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A minha companheira teve um aborto. Tenho-a apoiado mas também estou muito triste. O que devo fazer?

Lidar com um aborto é muito difícil tanto para a mulher como para o homem, mas muitas vezes é dada à mulher muita mais atenção e os sentimentos do homem são simplesmente ignorados. Contudo, é importante que não interiorize a sua perda e reconheça os seus sentimentos, que podem variar desde sentir-se assustado, desapontado e fora de controlo, a culpar-se por não ter apoiado o suficiente a sua companheira e à dor da perda da sua identidade como pai. Embora queira apoiar a sua companheira, também precisa de reconhecer a sua própria necessidade de ser consolado, pois enfrentar as suas emoções pode ajudá-lo a acertar a sua perda mais rapidamente. Uma boa rede de apoio é importante para ambos e pode ajudá-los a encontrar um bom ouvinte fora dos vossos relacionamentos. De início, pode achar mais fácil discutir os seus sentimentos com outro homem do que com a sua companheira. Também pode falar com o seu médico, parteira ou um especialista. Ler Mais...

Indução da Ovulação (IO)

Começa-se por tentar a indução com citrato de clorrifeno (comprimidos). Se este tratamento não se revelou eficaz recorre se a injecções de hormonas gonadotrofinas para estimular os ovários. Isto é seguido por inseminação intra-uterina (IIU) em que os espermatozóides são colocados artificialmente dentro do útero por via dum cateter. É ideal para casais em que o esperma do homem é "lento" ou a mulher tem problemas de ovulação, ou existem ambas as coisas. Ler Mais...

Como me sentirei quando vir um médico homem examinar a minha mulher? Sentirei ciúmes?

Se o trabalho de parto e o parto decorrerem sem problemas, a sua companheira quase não precisará de ser examinada por um médico. Em geral, o médico avalia o estado da grávida e deixa decorrer o trabalho de parto com o acompanhamento da parteira. Só em casos mais complicados ou partos demorados é necessário um exame interno. Se a sua companheira precisar de ser examinada, você irá com certeza descobrir que está demasiado preocupado para sentir qualquer sentimento de ciúme. Os médicos, quer homens quer mulheres, só pensam na saúde da sua companheira e do seu bebé quando estão a fazer qualquer tipo de exame. Ler Mais...

Evolução do conceito de género

Cada criança é uma criança diferente, mas podemos considerar, de forma global o seguinte: • 7 meses - os bebés conseguem diferenciar bem a voz das mulheres e dos homens (não confundir a voz do pai com a voz da mãe, estamos a falar da diferenciação de timbres associados ao género); • 12 meses - a criança consegue atribuir a noção de género à cara das pessoas e treinam isso com os pais, demorando-se a olhar para eles. Se ouvirem uma mulher ou um homem a falar, num grupo, irão procurar uma cara de mulher ou de um homem para perceber quem está realmente a falar; • 2 anos - as crianças começam a usar o género nas brincadeiras e no jogo. Começa a haver alguma predileção pelos jogos «de rapariga» ou «de rapaz», não apenas pelo que já foi induzido, mais explícita ou mais implicitamente pelos pais e outros adultos, mas também por alguma noção intrínseca dos respetivos papéis (e que é algo que mora nos nossos genes e na nossa memória antropológica), e por imitação dos adultos (que têm papéis e representações claramente diferentes); • 2-3 anos - a chamada «identidade de género» está definida. Nesta idade, as crianças já sabem que são meninos ou meninas, e riem-se se lhes dizemos o contrário, com base sobretudo na anatomia dos seus órgãos genitais; • 3-4 anos - começa a categorização do mundo. E não apenas no «género» dos objetos, mas na associação do género entre eles (e os seus pares) e os objetos; • 4-5 anos - há uma compreensão mais vasta das coisas. Pôr maquilhagens será visto como «feminino», mudar um pneu será visto como «masculino». E daí alguma perplexidade se o pai põe um avental ou se a mãe levanta pesos. Evolução do conceito de género Cada criança é uma criança diferente, mas podemos considerar, de forma global o seguinte: • 7 meses - os bebés conseguem diferenciar bem a voz das mulheres e dos homens (não confundir a voz do pai com a voz da mãe, estamos a falar da diferenciação de timbres associados ao género); • 12 meses - a criança consegue atribuir a noção de género à cara das pessoas e treinam isso com os pais, demorando-se a olhar para eles. Se ouvirem uma mulher ou um homem a falar, num grupo, irão procurar uma cara de mulher ou de um homem para perceber quem está realmente a falar; • 2 anos - as crianças começam a usar o género nas brincadeiras e no jogo. Começa a haver alguma predileção pelos jogos «de rapariga» ou «de rapaz», não apenas pelo que já foi induzido, mais explícita ou mais implicitamente pelos pais e outros adultos, mas também por alguma noção intrínseca dos respetivos papéis (e que é algo que mora nos nossos genes e na nossa memória antropológica), e por imitação dos adultos (que têm papéis e representações claramente diferentes); • 2-3 anos - a chamada «identidade de género» está definida. Nesta idade, as crianças já sabem que são meninos ou meninas, e riem-se se lhes dizemos o contrário, com base sobretudo na anatomia dos seus órgãos genitais; • 3-4 anos - começa a categorização do mundo. E não apenas no «género» dos objetos, mas na associação do género entre eles (e os seus pares) e os objetos; • 4-5 anos - há uma compreensão mais vasta das coisas. Pôr maquilhagens será visto como «feminino», mudar um pneu será visto como «masculino». E daí alguma perplexidade se o pai põe um avental ou se a mãe levanta pesos. Ler Mais...

A minha mulher quer fazer tudo sozinha – agora a minha mãe está ofendida. Como a posso ajudar a relaxar?

Muitas novas mães sentem-se assim, portanto a sua situação não é invulgar. Talvez a sua mulher sinta que deverá ser capaz de fazer tudo sozinha e ache que aceitar ajuda seja admitir uma derrota e que está a falhar no seu novo papel como mãe. Assegure-lhe que é uma ótima mãe e faça-lhe ver que há pessoas que querem ajudar e que ela também beneficiará se tiver algum tempo para relaxar. Explique à sua mãe como a sua mulher se está a sentir e tranquilize-a também, pois é provável que ela julgue que as suas ofertas de ajuda não são apreciadas. Talvez a sua mãe possa perguntar à sua mulher em que é que poderá ajudar. Por exemplo, provavelmente ela adoraria ter alguém que a ajudasse a lavar a roupa, a limpar o pó ou a passar a ferro. Ou poderá ficar contente se a sua mãe levar o bebé a dar um passeio para que ela possa tomar um banho ou descansar. Ler Mais...

Mãe de aluguer

Uma mãe de aluguer é uma mulher que chega a um acordo com outra mulher para gerar um filho para ela. Ela pode conceber o bebe com o esperma do companheiro da outra mulher ou o casal infértil pode fertilizar o seu próprio ovo através de um tratamento de fertilidade, sendo depois o embrião transferido para o útero da mãe de aluguer para ela transportar o bebé durante a gravidez e dar a luz. Este processo pode ser cheio de problemas: emoções conflituosas tanto da mãe de aluguer como do casal receptor, ou processos legais se, por exemplo, a mãe de aluguer mudar de opinião depois do parto e quiser conservar o bebé. Por esta razão, e importante que todas as partes que entram neste acordo tenham considerado audaciosamente as implicações e estejam confiantes e felizes com essas regras. Ler Mais...
Homem obcecado por uma mulher | Para Pais.