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A minha amiga tem 27 anos e teve um bebé com síndroma de down – isso é normal?

Embora o risco ou possibilidade de ter um bebé com síndroma de Down aumente com a idade, em particular a partir dos 35 anos, a maioria dos bebés com síndroma de Down nascem de mães mais jovens. Isto, provavelmente, deve-se ao facto de que as mulheres com mais de 35 têm de fazer mais testes. O risco de ter um bebé com síndroma de Down aos 20 anos é de 1 em 1700. Este risco aumenta até 1 em 1400 por volta dos 25 e na altura em que a mulher alcança os 35 o risco aumenta para cerca de 1 em 400. Ler Mais...

Miopia

Na miopia (ou hiperopia), os raios de luz não são corretamente focados pela córnea e pelo cristalino, gerando a imagem à frente da retina o que proporciona perda da nitidez para os objetos longínquos. A visão ao perto está conservada. A miopia é uma doença muito frequente - algumas casuísticas apontam para um quarto da população. Contudo, a idade em que a miopia geralmente aparece é a partir dos 6 anos, predominando, no grupo etário do 1-5 anos, outras situações como o estrabismo, astigmatismo ou hipermetropia. O rastreio da miopia deve por isso ser sempre realizado, anualmente, depois dos 7 anos. Se houver queixas de má visão ao longe, mesmo antes dos 6 anos, pode eventualmente ser miopia, e os pais deverão referir o fato ao médico-assistente. Por fezes pode haver dores de cabeça associadas ao esforço de focagem. Contudo, como a área funcional de visão das crianças do 1-5 anos se situa, predominantemente, em objetos colocados próximo, este sintoma de miopia não é frequente. Ler Mais...

Principais causas de perturbações da linguagem

Dada a complexidade da linguagem, que vai desde o ouvir o que se diz até poder expressar a resposta ou os sentimentos, e tudo o que, desde o ouvido ao sistema fonatório, passando pelas várias áreas cerebrais, está envolvido neste sistema, as causas de uma perturbação da linguagem podem ser múltiplas e variadas. O que mais interessará aos pais é saber quando será recomendável debater o assun- to com o médico-assistente, para eventuais exames e investigações. Os pais são os melhores detectores de problemas na linguagem, mas para isso têm de estar atentos e, por exemplo, como recomenda a Sociedade Portuguesa de Neurologia Pediátrica, ficarem alerta se a criança: •não pairar consoantes e vogais aos 8 meses e não apontar aos 12 meses; •não disser nenhuma palavra aos 16 meses, •não fizer expressões de duas palavras aos 2 anos e não construir frases aos 3 anos; •linguagem incompreensível para os pais aos 2 anos e para estranhos aos 3 anos; •«falar por falar» e não «para comunicar» aos 2 anos; •não contar uma história (resumida e com incorrecções, claro) aos 3 anos; •defeitos na articulação das palavras aos 5 anos; •suspeita de regressão da linguagem em qualquer idade, ressalvando que pode haver períodos de paragem, em que a criança deixa de dizer algumas coisas, mas porque está a absorver outras e a integrá-las, para depois retomar o fio à meada. Ler Mais...

Tipos de vírus e vacina de gripe

Há três tipos de vírus da gripe: A, B e C. Este último dá uma doença muito leve e nem sequer se fabrica vacina para ele, tal a sua inocuidade. Os vírus A são os responsáveis pelas epidemias e surtos que todos os anos se estendem a nível mundial. Os vírus A dividem-se em vários subtipos, de acordo com duas das suas proteínas, designadas por hemaglutinina (H) e neuraminidade (N). Daí os vírus A serem distinguidos pela conjugação destas duas. Há 16 variantes N e 9 variantes H, o que dá múltiplas combinações possíveis. Os que habitualmente surgem nos seres humanos são os H1N1, H1N2 e H3N2. Como estas proteínas mudam facilmente, o vírus da gripe muda também praticamente todos os anos, embora algumas estirpes se mantenham em atividade durante vários anos seguidos. Estas mutações anuais do vírus explicam porque é que em alguns anos a gripe é mais agressiva e mais expansiva. Todos os anos é fabricada uma vacina (diferente da do ano anterior) que permite aos vacinados fabricarem anticorpos «atualizados» contra o vírus da gripe desse ano. As mudanças mais radicais são abruptas e geram vírus mais agressivos - a possibilidade de pandemia é muito maior. Ler Mais...

As festas de anos nas escolas…

As festas de anos nas escolas tornaram-se quase obrigatórias. Com a crescente dificuldade em arranjar espaços onde albergar vinte e tal crianças, no sábado mais próximo do dia de anos, muitos pais conseguem transferir a festa para a escola. É portanto habitual as crianças levarem um bolo de anos, e isso não teria nada de mal, dado que o abuso de doces só corresponderia a uma refeição, e justificava-se com um momento de consagração pessoal. No entanto, os inefáveis pacotinhos de doces, que vão gerar problemas na casa dos outros meninos, são de evitar Não há qualquer razão para o fazer, assim como quando há festas em casa ou num restaurante não se dá a cada pessoa um saco com comida. Se pensarmos em vinte crianças e admitirmos que os doces durarão quatro dias, teremos oitenta dias de excesso de consumo de açúcar. Mais tudo o resto que se come em casa, fará aumentar a obesidade infantil e contribuir para a diabetes e para a cárie dentária. Não creio que seja a melhor maneira de comemorar o aniversário de alguém. Ler Mais...
Fotos de bocetas de 12 anos | Para Pais.