Resultados para: "fotos de coninhas de meninas"

Você está a ver alimentação , gravidez e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa fotos de coninhas de meninas. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, ver parto normal ver tudo, cesaria inflamada por dentro, parto normal visto de frente, grávidas parindo parto normal, cesariana inflamada, gemeos escondidos barriga.

O desenvolvimento do conceito de género

À medida que as crianças crescem, apercebem-se que algumas pessoas são homens e as outras mulheres. E que, entre elas, há meninos e meninas. E a identificação começa com o estudo do seu próprio corpo e com a comparação com os outros, reconhecendo dois tipos anatómicos diferentes. Nelas e nos pais e irmãos, ou nas pessoas em geral. A determinada altura começam a usar com mais propriedade o masculino e o feminino, sendo corrigidos quando erram e melhor percebendo que há diferenças, entre o gato e a gata, entre o primo e a prima, embora se surpreendam um pouco porque é que existe uma cadeira e não um cadeiro, um piano e não uma piaria, ou porque é que a companheira do Sol se chama Lua e que a «mulher» do cavalo não é a cavala. Mesmo com estas confusões e ambiguidades, há uma progressiva compreensão do mundo em duas versões, e aos 2 anos e picos já gozam com as situações: «Tenho aqui um pipi.... Ah, ah, ah. É pilinha. Pipi têm as meninas.» A diferenciação por género é uma das primeiras categorizações que as crianças fazem, e que dividirá o mundo em múltiplas classes e conjuntos, passando pelas formas, cores, tamanhos, etc. Ler Mais...

O género

Há muita confusão entre sexo e género, sexualidade, orientação sexual, meninos e meninas, pilinhas e pipis, e – principalmente muitos mitos, tabus e receios. O que é natural, não apenas pela dinâmica social que, quase sempre, não acompanha com a mesma velocidade os conhecimentos científicos, mas também porque as questões da sexualidade pertencem ao foro mais íntimo do ser humano. E abertura e disponibilidade para pensar e conversar sobre certos assuntos não deverá ser confundida com ausência de limites e promiscuidade nas esferas privadas das várias pessoas, sejam crianças ou adultos. As experiências de «total cumplicidade» entre pais e filhos demonstraram conduzir a maus resultados. Há partes do corpo que são mais «nossas» do que outras, e há comporta- mentos que podem ser sentidos como traumáticos, mesmo pelas crianças pequeninas. O desafio está em informar e lidar com o corpo e com a sexualidade e seus vários componentes de uma forma equilibrada, não invasiva e com um profundo respeito pelos sentimentos e pela intimidade. Ler Mais...

Evolução do conceito de género

Cada criança é uma criança diferente, mas podemos considerar, de forma global o seguinte: • 7 meses - os bebés conseguem diferenciar bem a voz das mulheres e dos homens (não confundir a voz do pai com a voz da mãe, estamos a falar da diferenciação de timbres associados ao género); • 12 meses - a criança consegue atribuir a noção de género à cara das pessoas e treinam isso com os pais, demorando-se a olhar para eles. Se ouvirem uma mulher ou um homem a falar, num grupo, irão procurar uma cara de mulher ou de um homem para perceber quem está realmente a falar; • 2 anos - as crianças começam a usar o género nas brincadeiras e no jogo. Começa a haver alguma predileção pelos jogos «de rapariga» ou «de rapaz», não apenas pelo que já foi induzido, mais explícita ou mais implicitamente pelos pais e outros adultos, mas também por alguma noção intrínseca dos respetivos papéis (e que é algo que mora nos nossos genes e na nossa memória antropológica), e por imitação dos adultos (que têm papéis e representações claramente diferentes); • 2-3 anos - a chamada «identidade de género» está definida. Nesta idade, as crianças já sabem que são meninos ou meninas, e riem-se se lhes dizemos o contrário, com base sobretudo na anatomia dos seus órgãos genitais; • 3-4 anos - começa a categorização do mundo. E não apenas no «género» dos objetos, mas na associação do género entre eles (e os seus pares) e os objetos; • 4-5 anos - há uma compreensão mais vasta das coisas. Pôr maquilhagens será visto como «feminino», mudar um pneu será visto como «masculino». E daí alguma perplexidade se o pai põe um avental ou se a mãe levanta pesos. Evolução do conceito de género Cada criança é uma criança diferente, mas podemos considerar, de forma global o seguinte: • 7 meses - os bebés conseguem diferenciar bem a voz das mulheres e dos homens (não confundir a voz do pai com a voz da mãe, estamos a falar da diferenciação de timbres associados ao género); • 12 meses - a criança consegue atribuir a noção de género à cara das pessoas e treinam isso com os pais, demorando-se a olhar para eles. Se ouvirem uma mulher ou um homem a falar, num grupo, irão procurar uma cara de mulher ou de um homem para perceber quem está realmente a falar; • 2 anos - as crianças começam a usar o género nas brincadeiras e no jogo. Começa a haver alguma predileção pelos jogos «de rapariga» ou «de rapaz», não apenas pelo que já foi induzido, mais explícita ou mais implicitamente pelos pais e outros adultos, mas também por alguma noção intrínseca dos respetivos papéis (e que é algo que mora nos nossos genes e na nossa memória antropológica), e por imitação dos adultos (que têm papéis e representações claramente diferentes); • 2-3 anos - a chamada «identidade de género» está definida. Nesta idade, as crianças já sabem que são meninos ou meninas, e riem-se se lhes dizemos o contrário, com base sobretudo na anatomia dos seus órgãos genitais; • 3-4 anos - começa a categorização do mundo. E não apenas no «género» dos objetos, mas na associação do género entre eles (e os seus pares) e os objetos; • 4-5 anos - há uma compreensão mais vasta das coisas. Pôr maquilhagens será visto como «feminino», mudar um pneu será visto como «masculino». E daí alguma perplexidade se o pai põe um avental ou se a mãe levanta pesos. Ler Mais...

Alimentar a biberão parece tão complicado. Há conselhos a lembrar?

Sim, deve alimentar a biberão com segurança. É importante seguir estes conselhos. Assegure-se sempre de que usa um biberão, uma tampa e uma tetina esterilizados para cada aleitamento. O ideal é fazer um aleitamento de cada vez e deitar fora o leite que sobrou. Use água tépida fervida que foi deixada a arrefecer antes de preparar um biberão. Deite a água no biberão antes do leite. Não encha demasiado a colher de medida, em vez disso deve nivelá-la com uma faca. Aqueça o leite - não no micro-ondas mas numa taça com água quente - e verifique a temperatura antes de o dar ao bebé. Evite trocar as colheres de medida de diferentes marcas de leite, pois marcas diferentes podem ter medidas diferentes. Ler Mais...

As bactérias

As bactérias são um grupo de seres microscópicos, compostos apenas por uma célula (daí a facilidade que têm em modificar-se), e que existem em praticamente todos os ambientes – ar, solo, agua, e até no fundo dos oceanos, para além de habitarem nas plantas e nos animais, designadamente nos chamados «produtos biológicos»: leite, urina, fezes, lágrimas, saliva, etc. Conhecem-se mais de 1600 espécies de bactérias - cocos, bacilos, espiroquetas, etc. -, mas apenas duzentas são causadoras de doenças (e já chega, claro!). Nem todas as bactérias são móveis mas a maioria tem uma espécie de «pernas» (chamadas «flagelos») que lhes permite a locomoção. A vida seria impossível sem as bactérias já que a maioria vive em estreita colaboração com os seres mais diferenciados, como o Homem. Ler Mais...

Segurança no transporte

Os problemas que os automóveis causam à saúde das crianças são por demais óbvios e a situação é tanto pior quanto a sua utilização tem aumentado de forma inegável: nos últimos vinte anos registou-se uma subida para mais do dobro. Os dados da Direcção-Geral de Viação atestam esse enorme crescimento, quer em número de viaturas, quer em número de condutores encartados. E sabemos também que as crianças viajam cada vez mais de carro, pelas longas distâncias que têm de percorrer, pela falta de tempo dos pais, pelo perigo e insegurança do andar a pé (às vezes reais, às vezes exagerados) e pelo conforto que queremos proporcionar aos nossos filhos. A cultura do automóvel continua, em Portugal, numa fase de expansão, ao contrário do que já acontece noutros países da Europa onde os transportes públicos têm substituído – com grande eficiência - o carro particular. Como se não chegasse, as estratégias para reforço da excelente legislação já existente ficam aquém do desejado. Ler Mais...
Fotos de coninhas de meninas | Para Pais.