Resultados para: "frases para sua bebe de 6 meses de vida"

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Evoluções da fala na criança

É muito difícil dizer como é que o vosso filho ou filha vai falar, com que ritmo e com que velocidade. Uma coisa pode-se dizer: haverá períodos de maiores demonstrações (o que não significa maiores aquisições), outros de quase estagnação. Se comparar o desenvolvimento entre crianças é inadequado, então no que se refere à linguagem as coisas ainda são piores. Ao começar o segundo ano de vida, em média, as crianças dizem algumas palavras como por exemplo «mamã», «papá», «não», «cão», «água», «dá», bem ou mal pronunciadas. A capacidade de aprendizagem, associada ao interesse e à necessidade progressiva (e também ao gozo do saber e do sucesso), faz com que, entre os 18 meses e os 5 anos, as crianças aprendam uma média de nove palavras por dia. Depois de conseguirem expressar alguns sentimentos, nomear objetos e pedir coisas, as crianças começam a formar frases, mesmo que muito reduzidas, mas com uma entoação que revela o sentimento e o objetivo. Os irmãos mais novos têm um esquema geralmente diferente. Mais do que combinar palavras em frases mais complexas, têm tendência a pairar em padrões e toadas equivalentes aos dos das frases dos adultos. Ou seja fazem discursos e comícios, tagarelam e ralham como um adulto, embora não se entenda nada do que dizem - ao fim de uns tempos o discurso já é inteligível. Ler Mais...

O que é necessário para falar uma língua?

• ouvir os outros e monitorizar a própria voz - Audição • analisar, separar e reconhecer os sons - Discriminação auditiva •produzir esses sons (fonemas) - Fonologia •formar as palavras - Morfologia •formar frases - Sintaxe •atribuir significado a padrões de sons de forma a poderem ser lembrados (vocabulário) - Semântica •entoar as palavras e frases, e dar ritmo à conversa - Prosódia •usar efetivamente a linguagem - Pragmática • arquitectar as palavras de modo a que tenham significado em termos de frases, de acordo com regras gerais da língua, utilizadas também pelas outras pessoas, por forma a simplificar o processo de entendimento e comunicação - Gramática • traduzir acções e objectos para palavras que os simbolizam - Codificação • relacionar a palavra falada ao objeto ou ação de que é o símbolo - Descodificação Até aos 2 meses o bebé aprende a arrulhar, para chamar a atenção dos pais, e é capaz de manter uma «conversa», se os pais forem respondendo, por um tempo relativamente grande. Balbucia um con- junto de sons básicos. Entre os 2 e 6 meses ri, em resposta a palavras e frases de que gosta e de que entende o sentimento, e chora se for o contrário. A partir dos 6 meses já paira - maa, daa, paa - e experimenta a voz, os sons que emite, e o efeito que eles têm. É quando começa a usar os «rrrr» e os gritos para ver se «assusta» os pais com essas expressões de agressividade. E dia após dia grava tudo o que ouviu. Da maneira que ouviu. Organiza dicionários, gramáticas e prontuários, dentro da cabeça. Mas só carregará no botão do play quando for necessário, gostoso e forçoso - não quando os pais ou os avós querem. As primeiras palavras, com sentido, são geralmente ditas cerca do ano de idade. As suas primeiras palavras: se disser papa, a mãe dirá, ironicamente, que ele quer papa. Se disser ma-ma, o pai diz que ele quer mama. Seja «papaia» ou «manga», falem com o vosso filho, escutem-no. Dêem-lhe tempo e peçam-lhe tempo. Transformem esta aprendizagem em algo estimulante e todos os dias diferente. É bom, podem crer... Os rapazes são mais «atrasados» do que as raparigas, no que respeita à linguagem, embora apenas em termos populacionais. A área cerebral correspondente à fala está mais desenvolvida nas pessoas do sexo feminino. Isto tem a ver com as funções diferentes que homens e mulheres desempenhavam no momento em que os nossos genes ainda estão. Eles, caçadores e guerreiros, bastavam-se com palavras-chave e frases curtas e lacónicas. Elas, no ambiente do gineceu, criando crianças, precisavam de falar, de discorrer sobre as coisas e de dizê-las com mais palavras. O nosso cérebro ainda funciona assim... Ler Mais...

Principais causas de perturbações da linguagem

Dada a complexidade da linguagem, que vai desde o ouvir o que se diz até poder expressar a resposta ou os sentimentos, e tudo o que, desde o ouvido ao sistema fonatório, passando pelas várias áreas cerebrais, está envolvido neste sistema, as causas de uma perturbação da linguagem podem ser múltiplas e variadas. O que mais interessará aos pais é saber quando será recomendável debater o assun- to com o médico-assistente, para eventuais exames e investigações. Os pais são os melhores detectores de problemas na linguagem, mas para isso têm de estar atentos e, por exemplo, como recomenda a Sociedade Portuguesa de Neurologia Pediátrica, ficarem alerta se a criança: •não pairar consoantes e vogais aos 8 meses e não apontar aos 12 meses; •não disser nenhuma palavra aos 16 meses, •não fizer expressões de duas palavras aos 2 anos e não construir frases aos 3 anos; •linguagem incompreensível para os pais aos 2 anos e para estranhos aos 3 anos; •«falar por falar» e não «para comunicar» aos 2 anos; •não contar uma história (resumida e com incorrecções, claro) aos 3 anos; •defeitos na articulação das palavras aos 5 anos; •suspeita de regressão da linguagem em qualquer idade, ressalvando que pode haver períodos de paragem, em que a criança deixa de dizer algumas coisas, mas porque está a absorver outras e a integrá-las, para depois retomar o fio à meada. Ler Mais...

E os chamados «sapinhos»?

Muitas bebés, especialmente nos primeiros meses de vida, têm «sapinhos», ou seja, uma infecção por fungos. Como os bebés produzem pouca saliva nos primeiros dois a três meses de vida, o ambiente da boca fica mais propício à infecção por este fungo, muitas vezes também na sequência de uma tetina ou chupeta mal esterilizada. Como a infecção se propaga a todo o tubo digestivo, a região anal pode aparecer avermelhada. Os «sapinhos» tratam-se com solutos antifúngicos ou um líquido roxo que se vende nas farmácias. Convém aplicar uma pomada antifúngica no períneo do bebé, se estiver vermelho. Se está a ser amamentado ao peito, convém a mãe lavar bem o peito e aplicar ela própria uma pomada após a mamada, pois o peito poderá ser um dos reservatórios dos fungos. A candidíase oral não tem qualquer perigo mas pode ser incomodativa e convém ser tratada. Ler Mais...

Alguns problemas com os primeiros alimentos

O reflexo de extrusão Chama-se assim ao ato reflexo do bebé que consiste em expulsar para fora da boca os alimentos que sejam colocados na parte anterior da língua. O bebé tem que aprender a «enrolar» a comida para trás e muitas vezes os pais esquecem-se deste pormenor e interpretam o reflexo como a criança nào querendo comer (cuspir). Este reflexo mantém-se até aos 4-6 meses, o que explica porque é que algumas crianças têm mais dificuldade em começar a comer à colher. Este reflexo é muito importante na prevenção de acidentes - o bebé pequeno rejeita os pequenos objetos que a sua própria mão possa pegar e colocar na boca. Engasgamento Embora o bebé consiga engolir líquidos desde o nascimento, a maioria das vezes, antes dos 4 meses, engasga-se com alimentos mais consistentes. Digestão Antes dos 4-6 meses há alguma dificuldade do estômago e do intestino em digerir muitos dos alimentos sólidos. Quando se introduzem cedo demais (e essa precocidade tem a ver com cada bebé) podem aparecer vómitos ou diarreia, sinais de que o aparelho digestivo está a renegar o que foi introduzido. Controlo da cabeça Para um bebé começar a comer à colher tem que ter um bom controlo dos músculos da cabeça, o que geralmente surge cerca dos 3-4 meses de idade. Não tem sentido começar a alimentar um bebé que não segura bem a cabeça e que, portanto, não consegue estabelecer um bom plano visual com a colher e os alimentos. Alergias - a permeabilidade do intestino O intestino dos bebés é, nos primeiros meses de vida, altamente permeável às chamadas macromoléculas, responsáveis pelo desencadear de alergias. É como se houvesse uns «buracos» que ainda não estivessem tapados, por onde estas «grandes moléculas» entrariam no intestino, e daí para a circulação, ativando o sistema imunitário. O colostro, de que já falámos, atua como «penso» sobre estes «buracos», mas é a partir dos 4-6 meses que o intestino já tem a sua parede bem formada e a tolerância aos novos alimentos e a impermeabilização às macromoléculas começa a existir. Mastigar A mastigação só começa a ser controlada por volta dos 6-8 meses, e a coordenação mão-boca-mastigar só a partir dos 9 meses. A tentativa de comer sozinho, com todos os atos já coordenados aparece, em média, por volta do ano de idade. Ler Mais...

Sinto que se estamos a entrar numa vida nova. O que é que o futuro nos reserva?

Embarcar na paternidade é uma das transições da vida mais complexas mas mais maravilhosas. E uma montanha russa de mudanças e desafios e de subidas e descidas emocionais e físicas. O seu relacionamento com o seu bebé está sempre a desenvolver-se e o seu relacionamento com o seu companheiro também pode alterar-se um pouco. Irá também desenvolver uma nova rede social baseada na vida com o seu bebé. Pode querer ficar em casa com o seu bebé ou voltar a trabalhar. A coisa principal a recordar é que a vida não voltará a ser a mesma, mas com um filho tem tendência a melhorar de muitas formas. Aprecie-a o mais possível pois o seu bebé crescerá demasiado depressa. Ler Mais...
Frases para sua bebe de 6 meses de vida | Para Pais.