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Pode informar-me acerca do abono da família atribuído pelo governo?

É uma prestação mensal de montante variável concedida a crianças e jovens. Têm direito a ele: todas as crianças e jovens, cidadãos nacionais e estrangeiros, refugiados e apátridas residentes em território português desde que pertençam a agregados familiares cujos rendimentos não sejam superiores a 5 vezes o valor do Indexante dos Apoios Sociais (IAS); crianças e jovens considerados pessoas isoladas; jovens que não exerçam actividade laboral. É atribuído até aos 16 anos de idade. Dos 16 aos 24 anos a jovens estudantes sujeitos a Prova Escolar anual e até aos 24 anos as crianças e jovens portadores de deficiência. O abono de família pode ser requerido pelos pais, pessoas equiparadas ou representantes legais no Instituto da Segurança Social da área da residência da criança, presencial ou por correio, e acompanhados da respectiva documentação. O prazo para requerimento é de 6 meses a partir do mês seguinte àquele em que ocorre o facto que determina a sua concessão. Ler Mais...

As Comissões de Proteção de crianças de jovens em Perigo

O modelo de proteção de crianças de jovens em perigo, em vigor desde Janeiro de 2001, apela à participação ativa da comunidade, numa nova relação de parceria com o Estado, concretizada nas Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ), capaz de estimular as energias locais potenciadoras de estabelecimento de redes de desenvolvimento social. Ler Mais...

A minha amiga tem 27 anos e teve um bebé com síndroma de down – isso é normal?

Embora o risco ou possibilidade de ter um bebé com síndroma de Down aumente com a idade, em particular a partir dos 35 anos, a maioria dos bebés com síndroma de Down nascem de mães mais jovens. Isto, provavelmente, deve-se ao facto de que as mulheres com mais de 35 têm de fazer mais testes. O risco de ter um bebé com síndroma de Down aos 20 anos é de 1 em 1700. Este risco aumenta até 1 em 1400 por volta dos 25 e na altura em que a mulher alcança os 35 o risco aumenta para cerca de 1 em 400. Ler Mais...

Como mãe mais jovem, como vou enfrentar a gravidez?

Há prós e contras em ser uma mãe mais jovem. É mais difícil no que se refere a enfrentar problemas financeiros e em como a gravidez poderá afectar a sua educação e a sua carreira e poderá ter uma relação menos estável com o seu companheiro podendo estar preocupada com a possibilidade de separação. Pelo lado prático e físico, certamente que terá muito maiores reservas de energia para enfrentar o nascimento e os cuidados da criança e, algumas mães mais jovens têm um bom apoio nos avós também relativamente novos. Ler Mais...

O exercício (ou a falta dele)

Trata-se de uma outra consequência importante: as crianças e jovens, deslocando-se mais de automóvel, andam menos a pé, fazendo assim menos exercício físico. Por outro lado, vivendo as pessoas mais distantes do local de trabalho, da escola das crianças e dos centros onde fazem compras, para citar algumas actividades, é necessária a deslocação de automóvel para que o tempo (ainda) chegue para tudo. Resultado: excesso de peso, pior mobilidade das articulações, menor massa muscular, etc. Acrescente-se que a prática de desporto uma ou duas vezes por semana (ginástica, futebol, aeróbica, etc.) não compensa a actividade diária de moderada intensidade, mas muito mais promotora de saúde, como andar a pé ou de bicicleta. Ler Mais...

Que fazer?

O diagnóstico de uma fibrose quística é sempre dramático para os pais, pelo prognóstico sombrio. É preciso, contudo, ter esperança, não desistir, redimensionar as prioridades da vida e os seus objetivos, e não ter receio de pedir apoio à Associação Nacional de Fibrose Quística que, aliás, interage com todos os serviços especializados de pneumologia infantil onde estas crianças devem ser seguidas. O tratamento é dirigido aos vários problemas da criança, mas enquanto se pode fazer substituição das enzimas pancreáticas que a criança não produz adequadamente, é mais difícil combater as infeções respiratórias, sobretudo quando os micróbios que surgem nas secreções se tornam mais agressivos e mais resistentes aos antibióticos. Além de assegurar uma boa nutrição, com administração de enzimas, em todas as refeições. É fundamental não deixar as secreções acumularem-se nos brônquios e nos pulmões - e sabemos como isso está sempre a acontecer, todos os dias. A cinesiterapia respiratória e a administração de vários medicamentos por aerossol são passos importantes. Os pais e a própria criança cedo podem aprender a fazer exercícios e a optar por posturas que ajudam ao drenar das secreções. O desenvolvimento dos músculos respiratórios é também importante, para a tosse poder ser efetiva e «descarregar» as secreções. A prática do desporto - natação, remo, atletismo - auxilia e completa a fisioterapia, e contribui para que a criança se sinta «normal». A tolerância ao esforço deve ser controlada pelo doente - a própria criança é quem melhor sabe até que ponto de esforço pode ir. Certos tratamentos exigem uma grande colaboração das crianças e dos jovens, como os antibióticos, broncodilatadores e mucolíticos que são, com frequência administrados sob a forma de aerossol. Em certas fases da doença principalmente nas mais adiantadas, os internamentos são frequentes e prolongados, havendo que dar todo o apoio para minorar as consequências, quer ao nível afetivo e de sofrimento, quer escolar e educativo. A orientação das crianças e jovens com fibrose quística, aliás, deverá sempre ser feita por equipas multidisciplinares treinadas e especializadas, como já existem em Portugal. Ler Mais...
Galeria de foto jovens xoxotuda | Para Pais.