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Hidrocelo

O hidrocelo é a acumulação de líquido à volta dos testículos, nas bolsas escrotais. Muitas crianças nascem com um certo grau de hidrocelo, que depois vai-se absorvendo. Noutras o hidrocelo mantém-se ou aumenta, e noutras ainda, tem períodos de intensidade muito variável. Chega por vezes a parecer pedra. O hidrocelo não provoca dor, mas pode ser desconfortável e causar receio na criança. Se o escroto estiver muito encarnado, quente e inchado, com dor violenta, pode ter havido uma torção do cordão espermático, que segura o testículo, e é uma emergência médica. Alguns hidrocelos estão associados a hérnia inguinal. Se a tendência é não passar ou agravar-se, a criança deverá ser examinada por um cirurgião pediatra. Quando tudo se resolver, também é bom ver se não ficou alguma hérnia residual - a ecografia pode permitir esse diagnóstico. Ler Mais...

Na minha primeira consulta pré-natal terá de me ser feito um exame interno?

Não é provável que lhe façam um exame interno na sua primeira consulta. Há mais ou menos vinte anos, quando os testes de gravidez feitos em casa não eram tão fiáveis e as ecografias não eram tão comuns, um exame interno era a melhor forma de confirmar e datar a gravidez. A parteira ou o médico colocavam dois dedos na vagina e pressionavam na parte baixa do abdómen com a outra mão, para determinar o tamanho do útero. Hoje em dia há poucos casos em que seja recomendado um exame interno durante o início da gravidez. Se tiver uma infecção, como infecção fúngica, um exame interno facilita a observação da vagina para detectar qualquer sinal de infecção e para retirar uma amostra de tecido com uma espécie de cotonete de algodão. O esfregaço é enviado para um laboratório para examinar e se poder fazer o tratamento adequado. Se tiver sangramento vaginal, poderá fazer um exame interno com um espéculo (um instrumento com a forma de um bico de pato, usado para testes ginecológicos) para permitir ver o cólo do útero: uma pequena erosão na superfície é uma causa comum de sangramento na gravidez. Embora os exames internos não sejam agradáveis, é importante tentar descontrair para ajudar os músculos da vagina a relaxar e a alargar, e assim evitar o desconforto. Muitas mulheres acham que ajuda respirar lenta e regularmente durante o exame. Ler Mais...

Ser mãe…

Basta ler Brazelton, Bowlby e tantos outros, para entender a necessidade da mãe no equilíbrio das emoções e dos afetos, bem como na promoção de um desenvolvimento harmonioso. Não apenas a mãe, claro, mas também ela. Só é mãe quem quer pelo menos, na larga maioria dos casos e sê-lo obriga a opções, a escolhas e a decisões. A realidade mudou e as mães hoje em dia são trabalhadoras, com as necessidades económicas, progressão na carreira, realização profissional, vontade de se darem com outras pessoas, de sairem e diversificarem o dia-a-dia ou de serem independentes em termos monetários. Na sociedade portuguesa, o trabalho da mulher é, para a maioria, um imperativo económico, e se trouxer mais folga económica, com o consequente bem-estar dos elementos familiares, a criança será a primeira a beneficiar disso. Mas, indirectamente, no ponto de vista do bebé, esta opção colide com um dos seus melhores interesses: o acompanhamento por aquela que pode, melhor que ninguém, dar-lhe segurança, tranquilidade, estímulo e protecção. A importância das mães nos primeiros anos de vida É indiscutível que os três primeiros anos de vida são essenciais para o desenvolvimento da personalidade, do equilíbrio dos afectos, numa palavra, da pessoa. E se, as mulheres podem compensar em qualidade o que falta em quantidade, também não é correto «inverter o bico ao prego» e achar que «tanto faz». Os grandes pediatras do desenvolvimento são unânimes em afirmar ser desejável que as mães acompanhem mais as crianças, e que, se por um lado não se podem nem devem ser culpabilizadas, também não se pode passar uma esponja sobre o assunto, ilibando os responsáveis políticos, sindicais e sociais. A solução como sabemos é colocar as crianças nos atendimentos diurnos (amas, creches, infantários), que são um local onde os ritmos biológicos têm que se moldar à média e aos constrangimentos organizativos. Onde o risco de infecções é cerca de dez vezes superior. Sem pôr em causa a dedicação e a competência profissional de dezenas de milhar de educadoras, auxiliares, cozinheiras, directoras e demais, que fazem das creches e infantários «o melhor lugar possível», não posso deixar de pensar, como pediatra, que a estadia de tantas crianças das nove da manhã às sete da tarde num local sem a mãe e sem o pai, ficando a interacção entre esta e o filho limitada a um par de horas sobrecarregadas com rotinas diárias que consomem tempo e energia, nas piores horas do dia em termos de disponibilidade e cansaço tem efeitos nocivos para os bebés. E para as mães e pais, também. Ler Mais...

Qual o papel da água na alimentação do bebé?

«Água ao melro, que lhe seca o bico «Água e vento são meio sustento.» (ditados populares)

Só existe um alimento líquido na Natureza: a água, e não é possível viver sem ela. Tudo o resto tem «a mão do Homem». Por todas as razões, o líquido escolhido para matar a sede e hidratar deve ser a água. A água é, o principal componente do nosso organismo. Ao nascer, o corpo de uma criança tem cerca de 75% de água e, embora esta quantidade se vá reduzindo até à idade adulta, queda-se pelos 60% nessa idade, ou seja, mais de metade do nosso corpo reduz-se a água. A água tem uma função fundamental na vida: serve para regular a temperatura, reparar e construir células e tecidos orgânicos, elaborar secreções, transferir nutrientes e eliminar substâncias indesejáveis, entre muitas outras funções. As quantidades de água que são necessárias a cada pessoa dependem de vários fatores: idade, peso e estatura, temperatura ambiente, atividade desenvolvida, doenças, etc. Sem comer, uma pessoa pode sobreviver até cerca de 40 dias, consoante as reservas que tiver. Sem água, contudo, morrerá certamente ao fim de uma semana, ou muito antes, se se tratar de uma cnança. Mesmo na ausência de diarreia, febre ou vómitos, o corpo humano perde constantemente água através da respiração, do suor, da urina e das fezes. Quanto às crianças, por razões lógicas, a situação é muito sensível. Basta cerca de 4% de perda súbita de água {que para uma criança de 10 quilos, por exemplo, equivale apenas a 400 gramas, uma perda facilmente atingível perante vómitos e/ou diarreia, sobretudo se houver também febre), para poderem aparecer sintomas que, rapidamente, podem tornar-se graves. Muitas vezes os pais estão tão preocupados em baixar a febre e dar medicamentos que se esquecem de oferecer água mais frequentemente às crianças, e regista-se uma ligeira desidratação que causa, por si, um aumento da temperatura, criando-se um círculo vicioso. Logo, à pergunta que muitas vezes me colocam no consultório se podem ou não dar água aos bebés a resposta ó: os bebés precisam de água mas, em condições normais, ou seja. sem calor em demasia e saudáveis, a quantidade de líquidos que ingerem na alimentação normal chega para equilibrar o que perdem. Se estas perdas estiverem aumentadas calor, tempo muito seco, febre, diarreia, respiração acelerada por febre ou por infecções respiratórias, vômitos, há que aumentar também a quantidade de líquidos que se lhe oferecem. Por outro lado, quanto mais pequenos os bebés, mais sensíveis são a alterações deste equilíbrio e mais rapidamente se desidratam, ate porque, proporcionalmente, tem mais agua do que os adultos. Portanto, em conclusão: se estiver um dia muito quente (ou se houver algum sintoma dos que á foram mencionados), deve oferecer se agua nos intervalos das refeições. Se o bebé quiser, ótimo. Se recusar, partindo do princípio que não está tão doente que lá com consegue beber, ótimo também: ó porque não precisa. Neste caso, como em tantos outros,«o cliente tem sempre razão». Portanto, se estiver calor é bom ter sempre líquidos à mão agua. principalmente. Obviamente que, em fenos, as crianças têm mais oportunidades de beber sumos, mas se tem sede, simplesmente, aceitarão agua desde que os pais lhes proporcionem isso. Não se esqueçam que os sumos refrigerantes são em geral, muito ricos em açúcar, levando a que a pessoa tenha sede daí a bocado. Os sumos ditos naturais são também um repositório de açúcar, natural mas açúcar na mesma, e o acto de espremer faz perder muitos dos componentes essenciais mais vale comer os frutos que sempre têm fibra e são mais completos. A água também ajuda a evitar a obstinação que, em alguns bebés, é um problema bem sentido petos pais e pela criança. É preciso ter em conta que, se a criança não tem problemas vasculares, hipotireoidismo ou algumas outras doenças, os rins sabem trabalhar a água excessiva. O que não podem é, no caso de falta de água. «-inventar» o precioso líquido, embora o nosso organismo tenha vários mecanismos habilidosos para poupar a água circulante, reduzindo as perdas e canalizando-a dos órgãos menos nobres para os mais importantes. Ler Mais...

Birras de provocação

Primeiro ponto: o Pedro já perdeu o seu sentido de omnipotência e tem receio de ser abandonado. E quando já ouviu os pais dizerem-lhe: «Estou farto de ti!» - ou, mesmo não tendo ouvido, já pressentiu que isso poderá (na cabeça dele, claro) acontecer -, tem medo de que o façam sair de casa, para um mundo onde (ele bem sabe!) não sobrevive- ria. E não gostarem dele será o pontapé de saída...para a saída. Segundo ponto: o Pedro tem já muito desenvolvido o seu sentido ético. Sabe distinguir o bem do mal, e se faz asneiras é porque é isso mesmo que quer fazer. Terceiro ponto: o Pedro descobriu que tem duas versões: uma boa e outra «menos boa». Descobriu, afinal, a condição humana, mais outro «peso-pesado» que tem de assumir. Quarto ponto: o Pedro não sabe se consegue controlar a versão «má», a tal que lhe garante «cama e roupa lavada», está já assente, e com ela o amor dos pais. Quinto ponto: o Pedro tem medo de ser mau, de «acordar mau», porque não sabe como é que estas coisas se controlam. E se tal acontecer, os pais não gostarão dele, e daí a porem-no na rua será um ápice. Sexto ponto: Perante esta dúvida angustiante, o Pedro tem de se testar, a ele e aos pais. Como o amor dos pais já é um dado adquirido, para a versão «boa», vai então experimentar a outra versão, a «má». Para ver o que dá...antes que a situação escape ao seu controlo e as coisas aconteçam sem travão. Sétimo ponto: o Pedro tem de ser educado dentro das regras e dos limites estabelecidos pelos pais. Mas há que ter a arte e o cuidado de distinguir a pessoa dos seus atos. Se estes podem ser passíveis de elogio e prémio, ou censura e castigo, já a pessoa tem de ser sempre reafirmada como objetos de amor. Seja qual for a versão que esteja «em vigor». Oitavo ponto: não é muitas vezes o que fazemos, mas é quando se deve mais fazer: na fase da asneira e da versão «má», que é afinal quando surgem as dúvidas se os pais gostam ou não dela, há que dar afeto e garantir à criança (portanto, à pessoa) que se gosta dela, que o amor nunca estará em causa. Dizer «Gosto de ti. És querido!- e só depois, debruçamo-nos sobre o ato, e então condenarmos e castigarmos se for esse o caso. Este, o ato. Não aquela, a criança. Com esta estratégia, o Pedro deixará de ter dúvidas sobre o amor dos pais. Sabe que será sempre desejado e querido (do verbo «querer), mesmo que a tecla carregue na versão «má». Tiram-lhe toneladas de cima. E verá que consegue, gradualmente, controlar a parte «má», sendo cada vez mais «querido». Além disso, porque os pais lhe ensinaram os conceitos éticos, dos quais ele tem uma noção muito clara, sentir-se-á bem consigo próprio por agir bem, tendo ainda o acréscimo de receber uma recompensa pelas atitudes corretas. A pouco e pouco deixará as provocações baratas, «rascas» e (quase) incompreensíveis, muito mais rapidamente e com menos trauma do que se nada disto for feito. Ler Mais...

Prevenção da tuberculose

Fundamentalmente, a prevenção da tuberculose assenta em vários pontos:
  • melhoria das condições sócio-económicas e nutricionais;
  • bem-estar psicológico e relacional;
  • deteção das pessoas infetadas e isolamento até começarem tratamento e deixarem de ser bacilíferas (duas semanas de tratamento);
  • rastreio das crianças que contactam regularmente com uma dessas pessoas (a tuberculose é uma doença «lenta», pelo que há que ver se o contacto não foi há uns meses);
  • tratamento adequado dos infetados (e atualmente, está a aumentar o número de bactérias resistentes a vários dos agentes tuberculostáticos que se usam nos esquemas terapêuticos, o que constitui um problema muito grave);
  • vacina BCG que, apesar de não ser extremamente eficaz, ainda confere um bom grau de proteção e também evita os casos de maior gravidade, mesmo que a infeção se dê. Em Portugal, tendo em conta as nossas taxas de infeção, continua a ser conveniente vacinar à nascença com o BCG, embora muitos outros países já tenham abandonado a vacinação por rotina.
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