Resultados para: "gordura do peixe cavalinha"

Você está a ver gravidez , bebé e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa gordura do peixe cavalinha. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, cesaria inflamada por dentro, ver parto normal ver tudo, parto normal visto de frente, grávidas parindo parto normal, cesariana inflamada, gemeos escondidos barriga.

A carne

A carne - juntamente com o peixe, ovos e mariscos - representa, fundamentalmente, uma fonte de proteínas de alto valor biológico, ou seja, com grande valor nutricional, garantindo que a criança tem os aminoácidos essenciais para o seu crescimento, e de ferro (de fácil absorção), zinco e vitamina B12, elementos muito importantes para todos os sistemas do organismo, como o sangue ou o sistema imunológico. É por isso que a carne é dos produtos mais caros. Todavia, os seres humanos nunca foram animais que comessem muita carne. Por um lado porque não têm massas musculares muito desenvolvidas (pelo menos em comparação com outros mamíferos), por outro porque as proteínas da carne, apesar de serem de grande qualidade, têm um potencial de lesar os rins, se em grande quantidade. Digamos que, salvo desportistas de alta competição, o que não é o caso das crianças desta idade, as quantidades de carne devem ser pequenas, mesmo muito pequenas - vinte gramas por dia (uma almôndega) chegarão. Em qualquer destas idades, se na outra refeição se der peixe ou ovo. Quando se come carne, a pessoa sente-se «bem», às vezes até mesmo «enfartada», com a sensação de que os alimentos estão no estômago mais tempo do que, por exemplo, quando se come peixe, mesmo que cozinhados da mesma maneira. Mas, na realidade, a qualidade proteica é muito semelhante, tratando-se, em ambos os casos, de proteínas de «alto valor biológico», apesar de o peixe ter um pouco mais de água do que a carne. A carne tem mais gordura, mas, além da quantidade, é importante ter em conta outras diferenças, já que nas carnes predominam os ácidos gordos saturados, os quais estão praticamente ausentes no peixe - este tem uma razoável quantidade de ácidos gordos polinsaturados (ómega 3), característicos das gorduras marinhas, e que têm um fator protetor relativamente às doenças cardiovasculares. A gordura de peixe é, assim, muito melhor para a saúde do que a de carne. As crianças até aos 3-4 anos gostam geralmente mais de carne do que peixe, não por causa do sabor, mas pelo aspeto, textura e cheiro. Ler Mais...

Poderão a carne e o peixe ser dispensáveis?

Se a composição alimentar for equilibrada, garantindo à criança todos os requisitos para a sua saúde, o peixe e a carne não são de forma alguma obrigatórios. Pelo contrário, o maior risco para os nossos filhos, especialmente considerando a sua saúde em adultos, reside no excesso de ingestão de proteínas, com as consequências deletérias sobre a função renal, para além de eventuais infeções e outras doenças que possam transmitir (já conhecemos as vacas loucas, as aves engripadas, a peste suína, mas além disso há os parasitas transmitidos pelo porco e as salmonelas dos frangos, para dar apenas dois exemplos). Aliás já o Dr. Spock, o famoso pediatra americano, dizia que a partir dos 2 anos a carne e o peixe deixavam de ser importantes para as crianças. Mesmo sem entrar em qualquer radicalismo, é verdade que as crianças comem demasiada carne e peixe relativamente às suas necessidades. Ler Mais...

Poderão a carne e o peixe ser dispensáveis?

Se a composição alimentar for equilibrada, garantindo à criança todos os requisitos para a sua saúde, o peixe e a carne não são de forma alguma obrigatórios. Pelo contrário, o maior risco para os nossos filhos, especialmente considerando a sua saúde em adultos, reside no excesso de ingestão de proteínas, com as consequências deletérias sobre a função renal, para além de eventuais infeções e outras doenças que possam transmitir (já conhecemos as vacas loucas, as aves engripadas, a peste suína, mas além disso há os parasitas transmitidos pelo porco e as salmonelas dos frangos, para dar apenas dois exemplos). Mesmo sem entrar em qualquer radicalismo, é verdade que as crianças comem demasiada carne e peixe relativamente às suas necessidades. Ler Mais...

Queijo, requeijão e natas

O queijo vem do leite concentrado e sujeito a fermentação por fungos e bactérias que lhe conferem o... cheiro a queijo. O teor de gordura no queijo é muito elevado, embora já existam queijos light que deverão sempre constituir a opção. Por cada 100 gramas, a gordura anda à volta de 20 a 40 gramas, desde 19 no Camembert a 32 no Serra. O queijo fresco tem 24, as mesmas que o flamengo, mas dado que «não sabe a queijo», muitos pais ignoram que tem a mesma quantidade de gordura. Pode dar-se queijo às crianças - como o sabor e o cheiro são muito acentuados, umas adoram outras detestam. Desde que não façam alergias e que as quantidades sejam simbólicas não há qualquer problema em dar queijo. O requeijão é menos calórico e tem um sabor mais neutro. Às vezes é uma boa solução para as fases de pouco apetite ou de doença. As natas têm muita gordura - cerca de 40 gramas por 100 gramas. Embora as crianças não comam natas, há que pensar duas vezes antes de adicionar natas aos bolos e molhos, bem como pensar na que vai nos gelados. É sempre bom limitar as quantidades deste produto, quanto mais não seja para a criança não crescer com o hábito de adicionar natas na culinária ou de comer gelados a granel. Ler Mais...

A gordura do peixe

O peixe é de forma geral moderado em gorduras, embora dependendo, em algumas espécies, da altura do ano, e essas gorduras são constituídas, em elevada percentagem (muito mais do que a carne) por ácidos gordos essenciais. O que são estes ácidos gordos? Conhecidos também pelo nome científico de ómega 3 e ómega 6, os ácidos gordos essenciais são, como o nome indica, essenciais para a saúde, sendo vitais para o desenvolvimento das células e dos tecidos do organismo, bem como para as funções hormonais, saúde da pele, bom desempenho cerebral e produção de energia. Acresce que o corpo, a partir por exemplo dos ómega 3, produz fatores protetores em relação à aterosclerose e deterioração dos vasos sanguíneos, inflamações e ainda a doenças imunológicas, como a artrite, a psoríase ou a asma. Conferem também uma maior proteção das células em relação ao ataque das bactérias e dos vírus. As evidências também parecem mostrar, de forma cada vez mais consistente, que os ómega 3 poderão ter um efeito positivo sobre o cancro e a diabetes. Numa altura em que as doenças cardiovasculares (enfartes do miocárdio, embolias e tromboses cerebrais, doenças vasculares das pernas, etc.) são a maior causa de morte na população portuguesa e que se sabe que a prevenção deve começar desde a mais tenra idade, pensar em proteger as crianças relativamente a estes problemas parece ser uma atitude justificada e até obrigatória. A função dos ácidos gordos ómega 6 é equilibrar a ação dos ómega 3, de maneira a que a função destes seja a melhor possível. A pescada e o bacalhau são dos peixes mais magros, como o linguado e a solha. A cavala, a sardinha e o salmão colocam-se no outro extremo. Ler Mais...
Gordura do peixe cavalinha | Para Pais.