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Jogos

As crianças adoram-nos. E em todos os grupos há sempre uma ou um jovem adolescente que tem um jeito especial para lidar com os mais pequenos e está pronta(o) para exercitar o seu instinto maternal ou paternal. Inventa jogos diversos que os entretém - caças ao tesouro, jogos olímpicos na praia, escavações - vai com eles ao banho, conta histórias. Descubram-no (a) e, se o(a) conhecem e confiam nela ou nele, peçam ajuda para terem alguns momentos para vocês próprios. Ler Mais...

Cada filho é uma novidade

No segundo já se sabe que espirrar não é sinónimo de pneumonia e já não se esterilizam biberões até aos 2 anos...o terceiro já anda pelo chão da casa, e na praia come areia à vontade...mas à parte este «saber, de experiência feito», cada filho representa uma surpresa, quase como um daqueles ovos de chocolate que abrem e têm sempre alguma coisa que não conhecemos. A comparação é obviamente inevitável, dado que é demasiado tentadora: mas o João andou aos 12 meses, mas a Maria disse «papá» aos 7 meses, mas, mas, mas…é mal compararmos os nossos filhos com qualquer outro, muito mais quando já passámos a experiência e temos outro ou outros lá em casa. Em primeiro lugar, porque dentro de nós está sempre a necessidade de nos certificarmos que os nossos filhos estão bem, em todos os aspetos, designadamente no desenvolvimento; depois, porque somos pais e temos orgulho nos nossos filhos, e dá-nos prazer e sentimo-nos bem se virmos as suas façanhas em termos comparativos com os outros. É normal e natural, e se não for exagerado em qualquer dos sentidos, é desejável e saudável. Mas cada filho é «uma caixinha de surpresas», toda a vida. O mesmo ambiente, as mesmas regras, a mesma família, mas desde a constituição genética (salvo gémeos monozigóticos) à maneira como vão evoluindo no sentir, pensar, raciocinar, e como as diversas células dos diversos órgãos vão crescendo e se desenvolvendo, tudo é diferente. Muito diferente. Por outro lado, não se deve passar a vida a lutar contra o que julgamos ser os defeitos da criança, mas sim entendê-la como ela é e tentar redirigir esses «defeitos» para que, operacionalmente, se transformem em virtudes. Além disso, olhar para as partes que cremos positivas e desenvolver as potencialidades será melhor, em termos de presente e de futuro. Uma criança permanentemente posta em questão, censurada, admoestada crescerá no desânimo, hipocrisia e mesmo mentira, culpabilizando-se, não se sentindo amada e acabando por correr riscos de se tornar um adolescente ou adulto narcísico e infeliz. A diferença entre irmãos ultrapassa a referente à idade e sexo. Temperamento, interesses, características da personalidade, resiliência, vulnerabilidade, sensação de segurança, equilíbrio entre ousadia e regressão, desenvolvimento físico e cognitivo, talentos e capacidades, apetências, desempenhos, parecenças físicas e...e embora tudo isto possa constituir para os pais motivos de regozijo e encanto, pode também representar frustração e confusão, se as fasquias e projeções forem outras. E estes e outros sentimentos podem ir levando a algum desinvestimento afetivo e energético dos pais. Ler Mais...

E quanto à organização dos espaços?

8. Adequação aos objectivos -O parque responde às necessidades motoras, lúdicas e estéticas dos utentes? Permite uma variedade suficiente de actividades que respeite as necessidades para um desenvolvimento harmonioso da criança e do adolescente? E inspira tranquilidade e sensação de bem-estar? É bonito? Integra-se na natureza? -As actividades e equipamentos estão naturalmente separados, sem barreiras físicas exageradas, mas encaminhando os diversos interessados e as diversas idades para uns e para outros, de uma forma natural, minimizando os riscos de conflitos ou de acidentes? -Têm equipamentos que estimulem a experimentação e a ousadia (ainda bem, e se o fazem, é de modo controlado e seguro)? -Os bebés e crianças até 3 anos têm «o seu cantinho»? 9. Segurança dos equipamentos e do mobiliário urbano -Existem arestas vivas que possam ferir as crianças? E pregos, lascas de madeira ou de tinta? Ferrugem? Junções sensíveis? E superfícies de metal que, por estarem inadequadamente expostas ao sol, aquecem tanto que dá quase para estrelar um ovo? -E a zona junto aos bebedouros e aos sanitários, tem pavimento antiderrapante? e as sebes? Não produzem bagas daquelas muito bonitas, mas extremamente venenosas, pois não? Não têm picos ou pontos cortantes? E as árvores? Não são das que são mais alergéneas? -Os equipamentos têm zonas de segurança à sua volta e entre eles, para ampararem e amortecerem eventuais quedas e, por outro lado, impedirem choques de crianças que correm de umas para as outras, no processo de «entra-sai, entra-sai»? -Há caminhos por onde passear? E caminhos separados para as bicicletas, skates, patins em linha, etc, sem andar a tropeçar nos triciclos, nos bebés e nos outros peões? -E as fundações dos equipamentos? Estão todas bem profundamente enterradas, não estão, sem nada à mostra? E garantem a estabilidade e a resistência dos escorregas, baloiços e outros equipamentos? -E os próprios equipamentos? Não têm farpas, arestas, superfícies abrasivas? Não têm aberturas que entalem pés, dedos ou mesmo cabeças? Nem pontos que favoreçam quedas? Os assentos dos baloiços não são em ferro, dado que este material pode causar pancadas com consequências graves? E o acesso aos baloiços está devidamente resguardado para evitar que as crianças corram o risco de correr para o baloiço e serem apanhadas pelo movimento deste, em golpe de cutelo? -Os escorregas estão virados contra o Sol (para Norte), se forem de metal? E não têm nenhum ponto onde a criança ou a roupa da criança possam ficar presas enquanto escorrega (porque pode originar estrangulamentos ou amputações de dedos, ou no mínimo, entalões). E a posição terminal da rampa é horizontal, em pelo menos meio metro, e a menos de 35 cm (palmo e meio) do chão, acabando numa caixa de areia de pelo menos 30 cm de espessura e com amplitude para aceitar todo o tipo de que- das (quem nunca escorregou de cabeça para baixo ou de lado? É isso que as crianças vão fazer, ou não fossem crianças...). 10. Por fim, o mais importante - as superfícies de impacto -É o ponto mais importante. Admitindo que o terreno tem uma boa drenagem de água, sem a qual o revestimento será sempre medíocre, há materiais que NUNCA deverão estar nas áreas dos equipamentos e nas respectivas áreas de segurança à volta deles: betão e cimento. Estes materiais só devem existir nos caminhos ou espaços em que não é possível uma queda em altura. O resto da superfície tem de ser de areia (com um mínimo de 30 cm de altura), materiais sintéticos amortecedores, casca de pinheiro, «bago de arroz» ou equivalente. -É igualmente importante que o espaço à volta do equipamento não tenha muretes nem rebordos ou outros obstáculos. Quando uma criança cai, cai para o lado ou para a frente, não cai para debaixo do equipamento. A área de segurança amortecedora deve ter pelo menos 1,5 metros livre de obstáculos para cada lado. -Nas áreas que não sejam de «aterragem» ou de «queda», poderá haver relva, que dá sempre um acabamento agradável e bonito. Ficam aqui algumas chamadas de atenção para pormenores que são muito importantes para se conseguir um espaço de jogo seguro e divertido. Peçam às próprias crianças (a partir dos 4-5 anos elas alinham) que vos ajudem neste jogo de detectar aspectos perigosos. É uma boa maneira de passar o tempo, e elas podem ajudar a preencher este check-list. Se o parque/espaço em questão é perigoso, façam queixa à autoridade. Mobilizem a comunidade, os meios de comunicação locais e outras instâncias. Falem com os pais e as famílias que conhecem e não levem as crianças para lá. A mesma exigência deverá ser aplicada se o espaço de jogo pertence ao jardim-de-infância ou à escola. Não se esqueçam que, para lá das maçadas e do aborrecimento que é um dos vossos filhos sofrer um acidente, a responsabilidade recai também sobre vós, pais e educadores, se tendo detectado e situações perigosas, nada fizeram para as contrariar ou evitar. Ler Mais...

A empresa anda a falar em excesso de pessoal – podem despedir-me quando estou em licença de parto?

O seu empregador estará a quebrar a lei se considerar que você está a mais porque está grávida ou em licença de parto. Este é um exemplo de discriminação sexual, uma vez que não podem tratar um homem da mesma forma. No entanto, se a razão for legítima e não estiver relacionada com a sua gravidez, e se não a estiverem a tratar com menos vantagens porque está grávida, então isso é permitido. Ler Mais...

Açucar e Mel

O açúcar só serve para fornecer calorias. Em boa regra, os produtos com sacarose só deveriam ser comidos quando fosse preciso uma reposição energética rápida, o que não acontece nas crianças desta idade, pois não têm aulas de desporto intenso nem fazem exercícios intelectuais pesados O significado dos doces ultrapassa os aspetos meramente alimentares - recompensa, festa, apreciação positiva. Contudo, temos de fazer todos - pais, educadores, família, sociedade em geral - um grande esforço para diminuir o consumo de doces e de açúcar. Não há qualquer razão para adicionar açúcar aos alimentos. As crianças habituam-se ao sabor do que comem e não têm «fome» de doces, a menos que estejam numa situação de hipoglicemia. Será exagerado dizer que o açúcar é um veneno, mas se pusermos aspas na palavra já estamos a dizer uma verdade. É neste grupo etário que se estabelecem hábitos e se faz a prevenção. Mesmo que se arranjem alguns conflitos, vale a pena, se pensarmos no futuro dos nossos filhos. E nunca se deve fazer uma restrição total, evidentemente, apenas uma racionalização do consumo. Não levar doces para a escola, por exemplo quando há aniversários, poderá ser um bom exercício. Ler Mais...

Da última vez tivemos tantas visitas no hospital que ficamos exaustos. Posso evitar isso?

A maioria das pessoas prefere fazer a visita quando você ainda está no hospital. No entanto, muitas pessoas, mesmo família chegada, quando a visitam em casa, preferem avisar primeiro. Se já sabe com antecedência como se vai sentir, então desta vez tem de ser firme e deixar que as pessoas saibam o que quer. É possível fazer isso de forma diplomática, sem ofender ninguém, dizendo simplesmente aos amigos, e provavelmente à família, que gostaria de estar sossegada, só com o seu companheiro e filhos durante os primeiros dias, para recuperar e conhecer o seu bebé. A maior parte das pessoas irá compreender esse sentimento e não se importará de esperar alguns dias até que você se sinta pronta para os receber. Se lhe derem alta do hospital muito cedo. Será mais fácil controlar o fluxo de visitas, pois será você a organizá-las de acordo com os seus interesses. Poderá então dispor do tempo que quiser para se adaptar a uma nova vida de família. Ler Mais...
Fotos de piriquito de adolescente | Para Pais.