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Estou com 32 semanas e sinto muitas dores na pélvis – qual a razão disto?

Um leve desconforto pélvico é um sintoma comum na gravidez pois os seus ligamentos ficam mais flácidos devido ao aumento dos níveis das hormonas relaxina e progesterona na gravidez. Estas alterações na sua pélvis preparam o seu corpo para o parto. Essa sensação é bastante normal e acontece à maior parte das mulheres grávidas. Se a sua pélvis continuar a dar-lhe desconforto, pode tentar adaptar o seu dia-a-dia de forma a aliviar os sintomas. Mantenha as pernas juntas e rode-as quando entrar ou sair do carro ou da cama. Pense nas suas actividades para o dia e planeie os seus movimentos com antecedência para não agravar nenhum desconforto que possa sentir. Evite usar saltos altos e descanse sempre que o desconforto for mais acentuado. Se sentir dor nessa zona, peça conselho médico. Um desconforto mais extremo que cause dor crónica pode ser sinal de disfunção da zona pélvica, o que exige tratamento e apoio conforme a gravidez vai progredindo. A forma mais comum de disfunção pélvica é a disfunção da sínfese púbica (DSP), a qual é causada pelo mau funcionamento da articulação púbico. Ler Mais...

Conselho sobre obstrução nasal

Os pais e educadores devem estar muito atentos ao nariz das crianças, e tratá-lo de forma a garantir a sua permeabilidade. No entanto, há que tomar em atenção o seguinte: a parede do nariz (mucosa) é muito frágil (exatamente por ser fina e muito vascularizada). Qualquer agressão (cotonete, aspirador de secreções, limpezas bruscas, etc.) pode lesar a parede do nariz e provocar a resposta por parte deste que é a secreção de ainda mais ranho. Ensinar e insistir para se assoar é a medida mais eficaz. Ler Mais...

Quais são as taxas de sucesso dos tratamentos de fertilidade?

As taxas de sucesso são muito variáveis, dependendo dos tratamentos utilizados e da saúde do casal. Se quiser saber a taxa de sucesso de clínicas individuais pode perguntar pela taxa de gravidez iniciada por ciclo". Esta informação é disponibilizada por cada clínica. Acima de tudo os casais tem uma maior taxa de sucesso se a idade da mulher for de 23-39 anos, tenha estado grávida ou tenha tido um bebé, e tenha um peso normal (um índice de massa corporal entre 19 e 24). Quanto mais velha for uma mulher menos hipóteses tem de engravidar. Os números mostram que em cada 100 mulheres entre os 23 e os 35 anos, mais de 20 engravidarão depois de um ciclo de FIV; dos 36 aos 38 anos, engravidarão cerca de 15; aos 39 engravidarão cerca de 10; e nas mulheres com mais de 40, engravidarão cerca de 6. Ler Mais...

As diferenças bio antropológicas

Até há cerca de 20 anos pensava-se que os rapazes e as raparigas eram iguais, tudo dependendo de como os pais e os restantes adultos os tratavam. As catadupas de investigação entretanto surgidas mostram que há diferenças neuro comportamentais, para além das evidências anatómicas. E essas diferenças, constatadas no cérebro e nas funções cerebrais, condicionam sentimentos, modos de apreciar os eventos e comportamentos. Esta forma diferente de «estar», que tem a ver com desígnios antropológicos muito antigos, inclui os comportamentos em áreas como o risco e a gestão do risco, expressão da agressividade, capacidade de aprendizagem, maturidade, visão a longo prazo, traduzindo-se em diferenças, por exemplo, nos comportamentos de risco acrescido ou nos acidentes. A linguagem é um bom exemplo das diferenças de género, como a atenção ou o campo visual. A evolução genética não muda da noite para o dia - o caçador ou guerreiro tinha de ter um campo visual estreito, para fixar a presa ou o inimigo e perceber os sinais indiretos da sua presença. Não podia, pois distrair-se com estímulos acessórios e laterais. Da mesma forma, as respostas orais tinham de ser lacónicas, curtas, secas. As mulheres, pelo contrário, na sua condição de cuidadoras e guardadoras das crianças, em espaços circulares fechados, tinham de ter um campo visual alargado e perceber rapidamente o ambiente que as rodeava. E como uma das suas funções era entender a trama do tecido social, a chamada «intriga», tinham de falar demoradamente, descrevendo tudo o que podiam, atendendo a todos os estímulos presentes. Nas salas de aula ainda se observam bem estas diferenças, na atenção, na maturidade, na assunção de responsabilidades e no tempo que as crianças aguentam certas atividades, entre outros exemplos. A colocação dos rapazes e das raparigas numa sala de aula, no jardim-de-infância, é essencial: eles deverão estar na linha da frente e elas poderão estar mais atrás, por exemplo quando se está a contar uma história, tentando diminuir os estímulos distrativos (luzes, vozes, reflexos, etc.) que afetarão mais a eles. Um dos órgãos responsáveis pelo sistema emocional cerebral é a chamada amígdala (que nada tem a ver com as amígdalas da garganta), onde se gerem muitas das emoções negativas, e que se desenvolve mais cedo e melhor nas raparigas. Isto faz com que, desde muito pequenas, elas consigam melhor transmitir os seus sentimentos em comunicação verbal ou outra, enquanto os rapazes ficam mais atrapalhados nessa conversão, podendo bloquear por impossibilidade de expressar o que sentem antes de o interlocutor «contra-atacar». Outra diferença marcante, sobretudo depois do ano e meio tem a ver com a exploração dos locais e das situações novas: os rapazes são geralmente mais ousados, mais ativos fisicamente, praticando o que se chamam as «dependências dominantes». As raparigas não são menos ativas perante o meio e as pessoas, mas exploram-no de outra maneira, com menos imposição «fálica», e mais sedução e charme. Exploram o que se denomina por «dependência íntima», que passa pelo toque suave e pelo colo. Dado que também têm uma melhor motricidade fina, mais precocemente do que os rapazes, entretêm-se mais cedo com atividades calmas e manuais do que eles, que são mais atabalhoados nos gestos e preferem o exercício do corpo de forma global, lido por vezes pelos pais como comportamentos «abrutalhado». Ler Mais...

Seringas

E um perigo nas praias, mas é a realidade em que vivemos, e isto apesar do sucesso da campanha de trocas. Ensinem os vossos filhos a não mexer em seringas que eventualmente encontrem. Faça uma vistoria da areia onde a criança brinca e... cruzem os dedos. E não se esqueçam: a prevenção começa cedo e o melhor é tratar as seringas como instrumentos de diagnóstico e de terapêutica, ou seja, dar às crianças seringas para brincarem, como recompensa de terem levado uma injeção, é brincar com o fogo. Ler Mais...

Queijo, requeijão e natas

O queijo vem do leite concentrado e sujeito a fermentação por fungos e bactérias que lhe conferem o... cheiro a queijo. O teor de gordura no queijo é muito elevado, embora já existam queijos light que deverão sempre constituir a opção. Por cada 100 gramas, a gordura anda à volta de 20 a 40 gramas, desde 19 no Camembert a 32 no Serra. O queijo fresco tem 24, as mesmas que o flamengo, mas dado que «não sabe a queijo», muitos pais ignoram que tem a mesma quantidade de gordura. Pode dar-se queijo às crianças - como o sabor e o cheiro são muito acentuados, umas adoram outras detestam. Desde que não façam alergias e que as quantidades sejam simbólicas não há qualquer problema em dar queijo. O requeijão é menos calórico e tem um sabor mais neutro. Às vezes é uma boa solução para as fases de pouco apetite ou de doença. As natas têm muita gordura - cerca de 40 gramas por 100 gramas. Embora as crianças não comam natas, há que pensar duas vezes antes de adicionar natas aos bolos e molhos, bem como pensar na que vai nos gelados. É sempre bom limitar as quantidades deste produto, quanto mais não seja para a criança não crescer com o hábito de adicionar natas na culinária ou de comer gelados a granel. Ler Mais...
Fotos de briquitos | Para Pais.