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O que devo fazer com o piercing do meu umbigo?

Se está grávida e tem um piercing no umbigo, a sua parteira decerto recomendará que retire qualquer peça de metal do seu umbigo durante a gravidez. Algumas mulheres seguem este conselho, mas muitas mulheres não querem arriscar retirar o seu piercing e ter de voltar a colocá-lo depois o bebé nascer, portanto tentam continuar a usar o acessório no umbigo durante a gravidez. Você pode usar um acessório chamado retainer. Devido à popularidade dos piercings no corpo, este foi produzido para ajudar as mulheres grávidas a manterem os seus piercings conforme a sua silhueta vai mudando. São feitos de uma substância macia e flexível chamada PTTE (politetrafluoretileno), em diversas famas, e tem duas bolas acrílicas atarrachadas nas pontas. Há uma grande variedade de tamanhos e estilos para as mulheres escolherem. Como regra geral, deverá escolher um retainer que seja pelo menos 4 mm mais comprido do que o tamanho do acessório que costumava usar. No entanto, como pode imaginar, cada barriga é diferente e sem dúvida irá mudar de tamanho com o progredir da gravidez. O factor importante é que o seu retainer nunca belisque a sua pele - se sentir que o seu retainer lhe está a causar desconforto, então compre um tamanho maior. Ler Mais...

Atenção!

As pessoas que têm asma não são doentes, embora possam ter episódios de doença. Pelo contrário: são pessoas que têm uma exigência de qualidade muito grande relativamente àquilo que os seus brônquios permitem que entre no organismo. Tal como as pessoas com eczema em relação à pele, as que têm colite com o intestino, etc. Não somos genética e estruturalmente feitos para a poluição e todos os mecanismos agressores que nos rodeiam. A maioria das pessoas adapta-se. Outras não. São mais exigentes em termos de qualidade. Não são doentes por isso. Mas pagam o preço, que são os episódios de doença. Ler Mais...

Sinais e sintomas

  • febre (de início súbito, em «picos»»);
  • arrepios;
  • aspeto tóxico (ar gravemente doente);
  • alterações do estado mental;
  • irritabilidade;
  • letargia;
  • ansiedade e agitação;
  • má resposta a estímulos;
  • coma;
  • choque;
  • pele fria;
  • palidez;
  • cianose;
  • sinais na pele (hemorragias) – petéquias («picadas de alfinete»), equimoses («nódoas negras), gangrena (por falta de oxigenação).
O exame aponta para o diagnóstico embora, muitas vezes, a ausência das lesões da pele possa atrasar o diagnóstico. Por vezes há sinais e sintomas das doenças associadas (meningite, epiglotite, pneumonia, celulite, artrite ou outros). Os testes que se efetuam incluem a hemocultura, a punção lombar, a análise das lesões da pele, análises ao sangue (designadamente para ver como está a coagulação a funcionar), etc. Uma septicemia exige imediato internamento hospitalar, numa unidade de cuidados intensivos ou de infeciologia especializada. O choque séptico tem uma mortalidade muito elevada (superior a 50%), estando muito dependente da precocidade do início do tratamento e da sua adequação. Ler Mais...

Septicemia

A septicemia é uma doença muito muito grave, rapidamente progressiva e potencialmente fatal, que pode surgir no decurso de uma infeção inicialmente localizada, por exemplo a partir do aparelho respiratório, genito-urinário, gastrointestinal ou a partir da pele. Pode preceder ou coincidir com infeções ósseas (osteomielite), do sistema nervoso central (meningite) ou outros tecidos. A septicemia pode levar rapidamente ao choque séptico, com colapso circulatório e consumo dos fatores de coagulação, hemorragias de diversa índole e, finalmente, à morte. O início da septicemia é caracterizado por arrepios e febres altas, em «pico», respiração acelerada e batimentos cardíacos rápidos. A pessoa afetada tem um aspeto de estar «gravemente doente», tóxico, com muito mau estado geral. Estes sintomas progridem muito rapidamente para choque séptico, com diminuição da temperatura do corpo, queda da tensão arterial, estado mental de confusão e problemas graves na coagulação, aparecendo na pele petéquias (como picadas de alfinete) e equimoses («nódoas negras»). O tratamento adequado das infeções localizadas pode evitar as septicemias. As vacinas, como as que existem contra o Haemophilus influenzae, o pneumococo ou o meningococo C, reduzem a incidência destas doenças e, portanto, a possibilidade de septicemia. Por outro lado, quando existe um caso detetado, numa escola, infantário ou local de trabalho, a profilaxia feita aos contactos permite reduzir o risco. Ler Mais...

Como atuar perante maus-tratos?

É prioritário defender e proteger a criança, designadamente a sua vida e saúde, tendo em conta que mesmo os casos aparentemente «suaves» podem, rápida e inesperadamente, aumentar de gravidade, pondo em risco a integridade física e psicológica da criança. A proteção da criança passa sempre pela garantia do seu melhor interesse. Neste sentido, para além da sua proteção, a recuperação da família deverá ser um passo e um objetivo essencial, por muito que choque às vezes o público em geral, mas uma atuação firme de denúncia e de inaceitabilidade deste tipo de comportamentos não é incompatível com uma visão mais a longo prazo e de envolvimento da família, mesmo que os abusadores devam sempre ser denunciados pela prática destes crimes. Os maus-tratos físicos são agressões à integridade física da criança e podem deixar sequelas físicas e psicológicas. A tipologia das lesões é variável, desde nódoas negras, fraturas, queimaduras (líquidos, água, cigarros, metais, etc.), a feridas e lacerações ou lesões externas e internas, podendo atingir a pele, os órgãos internos ou os olhos, crânio, genitais, abdómen, boca, nariz e orelhas. São comuns as lesões intracranianas, designadamente as lesões oculares, muitas vezes isoladas e, portanto, mais impercetíveis, como na chamada «síndroma do abanão do bebé», em que a criança é violentamente abanada pelos ombros, podendo daí resultar hemorragias retinianas graves ou lesões cerebrais com consequências nefastas. Ler Mais...

Da última vez tivemos tantas visitas no hospital que ficamos exaustos. Posso evitar isso?

A maioria das pessoas prefere fazer a visita quando você ainda está no hospital. No entanto, muitas pessoas, mesmo família chegada, quando a visitam em casa, preferem avisar primeiro. Se já sabe com antecedência como se vai sentir, então desta vez tem de ser firme e deixar que as pessoas saibam o que quer. É possível fazer isso de forma diplomática, sem ofender ninguém, dizendo simplesmente aos amigos, e provavelmente à família, que gostaria de estar sossegada, só com o seu companheiro e filhos durante os primeiros dias, para recuperar e conhecer o seu bebé. A maior parte das pessoas irá compreender esse sentimento e não se importará de esperar alguns dias até que você se sinta pronta para os receber. Se lhe derem alta do hospital muito cedo. Será mais fácil controlar o fluxo de visitas, pois será você a organizá-las de acordo com os seus interesses. Poderá então dispor do tempo que quiser para se adaptar a uma nova vida de família. Ler Mais...
Fotos de pessoas negras com piercing no humbigo | Para Pais.