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Conselho de Avós bem estruturados

Os pais não devem tentar saber tudo o que se passou em casa dos avós, ou meter-se na relação entre netos e avós. A intimidade das relações - de qualquer relação interpessoal, aliás -, tem de ser baseada em limites onde os outros não entram. A não ser convidados e quando nos apetece. Resistam, pois, a tirar informações a saca-rolhas, cada vez que os vossos filhos regressam de casa dos avós.

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Avós bem estruturados: alegria, confidência e transgressão

Os avós - e consequentemente a casa dos avós - são, para a criança, um espaço de alegria, porque geralmente acontecem lá coisas boas e engraçadas, de liberdade (podem não comer a sopa toda), de transgressão (o chocolate que sai do bolso do avô, com um ar sorrateiro) e isso ajuda a criar um clima de confidência que, mais tarde, poderá ser muito útil. Quantos adolescentes não confiam preferencialmente aos avós problemas e questões que, com os pais, se sentem inibidos de verbalizar? Essa confiança, tão sublinhada para esse grupo etário, não aparece de repente, pelo contrário, tem de ser acarinhada desde sempre. Ler Mais...

Os avós «de empréstimo»…com muito préstimo

Com a reconstituição das famílias separadas, entraram em cena novos actores: os avós, não de sangue, mas avós na mesma, muitas vezes mais dedicados e com responsabilidades acrescidas no dia-a-dia da criança, e também os tios e primos, mulheres ou companheiras do pai e maridos ou companheiros da mãe (para não escrever a palavra «madrasta» ou «padrasto», que ainda nos faz lembrar a Cinderela ou os Desastres de Sofia). É claro que, tal como acontece nos empregos, nos clubes de futebol ou em qualquer outro grupo de pertença, a chegada de estranhos com as mesmas competências e aparentemente sem provas dadas, pode criar um clima de suspeita. É natural as crianças gostarem dos avós emprestados, avós que não o são no sentido genético e biológico mas sê-lo-ão, seguramente, no sentido psicossocial. É natural também ou não sejam os ciúmes e o receio de sermos diminuídos grandes motores de fatos históricos, que muitas avós «verdadeiras» vejam com alguma suspeita estes novos avós ««de aviário», promovidos sem tarimba, adoptados pelas crianças sem a chancela dos adultos mais velhos. Ler Mais...

Conselho para os avós Parte II

O dia-a-dia consome-nos. E verdade. E há tanta coisa para fazer que pensamos nunca ter
tempo para nada.

A única maneira de vencer esta ditadura do «pai-tempo» é programar bem as coisas e decidir fazê-las, entendendo claramente o que é prioritário a cada momento. Se calhar, mesmo com todo o trabalho e esforço inerentes, temos de pensar que vale a pena deslocarmo-nos e levar os nossos filhos a casa dos avós, com maior frequência do que às vezes acontece.

Não apenas quando moram longe (e já há estradas que permitem cruzar rapidamente o país inteiro), mas murtas vezes mesmo quando moram a duas dezenas de quilómetros. Há que dar às crianças a oportunidade de estarem com os avós e bisavós e a estes o mesmo. E muitas vezes depende apenas de vencer a preguiça, a inércia e uma certa dose de egoísmo, também...

Quando em casa, é bom ter expostas fotografias dos avós e falar às crianças deles, permitir e incentivar contactos telefónicos (mesmo que os mais pequenitos não consigam dizer nada, mas sempre ouvem a voz dos avós e na cabeça deles imaginam-nos e representa-nos), e-mails, contar histórias sobre os avós e referi-los com regularidade.

Quando se vai ver os avós, é bom falar desse momento com antecipação e entusiasmo, para que a criança comece a vivê-lo antes, com alegria e expectativa de uma coisa boa que se vai passar, e ao mesmo tempo se consciencialize de que o reencontro será um reatamento e não um reinício.

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Que avós?

A representação da avó a coser meias, à lareira, rodeada de netos e a contar a história do Capuchinho Vermelho já pertence, ela própria, à era das fábulas. As atuais avós de bebés no primeiro ano de vida são, na sua maioria, mulheres que ainda trabalham ou que trabalharam fora de casa, mesmo que estejam reformadas, têm estilos de vida em tudo parecidos com os das filhas, e sofrem também de um grande «mal»: não puderam esgotar, tal como as filhas, o seu sentimento de maternidade. Se social e culturalmente (por razões económicas e de estilos de vida) as pessoas têm poucos filhos, as avós atuais já pertenceram a essa leva. E não foi no um, dois ou mesmo três filhos que tiveram que esgotaram o seu sentimento de maternidade, passando à situação de quererem ser avós. Pelo contrário. Dentro delas existe uma enorme capacidade de ainda ser mãe. Quando uma avó fica com um bebé a cargo, nas condições antropológicas que vivemos nas sociedades «ocidentais», é natural que os seus instintos maternais venham ao de cima, o que é bom, por um lado, mas que pode gerar conflitos, pelo outro, entre a mãe e esta «mãe». Ler Mais...

Quando os avós estão longe

Acontece com frequência, os avós morarem longe, e terem poucas oportunidades de ver os netos - e quando falo de avós falo também (e se calhar principalmente) dos bisavós. O Natal e a Páscoa costumam ser um momento de reunião familiar, mas mesmo que isso aconteça, não chega a ser suficiente para criar laços fortes, mas quando estes se criam, deixa nos mais velhos (mas também nas crianças) uma saudade muito grande. Se as crianças vêem os avós muito raramente, cada contacto, especialmente antes dos 3 anos, será quase como se fosse a primeira vez, e o tempo em que estão com eles é para se «conhecerem» e não para dar seguimento à relação que vinha dantes. No fim de contas, é como se estivéssemos a ler um livro e no final do primeiro capítulo voltássemos sempre outra vez à primeira página. A sensação de que «vimos de algures» é importante e, para as crianças pequenas (ou de qualquer idade, afinal), funciona como segurança. Somos parte de um fluxo cósmico, e não uma partícula que caiu dos céus aos trambolhões e que, como tal, pode também desaparecer que ninguém dá por isso. Saber quem são ou foram os avós e bisavós é importante, e sempre dando a noção de que são ou foram pessoas de carne e osso, e não endeusá-los ou diaboliza-los. Ler Mais...
Fotos de avos bocetudas | Para Pais.