doenças graves no recém-nascido como meningite ou septicemia. Outra razão para evitar pâté de fígado (e também óleos de fígado de peixe, salsichas de fígado e fígado) é que este contém altos níveis de vitamina A, a qual tem sido relacionada com malformações congénitas. Ler Mais...

Vómitos

Felizmente, a larga maioria das situações de «vómito» nos bebés não passam de bolçar, sem a gravidade e o aparato que um verdadeiro vómito pode ter. Por outro lado, há vómitos ocasionais que não se enquadram propriamente em nenhuma doença, mas que apenas correspondem a uma rejeição, pelo estômago, do que lá entrou. O aparelho digestivo (como, aliás, o respiratório), tem a particularidade de expulsar as substâncias, poluentes, micróbios e tóxicos que são indesejáveis. Como o estômago é um músculo, ao sentir que há algo de indesejável dentro dele, contrai-se e expulsa com força esses elementos daí a violência do vómito e a sensação de não se ter o controlo sobre o órgão. A contracção pode ser tão grande, especialmente nos vómitos repetidos, que se fica com dores musculares. Por outro lado, como o esófago é atravessado pelos ácidos do estômago, pode ficar inflamado, contribuindo para a dor e desconforto. Nos bebés pequenos isso é patente quando o leite passa pelo esófago contraem-se e choram porque têm dor, se o leite estiver quente. Há muitas razões para um bebé vomitar esporadicamente, desde excesso de comida, não arrotar, intolerância ao leite ou exposição ao fumo de tabaco. Os vómitos mais prolongados costumam dever-se a uma infecção virai, que depois dará a sua componente intestinal, com diarreia, mas no fundo qualquer infecção de um bebé (amigdalite, otite, infecção urinária) pode ter no vómito um dos seus sintomas. Ler Mais...

E os chamados «sapinhos»?

Muitas bebés, especialmente nos primeiros meses de vida, têm «sapinhos», ou seja, uma infecção por fungos. Como os bebés produzem pouca saliva nos primeiros dois a três meses de vida, o ambiente da boca fica mais propício à infecção por este fungo, muitas vezes também na sequência de uma tetina ou chupeta mal esterilizada. Como a infecção se propaga a todo o tubo digestivo, a região anal pode aparecer avermelhada. Os «sapinhos» tratam-se com solutos antifúngicos ou um líquido roxo que se vende nas farmácias. Convém aplicar uma pomada antifúngica no períneo do bebé, se estiver vermelho. Se está a ser amamentado ao peito, convém a mãe lavar bem o peito e aplicar ela própria uma pomada após a mamada, pois o peito poderá ser um dos reservatórios dos fungos. A candidíase oral não tem qualquer perigo mas pode ser incomodativa e convém ser tratada. Ler Mais...

Infeções: o grande receio

Por alguma razão generalizou-se o nome «infectário» para designar os infantários. E é verdade que as crianças que estão em infantários ou jardins-de-infância têm um risco maior de infecções respiratórias e de alergias. Já há muito tempo que se sabe da maior probabilidade de uma criança, num atendimento (fumo. vir a sofrer, nos três primeiros anos de vida, de doenças do foro respiratório e manifestações alérgicas. Isto explica-se facilmente: • a criança contacta intimamente com mais pessoas, designadamente pessoas infetadas com vírus e bactérias (as crianças, principalmente); • a «carga» de infecção é grande e variada; •depois de passarem os sintomas de doença, não há período de convalescença que faça recuperar o corpo e os tecidos; • a criança volta a ser exposta antes da cura tecidular, aumentando a probabilidade de adoecer com sintomas e sinais. Algumas crianças não registam muitas infeções, outras estão praticamente sempre doentes. Não quer dizer que as primeiras não se infectem mas, tal como acontece com as vacinas, algumas fazem reacção sintomática, outras não. As infecções contraídas nos infantários e jardins-de-infância são, na maioria dos casos, «vacinanaturais que a criança faz, e que se por um lado interrompem a sua actividade (e a dos pais), por outro aumentam a imunidade. Há medidas a tomar que podem diminuir a probabilidade de infecção: abrir janelas, arejar as salas, trazer as crianças para fora mesmo no Inverno, ou ser suficientemente rigoroso em não deixar entrar crianças (e funcionários) doentes. Os adultos deverão usar máscara quando estão constipados, especialmente se estiverem a espirrar, as crianças doentes deverão ficar isoladas até à chegada dos pais, e deverá ser comunicado aos pais dos outros meninos que um deles está doente, para se aperceberem precocemente de sinais e sintomas. O combate ao pó, através da escolha de materiais, limpeza, arejamento e armazenamento de brinquedos, bem como a escolha destes, pode ajudar bastante a reduzir o risco respiratório e alérgico. Como a maioria esmagadora destes agentes infecciosos entra - e transmite-se também - por via respiratória, manter o nariz bem limpo e ensinar a assoar-se deve ser uma preocupação de pais e educadores. Ler Mais...

Quais são os sintomas?

A meningite é uma inflamação das meninges, na prática uma infecção das membranas meníngeas que revestem e protegem o nosso cérebro bem como do espaço que fica entre elas e que inclui o líquido céfalo-raquidiano, que as lubrifica. De uma maneira geral, as meninges infetam-se através do sangue os micróbios saem de um ponto de infecção inicial (o nariz, a garganta, as vias respiratórias, ou até os intestinos) e penetram no espaço meníngeo. No entanto, em casos mais raros a infecção acontece diretamente a partir de um foco infeccioso que fica próximo, seja uma otite não tratada, uma infecção do globo ocular ou quando um traumatismo craniano abre uma porta de entrada. Os sintomas da doença relacionam-se com a idade da criança e com o agente causador; de qualquer forma a sua interpretação nem sempre é fácil. São sinais incaracterísticos o que facilmente nos despista, baralha e confunde. Por exemplo, uma febre de 40° graus acompanhada de vómito pode levantar suspeitas, mas também é normal em algumas crianças vomitarem quando a temperatura fica muito alta. Os sintomas e sinais de meningite são conhecidos da população em geral febre, vómitos, prostração e rigidez dos músculos da nuca -, no entanto nenhum deles é exclusivo da meningite e, especialmente no bebé pequeno, podem estar ausentes, ou substituídos por sintomas e sinais ainda mais inespecíficos. Nas crianças mais velhas e nos adultos, a doença aparece de uma forma brusca com febre alta, vómitos, aversão à luz e grande prostração. Uma convulsão ou perda da consciência podem ser as primeiras manifestações de que algo se passa. Depois, na observação médica ressaltam os chamados sinais meníngeos, como a rigidez dos músculos da nuca quando se flete a cabeça. Nas crianças mais pequeninas, principalmente no primeiro ano de vida, esses sintomas incluem a febre, gemido, vómitos, irritabilidade ou prostração. A criança fica pálida e com frequência faz convulsões. Nestes casos o achado médico é a hipertensão da fontanela (a moleirinha), que fica abaulada e proeminente. Nos bebés recém-nascidos os sintomas são muito in característicos recusa o peito da mãe ou o biberão, geme, grita (que não é o mesmo que um choro forte), fica prostrado. Estes sintomas e sinais são indicadores de que a criança está muito doente. E o melhor é mesmo não perder tempo e recorrer ao serviço de urgência. É claro que com um bebé tão pequenino doente, os pais ficam por vezes num tal estado de ansiedade que não lhes permite discernir com clareza. Por exemplo, não é por a criança vomitar uma vez e que apenas isso, um vómito, que os pais devem ir a correr ao hospital, muito menos se ela parece estar bem. O mesmo se passa quando se fala em recusa alimentar, não é por deixar ficar metade do biberão que está doente. De qualquer forma, em caso de dúvida, é aconselhável uma ida imediata à urgência. Falta dizer ainda que em algumas meningites, nomeadamente naquelas em que o agente é o meningococo, podem surgir lesões na pele, umas hemorragias tipo picada de alfinete designadas por petéquias ou maiores, idênticas a uma nódoa negra, chamadas equimoses. Podem ainda surgir queixas gastrointestinais ou articulares. Os sintomas de meningite são semelhantes, mesmo com micróbios causadores diferentes, embora a gravidade e a evolução variem conforme o micróbio que lhe deu origem: - febre - sonolência ou confusão - dores de cabeça intensas - rigidez da nuca (excepto nos bebés com menos de ano e meio de idade) - aversão à luz - náuseas e vómitos Em geral, nos bebés com menos de ano e meio de idade, os sintomas são mais inespecíficos e podem não se perceber tão bem. Entre eles estão: - febre - agitação ou irritabilidade, especialmente quando se pega no bebé - dificuldade em acordar - dificuldade em se alimentar recusa de mamar - vómitos - prostração - gemido ou grito (tem uma alta tonalidade e distingue-se do choro forte) Nestes bebés pequenos pode não haver rigidez da nuca, mas a fontanela (moleirinha) está abaulada, para cima, e tensa. Ler Mais...
Infeccao na cesarea sintomas | Para Pais.