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A origem de um sopro inocente?

Os SI parecem resultar da turbulência do sangue na raiz das grandes artérias, principalmente na da aorta, ao sair do coração. Os sons também podem corresponder a vibrações das estruturas musculares e vasculares, durante a fase de expulsão do sangue pelo coração, são o fator responsável pelos SI. A tonalidade musical destes sopros também pode ter origem nos chamados falsos tendões, que são umas estruturas tipo corda, normais, que existem dentro do coração, e que vibram quando o sangue passa por elas, tal e qual a corda de uma guitarra. São normais e com o crescimento do coração perdem significado, pelo que os sopros originados por estas estruturas desaparecem, geralmente, no início da puberdade. Ler Mais...

Crianças altas

As atenções centram-se geralmente mais nas crianças baixas do que nas crianças altas, que são as que têm uma estatura superior ao percentil 95 para a idade e sexo. As crianças altas não têm geralmente doença orgânica, embora em alguns casos raros a alta estatura possa ser um dos sinais precoces de doença (algumas doenças genéticas, gigantismo, puberdade precoce, etc)... Ao crescerem, as crianças de grande estatura podem ter problemas psicológicos derivados do facto de serem muito mais altas do que as da mesma idade, na escola ou no liceu, e principalmente as do sexo feminino. Por outro lado, podem sofrer de problemas ortopédicos, principalmente na adolescência, quando crescem muito subitamente, sem o intervalo de tempo necessário para se adaptarem às novas dimensões do corpo. Ler Mais...

Sopros cardíacos

A larguíssima maioria (designados por sopros inocentes) ocorre na ausência de qualquer anomalia anatómica ou fisiológica do coração e não está associada a doença cardiovascular. Por outras palavras, um sopro inocente é qualquer sopro produzido por um sistema cardiovascular normal. Os sopros inocentes resultam da turbulência do sangue na raiz das grandes artérias, principalmente na da aorta, ao sair do coração (e o sangue, nas crianças, circula a alta velocidade), ou das vibrações das estruturas musculares e vasculares, durante a fase de expulsão do sangue pelo coração. A tonalidade musical destes sopros tem frequentemente origem nos chamados «falsos tendões», que são umas estruturas tipo «corda», normais, que existem dentro do coração, e que vibram quando o sangue passa por elas, tal e qual uma «corda de guitarra». São normais e com o crescimento do coração perdem significado, pelo que os sopros originados por estas estruturas desaparecem, geralmente, no início da puberdade. Ler Mais...

Gânglios

Muitos pais ficam preocupados, quando não mesmo em pânico, ao descobrirem que a sua criança tem «gânglios». Pode ser porque, ao lhe darem banho, sentiram esses altos na cabeça ou no pescoço, pode ser ao fazer-lhe uma festa, ao tocar-lhe, ou porque a criança se queixa que lhe dói. Outras vezes os gânglios são acompanhados de outros sintomas: febre, mal-estar, dores de barriga ou de garganta. E, claro, pensa-se muitas vezes o pior, dado que a palavra «gânglio» está associada a tuberculose, a tumores, leucemias, e outras doenças graves. Felizmente, porém, essas situações são raras e o encontrarem-se gânglios na criança - sejam os normais, sejam aumentados de tamanho -, corresponde na maioria das vezes a situações banais e francamente benignas, quando não mesmo um estado normal da criança, sobretudo nos primeiros anos de vida. Os gânglios (ou mais corretamente «gânglios linfáticos») são órgãos que fazem parte do sistema linfático, sistema este essencial para a defesa contra as infeções e as inflamações, ou qualquer ataque de agentes exteriores e interiores. Assim, a função dos gânglios linfáticos e do sistema linfático em geral, é atuarem como filtro ou barreira, retendo as substâncias consideradas nocivas ou reagindo especificamente através de processos imunológicos à presença de produtos estranhos. Outra função dos gânglios linfáticos é a produção de anticorpos, tão necessários durante toda a vida, mas particularmente na idade infantil. Os gânglios linfáticos agrupam-se regionalmente (tipo «cachos»), e drenam áreas anatomicamente bem definidas. Nas crianças, a importância dos gânglios linfáticos é enorme, dada a relativa imaturidade dos restantes mecanismos de defesa. Em relação ao adulto, o tecido linfático existe em quantidade superior, aumentando progressivamente até à puberdade, altura em que sofre uma involução. É assim normal e natural encontrarem-se gânglios na criança, sobretudo nas crianças mais magras embora em algumas mais «redondas» os gânglios possam ser superficiais e, portanto, acessíveis ao contacto com as nossas mãos, especialmente no pescoço, na axila e na região das virilhas. Estes gânglios são geralmente de pequeno tamanho, pouco consistentes, sem sinais inflamatórios, bem móveis e indolores. A percentagem de crianças saudáveis desta idade em quem os gânglios linfáticos são palpáveis é superior a cerca 90% para os da virilha e do pescoço. Ler Mais...

Conselho sobre amigdalites

Por vezes as amigdalites repetem-se porque o tratamento antibiótico não é totalmente eficaz. Podem existir micróbios semi-resistentes aos antibióticos normalmente utilizados e, após o tratamento, estes decrescem (melhorando os sintomas) mas nunca chegam a desaparecer por completo. Passados uns dias já recrudesceram novamente e voltam a dar sintomas. Esta situação é, muitas vezes, consequência de tratamentos com antibióticos feitos sem critérios, por tempo inadequado, com doses incorretas e sem uma verdadeira avaliação da necessidade. Se uma criança tiver amigdalites de repetição, é conveniente fazer uma análise ao exsudado («pontos brancos») das amígdalas, antes do antibiótico, para perceber qual o micróbio que por lá anda e qual a sua sensibilidade em relação aos antimicrobianos. Ler Mais...

Como é que os gémeos são concebidos?

Os gémeos idênticos ou monozigóticos são produzidos quando um único óvulo é fertilizado por um único espermatozóide e depois o ovo divide-se em dois. Os bebés podem partilhar a membrana ou saco amniótico que os envolve no útero. Dependendo de quando o ovo se divide, também podem partilhar a placenta. Assim, os gémeos idênticos são do mesmo sexo e parecem iguais pois partilham o mesmo conjunto genético. Os gémeos não idênticos ou dizigóticos resultam de dois ovos fertilizados por espermatozóides diferentes na mesma altura e assim cada um tem o seu conjunto genético próprio e individual. Cada feto tem também o seu próprio saco amniótico e placenta. Ler Mais...
Fotos de puberdade | Para Pais.