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Fraturas

As fraturas são comuns, nas crianças, muito particularmente dos ossos longos (os dos membros) e das articulações do joelho e cotovelo. Algumas fraturas não chegam a ser completas (chamadas «em ramo verde»), mas têm de ser avaliadas e valorizadas. Como suspeitar
  • quando se deu o traumatismo, a criança ou alguém ouviu um som de «crack»;
  • há inchaço, hematoma, dor ao toque ou sensação de «alfinetadas»;
  • dor ao apoiar o membro ou a pressionar a área afetada.
O que fazer
  • chamar o 112;
  • remover as roupas da parte afetada, se necessário cortando-as;
  • aplicar frio, como descrito acima;
  • colocar uma tala provisória, da seguinte forma;
  • o manter o membro afetado na posição em que está;
  • o colocar um tecido macio à volta da zona afetada;
  • o colocar algo firme (um rolo de jornal, uma tábua) perto da zona afetada, assegurando que vai desde a articulação acima até à zona abaixo da área lesada;
  • o fixar a tala ao membro, com adesivo ou outro material, mas sem apertar demais;
  • o não deixar a criança comer, porque poderá precisar de cirurgia com a consequente anestesia
  • no caso de uma fratura exposta, ou seja, se o osso estiver à vista, deve fazer-se com- pressão com tecido limpo e deixar a criança deitada até chegar o 112.
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Importância dos dentes de leite

É muito importante que os dentes de leite permaneçam na boca até chegar a altura de caírem naturalmente. Os dentes de leite são importantes porque ajudam: • Na manutenção de uma boa nutrição, ao permitirem uma boa mastigação; • No desenvolvimento correto da tala e da linguagem; • Na erupção dos dentes permanentes pois «guardam» o espaço necessário para estes erupcionarem corretamente; • A ter um sorriso bonito que dá à criança uma maior aceitação social, melhorando a sua autoestima e autoimagem. Frequentemente subestimam-se as cáries nos dentes de leite e os pais acham que, como o dente vai «cair» não vale a pena tratá-lo, mas tudo depende da idade da criança e do dente afetado. Todavia, por exemplo, os molares de leite vão permanecer na boca até cerca dos 11-12 anos, mesmo que a mudança de dentes se inicie aos 5-6 anos. Assim, se estes dentes apresentarem uma cárie, não é lógico que esta não seja tratada porque o dente ainda vai estar na boca cerca de mais 7 a 8 anos. Ler Mais...

O pé do meu bebé está voltado para dentro e pode precisar de uma tala. O que se passa com ele?

Isso é conhecido por pé boto e afeta 1 em 1000 bebés. E mais comum nos rapazes e afeta um ou ambos os pés. O pé boto pode ser congénito ou adquirido. O adquirido é causado por uma pressão que comprime o pé quando este se está a desenvolver, como resultado da sua posição no útero. Pode-se resolver com exercícios para ajudar o pé a voltar à sua posição natural. O pé boto congénito é mais complexo e é causado por vários fatores, incluindo predisposições genéticas. Necessita de tratamento imediato, enquanto os tecidos são macios para se manipular o pé. Podem ser usados talas, ligaduras ou gesso para pôr o pé no lugar durante 2 meses. Depois será usado um BAP - Brace de Abdução dos Pés. Em alguns casos, pode ser necessária uma operação para endireitar o pé. Tanto o método cirúrgico como o de manipulação têm uma boa taxa de sucesso. O seu filho será visto com regularidade na infância e na adolescência, em particular nas alturas de maior crescimento e poderá ser necessária outra cirurgia na adolescência. Ler Mais...

Perguntas e Respostas sobre a Linguagem

Quando é que as crianças começam a falar? Desde o primeiro dia que o bebé se lenta expressar através da comunicação verbal, mesmo para além do choro. E desde antes de nascer que o bebé ouve esta estranhíssima coisa que é a voz humana e as palavras dos vários idiomas. Ouve tons e sons, timbres e melodias Cantos. O canto dos pais Ouve vozes cansadas, felizes, agressivas e tranquilas. E percebe que. um dia, terá de falar mais «organizadamente». Mas só quando alguns factores se tomarem prementes: a necessidade, para obter -coisas-; a comunicação para contar -coisas-; o gosto de falar por falar, embalando-se na melodia das palavras, como se de uma música se tratasse. Sou portuguesa, o pai da minha filha é inglês e estamos a viver na Alemanha, onde ela frequenta um jardim-de-infância. Estou apreensiva com o que pode acontecer na aprendizagem da fala. Quando os pais são de países que falam línguas diferentes e querem que a criança aprenda as duas línguas, recomenda-se que o progenitor (ou familiar, no caso de serem os avós) que -representa- essa língua só fale com a criança essa mesma língua, independentemente das outras línguas que ela ouve. A língua falada entre os pais ou em conversa geral não importe tanto. E no jardim-de-infância para onde vai, irá ouvir ainda outra língua. Provavelmente falará duas línguas bem (a do pai e a da mãe) e a outra com maior dificuldade, mas com acerto. Há vantagens em uma criança de 5 anos aprender línguas? O multilinguismo está associado a um desempenho globalmente melhor na leitura e na escrita, com maior facilidade na procura de palavras e mais correcta construção de frases, bem como com uma melhor capacidade de análise, interacção social e competências académicas. Por outro lado, saber várias línguas securiza a criança, especialmente nestes anos de maior insegurança e receio de abandono, porque lhes dá um «seguro» para usar em caso de necessidade, com aumento da autoestima e da autoconfiança. Saber línguas ajuda, também, a entender melhor os fenómenos migratórios e a perceber as vantagens de uma sociedade pluncultural e multi-étnica Todavia, esta aprendizagem deve ser feita com tranquilidade e dentro de um espírito lúdico e sem sobrecarregar a criança. O meu filho tem 2 anos e parece que fica parado, quando lhe pergunto alguma coisa. Repito, repito, e ele sempre a olhar para mim. Quando falar com ele, dé-lhe tempo para ele pensar e responder, mesmo que por trejeitos ou sons díspares Não tente ter o monopólio da conversa. Enquanto estiver a falar e a perguntar-lhe ela estará a ouvir. É bem-educada. sabe que não se interrompe quem fala e que se deve ouvir até ao fim para poder retorquir Por outro lado. quando falar com o seu filho, exceptuando conversas e frases pontuas, desligue a televisão e outras formas de ruído que o distraiam e não ajudem a entender a conversa. A nossa filha tem 3 anos e quando nós discutimos começa a chorar... As crianças referenciam tudo à sua própria pessoa. Evitem zangas e discussões à frente do vosso filho. Ficará muito perplexo, não compreendendo nada do que está a ser dito, verá apenas a vossa expressão zangada e como não imagina que as pessoas que mais ama possam estar zangadas uma com a outra, pensará sempre que estão a ralhar com ele. Para ele, os adultos são um bloco coeso e coerente, e que não fazem «birras». Portanto, se estão a gritar só pode ser com ele. Não é a ele lambem que se dirigem quando dizem: «Não mexas aí», «Porta-te bem»? Estou preocupado porque o meu filho, de 2 anos e meio, não fala quase nada...períodos de maiores demonstrações (o que não significa maiores aquisições), outros de quase estagnação. Ao começar o segundo ano de vida, em média, as crianças dizem algumas palavras como "mamã», «papá", «não», «cão», «água», «dá», bem ou mal pronunciadas. A capacidade de aprendizagem, associada ao interesse e à necessidade progressiva (e também ao gozo do saber e do sucesso), faz com que, entre os 18 meses e os 5 anos. as crianças aprendam uma média de nove palavras por dia. Depois de conseguir expressar alguns sentimentos, nomear objetos e pedir coisas, as crianças começam a formar frases, mesmo que muito reduzidas, mas com uma entoação que revela o sentimento e o objetivo. E os rapazes são em média mais atrasados do que as raparigas. Não se preocupe se verificar que ele cumpre ordens e entende as coisas. Um dia destes carregará no play. A minha filha, de 3 anos, começa a dizer uma frase e a dada altura gagueja...dois tipos de gaguez muito diferentes. Um é o gaguejar contínuo, nas várias palavras, com paragens e quebras na fluência que perturbam a fluidez normal da fala. Estas paragens levam à repetição de sons, sílabas ou palavras, ou prolongamento dos sons de modo a que as palavras parecem «esticadas». De quando em quando, um silêncio que também perturba, e a dificuldade de terminar uma frase que já todos entenderam leva à vontade de a acabar pelo outro - provavelmente uma em cada vinte crianças até aos 5 anos tem um problema de gaguez. Muitas vezes, como defesa, a criança que gagueja já sabe onde vai ter maiores dificuldades e limita o seu vocabulário às palavras onde se defende melhor. Outra coisa é a criança que começa uma frase e, a meio, hesita volta atrás e à frente, gagueja e parece não saber onde está. O que acontece é a criança começar um pensamento, querer expressá-lo, e quando a fala (processo mecânico ainda em aprendizagem, nos primeiros anos de vida) está a decorrer, já o pensamento (fenómeno eléctrico neuronal) saltou para outra ideia. E a Banca fica sem saber onde eslava e para cindo vai, tendo a noção de que o assunto de que estava a falar e o que lhe vai agora na ideia são coisas completamente diferentes. Daí a perplexidade Em que consiste a terapia da fala? Muitas pessoas ainda acham que a intervenção dos terapeutas da fala só se justifica para corrigir defeitos de pronunciação ou de dicção. Nada de mais errado. Terapia da fala é algo de mais vasto - uma verdadeira terapia da comunicação, que passa pela articulação das palavras, mas também pela expressão, pela linguagem visia de um modo global, e da identificação e correção de perturbações auditivas, visuais, cognitivas, musculares, respiratórias deglutição e voz. Muitas coisas, portanto que se articulam e relacionam A terapia da tala e da linguagem, indui diversas vertentes tala (articulação, entoação ritmo, sonondade). linguagem (tonotogia, morfologia,  sintaxe. semântica, pragmática); Linguagem receptiva e expressiva (escrita e leitura) e comunicação não verbal (expressão facial, mímica), alem de problemas de deglutição e respiratórios condicionados pelos primeiros. Ler Mais...

Assim que nasce, o bebé é capaz de ver

As capacidades sensoriais do bebé têm sido alvo de crescente interesse. No que respeita à visão, por exemplo, sabe-se que praticamente todos os bebés são capazes de seguir com os olhos objetos de cor viva. Apesar de poder haver ainda uma certa dessincronização dos movimentos oculares, a criança é capaz, desde os primeiros dias de vida, de encontrar o objeto que se desloca e, inclusivamente, de movimentar a cabeça para melhor seguir o objeto. Esta actividade exige a atenção completa do bebé e implica a existência de mecanismos de controlo complexos. Demonstrou-se, de igual modo, que os bebés fixavam mais longamente um alvo, desde os primeiros dias de vida, desde que fosse desenhado o esboço de um rosto humano ou círculos concêntricos de uma cor única prova evidente de que conseguem distinguir uma superfície estruturada de uma não-estruturada. Foi, inclusivamente, sugerido que os bebés, a avaliar pelo tempo em que se mantêm a fixar a imagem, terão um certo prazer neste exercício. O que poderá justificar o que apelidamos de «desinteresse» do bebé pelo que vê ao longe, tem a ver com o facto de o bebé não ter, quando nasce, memórias com as quais possa «acertar» e «comparar» o que está a ver. Assim sendo, o significado da maioria das coisas é, ainda, incerto e desconhecido. Por outro lado, a discriminação dos pormenores de um objecto ou de uma cena exige uma grande atenção e uma observação demorada e analítica, o que é ainda difícil para um bebé pequeno, que se cansa facilmente com os estímulos a que ainda tem que se habituar. Sabe-se, de igual modo, que um bebé consegue ver nítido a uma distância de um palmo (cerca de 20 cm) que é, afinal, nem mais nem menos do que a distância natural entre a face da mãe e a sua, quando está ao colo ou a mamar. A natureza realmente não se engana. A evolução da visão vai-se fazendo gradualmente, e quer o tempo que o bebé aguenta a olhar para as coisas, quer a atenção que lhes dedica e o significado que o seu cérebro já lhes consegue atribuir fazem com que, a partir de cerca dos quatro meses, a capacidade de ver com nitidez seja já praticamente total. Desta forma, é indiscutivelmente importante investir na interacção precoce entre pais e filhos, e no jogo sensorial entre ambos (sem cair, obviamente, na estimulação exagerada ou na «exigência» de performances). Um recém-nascido interessa-se, em primeiro lugar, pelos contornos e pelas fronteiras entre as cores, e o seu gosto em olhar formas com vários ângulos atesta a vontade de apreender o máximo de informa- ções. Gosta das cores contrastadas, dos objetos de médio tamanho em que a luz se reflecte e, de preferência, de forma ovoide. Por outro lado, prefere a face humana à sua representação em desenhos. Durante o primeiro mês de vida, a criança sabe distinguir o rosto da mãe e do pai do das outras pessoas, e reage de forma diferente às diversas expressões que a mãe faz. Se ela sorrir, a criança fica calma ou até sorri. Se a mãe ficar impassível ou fizer uma cara zangada, a criança fica, primeiro, parada à espera; depois, faz uma expressão triste e chora. A capacidade de imitação é bastante grande: se os pais deitarem a língua de fora, demoradamente, o recém-nascido vai tentar fazê-lo também, abrindo a boca, fazendo movimentos com a língua e conseguindo, muitas vezes, deitá-la de fora também. Fá-lo-á mais rápida e eficazmente se for sendo aplaudido e elogiado pelos seus progressos. Até cerca dos quatro meses, os bebés vêm a preto e branco, em tons de cinzento. Depois ganharão progressivamente os elementos (cones) que lhe permitirão conferir, segundo as três tonalidades principais (azul, verde e encarnado), a imensa paleta de cores dos objetos. Ler Mais...

Algumas questões

Freio da língua Aquilo a que se chama habitualmente «freio da língua» e que provoca, quando curto, uma situação que se designa por «língua presa», é nem mais nem menos do que um espessamento dos músculos génio-hioglóssicos, mesmo na parte central da língua, formando uma prega vertical. Pode ser uma coisa muito ligeira (apenas uma pequena membrana), ou um espessamento razoável. Neste último caso pode impedir que a língua saia normalmente da boca, prejudicando a deglutição e a fala (nos recém-nascidos normais, a língua é sempre pequena). A principal alteração da fala que se atribui ao freio da língua é a criança ficar «ciosa», com dificuldade de pronunciação de certas letras (N, L, T, D - «sopinha de massa»). Embora não seja um problema de maior, há que pensar que estamos numa era de comunicação e que tudo o que possa prejudicar esta, poderá ter efeitos no relacionamento e na auto-estima da criança, quer em casa, quer na sua vida escolar e pública. Na dúvida, o cirurgião pediatra dirá se é melhor fazer o corte do freio, o que, a fazer, é rápido e instantâneo, sem quaisquer perigos, se for feito nas primeiras semanas de vida. Ler Mais...
Fotos d pe cm tala | Para Pais.