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A minha barriga é descida portanto deve ser um rapaz?

Isso não é provável! Diz-se que se a barriga é baixa vai ter um rapaz, e se é alta, então vai ter uma menina. A verdade é que a forma da sua barriga provavelmente é determinada pelo músculo e tonicidade uterinos assim como pela posição do seu bebé. Há imensos mitos menina - menino: se tiver as mãos macias vai ter uma rapariga, se tiver as mãos ásperas será um rapaz; se o futuro pai andar nervoso é uma menina, se andar relaxado é um rapaz; se a mãe pegar na chávena de café com as duas mãos é uma menina se pegar pela asa é um rapaz; se tiver o umbigo muito sensível é uma menina, se tiver os pés frios é rapaz... a lista não tem fim! Ler Mais...

Os museus

Portugal tem tesouros artísticos notabilíssimos. Para além dos consagrados museus que toda a gente conhece (pelo menos de nome) há museus de carácter mais local, com autênticos tesouros artísticos. A partir dos 3 anos é desejável visitar, de quando em quando, um museu. Mesmo que de uma forma leve, saltando eventualmente algumas salas, e tendo a atenção de estar mais tempo a apreciar os quadros, esculturas ou seja o que for, que dizem mais às  crianças. Se uma criança de 4 ou 5 anos for, por exemplo, ao Museu Gulbenkian, irá gostar das figuras com face de lobo, da Arte Egípcia, ou do menino a fazer bolas de sabão, de Manet. São esses elementos que devem ser os escolhidos. Numa outra altura visitar-se-ão outras zonas. E ao entrar numa sala, deve deixar-se um pouco à consideração da criança o elemento que ela preferencialmente vai observar. A pouco e pouco, os pais já poderão ser eles a chamar a atenção para isto ou aquilo, e dar informação cultural que possa começar a sedimentar. É importante, contudo, ensinar as regras de visita a um museu, antes da ida. como não correr, não fazer barulho ou respeitar as obras de arte. Mas explicar porquê - uma criança de 4-5 anos tenderá a «ver com as mãos-, não porque queira estragar um quadro, mas porque só apreende os objectos usando os vários sentidos. É por isso que se tem de dizer que se compreende que queira mexer, mas que não pode porque se todos o fizessem as obras estragar-se-iam. Há muitos tipos de museus. Há exposições de todo o género um pouco por todo o lado. Não há, portanto, desculpas. E um efeito adicional, para além de mostrar as várias expressões das artes plásticas e outras, é exemplificar como se pode fazer uma colecção - a partir dos 3 anos, as crianças começam a gostar de classificar os vários objectos e pessoas segundo grupos com uma característica comum -, e como se podem manter para o bem comum, objectos que alguém fez, alguém guardou e alguém partilhou. Ler Mais...

Célula a célula, «enche o menino o papo»

Tudo caminha bem até que, com o tempo, se cria um desequilíbrio entre os gastos e consumos, e a «balança- pende para um dos lados Isto acontece sobretudo depois dos primeiros anos de vida, quando a quantidade de calorias proporcionadas pelos alimentos é excessiva relativamente às necessidades do dia-a-dia, e quando o ritmo de fabrico de novos tecidos e de células começa a relentar. A criança aumenta então demasiado de peso, alterando a silhueta, numa idade em que, socialmente, essa forma redonda deixa de ser apreciada e passa a ser ridicularizada e até impeditiva para algumas brincadeiras: no futebol, o «gordo», quando muito, joga à baliza, e provavelmente porque tem um corpo maior e impede a entrada das bolas. Também, no cinema, na televisão, na literatura infantil, o menino modelo é sempre magro; o gordo é sempre excluído, alcunhado, ostracizado logo no jardim-de-infância. A obesidade é uma fonte de sobrecarga psicológica importante para a criança, com consequências e marcas definitivas muito acentuadas, e representa graves riscos orgânicos para a sua saúde, o que sublinha a importância da sua prevenção e diagnóstico precoce. Os pais são talvez os principais responsáveis pelo excesso de peso dos seus filhos, pois acham quase sempre que a criança nunca come o suficiente e, em consequência, enchem-na de toda a espécie de alimentos - e o problema não está apenas na quantidade como, principalmente, na qualidade. Além disso, os pais são os modelos que as crianças tentam seguir e, portanto, só adquirem bons hábitos se tiverem bons exemplos no dia-a-dia. É altura de nos consciencializarmos de que não podemos incutir uma alimentação racional e um estilo de vida inteligente e saudável nas crianças, se não formos os primeiros a dar o exemplo: Porquê ir para o trabalho de carro, se pode ir a pé? Ou comprar o jornal ou ir ao café? Porquê beber refrigerantes em vez de beber água? Porquê não aproveitar os momentos livres para dar um passeio em família? Ler Mais...

Cortar o cabelo

Algumas crianças ficam quase histéricas quando têm de cortar o cabelo. É como outras, com o chuveiro. Enquanto certas crianças adoram e portam-se maravilhosamente. Até determinada altura, se houver alguém em casa ou na família que tenha jeito para cortar o cabelo ao gosto dos pais, poderá fazê-lo mas tendo cuidado com os gestos e, principalmente, tendo muita paciência. Reparem: se dizemos às crianças, vezes sem conta, que as tesouras são objetos que podem fazer «dói-dói» e se as retirarmos do alcance delas (pelo menos até aos 3 anos), a ideia que vão ter junto a cabeça-uma área que não dominam e que não vêm-, um desses instrumentos pode ser complicado. Junto das orelhas é preciso muito cuidado, porque qualquer gesto inofensivo, até o de a criança virar a cabeça porque alguém chegou e a chamou, pode magoá-la seriamente. Cortar a franja é um quebra-cabeças, porque é difícil, pelo menos em casa, manter a criança sossegada um minuto, e ou colocam uma tigela e corta, «à Santo Antoninho», ou a franja ficará torta. Podem colar com adesivo, para depois poderem acertar o corte. Ler Mais...

TV e saúde

No que respeita à promoção da saúde, a televisão pode ser um bom aliado dos pais e um excelente meio de transmitir e difundir informação, de uma maneira quase universal, e contribuir para aumentar os conhecimentos e mudar atitudes e comportamentos. É bom que os pais se sentem com os filhos, a ver anúncios ou filmes, e comentem com eles o que entendem como bom ou mau na promoção da saúde, tipo: «Vês, aquele meni- no foi para a cama e não lavou os dentes?», ou o contrário: »Viste aquele menino a pôr o cinto de segurança quando entrou no carro?» Para tal é preciso acompanhar as crianças quando vêem TV Mas alguma vez pensámos que um fenómeno com a dimensão da televisão, com dezenas e dezenas de canais e centenas de programas e milhares de momentos comerciais poderia ser deixado à solta e à mercê dos nossos filhos sem a mínima orientação da nossa parte? Seria de uma demasiada ingenuidade, perigoso e quase irresponsável. Ler Mais...

A minha filha tem oito anos. Ela irá dar-se bem com o novo bebé ou é uma diferença de idades muito grande?

Não há diferença de idades certa ou errada entre irmãos por vezes, conforme vão estando juntos, tem mais a ver com as suas personalidades do que com a diferença de idade. Embora, sem dúvida, mesmo tendo interesses independentes, ela provavelmente deve estar muito excitada com a perspectiva de um novo bebé. Ler Mais...
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