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Sarna

A sarna é uma irritação cutânea, causada pela infestação da larva de uma parasita que se introduz debaixo da camada mais superficial da pele. As borbulhas que aparecem na pele traduzem a reação alérgica aos ovos e fezes dos parasitas. O nome «escabiose», que designa a sarna, vem de uma palavra latina que significa «coçar» - este é o sintoma principal da sarna. A transmissão da sarna faz-se através do contacto pele com pele, com uma pessoa infetada, e o parasita é muito contagioso. Apesar de estar associada a «porcaria», a verdade é que qualquer criança pode apanhar sarna. A transmissão da sarna faz-se através do contacto pele com pele, com uma pessoa infetada, e o parasita é muito contagioso. Apesar de estar associada a «porcaria», a verdade é que qualquer criança pode apanhar sarna. Os sintomas e sinais são comichão muito intensa e aparecimento na pele de uns altos, pequenos, avermelhados, espalhados pelo, corpo mas mais vulgares entre os dedos, nos punhos, parte externa do cotovelo, axilas, parte de baixo da barriga e região genital. É raro o envolvimento da cara. Além das borbulhas, surgem também umas linhas vermelhas, finas, que correspondem aos túneis que as larvas fêmeas escavaram debaixo da pele, para colocar os ovos. A comichão é tão intensa que impede de dormir, e piora com o banho ou à noite. Se a criança se coçar muito, podem surgir lesões de coceira e infeção. Os sintomas e sinais podem demorar um mês a aparecer, se for o primeiro contacto com o parasita, ou apenas dois dias, se já tiver havido infestação anterior. Num caso suspeito, há que consultar o médico-assistente ou um dermatologista. Este poderá examinar uma amostra de pele ao microscópio, encontrando as larvas ou os ovos. No total, a infestação não ultrapassa geralmente as dez larvas. O tratamento tem dois objetivos: diminuir a comichão e matar o parasita (através da aplicação de uma loção ou creme especial). É essencial seguir à risca as indicações do médico. Embora não seja claro se a sarna se transmite pelos lençóis, será melhor lavar a roupa num programa quente, bem como os bonecos de peluche. Se houver algum que não possa ser lavado, deverá ser guardado num saco de plástico fechado, durante uma semana. O infantário ou jardim-de-infância deverá ser avisado. Ler Mais...

Estou com 32 semanas e sinto muitas dores na pélvis – qual a razão disto?

Um leve desconforto pélvico é um sintoma comum na gravidez pois os seus ligamentos ficam mais flácidos devido ao aumento dos níveis das hormonas relaxina e progesterona na gravidez. Estas alterações na sua pélvis preparam o seu corpo para o parto. Essa sensação é bastante normal e acontece à maior parte das mulheres grávidas. Se a sua pélvis continuar a dar-lhe desconforto, pode tentar adaptar o seu dia-a-dia de forma a aliviar os sintomas. Mantenha as pernas juntas e rode-as quando entrar ou sair do carro ou da cama. Pense nas suas actividades para o dia e planeie os seus movimentos com antecedência para não agravar nenhum desconforto que possa sentir. Evite usar saltos altos e descanse sempre que o desconforto for mais acentuado. Se sentir dor nessa zona, peça conselho médico. Um desconforto mais extremo que cause dor crónica pode ser sinal de disfunção da zona pélvica, o que exige tratamento e apoio conforme a gravidez vai progredindo. A forma mais comum de disfunção pélvica é a disfunção da sínfese púbica (DSP), a qual é causada pelo mau funcionamento da articulação púbico. Ler Mais...

Conselho sobre obstrução nasal

Os pais e educadores devem estar muito atentos ao nariz das crianças, e tratá-lo de forma a garantir a sua permeabilidade. No entanto, há que tomar em atenção o seguinte: a parede do nariz (mucosa) é muito frágil (exatamente por ser fina e muito vascularizada). Qualquer agressão (cotonete, aspirador de secreções, limpezas bruscas, etc.) pode lesar a parede do nariz e provocar a resposta por parte deste que é a secreção de ainda mais ranho. Ensinar e insistir para se assoar é a medida mais eficaz. Ler Mais...

Quais são as taxas de sucesso dos tratamentos de fertilidade?

As taxas de sucesso são muito variáveis, dependendo dos tratamentos utilizados e da saúde do casal. Se quiser saber a taxa de sucesso de clínicas individuais pode perguntar pela taxa de gravidez iniciada por ciclo". Esta informação é disponibilizada por cada clínica. Acima de tudo os casais tem uma maior taxa de sucesso se a idade da mulher for de 23-39 anos, tenha estado grávida ou tenha tido um bebé, e tenha um peso normal (um índice de massa corporal entre 19 e 24). Quanto mais velha for uma mulher menos hipóteses tem de engravidar. Os números mostram que em cada 100 mulheres entre os 23 e os 35 anos, mais de 20 engravidarão depois de um ciclo de FIV; dos 36 aos 38 anos, engravidarão cerca de 15; aos 39 engravidarão cerca de 10; e nas mulheres com mais de 40, engravidarão cerca de 6. Ler Mais...

As diferenças bio antropológicas

Até há cerca de 20 anos pensava-se que os rapazes e as raparigas eram iguais, tudo dependendo de como os pais e os restantes adultos os tratavam. As catadupas de investigação entretanto surgidas mostram que há diferenças neuro comportamentais, para além das evidências anatómicas. E essas diferenças, constatadas no cérebro e nas funções cerebrais, condicionam sentimentos, modos de apreciar os eventos e comportamentos. Esta forma diferente de «estar», que tem a ver com desígnios antropológicos muito antigos, inclui os comportamentos em áreas como o risco e a gestão do risco, expressão da agressividade, capacidade de aprendizagem, maturidade, visão a longo prazo, traduzindo-se em diferenças, por exemplo, nos comportamentos de risco acrescido ou nos acidentes. A linguagem é um bom exemplo das diferenças de género, como a atenção ou o campo visual. A evolução genética não muda da noite para o dia - o caçador ou guerreiro tinha de ter um campo visual estreito, para fixar a presa ou o inimigo e perceber os sinais indiretos da sua presença. Não podia, pois distrair-se com estímulos acessórios e laterais. Da mesma forma, as respostas orais tinham de ser lacónicas, curtas, secas. As mulheres, pelo contrário, na sua condição de cuidadoras e guardadoras das crianças, em espaços circulares fechados, tinham de ter um campo visual alargado e perceber rapidamente o ambiente que as rodeava. E como uma das suas funções era entender a trama do tecido social, a chamada «intriga», tinham de falar demoradamente, descrevendo tudo o que podiam, atendendo a todos os estímulos presentes. Nas salas de aula ainda se observam bem estas diferenças, na atenção, na maturidade, na assunção de responsabilidades e no tempo que as crianças aguentam certas atividades, entre outros exemplos. A colocação dos rapazes e das raparigas numa sala de aula, no jardim-de-infância, é essencial: eles deverão estar na linha da frente e elas poderão estar mais atrás, por exemplo quando se está a contar uma história, tentando diminuir os estímulos distrativos (luzes, vozes, reflexos, etc.) que afetarão mais a eles. Um dos órgãos responsáveis pelo sistema emocional cerebral é a chamada amígdala (que nada tem a ver com as amígdalas da garganta), onde se gerem muitas das emoções negativas, e que se desenvolve mais cedo e melhor nas raparigas. Isto faz com que, desde muito pequenas, elas consigam melhor transmitir os seus sentimentos em comunicação verbal ou outra, enquanto os rapazes ficam mais atrapalhados nessa conversão, podendo bloquear por impossibilidade de expressar o que sentem antes de o interlocutor «contra-atacar». Outra diferença marcante, sobretudo depois do ano e meio tem a ver com a exploração dos locais e das situações novas: os rapazes são geralmente mais ousados, mais ativos fisicamente, praticando o que se chamam as «dependências dominantes». As raparigas não são menos ativas perante o meio e as pessoas, mas exploram-no de outra maneira, com menos imposição «fálica», e mais sedução e charme. Exploram o que se denomina por «dependência íntima», que passa pelo toque suave e pelo colo. Dado que também têm uma melhor motricidade fina, mais precocemente do que os rapazes, entretêm-se mais cedo com atividades calmas e manuais do que eles, que são mais atabalhoados nos gestos e preferem o exercício do corpo de forma global, lido por vezes pelos pais como comportamentos «abrutalhado». Ler Mais...

Seringas

E um perigo nas praias, mas é a realidade em que vivemos, e isto apesar do sucesso da campanha de trocas. Ensinem os vossos filhos a não mexer em seringas que eventualmente encontrem. Faça uma vistoria da areia onde a criança brinca e... cruzem os dedos. E não se esqueçam: a prevenção começa cedo e o melhor é tratar as seringas como instrumentos de diagnóstico e de terapêutica, ou seja, dar às crianças seringas para brincarem, como recompensa de terem levado uma injeção, é brincar com o fogo. Ler Mais...
Fotos de perereca com sarna | Para Pais.