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Batatas fritas e bolas de berlim?

Ainda há disso? Digo, ainda há senhoras vestidas de branco que andam a vendar batatas fritas e bolas-de-berlim pela praia? Provavelmente não. Como o lince da Malcata, são «espécies em vias de extinção». Actualmente estes produtos são mais estandardizados e vendem-se nas lojas e cafés. Embora façam parte do imaginário da praia, não esqueçamos que as batatas fritas, os donuts e produtos similares são fonte de hidratos de carbono, gorduras e calorias... e pouco mais. Os cremes dos bolos, por seu lado, podem estar na origem de diarreias e gastroenterites. De qualquer maneira, não é razão para os fazer desaparecer, mas apenas para tomar cuidado. Se as crianças comerem muitas coisas dessas, os pais não se podem queixar de que não comem nada às refeições. Ler Mais...

Devo esperar até à minha consulta pós-parto para voltar a fazer amor?

Isso depende inteiramente de si e do seu companheiro! É normal querer voltar a ter uma vida amorosa ativa depois do parto mas também é normal não lhe apetecer durante meses! Algumas mulheres preferem voltar à sua vida amorosa só depois da consulta pós-parto por volta das seis semanas. O seu médico poderá confirmar que a ferida de uma episiotomia ou de um rasgão que tenha tido no parto cicatrizou e que o seu corpo está a voltar ao normal. Se tudo estiver bem, é provável que o sexo não seja desconfortável, mesmo de início. Outras mulheres sentem-se prontas para fazer amor antes da consulta pós-natal. Desde que tenha parado de sangrar e que leve as coisas calma e suavemente, não fará mal. Se tiver qualquer problema, poderá discuti-lo com o seu médico na altura da consulta. Ler Mais...

Pé plano «pé chato»

A maioria dos bebés nasce com o pé plano, e o arco plantar irá crescendo ao longo dos 3 primeiros anos de vida. Em algumas crianças, resultando sobretudo de herança genética, o arco plantar não se forma ou é muito reduzido. Diz-se então que a criança tem pé plano, mais frequentemente conhecido como pé chato. Quando pousa o pé, a criança coloca os calcanhares para dentro. Salvo graus muito elevados de pé chato, não é necessário nada de especial, a não ser o uso de sapatos formativos (não são ortopédicos!) e sentar-se sempre com as pernas cruzadas à frente e não debaixo do rabo. A intervenção ortopédica deve ser reservada para quando a criança cai muito ou tem dores depois de andar algum tempo, com desgaste atípico dos sapatos. Em caso de tratamento, este deve começar aos 3 anos. O pé chato tem uma tendência familiar. Ler Mais...

Dormir na cama dos pais

Dormir na cama dos pais - ponto de interrogação ou de exclamação? Mas para pediatras e psicólogos a resposta é cientificamente fácil, mesmo que a prática não «deslize sobre rodas». A criança precisa, desde que nasce, de aprender a gerir a sua autonomia. E na idade dos medos - cerca dos 2-3 anos -. essa aprendizagem é mais difícil A cama dos pais é o local mais seguro do mundo, mas é a solução mais fácil, não sendo a melhor, pois leva a que este aspecto do desenvolvimento permaneça num estado regressivo, tornando-se cada vez mais difícil a adaptação ao seu próprio espaço. Se o fenómeno «regressão- é dominante, também acresce outro significado de pretender dormir na cama dos progenitores: invadir o seu espaço íntimo e, assim, reforçar a sua omnipotência. A situação piora quando um dos pais está ausente (e ainda mais se a criança é do mesmo sexo que esse pai): o processo de substituição fica garantido e a criança sente-se ao nível do pai que não está, medindo depois forças quando estiver na presença dele - é, no fim de contas, o que acontece com muitos pais que se separam, sendo as crianças promovidas ao estatuto de iguais e confidentes (das mães, geralmente). Cada pessoa no seu espaço de dormir. Mais vale, se entenderem que é necessário para acalmar a angústia dos filhos, que os pais se levantem as vezes que for preciso e vão ao quarto deles. É tentador levá-lo para a cama dos pais, onde de facto adormece instantaneamente, mas é um erro pelo qual se vai pagar muito caro em termos de autonomia, equilíbrio da personalidade e relação pais-filhos. Ler Mais...

Estou grávida e ainda estou a estudar – vou ter de deixar a escola?

Não, não vai ter de deixar a escola e, de facto, espera-se que complete a sua escolaridade até à idade escolar normal no fim do 12° ano. Logo que possível, deve contar a sua situação a um professor de confiança para poder planear a sua educação durante a gravidez. Pode ser possível alterar o seu horário conforme for avançando na gravidez e possivelmente terá de faltar a algumas aulas nas semanas mesmo antes de o bebé nascer e nas seguintes. É-lhe permitido faltar para ir às consultas pré-natais, mas se não se sentir suficientemente bem para ir às aulas mais do que uns dias devido à gravidez, terá de pedir um atestado médico ao seu médico. Em alguns locais do país há unidades de apoio especiais para adolescentes grávidas, onde parteiras providenciam cuidados pré-natais e ajudam as raparigas a continuar a sua educação antes e depois da gravidez. Peça mais informações à sua parteira ou médico sobre este assunto, também poderá contactar a Segurança Social para se informar acerca dos seus direitos e receber aconselhamento e apoio sobre as decisões referentes a educação. Ler Mais...

Os avós «de empréstimo»…com muito préstimo

Com a reconstituição das famílias separadas, entraram em cena novos actores: os avós, não de sangue, mas avós na mesma, muitas vezes mais dedicados e com responsabilidades acrescidas no dia-a-dia da criança, e também os tios e primos, mulheres ou companheiras do pai e maridos ou companheiros da mãe (para não escrever a palavra «madrasta» ou «padrasto», que ainda nos faz lembrar a Cinderela ou os Desastres de Sofia). É claro que, tal como acontece nos empregos, nos clubes de futebol ou em qualquer outro grupo de pertença, a chegada de estranhos com as mesmas competências e aparentemente sem provas dadas, pode criar um clima de suspeita. É natural as crianças gostarem dos avós emprestados, avós que não o são no sentido genético e biológico mas sê-lo-ão, seguramente, no sentido psicossocial. É natural também ou não sejam os ciúmes e o receio de sermos diminuídos grandes motores de fatos históricos, que muitas avós «verdadeiras» vejam com alguma suspeita estes novos avós ««de aviário», promovidos sem tarimba, adoptados pelas crianças sem a chancela dos adultos mais velhos. Ler Mais...
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