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Qual a diferença entre testes de diagnóstico e testes de rastreio?

Os testes de rastreio identificam o “factor de risco” do seu bebé para uma doença em particular, mas não confirmam se o seu bebé tem realmente uma doença. Por exemplo, um teste de rastreio da síndroma de Down pode dar ao seu bebé um factor de risco de 1:200. Isso significa que o seu bebé tem uma hipótese em 200 de estar afectado pela síndroma de Down. Outra forma de ver este resultado poderá ser que o mais provável é que o seu bebé seja saudável. Se o seu bebé tiver um alto factor de risco, poderá então decidir fazer um teste de diagnóstico, como a amniocentese ou a colheita do vilocoriónico, as quais dão uma resposta definitiva quanto à presença da doença. Estes testes são mais invasivos, pois requerem uma amostra de líquido amniótico ou de sangue do feto ou da placenta e trazem consigo um leve risco de aborto. Certos testes de rastreio, como a ecografia da síndroma de Down do primeiro ou segundo trimestre, são feitos por rotina a todas as mulheres independentemente de qualquer factor que não seja o de estarem grávidas. Estes testes, na forma de ecografias ou análises ao sangue, identificam quem beneficiará de mais testes de diagnóstico. Isto evita submeter todas as mulheres grávidas a testes de diagnóstico, o que trás alguns riscos. Qualquer benefício de um teste deverá ultrapassar o potencial risco. Ler Mais...

Excesso de peso ou peso elevado

Define-se «alto peso» como um peso superior ao percentil 95. O alto peso pode ser normal, quando adequado ao percentil da estatura, mas pode igualmente estar desfasado deste. Neste caso, as causas de alto peso podem ser várias: - peso excessivo do esqueleto; - peso excessivo da massa muscular; - tecido adiposo excessivo (obesidade). Esta última causa é a única que deve trazer alguma preocupação, embora ainda não seja linear a correlação entre o excesso de peso no primeiro ano de vida e a obesidade em adulto. De qualquer forma, se os pais estão preocupados; se há uma grande discrepância entre os percentis de estatura e de peso; uma franca obesidade e/ou distribuição anormal do tecido adiposo, ou se existe alguma suspeita de que algo está mal, a criança deverá ser acompanhada para se descobrir alguma situação patológica. Ler Mais...

Marquei férias para esquiar antes de saber que estou grávida. Devo cancelar?

Esquiar realmente não é recomendado durante a gravidez, em particular se esquiar a descer uma serra (mas se estiver habituada a este desporto, um esquiar moderado através do campo não tem problema). Isto é devido ao alto risco de uma queda e subsequente trauma para o seu abdómen e para o bebé. O mesmo risco está associado à patinagem no gelo. Durante o primeiro trimestre de gravidez, os órgãos vitais do bebé estão a desenvolver-se e assim é importante que o processo não seja interrompido por nenhum trauma para o abdómen, tal como uma queda. No segundo e terceiro trimestres, o seu bebé está a crescer e o seu útero subiu, já não tendo a protecção da pélvis, por isso um trauma abdominal poderia ter efeitos sérios no bebé e na placenta, também na gravidez avançada, cair sobre o abdómen pode causar trabalho de parto pré-termo ou o descolamento da placenta da parede do útero, o que seria uma emergência a exigir o parto imediato do bebé. Ler Mais...

A minha parteira diz que eu sou de “alto risco” devido à minha tensão arterial. O que é que isso quer dizer?

A tensão arterial é controlada na gravidez porque uma subida de tensão pode ser um sinal de pré-eclampsia. Na sua primeira visita pré-natal, o médico mede a sua tensão arterial e irá basear o seu risco de pré-eclampsia na leitura desses valores, no seu historial médico e no historial médico da sua família. Certos factores aumentam os seus riscos. Estes incluem: * Tensão arterial alta. * Pré-eclampsia ou subida da tensão em gravidezes anteriores, ou ter uma mãe ou irmã que teve pré-eclampsia * Ter mais de 40 anos e ser esta a primeira gravidez. * Ter bastante peso a mais ou a menos. * Ter uma gravidez múltipla. Se a sua parteira pensa que você é de “alto risco”, ela irá enviá-la a um obstetra e discutirá um plano de cuidados para a sua gravidez. Muitas mulheres que são avaliadas como de alto risco têm gravidezes que progridem sem complicações, mas são vigiadas mais de perto. Ler Mais...

Serei pesada nas minhas consultas pré-natais?

Em 1941, todas as mulheres grávidas começaram a ser pesadas por rotina nas consultas pré-natais. Embora se pensasse que existia uma relação entre o aumento de peso da mãe e o peso do bebé ao nascer, mais recentemente concluiu-se que isso não é um bom indicativo de que o bebé está a crescer e assim, nos últimos 10 anos, abandonou-se a rotina de pesar em cada consulta. Além disso, o aumento de peso pode variar de mulher para mulher nas gravidezes saudáveis, com uma diferença de 3-18 kg. Hoje em dia, todas as mulheres são pesadas uma vez no início da gravidez e então, juntamente com a altura, calcula-se o seu IMC (índice de massa corporal) o que ajuda a prever certos factores de risco, por exemplo em mulheres com um IMC muito alto ou muito baixo. A única altura em que deve ser pesada em visitas sucessivas é se houver razões médicas para o fazer, por exemplo, se aumentou muito de peso num curto espaço de tempo, o que pode indicar retenção excessiva de líquidos (edema), um sinal de pré-eclampsia. Ler Mais...

Vou aumentar mais de peso do que uma grávida que só está à espera de um bebé?

As mães grávidas de gémeos, dois ou mais, deverão ganhar mais peso do que as mulheres que vão ter só um bebé. Sem dúvida que, no primeiro trimestre, um aumento rápido de peso pode ser um indicador de uma gravidez múltipla. O aumento do volume de sangue e o tamanho do útero assim como o peso de cada bebé, possivelmente duas placentas e o líquido amniótico para cada bebé, darão continuidade a este padrão de maior aumento de peso durante a gravidez. Embora em média uma mulher com uma gravidez múltipla deva aumentar cerca de 10 kg a mais do que uma mulher que tem só um bebé, isso não é aumentar o dobro. Se estiver grávida de dois gémeos, deverá aumentar as calorias a ingerir para 500 calorias por dia só no último trimestre em comparação com as 200 calorias a mais para uma gravidez simples. Ler Mais...
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