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Verdades científicas

Muita coisa se diz, mas quais as verdades científicas? E não serão estas, também, volúveis como o vento? Lembram-se como comer sardinha passou de ótimo a péssimo, e de péssimo a ótimo em «menos de um fósforo», tudo na base de «bons conselhos*» da Saúde Pública? Com o chocolate há dúvidas praticamente iguais, e isso justifica as notícias contraditórias que surgem na comunicação social. Alguns estudos recentes mostram, por exemplo, que o cacau tem um componente que ajuda a impedir a formação de placa bacteriana nos dentes, ou seja, em comparação com os açúcares tradicionais, o chocolate até seria menos mau. Por outro lado, as gorduras saturadas do chocolate, que contribuem para doenças cardíacas, acompanham-se de outros componentes deste produto - os compostos fenólicos, que também existem no vinho - que baixariam o risco para o coração. O triptofano, um aminoácido existente no chocolate, diminui a ansiedade através da produção de um transmissor cerebral, a serotonina. Por outro lado, as endorfinas, que reduzem a dor e dão a sensação de bem-estar, seriam também estimuladas pelo chocolate (será por isso que sabe tão bem?). Discussões que ainda «estão no adro», mas que prometem. E se acrescentarmos que o chocolate tem mais de 300 compostos químicos conhecidos, a nossa perplexidade perante esta doce substância aumentará, decerto, e as «novidades» que a investigação científica trará nos próximos anos serão incontáveis. Ler Mais...

A partir dos 4

Já ouviram falar na «idade dos porquês». Até à exaustão, obrigando-nos a mandá-los «dar uma volta» ou a entrar numa espiral de explicações científicas cada vez mais complexas, e sabendo de antemão que a criança saltará de assunto para assunto. Nesta idade, a criança já sabe que está a «fazer teatro» ou a «brincar a...», distinguindo estes jogos da realidade. Quando brinca com carrinhos percebe que estes carrinhos não são o carro em que viaja todos os dias. Já percebe a noção de conjunto - é capaz de dividir objetos segundo as formas, cores, relações funcionais, etc. A capacidade de conversar através da fala aumenta, em tempo e em complexidade. O pensamento simbólico é a representação da realidade através da utilização de conceitos abstratos, como as palavras, gestos e números, por exemplo. Cerca dos 18 meses de idade há já algum pensamento simbólico, quando uma criança usa algumas palavras para referir coisas para além delas. O desenvolvimento da linguagem (não apenas verbal) vai permitir um enorme desenvolvimento do pensamento simbólico, seja para expressar conceitos (mãe, pai, família), seja para referências abstratas (conforto, futuro), ou para símbolos que podem ser manipulados (aritmética). A criança consegue, a partir desta idade, através da imitação (construída pela assimilação e reconstrução das ações e acontecimentos), repetir comportamentos. Por sua vez, a própria construção do pensamento simbólico permite ir mais além, numa espiral exponencial de simbologia. Ler Mais...

Crianças indigo

A definição das chamadas «criança indigo» carece ainda de fundamentação científica, pelo que há que ser cauteloso quando se aborda este assunto. Todavia, como este assunto aparece, volta não volta, nos meios de comunicação, ficam aqui algumas ideias do que poderão ser estas crianças. Os primeiros casos de «crianças indigo» são recentes - cerca de vinte e cinco anos -, e foram «descobertos» através da parapsicologia, o que levantará logo muito cepticismo aos que exigem provas científicas concretas. O nome indigo vem da cor azul, porque a aura destas crianças (para quem diz ver as auras das pessoas) seria desta cor, o que corresponderia a um aumento do domínio da espiritualidade. Dentro desta definição entrariam crianças com algumas características comuns, para além da «aura indigo»: • hipersensibilidade auditiva; • hipersensibilidade táctil; • sensação de estar acima dos outros e incompreensão pelo facto de os outros não aceitarem o facto pacificamente; • rebeldia e pouca vontade de aprender com os outros; • grande criatividade; • impaciência; • brusquidão; • pouco sentido de culpabilização; • abandono de atividades se encontram outra que lhes chama a atenção; • interesse saltitante, mas profundo por várias formas de expressão plástica, arte, atividades desportivas e de lazer. Qualquer destas características pode ser encontrada isoladamente em muitas crianças. A associação de várias definiria as crianças indigo. Nos próximos anos, falar-se-á mais deste tema, mas por ora, creio que será melhor tratar as crianças de um modo «normal», mesmo que a aura seja das sete cores do arco-íris.   Ler Mais...

Posiçao de Dormir

Não há discussão. Todas as autoridades científicas são concordantes: deve-se deitar os bebés de barriga para cima. Para cima. Mesmo que, em algumas maternidades, continuem a advogar (um bocadinho à maneira lusitana) uma solução de compromisso deitar de lado. Mas a verdade científica e a prática de muitos outros países não deixa dúvidas: não há lugar para outras opiniões. Se não houver qualquer contraindicação médica, deitam-se os bebés de costas! Há cerca de quinze anos, estudos extremamente bem elaborados na Holanda, primeiro, e na Austrália, Reino Unido, EUA, Canadá e Escandinávia, depois, mostraram que a posição de deitar influenciava extraordinariamente a ocorrência da Síndroma da Morte Súbita do Latente (SMSL). Sem que se saiba exatamente porquê, os fatos demonstraram que, relativamente a um bebé deitado de bruços, um que fique de lado tem metade do risco de ocorrência de SMSL, e se estiver deitado de costas o risco ainda se reduz mais, para cerca de um quarto. Por outro lado, estes estudos também confirmaram que um dos grandes receios dos pais e dos profissionais o engasgamento e sufocação caso o bebé bolçasse ou vomitasse , não acontecia em maior grau com qualquer das posições alternativas a estar de bruços. Portugal foi um dos primeiros países da Europa a ter uma norma oficial, da Direção-Geral da Saúde, sobre o assunto. Em 1992 foi aconselhada a posição de deitar de costas, tendo também sido escrita no Boletim de Saúde Infantil e Juvenil («boletim azul e cor-de-rosa»), para que não houvesse dúvidas. Como esta doença ainda não é do «sentir» da população e de alguns profissionais, é comum ver-se uma certa resistência, mas a ciência e as normas são muito taxativas: salvo casos muito raros que o médico diagnosticará, todos os recém-nascidos e crianças devem ser deitados de costas nos primeiros meses de vida (até se voltarem por eles próprios). Esta posição tem também, aliás, vantagens relativamente à ocorrência de otite (menos casos). Ler Mais...

Efeitos das ondas electromagnéticas

Outro tipo de efeitos, que interessará mais aos pais de crianças do 1 aos 5 anos, tem a ver com os efeitos das ondas electromagnéticas emitidas pelos telemóveis. Ainda não há provas científicas indiscutíveis de que o uso de telemóveis cause cancro do cérebro ou qualquer outro tipo de cancro. O tipo de radiações transmitidas pelos aparelhos são do tipo microondas, pelo que não têm suficiente energia para alterar o ADN das células, ou seja, não parecem ter capacidade para perturbar o material genético que conduz a novas gerações de células (no caso de uma célula cancerosa, o novo ADN repto células doentes). Todavia, nalguns países já é norma que no livro técnico de cada aparelho se informe o comprador sobre a quantidade de energias de onda rádio que aquele emite - é a chamada Taxa de Absorção Específica. Nos últimos anos foram efectuados estudos em larga escalai por exemplo no Reino Unido e na Dinamarca, e não se conseguiu encontrar nenhuma relação significativa entre a ocorrência de cancro e o uso de telemóvel. E convém sublinhar que estes estudos foram feitos ainda com telemóveis analógicos - os novos, digitais, ainda têm uma radiação menor. Têm aparecido algumas informações, designadamente na Internet, que relatam experiências, por exemplo cozer um ovo que é colocado entre dois telemóveis. É claro que as radiações provocam aque- cimento, mas a questão é a quantidade e a duração. Tudo fará mal, se exagerado. A alface faz bem, mas se comer cinco quilos num dia irá certamente sentir-se mal. Quanto à audição, trata-se de um problema diferente, já que não passa pela alteração do ADN celular, mas sim pela lesão directa sobre as células. Nesse aspecto, claro que quanto mais se utilizar encostado ao ouvido maior o potencial risco de causar anomalias embora, quando surge uma surdez, seja difícil dizer se foi o telemóvel que a provocou. Por todas estas razões, as crianças devem, por precaução e mesmo não havendo conclusões definitivas sobre perigos, falar o mínimo possível e por períodos curtos (inferiores a dois minutos). E preferencialmente com auricular ou alta-voz, pata afastar o foco das ondas electromagnéticas.   Ler Mais...
Fotos cientificas de vaxinas | Para Pais.