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Desafios ao Programa Nacional de Vacinação

Os desafios que, neste momento, se deparam ao PNV são vários: • Aumento das taxas de vacinação até atingir o ideal de 100%, o que, dadas as nossas taxas elevadas e a concentração de não-vacinados em grupos socioeconómicos desfavorecidos e com caraterísticas de acessibilidade especiais, requer abordagens e estratégias inovadoras, empenhamento redobrado em ação concertada com as comunidades, e as forças vivas da sociedade. • A diminuição dos casos em que as crianças não são vacinadas por falsas contra-indicações, como estarem constipadas, a tomar antibióticos, ser Verão, terem asma ou outra doença crónica, terem alergia ao ovo, etc. • A diminuição das chamadas «oportunidades perdidas de vacinação», ou seja, tentar articular a vacinação com outras ações e cuidados prestados às crianças (e adultos, como por exemplo as grávidas) nos centros de saúde, hospitais, etc...a vida das pessoas (transportes, empregos, custos económicos, perda de tempo) não permite idas e vindas repetidas aos locais onde se faz a vacinação. • A abordagem de casos especiais, como por exemplo os cidadãos HIV positivos, portadores de imunodeficiências ou de outras situações graves. • Estudo dos efeitos indesejáveis e reações secundárias das vacinas. • Estudo dos casos de doença que entretanto surgem, com uma definição epidemiológica exaustiva, a fim de se compreenderem esses (cada vez mais raros) casos de doenças, supostamente passíveis de controlo (como o sarampo, a parotidite, etc). • A consagração de novas vacinas e de novas associações vacinais, de que se destacam a vacina antimeningite C, a universalização da vacina anti-hepatite B, a revisão da vacinação antituberculosa (BCG) e seu controlo, a introdução da vacina antipertussis acelular, a introdução da vacina antimeningite C e antivaricela, os casos em que se justifica a vacinação antigripe, antipneumococos e anti-hepatite A, etc. A vida do dia-a-dia é cada vez mais difícil para os pais - se uma vacinação for recusada sem para isso existirem bases científicas ou verdadeiros motivos (como é o caso da larguíssima maioria de vezes em que isso acontece), muitos dos pais não poderão regressar ao centro de saúde num prazo curto e a criança ficará por vacinar... mas as doenças não esperam e os microorganismos só agradecem essa falta de atenção. Vacinas do 1.° ano de vida (e ainda outras vacinas que são recomendáveis, mas que deverão ser conversadas entre os pais e o médico assistente, como a vacina antipneumocócica e a vacina antivaricela) até aos 2 meses antituberculose (BCG) e anti-hepatite B aos 2 meses Pentavalente (tétano, tosse convulsa, difteria, poliomielite, haemophilus influenzae tipo b) anti-hepatite B antipneumocócica aos 3 meses antimeningite C aos 4 meses Pentavalente (tétano, tosse convulsa, difteria, poliomielite, haemophilus influenzae tipo b) antipneumocócica aos 5 meses antimeningite C aos 6 meses Pentavalente (tétano, tosse convulsa, difteria, poliomielite,haemophilus influenzae tipo b) anti-hepatite B antipneumocócica aos 7 meses antimeningite C *Também pode ser feita, em alternativa, aos 3, 5 e 7 meses, com a vacina antimeningite C. Ler Mais...

Edema

Chama-se edema a acumulação de líquidos nos tecidos moles, ou seja, abaixo da pele, sobre os ossos. O edema na criança é muito mais raro do que nos adultos e quando ocorre corresponde, na maioria dos casos, a situações benignas. Mais raramente, contudo, o edema pode exigir uma atitude urgente do ponto de vista diagnóstico e terapêutico. O edema na criança pode ser causado por seis mecanismos, dos quais podem estar comprometidos vários: aumento da pressão hidrostática por falência da bomba cardíaca ou um impedimento à circulação normal do sangue; diminuição das proteínas do sangue, como em certas doenças renais ou hepáticas; aumento da permeabilidade dos vasos, como nas alergias; perturbações na drenagem linfática; ou alterações da água e do sódio que ocorrem nas doenças renais ou no tratamento prolongado com corticoides. Os edemas localizados são apenas reações dos tecidos a inflamação ou trauma. E sempre importante, quando os pais recorrem ao médico, saber caracterizar o edema quanto ao local envolvido ou preferencialmente envolvido, se o edema «vai e vem» (por exemplo ao longo do dia) ou não tem variações temporais, se a região está avermelhada ou dolorosa, se a criança está a fazer algum tratamento, e se tem comichão. Ler Mais...

Ir (e vir) da praia

O ir e o vir da praia podem transformar-se numa tortura se feitos em más condições: horas de fila, automóvel hiperaquecido, ambiente de irritabilidade, ou com as crianças cansadas. Para as crianças pequenas, o excesso de calor pode levar à desidratação. Às vezes mais vale mudar os planos e se for dia de grande trânsito, passear na cidade ou no campo são opções porventura mais sensatas. Pensem também que, sobretudo quando se volta da praia, as crianças estão física e emocionalmente cansadas, provavelmente não dormiram a sesta, estão moídas do sol e dos banhos, e o percurso da areia até ao carro pode ser doloroso. Fazem birras, sentam-se, não querem acompanhar o passo dos adultos, choram se têm de ir ao vosso lado, choram se os pais as deixam para trás. Não vociferem e acompanhem o seu ritmo - de nada adianta estar a tentar que se despachem. A luz é intensa, o calor também e estão esbodegadas. E ao chegar ao carro não vão provavelmente cumprir todas as regras de tirarem a areia dos pés ou colocarem uma toalha por baixo do rabo se estiverem molhadas. São muito pequeninas... Ler Mais...

Principais causas de perturbações da linguagem

Dada a complexidade da linguagem, que vai desde o ouvir o que se diz até poder expressar a resposta ou os sentimentos, e tudo o que, desde o ouvido ao sistema fonatório, passando pelas várias áreas cerebrais, está envolvido neste sistema, as causas de uma perturbação da linguagem podem ser múltiplas e variadas. O que mais interessará aos pais é saber quando será recomendável debater o assun- to com o médico-assistente, para eventuais exames e investigações. Os pais são os melhores detectores de problemas na linguagem, mas para isso têm de estar atentos e, por exemplo, como recomenda a Sociedade Portuguesa de Neurologia Pediátrica, ficarem alerta se a criança: •não pairar consoantes e vogais aos 8 meses e não apontar aos 12 meses; •não disser nenhuma palavra aos 16 meses, •não fizer expressões de duas palavras aos 2 anos e não construir frases aos 3 anos; •linguagem incompreensível para os pais aos 2 anos e para estranhos aos 3 anos; •«falar por falar» e não «para comunicar» aos 2 anos; •não contar uma história (resumida e com incorrecções, claro) aos 3 anos; •defeitos na articulação das palavras aos 5 anos; •suspeita de regressão da linguagem em qualquer idade, ressalvando que pode haver períodos de paragem, em que a criança deixa de dizer algumas coisas, mas porque está a absorver outras e a integrá-las, para depois retomar o fio à meada. Ler Mais...

Receio que o meu marido não volte a achar-me atraente. Estou a ser paranóica?

A imagem pode ser um grande problema para uma mulher grávida e muitas preocupam-se por não serem atraentes para os seus companheiros nas últimas fases da gravidez. Esta preocupação é em geral infundada e tem mais a ver com os seus próprios sentimentos sobre o aumento de tamanho. Guardar as ansiedades para si pode fazê-las parecer maiores do que realmente são, portanto fale com o seu marido sobre os seus problemas e explique-lhe como se sente. De pode estar longe de saber o que você sente. Como não é o seu marido que carrega o bebé, ele pode não entender totalmente as exigências físicas da gravidez. Informá-lo acerca das alterações pelas quais o seu corpo está a passar pode ajudá-lo a entender o processo da gravidez e a estar mais bem preparado para lhe dar apoio quando você mais precisar. Na verdade, alguns homens até acham as suas companheiras mais atraentes durante a gravidez, mas você não saberá isso a menos que falem um com o outro sobre a mudança da sua silhueta. Se estiver preocupada em aumentar muito de peso na gravidez, faça por ter uma alimentação saudável e equilibrada e faça algum exercício leve diariamente. Mesmo que seja uma pequena caminhada ou natação, ajudá-la-á a manter-se tonificada e flexível, o que ajudará à sua confiança assim como a preparar-se para o parto. Ler Mais...

Elementos fundamentais para levar na mochila

Para além das bolas, baldes, pá e outros utensílios simplesmente fundamentais para um dia bem passado é preciso não esquecer: O creme protetor Um outro aspecto que é de importância fundamental e que não devem deixar passar ao lado é, claro, o creme protetor. Já viram, caros bebés, algum filme passado em praias paradisíacas em que os atores não se besuntem com cremes? Aquela cena do galã a encher de creme as costas da atriz principal debaixo dos olhos invejosos da atriz secundária é por demais conhecida... e vocês não são menos do que eles. Exijam creme! Não o creme bronzeador, que para frangos de churrasco não têm vocês jeito. Não! Creme protector - grau «não sei quantos» (muito, o máximo, de uma marca qualquer, pelo menos fator 50). Não se esqueçam - e não é só para aplicar na cara, que vocês fazem também topless, bottomless e todos os «lesses», e a vossa pele ainda não está «endurecida pelos azares da vida». De qualquer forma, não convém que os pais vos exponham ao sol direto, pelo menos até começarem a gatinhar e serem vocês mesmos a tomarem esse «comportamento de risco». Um bebé à sombra (salvo quando vai tomar um banho) é um bebé mais feliz. Água Outra regra - a água. Mas... com tanta água ali, porque é que os pais a hão-de levar de casa? É intrigante, não é? O problema é precisamente esse. A presença daquela água toda faz sede é que aquela é salgada e os ventos que sopram ficam também salgados, mais o calor, mais a areia, tudo isso faz sede, mesmo que não esteja um dia de fornalha. E aquela água faz ainda mais sede. Chamem a atenção dos vossos pais antes de sair de casa, para ter a certeza de que eles levam o biberão de água. A água não precisa de ser fervida mas cuidado, em algumas praias a água é pouco própria para criançada da vossa idade se calhar mais vale comprar uma garrafa de água mineral. Quanto a esta questão a da água poderá haver diferenças de opinião entre os vossos pais e os pais do bebé do toldo ao lado. Cada cabeça sua sentença, e depois metem-se os familiares ao barulho... Ponham ordem na companhia, digam às avós que, relativamente a vocês elas são ambas avós e não «mãe e sogra», e pronto. Assumam-se cientistas e expliquem que os bebés precisam de água e que, em condições normais (ou seja, sem calor em demasia e saudáveis), a quantidade de líquidos que bebem na alimentação normal chega para equilibrar o que perdem. Se estas perdas estiverem aumentadas (calor, febre, diarreia, respiração acelerada por febre ou por infecções respiratórias, vómitos, etc.) há que aumentar também a quantidade de líquidos que vos oferecem. Por outro lado, quanto mais pequenos vocês são, mais sensíveis são a alterações deste equilíbrio e mais rapidamente se desidratam, até porque, proporcionalmente, têm mais água do que os adultos. Em conclusão: se estiver um dia muito quente (ou se houver algum sintoma dos que já foram mencionados), os vossos pais procederão ajuizadamente se vos oferecerem água nos intervalos das refeições. Vocês decidirão se querem ou não, partindo do princípio que não estão em greve da sede ou tão doentes que já nem conseguem beber. Comida Quanto às refeições, já viram que os adultos se contentam com qualquer coisa, comem a «desoras», e depois alguns querem obrigar-vos a ter o mesmo apetite todos os dias, comer a mesma quantidade, o mesmo inefável «puré de legumes» com a carne triturada mais a papa de fruta, mais não sei o quê ? Ensinem aos vossos pais um verbo muito bonito: «Sim-pli-fi-car». Defendam a qualidade dos produtos que vos dão, mas exijam respeito pelas férias, pelas variações naturais do vosso apetite e pela paciência dos vizinhos de praia, que dão em doidos com cenas de bebés aos berros a não quererem comer e mães aos berros porque querem dar de comer aos tais bebés que não querem comer. Se são ainda amamentados, a vossa mãe que não se coíba de vos dar de mamar na praia. Qual é o problema? Ler Mais...
Fotos de busseta | Para Pais.