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Evoluções da fala na criança

É muito difícil dizer como é que o vosso filho ou filha vai falar, com que ritmo e com que velocidade. Uma coisa pode-se dizer: haverá períodos de maiores demonstrações (o que não significa maiores aquisições), outros de quase estagnação. Se comparar o desenvolvimento entre crianças é inadequado, então no que se refere à linguagem as coisas ainda são piores. Ao começar o segundo ano de vida, em média, as crianças dizem algumas palavras como por exemplo «mamã», «papá», «não», «cão», «água», «dá», bem ou mal pronunciadas. A capacidade de aprendizagem, associada ao interesse e à necessidade progressiva (e também ao gozo do saber e do sucesso), faz com que, entre os 18 meses e os 5 anos, as crianças aprendam uma média de nove palavras por dia. Depois de conseguirem expressar alguns sentimentos, nomear objetos e pedir coisas, as crianças começam a formar frases, mesmo que muito reduzidas, mas com uma entoação que revela o sentimento e o objetivo. Os irmãos mais novos têm um esquema geralmente diferente. Mais do que combinar palavras em frases mais complexas, têm tendência a pairar em padrões e toadas equivalentes aos dos das frases dos adultos. Ou seja fazem discursos e comícios, tagarelam e ralham como um adulto, embora não se entenda nada do que dizem - ao fim de uns tempos o discurso já é inteligível. Ler Mais...

Pontos a considerar

  • o sentimento de pena relativamente aos intervenientes do processo, com especial ênfase para o filho ou filha e, principalmente para os netos. Por muito que se saiba que as crianças envolvidas em divórcios não têm, só pelo facto, um futuro pior do que as outras, também sabemos que em muitos casos o processo não é tranquilo e, para os avós, não é fácil aceitar as guerras e conflitos em que as crianças são puxadas e empurradas ou utilizadas como trunfo na manipulação dos sentimentos, dos afetos, e até dos aspetos práticos (dinheiro, fins-de-semana, etc.);
  • o trabalho que, geralmente, cai em cima dos avós, dado que o filho ou filha ficam mais sozinhos e tendem a apoiar-se nos respetivos pais (o que é natural), especialmente para coisas do dia-a-dia (ir buscar as crianças, dar-lhes jantar, tratar de roupa, etc.);
  • a «vergonha» social;
  • o recreio de que, ficando os netos com algum dos pais, que os avós do lado «contrário» deixem de ver os netos - isso acontece com uma enorme frequência, o que vai contra os interesses da criança. Ao divorciarem-se, os pais não podem, mesmo que o desejem, riscar do mapa a família do ex-cônjuge. Usar as proibições e limitações dos contactos com a família alargada do outro progenitor vai contra o que a Convenção sobre os Direitos da Criança estabelece e é moralmente reprovável,
  • a tentação de «dizer mal» do outro ou da outra, que na nossa versão de pais «fizeram mal» aos nossos filhos. E quantas vezes os netos acabam por ouvir frases e comentários sobre os seus pais, que agridem a imagem que devem ter deles e em nada ajudam - se é isso que os avós pretendem - a fazer com que eles os amem mais.
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O que é necessário para falar uma língua?

• ouvir os outros e monitorizar a própria voz - Audição • analisar, separar e reconhecer os sons - Discriminação auditiva •produzir esses sons (fonemas) - Fonologia •formar as palavras - Morfologia •formar frases - Sintaxe •atribuir significado a padrões de sons de forma a poderem ser lembrados (vocabulário) - Semântica •entoar as palavras e frases, e dar ritmo à conversa - Prosódia •usar efetivamente a linguagem - Pragmática • arquitectar as palavras de modo a que tenham significado em termos de frases, de acordo com regras gerais da língua, utilizadas também pelas outras pessoas, por forma a simplificar o processo de entendimento e comunicação - Gramática • traduzir acções e objectos para palavras que os simbolizam - Codificação • relacionar a palavra falada ao objeto ou ação de que é o símbolo - Descodificação Até aos 2 meses o bebé aprende a arrulhar, para chamar a atenção dos pais, e é capaz de manter uma «conversa», se os pais forem respondendo, por um tempo relativamente grande. Balbucia um con- junto de sons básicos. Entre os 2 e 6 meses ri, em resposta a palavras e frases de que gosta e de que entende o sentimento, e chora se for o contrário. A partir dos 6 meses já paira - maa, daa, paa - e experimenta a voz, os sons que emite, e o efeito que eles têm. É quando começa a usar os «rrrr» e os gritos para ver se «assusta» os pais com essas expressões de agressividade. E dia após dia grava tudo o que ouviu. Da maneira que ouviu. Organiza dicionários, gramáticas e prontuários, dentro da cabeça. Mas só carregará no botão do play quando for necessário, gostoso e forçoso - não quando os pais ou os avós querem. As primeiras palavras, com sentido, são geralmente ditas cerca do ano de idade. As suas primeiras palavras: se disser papa, a mãe dirá, ironicamente, que ele quer papa. Se disser ma-ma, o pai diz que ele quer mama. Seja «papaia» ou «manga», falem com o vosso filho, escutem-no. Dêem-lhe tempo e peçam-lhe tempo. Transformem esta aprendizagem em algo estimulante e todos os dias diferente. É bom, podem crer... Os rapazes são mais «atrasados» do que as raparigas, no que respeita à linguagem, embora apenas em termos populacionais. A área cerebral correspondente à fala está mais desenvolvida nas pessoas do sexo feminino. Isto tem a ver com as funções diferentes que homens e mulheres desempenhavam no momento em que os nossos genes ainda estão. Eles, caçadores e guerreiros, bastavam-se com palavras-chave e frases curtas e lacónicas. Elas, no ambiente do gineceu, criando crianças, precisavam de falar, de discorrer sobre as coisas e de dizê-las com mais palavras. O nosso cérebro ainda funciona assim... Ler Mais...

Principais causas de perturbações da linguagem

Dada a complexidade da linguagem, que vai desde o ouvir o que se diz até poder expressar a resposta ou os sentimentos, e tudo o que, desde o ouvido ao sistema fonatório, passando pelas várias áreas cerebrais, está envolvido neste sistema, as causas de uma perturbação da linguagem podem ser múltiplas e variadas. O que mais interessará aos pais é saber quando será recomendável debater o assun- to com o médico-assistente, para eventuais exames e investigações. Os pais são os melhores detectores de problemas na linguagem, mas para isso têm de estar atentos e, por exemplo, como recomenda a Sociedade Portuguesa de Neurologia Pediátrica, ficarem alerta se a criança: •não pairar consoantes e vogais aos 8 meses e não apontar aos 12 meses; •não disser nenhuma palavra aos 16 meses, •não fizer expressões de duas palavras aos 2 anos e não construir frases aos 3 anos; •linguagem incompreensível para os pais aos 2 anos e para estranhos aos 3 anos; •«falar por falar» e não «para comunicar» aos 2 anos; •não contar uma história (resumida e com incorrecções, claro) aos 3 anos; •defeitos na articulação das palavras aos 5 anos; •suspeita de regressão da linguagem em qualquer idade, ressalvando que pode haver períodos de paragem, em que a criança deixa de dizer algumas coisas, mas porque está a absorver outras e a integrá-las, para depois retomar o fio à meada. Ler Mais...

Perguntas e Respostas sobre a Linguagem

Quando é que as crianças começam a falar? Desde o primeiro dia que o bebé se lenta expressar através da comunicação verbal, mesmo para além do choro. E desde antes de nascer que o bebé ouve esta estranhíssima coisa que é a voz humana e as palavras dos vários idiomas. Ouve tons e sons, timbres e melodias Cantos. O canto dos pais Ouve vozes cansadas, felizes, agressivas e tranquilas. E percebe que. um dia, terá de falar mais «organizadamente». Mas só quando alguns factores se tomarem prementes: a necessidade, para obter -coisas-; a comunicação para contar -coisas-; o gosto de falar por falar, embalando-se na melodia das palavras, como se de uma música se tratasse. Sou portuguesa, o pai da minha filha é inglês e estamos a viver na Alemanha, onde ela frequenta um jardim-de-infância. Estou apreensiva com o que pode acontecer na aprendizagem da fala. Quando os pais são de países que falam línguas diferentes e querem que a criança aprenda as duas línguas, recomenda-se que o progenitor (ou familiar, no caso de serem os avós) que -representa- essa língua só fale com a criança essa mesma língua, independentemente das outras línguas que ela ouve. A língua falada entre os pais ou em conversa geral não importe tanto. E no jardim-de-infância para onde vai, irá ouvir ainda outra língua. Provavelmente falará duas línguas bem (a do pai e a da mãe) e a outra com maior dificuldade, mas com acerto. Há vantagens em uma criança de 5 anos aprender línguas? O multilinguismo está associado a um desempenho globalmente melhor na leitura e na escrita, com maior facilidade na procura de palavras e mais correcta construção de frases, bem como com uma melhor capacidade de análise, interacção social e competências académicas. Por outro lado, saber várias línguas securiza a criança, especialmente nestes anos de maior insegurança e receio de abandono, porque lhes dá um «seguro» para usar em caso de necessidade, com aumento da autoestima e da autoconfiança. Saber línguas ajuda, também, a entender melhor os fenómenos migratórios e a perceber as vantagens de uma sociedade pluncultural e multi-étnica Todavia, esta aprendizagem deve ser feita com tranquilidade e dentro de um espírito lúdico e sem sobrecarregar a criança. O meu filho tem 2 anos e parece que fica parado, quando lhe pergunto alguma coisa. Repito, repito, e ele sempre a olhar para mim. Quando falar com ele, dé-lhe tempo para ele pensar e responder, mesmo que por trejeitos ou sons díspares Não tente ter o monopólio da conversa. Enquanto estiver a falar e a perguntar-lhe ela estará a ouvir. É bem-educada. sabe que não se interrompe quem fala e que se deve ouvir até ao fim para poder retorquir Por outro lado. quando falar com o seu filho, exceptuando conversas e frases pontuas, desligue a televisão e outras formas de ruído que o distraiam e não ajudem a entender a conversa. A nossa filha tem 3 anos e quando nós discutimos começa a chorar... As crianças referenciam tudo à sua própria pessoa. Evitem zangas e discussões à frente do vosso filho. Ficará muito perplexo, não compreendendo nada do que está a ser dito, verá apenas a vossa expressão zangada e como não imagina que as pessoas que mais ama possam estar zangadas uma com a outra, pensará sempre que estão a ralhar com ele. Para ele, os adultos são um bloco coeso e coerente, e que não fazem «birras». Portanto, se estão a gritar só pode ser com ele. Não é a ele lambem que se dirigem quando dizem: «Não mexas aí», «Porta-te bem»? Estou preocupado porque o meu filho, de 2 anos e meio, não fala quase nada... Há períodos de maiores demonstrações (o que não significa maiores aquisições), outros de quase estagnação. Ao começar o segundo ano de vida, em média, as crianças dizem algumas palavras como "mamã», «papá", «não», «cão», «água», «dá», bem ou mal pronunciadas. A capacidade de aprendizagem, associada ao interesse e à necessidade progressiva (e também ao gozo do saber e do sucesso), faz com que, entre os 18 meses e os 5 anos. as crianças aprendam uma média de nove palavras por dia. Depois de conseguir expressar alguns sentimentos, nomear objetos e pedir coisas, as crianças começam a formar frases, mesmo que muito reduzidas, mas com uma entoação que revela o sentimento e o objetivo. E os rapazes são em média mais atrasados do que as raparigas. Não se preocupe se verificar que ele cumpre ordens e entende as coisas. Um dia destes carregará no play. A minha filha, de 3 anos, começa a dizer uma frase e a dada altura gagueja... Há dois tipos de gaguez muito diferentes. Um é o gaguejar contínuo, nas várias palavras, com paragens e quebras na fluência que perturbam a fluidez normal da fala. Estas paragens levam à repetição de sons, sílabas ou palavras, ou prolongamento dos sons de modo a que as palavras parecem «esticadas». De quando em quando, um silêncio que também perturba, e a dificuldade de terminar uma frase que já todos entenderam leva à vontade de a acabar pelo outro - provavelmente uma em cada vinte crianças até aos 5 anos tem um problema de gaguez. Muitas vezes, como defesa, a criança que gagueja já sabe onde vai ter maiores dificuldades e limita o seu vocabulário às palavras onde se defende melhor. Outra coisa é a criança que começa uma frase e, a meio, hesita volta atrás e à frente, gagueja e parece não saber onde está. O que acontece é a criança começar um pensamento, querer expressá-lo, e quando a fala (processo mecânico ainda em aprendizagem, nos primeiros anos de vida) está a decorrer, já o pensamento (fenómeno eléctrico neuronal) saltou para outra ideia. E a Banca fica sem saber onde eslava e para cindo vai, tendo a noção de que o assunto de que estava a falar e o que lhe vai agora na ideia são coisas completamente diferentes. Daí a perplexidade Em que consiste a terapia da fala? Muitas pessoas ainda acham que a intervenção dos terapeutas da fala só se justifica para corrigir defeitos de pronunciação ou de dicção. Nada de mais errado. Terapia da fala é algo de mais vasto - uma verdadeira terapia da comunicação, que passa pela articulação das palavras, mas também pela expressão, pela linguagem visia de um modo global, e da identificação e correção de perturbações auditivas, visuais, cognitivas, musculares, respiratórias deglutição e voz. Muitas coisas, portanto que se articulam e relacionam A terapia da tala e da linguagem, indui diversas vertentes tala (articulação, entoação ritmo, sonondade). linguagem (tonotogia, morfologia,  sintaxe. semântica, pragmática); Linguagem receptiva e expressiva (escrita e leitura) e comunicação não verbal (expressão facial, mímica), alem de problemas de deglutição e respiratórios condicionados pelos primeiros. Ler Mais...

A minha filha tem oito anos. Ela irá dar-se bem com o novo bebé ou é uma diferença de idades muito grande?

Não há diferença de idades certa ou errada entre irmãos por vezes, conforme vão estando juntos, tem mais a ver com as suas personalidades do que com a diferença de idade. Embora, sem dúvida, mesmo tendo interesses independentes, ela provavelmente deve estar muito excitada com a perspectiva de um novo bebé. Ler Mais...
Frases filha 2 meses | Para Pais.