Resultados para: "fungar o nariz"

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Será possível evitar as otites?

É difícil arranjar uma fórmula mágica que evita as otites. O mais importante é evitar a acumulação das secreções no nariz e nos adenoides e ensinar a criança, desde muito pequena, a assoar-se e não fungar. Também a amamentação é um fator protetor, bem como administrar o biberão, se for caso disso, com o bebé em posição semi-vertical e não deitado. Por outro lado, os poluentes respiratórios, entre os quais o tabaco passivo, funcionam como fatores de risco e agravantes das otites. Claro que se houver um defeito estrutural naquela zona (faringe e ouvido), as otites poderão ser mais frequentes. O uso das novas vacinas não diminuirá muito o número de otites individualmente, embora em termos de população total de crianças isso possa significar muitos casos evitados e muitos dias de absentismo que não existirão. Ler Mais...

Conselho sobre obstrução nasal

Os pais e educadores devem estar muito atentos ao nariz das crianças, e tratá-lo de forma a garantir a sua permeabilidade. No entanto, há que tomar em atenção o seguinte: a parede do nariz (mucosa) é muito frágil (exatamente por ser fina e muito vascularizada). Qualquer agressão (cotonete, aspirador de secreções, limpezas bruscas, etc.) pode lesar a parede do nariz e provocar a resposta por parte deste que é a secreção de ainda mais ranho. Ensinar e insistir para se assoar é a medida mais eficaz. Ler Mais...

O nariz

Nunca é demais relembrar as funções do nariz. O pensarmos que só desempenha funções estéticas ou que serve para estar ranhoso leva a que não lhe demos a devida importância. A prevenção das infeções respiratórias começa no nariz. O nariz é fundamental nas crianças pois aquece o ar, humidifica-o, purifica-o e evita que os agentes agressores possam ir para territórios mais nobres. É ele o primeiro obstáculo, o primeiro filtro, à poluição, fumos, pó, micróbios e tantas outras coisas nocivas. Um pouco mais atrás, os adenoides funcionam como segunda linha. Se por acaso o narizo for limpo cuidadosamente - pelo menos uma vez por dia de forma completa, dentro do que é uma boa higiene nasal - as secreções acumulam-se e tornam-se pasto para as bactérias e vírus, para além da obstrução que proporcionam. Ao ter o nariz tapado, a criança desta idade respira pela boca, não aquecendo e humidificando devidamente o ar, o que vai alterar as condições da mucosa faríngea, ocasionando mais infeções. Por outro lado, os adenoides vão entrar em ação, aumentando de volume e dando ainda mais sintomas, obstrutivos e respiratórios, inflamatórios e infeciosos. Ler Mais...

Rinite alérgica

A descrição anterior já diz tudo sobre o que é a rinite alérgica. Do ponto de vista subjetivo, ou seja, da criança que sofre de rinite. O que vemos, do lado objetivo, é uma criança olheirenta, que respira pela boca, com o nariz entupido e com «tiques» como estar sempre a passar a mão pelo nariz ou a cocá-lo. Durante a noite ressona e tosse, como as crianças com os adenoides grandes. Durante o dia está cansada e sonolenta. A causa destes sintomas é, precisamente, a sensibilização do nariz (e também dos olhos e faringe) a substâncias alimentares, pólenes, plantas, pó e ácaros, pêlos de animais, entre outros. Por vezes há rinites cujos sintomas são desencadeados por alterações súbitas de temperatura. Os piores períodos são o Outono e a Primavera. O fumo do tabaco e outros agentes poluentes são «inimigos a abater» porque aumentam os sintomas e a sensibilização e irritação do nariz. Ler Mais...

Como manter o nariz das crianças «saudável»?

É fundamental manter o nariz das crianças bem permeável, até porque os bebés muito pequenos só sabem respirar pelo nariz se o tentam fazer pela boca, «engolem o ar em vez de o respirar, ficando com soluços e com cólicas. Ainda por cima, o nariz tem um «sistema de aquecimento e de umidificação natural. Formado por ossos muito irrigados de sangue - quem já bateu com o nariz ou levou uma pancada nessa área sabe como sangrou esta «arquitetura» faz com que por exemplo, num dia frio, o ar que entra a 10°C no nariz chegue aos brônquios a 37°C, ou seja, à temperatura fisiológica, para além de bem umidificado. A boca não tem esse sistema tão apurado, e é por isso que respirar pela boca faz com que o ar frio chegue aos brônquios ainda a temperaturas baixas e com um grau pequeno de umidade, o que vai lesar os cílios e o sistema de limpeza respiratória, causar lesões na mucosa dos brônquios e levar ainda à produção de mais secreções e tosse, num circulo vicioso de onde se torna difícil sair. Nesta tareia de "manter o nariz limpo», há que ter em atenção o seguinte: a parede do nariz (mucosa) é muito frágil (exatamente por ser fina e muito vascularizada). Qualquer agressão (cotonete aspirador de secreções ou limpezas bruscas) pode lesar a parede do nariz e, provocar a resposta por parte deste que é a secreção de ainda mais ranho. Vale a pena pensarem «dois minutos» antes de usarem um aspirador de secreções, senão vejam o seguinte: estes aparelhos tuncionam à base de vácuo e aderem às paredes do nariz como ventosa (ó impossível conseguir extrair, secreções sem tocar nas paredes), «sugar» as paredes, mesmo que ligeiramente, arrancam algumas células e o nariz vai assim ter pequenos ferimentos, tendo resposta pronta para isso: mais secreção e inchaço. Em consequência, a passagem nas fica ainda mais estreita. As crianças realmente melhoram com a aspiração, mas essa melhora dura escassos momentos ei ainda ficam pior daí a bocado. Ler Mais...

O ar circula mal…

A existência de grandes estruturas maciças na faringe perturba a circulação do ar inspirado pelo nariz. Resultado: a criança tem de começar a respirar pela boca porque tem o nariz «tapado», e daí acontecerem duas coisas:
  • por um lado o ar não é aquecido como devia e chega mais frio à laringe e aos brônquios;
  • por outro, há deformação da cavidade bucal, por desempenhar uma função que não é a sua: a abóbada palatina sofre transformações (fica mais cavada), o que leva a perturbações da fala (voz «nasalada», incapacidade de pronunciar certas sílabas, um som de «rh,rh,rh» ao pronunciar as palavras) .
Paralelamente, os adenoides passam a ser uma fonte de secreções, muitas vezes infetadas, que vão para vários lados:
  • escorrem para a frente e enchem o nariz – a criança anda ranhosa;
  • o para cima, sobretudo quando a criança não se assoa e funga, e atingem o ouvido médio - a criança tem otite serosa e episódios de otite média infeciosa;
  • escorrem para baixo e enchem os brônquios – a criança tem tosse.
O ranho é geralmente amarelo-esverdeado e como é muito posterior, a tendência da criança é fungar e não se assoar, o que é muito prejudicial para os ouvidos. Estes sofrem, assim, autênticas injeções desse material infetado, agravadas pelo facto de a sua respiração e drenagem estarem comprometidas porque os adenoides entopem a trompa de Eustáquio, que fica na faringe, junto do nariz, e é o «tubo de escape» dos ouvidos. Finalmente a tosse: durante o dia, menos mal, a criança está quase sempre na posição vertical e acordada, de maneira que as secreções escorrem para o esófago e ela engole-as, causando contudo irritação gástrica, vómitos e falta de apetite. Durante a noite, pelo contrário, como a criança está em posição horizontal e a dormir, as secreções escorrem diretamente para a árvore respiratória, causando tosse. É uma tosse que não começa logo que a criança se deita - só uma ou duas horas depois (tempo necessário para os brônquios se encherem) e é por acessos. A criança tosse várias vezes com violência, parece «afogar-se» em secreções, e depois engole-as e acalma, até daí a pouco começar tudo outra vez. É uma tosse que faz os pais levantarem-se várias vezes durante a noite. Uma criança com uma situação destas está praticamente sempre adoentada, as adenoidites sucedem-se umas às outras, anda sempre ranhosa e com tosse, tem otites frequentes - enfim, vai ao infantário dois dias, adoece, fica em casa, toma antibiótico, melhora, volta ao infantário mais três dias, volta a infetar-se, fica novamente em casa...e não sai disto... Por outro lado, as infeções repetidas, sobretudo quando se acompanham de falta de apetite, quebra do estado geral, etc., podem debilitar a criança, perturbando o seu crescimento. Felizmente isto só acontece raramente, mas é uma realidade a não subestimar. Ler Mais...
Fungar o nariz | Para Pais.