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Quando as crianças preferem brincar sozinhas

Algumas crianças têm momentos em que, mesmo já tendo feito uma socialização clara, procuram estar sozinhas a brincar, recusando-se mesmo a entrar em jogos de grupo. A menos que represente um padrão contínuo ou que a criança evidencie sinais de depressão, este facto não significa nada de muito especial. As crianças, até aos 3 ou 4 anos, estão a explorar o mundo físico e social, e precisam de ter tempo para assimilar o seu estádio de relações interpessoais. Depois de fases de grande atividade em grupo, podem surgir - seja durante o dia, durante a semana ou mais prolongadamente - outras em que se nota um certo isolamento. Será errado concluir que estamos perante um comportamento anti-social. Aliás, rotular a criança ou discriminá-la será intensificar esse comportamento. Quando os outros meninos comentam que «O Zé não quer brincar», a função do adulto é dizer que «Ao Zé não apetece, neste momento, brincar.» É função de quem está com a criança - designadamente as educadoras -, estimular o contacto com os outros e fazer ver que, mesmo em período de «retiro», pode desenvolver alguns jogos de grupo, ouvir histórias e canções, ou fazer trabalhos de equipa. As crianças que não frequentaram ensino pré-escolar até aos 3 anos terão, logicamente, maior dificuldade em fazer esta assimilação. Ler Mais...

Quando voltar para casa vou estar sozinha e receio não me conseguir arranjar.

É natural sentir-se ansiosa com as suas novas responsabilidades ao regressar a casa com o seu bebé. Ser mãe sozinha é muito comum, portanto não tenha receio de pedir ajuda. Há centros de saúde que têm serviço domiciliário de parteiras para resolver qualquer problema com os cuidados do bebé, e antes de sair do hospital dar-lhe-ão contactos telefónicos para o caso de surgir qualquer problema ou de precisar de conselhos entre as visitas e os exames pós-natais. Quando se está sozinha, é boa ideia combinar com amigos ou familiares que queiram ajudá-la a tratar do bebé, dar-lhe apoio moral e providenciar todo o apoio necessário nos primeiros dias. Com o tempo, poderá estabelecer contacto com outras mães sozinhas da sua área, com quem poderá partilhar problemas e soluções. Peça também à sua parteira e ao seu médico contactos de grupos de apoio e organizações pós-natais locais. Ler Mais...

Como ensinar o seu filho a lavar as mãos. Como incutir o hábito.

A lavagem das mãos é um comportamento aprendido. Para ser eletiva, uma conecta lavagem das mãos deve ser ensinada, com tempo e calma, tal como a escovagem dos dentes ou qualquer outro comportamento que necessite de aprendizagem de regras, passos, rigor e exercitação. É bom que, paralelamente a uma aprendizagem das regras de lavagem, por forma a que sejam instintivas, se faça também ver às crianças que não se trata de um «frete- a fazer aos pais, ou um bilhete para poder ir para a mesa, mas sim uma rotina diária que deverá perdurar ao longo da sua vida. Os padrões de comportamento de lavagem das mãos começam a ser interiorizados com a educação para a utilização da sanita e consolidam-se por volta dos 9-10 anos. O comportamento ritualizado de reação à sensação de repugnância gerada pela sujidade das mãos é interpretado como um mecanismo de auto- defesa contra a infeção. É. contudo, subjetivo e insuficiente para a manutenção de níveis ótimos de proteção contra os agentes microbianos. Desta forma, o comportamento de higiene das mãos revela-se em dois tipos: o inerente (em reação à sensação de sujidade) e o eletivo (não associado à sensação de sujidade). Este último, que pode ser exemplificado com a lavagem das mãos após o contacto com uma pessoa doente, encontra-se menos enraizado na população. Inicialmente, a aprendizagem deve ser feita pelos pais ou encarregados de educação. Numa fase posterior intervêm também os infantários e jardins-de-infância, os educadores e os colegas. Nos infantários, existe, por norma, um regulamento interno que orienta a atuação dos educadores e que prevê o ensino da rotina diária da criança, com a abordagem de vários temas da higiene básica, nomeadamente a higiene das mãos. Até aos 2 anos de idade ou enquanto a criança não for autónoma, a lavagem das mãos nos momentos apropriados está dependente dos educadores. Estes recebem formações educativas periódicas em diversas áreas, como técnica de lavagem das mãos e situações nas quais esta é desejável. As crianças mais velhas, com autonomia, recebem reforço diário sobre as situações em devem lavar mãos (antes e após as refeições, após a utilização da casa de banho e antes de entrarem na sala após os intervalos), mas executam o ato sozinhas, sendo controladas apenas em algumas situações. Ler Mais...

Criar necessidades? Ou despertar as que já existem?

Os estudos observacionais mais credíveis revelam que: • as crianças deste grupo etário passam muitas horas a ver televisão, tacto previsível, dado que a televisão transmite uma variadíssima gama de programas, de vários formatos e tipos, e muito apelativos, designadamente quando as crianças, cansadas pela escola, trajectos rodoviários e um dia cheio de estímulos, só desejam uma atividade passiva que quase não exija «ligar» o cérebro. • a hora a que as crianças mais vêem televisão varia de país para país. A manhã, que nos EUA e noutros países é uma hora muito requisitada, em Portugal é pouco utilizada, excepto aos fins-de-semana. Por outro lado, e mais inquietante, é o facto de um grande número de crianças ver TV depois das 20h altura em que começam os telejornais (com imagens agressivas e até brutais, difíceis de interpretar por crianças desta idade) seguindo-se as telenovelas que contêm problemas e questões não adequadas a este grupo etário; • as crianças que vivem em meio urbano são as que mais vêem TV. e muitas vezes sozinhas, seja porque não está mais ninguém presente, seja porque os pais estão ocupados com outras tarefas ou resolveram, simplesmente, comprar uma televisão para o quarto dos filhos. Esta questão levanta outra, que é a das alternativas que têm de existir, suficientemente apelativas e respeitando as necessidades das crianças. Não é pondo-as em mais actividades que se resolve o problema, mas sim tentando arranjar mais tempo para estar com elas. O impacte da televisão nas crianças depende de muitas coisas. A infância é um tempo de grandes alterações físicas, sociais e emocionais - e as mudanças dão-se de forma por vezes abrupta e radical. Os estímulos, motivações, valores e convenções de bebé já não servem, e o desejo de autonomia e afirmação é uma constante, assim como o desejo de procurar um sentido para a vida e de interpretar o mundo exterior e os seus sinais, criando uma escala de valores própria. A infância é um tempo dinâmico - um tempo de grandes oportunidades - formulam-se atitudes, intenções e comportamentos; adquirem-se estilos de vida, amadurecem-se ideais, mas é, também, um tempo de grande vulnerabilidade às influências externas Poder-se-á levantar a questão: televisão - amiga ou inimiga? Um pouco de cada. Cabe-nos a nós, pais, educadores, cidadãos que se crêem responsáveis, fomentar os aspectos positivos e diminuir os efeitos negativos. Para isso, no entanto, temos de começar por pensar nos modelos que estamos a oferecer aos nossos filhos ou, pior, a deixar que outros o façam por nós. Mas não desperdicemos uma das maiores e melhores invenções do Homem, rotulando-a e classificando-a de «má»», sem perceber que, tal como todos os fenómenos grandiosos, pode ser bem ou mal gerida, e essa é que é a grande questão. Ler Mais...

Concussão craniana

O termo «concussão» representa, genericamente, o traumatismo craniano que ocorre sem fratura ou hemorragia interna evidente, mas que pode levar a sintomas durante algum tempo, provavelmente pela ação da energia do impacto sobre os circuitos elétricos cerebrais. Um outro efeito é o balanceamento do cérebro dentro da caixa craniana, batendo no osso quando há um traumatismo (especialmente antes dos 5 anos porque, como o cérebro está a crescer, há um espaço livre entre ele e os ossos). As concussões podem ser resultado de um acidente de automóvel, queda de triciclo ou bicicleta, quedas em geral, violência ou desporto de contacto (futebol, etc.). As concussões repetidas, mesmo não sendo graves, podem causar lesões cerebrais definitivas. Há três graus de concussão:
  • grau 1, sem perda de consciência e apenas alguma confusão no momento, desorientação e visão desfocada, que cessam após quinze minutos, ficando a criança bem;
  • grau 2, em que os sintomas são semelhantes, mas duram mais de 15 minutos;
  • grau 3, em que há perda de consciência.
São sintomas de concussão:
  • perda temporária da consciência;
  • dores de cabeça persistentes;
  • visão turva;
  • vómitos;
  • problemas de sono;
  • perda de equilíbrio;
  • alteração da memória com amnésia;
  • fala entaramelada ou discurso confuso;
  • dificuldade súbita no processo de aprendizagem;
  • alterações do humor;
  • perda de interesse pelo brincar;
  • sensibilidade anormal à luz e ao som;
  • irritabilidade e ansiedade.
Como algumas das lesões e consequências só se revelam depois, há que fazer uma vigilância a médio e longo prazo. Nos dias seguintes (um dia se for de grau 1, uma semana se for de grau 2, o que o médico determinar, se for de grau 3), é recomendável que a criança não participe em atividades desportivas ou em brincadeiras mais ativas e de contacto, mesmo que diga que está ótima. Evitar todos os traumatismos cranianos é impossível, mas há um largo campo de manobra para prevenir muitos deles. Desde o uso de cadeiras de segurança no automóvel até explicar porque é que só alguns jogadores de wrestling conseguem aprender a cair sem se magoar, ou ao uso de proteção quando se fazem desportos em que há o risco de queda (capacetes, toques de equitação, etc.), muito se pode fazer. Se aparecer um «galo», deve colocar-se frio (gelo, de preferência um pacote de ervilhas congelado, porque se adapta melhor, além de colocar um pequeno papel ou pano, para evitar a queimadura de contacto do gelo). Se houver ferida, a criança deverá ser vista porque poderá necessitar de sutura. No caso de uma concussão grave, se a criança estiver inconsciente não se deve tentar mover pelo risco de poder haver também uma lesão da coluna que se possa agravar. Se há vómito, deve-se rodar lateralmente um pouco a criança, mas mantendo a nuca e a cabeça direitas, com apoio. Em muitos países é já obrigatório o uso de cinto de segurança nos carrinhos de supermercado. E as crianças muito mexidas não podem ser deixadas sozinhas, mesmo que seja só para a mãe se voltar para a prateleira do lado contrário, porque podem fazer como o Vítor, no caso acima relatado, ou então tentar pôr-se de pé e cair. Do mesmo modo, não devem ser os irmãos mais velhos a empurrar o carrinho, porque não sabem medir a velocidade, os trajetos e as travagens (além de acharem piada acelerar e fazer do carrinho um autêntico Fórmula Um), podendo ocasional um acidente grave…além dos prejuízos. Ler Mais...

Perguntas e Respostas sobre brincar

Quais são as vertentes em que se baseia o jogo, em crianças desta idade? A brincadeira e o jogo estruturam-se segundo quatro parâmetros: sorte e azar oposição, faz-de-conta e vertigem e teste do limite. Se uma criança não vê, em determinado jogo ou brincadeira a resposta às suas necessidades nestes capítulos ira procurar um outro, saltitando de brinquedo em brinquedo. Porque é que as crianças até aos 4-5 anos querem brincar muito com um brinquedo e daí a bocado já parece que nem gostam dele? A escolha tem a ver muito com a expetativa do momento - se, por exemplo, quiser expressar e trabalhar a área «oposição» desejará jogar futebol ou andar a irritar os irmãos. Se quiser promover a área «vertigem», subirá para cima dos móveis. Se desejar o «faz-de-conta», então quererá brincar aos teatros ou aos pais e às mães. Como posso saber se o meu filho é uma criança criativa? Todas as crianças são criativas. Algumas poderão ser mais do que outras ou poderão entusiasmar-se mais pelas situações que exigem criatividade. Outra questão é no entanto, conseguir arranjar formas de «abrir a gaveta» e pensar, conceber, esboçar, planear, organizar, gizar, construir e finalizar a obra. São muitas as etapas nas quais a criança se pode perder; daí a importância de os pais e educadores serem facilitadores destes processos, seja estimulando-os, seja dando os materiais e condições para a sua construção, seja ainda expressar a crítica (não obrigatoriamente um aplauso incondicional) ao produto final. Aplaudir muito a minha filha de 4 anos é útil para ela ser mais criativa? Deve aplaudi-la sempre que entender, mas tenha em atenção que o excesso de recompensas e incentivos podem interferir negativamente com o processo criativo. Aplaudir tudo o que a criança faz retira o estímulo para ir buscar novas respostas e soluções e consequentemente a fluência raciocínio. A maior recompensa, sobretudo a partir dos 4-5 anos, deve ser a satisfação pessoal e a sensação de progresso. Tenho um filho de 3 anos e meio, e parece que anda sempre a brincar. Perde-se com a brincadeira, nem que seja descer no elevador. O jogo imaginativo é um dos grandes pilares desta idade em que tudo serve para brincar e qualquer atividade - como refere, até descer no elevador - é pretexto para inventar brincadeiras e descobrir novos usos para os objetos. O botão do seu elevador pode ser o botão que abre qualquer mundo mágico, um passaporte para universos mágicos. A minha filha, de 4 anos, costuma brincar ao pé de nós. E reparamos que, com as mesmas coisas, faz sempre jogos diferentes, e até de sinal contrário. A exprimentacão de enredos diferentes vai obrigar a montar cenários diferentes, por vezes sem ser apenas na imaginação, e essa tentativa, mais realista ou mais surrealista, ajuda a criança a passar do domínio da fantasia para o domínio do real. Do mesmo modo, ao inventar esse teatro, a criança de 3-4 anos começa a entender que pode forjar vários fins para a história, para além do desenrolar do enredo. Pode imaginar um fim bom ou mau. agradável ou desagradável, castigador para algum dos personagens ou gratificante para outro. Porque é que o meu filho, de 3 anos, nunca empresta os brinquedos a outros meninos à primeira. É sempre preciso insistir... O sentido de partilha não se desenvolve inteiramente antes dos 4 anos. ou ainda mais tarde. Tudo depende do contexto familiar, da existência de irmãos ou outras crianças, da frequência de infantário e jardim-de-infância, do modo como a família alargada (designadamente os avós) a tratam, da personalidade da criança, dos seus medos, emoções e receios, e da forma como foi educada. O meu filho, de 3 anos, isola-se muito para brincar. Os irmãos, que são gémeos, de 5 anos, irritam-se com ele e dizem que ele é um «urso». É normal? Algumas crianças preferem brincar sozinhas, longe dos outros. Tal não significa que estejam a ser anti-sociais Em primeiro lugar, há que ver a idade. Os mais novos (até aos 3 anos) não se entusiasmam muito com brincadeiras colectivas, especialmente se não houver um adulto a moderar Acresce que, por não terem ainda entendido que partilhar é bom, têm sempre medo que os outros meninos lhes tirem os brinquedos Mais tarde, aos 4-5 anos, o tipo de brincadeira já exige vários protagonistas, mas mesmo assim pode haver lutas e amuos, se o papel que lhe cabe não corresponde às expectativas, ou se quer liderar e tem de competir com vários candidatos a «chefe». O meu marido, quando tenta brincar com os nossos filhos, de 3 e 5 anos, acaba sempre a discutir com eles porque querem que o pai seja sempre o mau da fita e ele irrita-se... Se na vida real queremos ser nós a «mandar-, então que na vida fictícia e no jogo haja uma parte em que são as crianças quem dirige as operações. Quando os pais aceitam jogar, mas transformam os filhos em meros espectadores, definindo eles as regras, deveriam pensar duas vezes se não precisam, eles próprios, de ter uma actividade em que se possam libertar e jogar...ou brincar. Há brinquedos ideais? Os brinquedos e os jogos devem sobretudo responder aos objectivos a que se destinam. E devem servir também os gostos e interesses da criança, e atender às facilidades e dificuldades da criança Mesmo os brinquedos que estão dentro das chamadas -recomendações para a idade- podem não ser apropriados para os vossos filhos, porque cada criança é diferente da outras e cada criança tem o seu naipe de competências, apetências. gostos e ritmos O meu filho, que tem 4 anos, gosta de brincar com bonecas, e o meu pai está sempre a dizer-me que o neto pode vir a ser gay... As crianças devem brincar com tudo o que é a representação da vida real, conforme as necessidades e desejos, conforme as variações e experimentações necessárias ao longo do tempo. Cada um brinca como quer e com o que quer - como os homens prestam cuidados às crianças, é natural e desejável que ele inclua essas funções nessa representação. O meu filho tem 2 anos e meio. Quando está a brincar com qualquer coisa que não deve e lhe dizemos para parar, faz uma birra... É importante dar-lhe alternativas. Não se pode exigir de uma criança uma mudança de comportamento sem lhe propor algo que seja suficientemente interessante. Muitas razões, que para os adultos fazem sentido, não são. na óptica de crianças desta idade, suficientemente apelativas e sólidas. Ninguém, seja com que idade for, muda um comportamento se não tiver uma alternativa, e não entender que o que lhe ô proposto é melhor para si ou para os outros. Devo permitir que o meu filho brinque com brinquedos a fingir de armas? Pessoalmente, creio que é de evitar Mais vale que invente as deles (desde o dedo a papéis) porque será sempre do domínio da fantasia, além de não se habituar a manusear objetos que são idênticos aos reais Se essa for a opção dos pais. creio também que deverão recusar que alguém as ofereça aos vossos filhos, e explicar à criança que não desejam esse brinquedo e que o vão trocar por outro. Não deve haver cedências mesmo que seja para salvar a face a um tio ou a um padrinho. É conveniente as crianças brincarem no exterior, no Inverno? As crianças podem e devem brincar ao ar livre, apanhar chuva e frio. Enquanto uma criança desenvolve atividade muscular, desenvolve também calor e não há risco de apanhar chuva ou frio. desde que haja alguma habituação e treino. A questão está quando pára. pelo que depois de brincar à chuva ou ao frio. é necessário manter a criança quente e secá-la. mudando até de roupa São as transições que causam vulnerabilidade e susceptibilidade à doença. Devo deixar o meu filho sujar-se, quando brinca? Não pode apanhar infeções? Há que não confundir ficar cheio de lama e de relva com poluição ou contrair doenças. Se os elementos naturais - terra, relva - não estiverem contaminados com dejetos animais, perigos como garrafas ou vidros, pontas de cigarros, pesticidas ou qualquer outro elemento similar, não há qualquer risco de brincar à vontade mesmo sujando-se. O que quer dizer a marca CE dos brinquedos? O símbolo CE, que todos os brinquedos do mercado têm de exibir, significa apenas que o fabricante e/ou representante declaram que o brinquedo cumpre a legislação em vigor Trata-se pois de uma presunção de conformidade, uma vez que esta não tem de ser confirmada por ensaios laboratoriais. Só depois do brinquedo se encontrar no mercado é que essa declaração poderá ser desafiada. É essencial poder contar com a ajuda dos milhões de potenciais «fiscais» espalhados pelo País: os pais e educadores. Ler Mais...
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