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Distrofia muscular

A distrofia muscular é uma doença genética que vai gradualmente enfraquecendo os músculos do corpo. A causa é genética e o problema reside no insuficiente fabrico de proteínas que vão mantendo e renovando a massa muscular. Uma criança com esta situação começa a perder capacidades que já tinha adquirido, como sentar-se, andar, respirar sem dificuldade e mexer bem os braços e as pernas, com os problemas de saúde inerentes. Os sintomas começam, em média, a partir dos 2 anos de vida, manifestando a falta de força ou perda progressiva da competência nas áreas já adquiridas. A marcha em bicos de pés pode ser um sinal precoce (depois de uma criança já ter andado bem). Um achado físico e o engrossamento dos músculos das pernas, que são substituídos por gordura. Sempre que os pais suspeitem de algum problema deverão falar ao médico-assistente e tentar saber, também, se na família houve algum caso parecido, pois pode ajudar a caracterizar o tipo de situação. O diagnóstico passa por vários exames, ao sangue e aos músculos, bem como genéticos. Há vários tipos de distrofia muscular, sendo a mais conhecida a de Duchenne, que afeta os rapazes (podendo ser as raparigas portadoras). Os sintomas aparecem pelos 4-5 anos. Ler Mais...

Algumas regras de ouro

• quando cozinhar, utilize sempre os bicos de trás do fogão e equilibre bem os tachos e panelas. Vire as pegas dos tachos, frigideiras e panelas para trás, de modo a que a criança não lhes tenha acesso; • desimpeça a cozinha de objetos soltos, bancos, sacos de compras e outros obstáculos que possam fazer tropeçar; • verifique que tem o caminho desimpedido de objetos e de crianças quando transporta líquidos quentes; • evite tomar bebidas quentes com crianças ao colo. Não coloque chávenas ou outros recipientes com líquidos quentes na beira das mesas; • na preparação do banho, coloque sempre primeiro a água fria e vá temperando com quente. Misture bem antes de o bebé ou a criança entrarem; • proteja sempre as lareiras com um guarda-fogo bem fixo e estável; • não coloque os aquecedores e outras fontes de calor em locais de passagem; quando acender uma braseira, certifique-se de que as saias das camilhas não correm o risco de pegar fogo. Não acenda braseiras em locais onde haja crianças pequenas a brincar; • não utilize álcool ou outros combustíveis para avivar as chamas de churrascos; • não deixe fósforos ao alcance de crianças, nem os manuseie indevidamente à frente delas; • em vez de velas, ou candeeiros de petróleo, tenha sempre à mão lanternas de pilha, para eventuais faltas de corrente. Ler Mais...

Fogo

Há países onde os incêndios representam um problema sentido pela população. Por várias razões, designadamente pelo tipo de construção e aquecimento que, ao longo dos séculos, permitiram a eclosão de incêndios em que grandes áreas das vilas e cidades arderam. Em Portugal nunca houve esta sensação embora, devido às mudanças habitacionais e uso exponencial de eletrodomésticos, aquecedores, braseiras e lareiras, o número de incêndios tenha aumentado. Os incêndios são particularmente graves em crianças até 5 anos, por um lado porque não sabem o que fazer e se deixam apanhar facilmente pelas chamas, por outro porque são mais baixas do que os adultos, e brincam no chão, sendo rapidamente intoxicadas pelos gases pesados. A falta de visibilidade, pelo fumo, também dificulta a sua orientação. Além do pânico, claro. Tantos filmes reportam esta situação com os bombeiros a terem de voltar aos prédios em chamas, para salvar as crianças que não conseguiram fugir. Embora seja obrigatório em estabelecimentos de hotelaria, nas casas portuguesas usam-se muito pouco detetores de chamas ou de fumo, bem como extintores (com a respetiva revisão anual). Lembrem-se que o fogo pode começar:
  • em curto-circuitos elétricos resultantes de instalações antigas, fios deteriorados, quadros sem sistemas de proteção, excesso de ligações em fichas triplas (sobretudo por eletrodomésticos de alta resistência), computadores ou carregadores de telemóveis que ficam ligados, extensões enroladas e dobradas (aumenta a resistência elétrica e, portanto, o aquecimento), lâmpadas demasiadamente intensas para as estruturas dos candeeiros, etc. Alguns destes problemas surgem porque se fazem (atamancam) arranjos elétricos sem conhecimentos técnicos;
  • lareiras, mas também braseiras em mesas de camilhas com «saias»;
  • colocação de alcatifas e tapetes (sobretudo de materiais sintéticos) sobre fios elétricos;
  • na cozinha, demasiados eletrodomésticos e bicos de fogão ligados ao mesmo tempo, sem se ter tempo e disponibilidade para vigiá-los todos;
  • secar roupa sobre aquecedores;
  • aquecedores instáveis, que uma criança ou
  • um animal pode derrubar;
  • fósforos e isqueiros «à solta»...ou cigarros não apagados em cinzeiros;
  • fraldas ou toalhas sobre candeeiros para velar a luz;
  • uso de velas (para iluminar ou «criar ambiente») - as velas, quando começam a derreter, mudam de forma e podem vergar-se e a chama pegar a qualquer objeto;
  • jornais, revistas, livros e outros materiais de papel ou inflamáveis (colas, diluentes) muito próximos de radiadores e fontes de aquecimento - a distância mínima deverá ser de um metro.
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Alguns parâmetros do desenvolvimento, nas várias idades, e sinais de alarme

Como cada criança se desenvolve com um ritmo próprio, é impossível dizer com exacti- dão quando é que «deve» fazer determinada tarefa ou adquirir uma dada competência. Os parâmetros de desenvolvimento dão uma ideia geral das alterações e aquisições que são de esperar, mas nunca se pode esquecer que a criança cresce e se desenvolve de maneira integrada, e que - salvo raras excepções -, um só critério para a avaliar não é suficientemente válido. A vigilância, porque alguma tem de ser feita, deve assentar na detecção dos chamados «sinais de alarme», que não indicam por si uma doença mas que devem, pelo menos, fazer com que a criança seja observada pelo médico-assistente, com vista ao esclarecimento da situação. Parâmetros de desenvolvimento 12 meses • quando se esconde atrás de uma fralda ou de uma porta, e reaparece, a criança manifesta agrado e gozo com a brincadeira? • localiza sons, virando a cabeça? • diz «ma-ma» e «<pa-pa»? Faz outros sons? • diz uma palavra? • tenta pôr-se em pé, agarrada? • já dá uns passos agarrado aos móveis e sofás? 18 meses • consegue segurar num copo ou caneca (de tamanho normal), sem ajuda, e beber sem entornar? • consegue atravessar uma sala ou um quarto, de ponta a ponta, sem cair ou bater nos móveis? • consegue andar sem apoio? • diz pelo menos duas palavras? • já tenta tirar os sapatos (sem atacadores) sozinho? • tenta comer sozinho? Sinais de alarme 12-18 meses • não consegue andar aos 18 meses; • depois de alguns meses de saber andar, anda sempre em bicos dos pés; • não sabe pelo menos 15 palavras aos 18 meses (pode, no dia-a-dia, não dizer nada porque não precisa, mas os pais devem já ter ouvido estas palavras, proferidas com sentido); • não diz uma frase de duas palavras, aos 2 anos de idade; • aos 15 meses, não entende a função de objectos diariamente utilizados, como a escova de cabelo, telefone ou telemóvel, campainha, garfo, colher; • não imita acções ou palavras no final deste período; • não compreende ordens simples, aos 2 anos; • não consegue empurrar um brinquedo com rodas, aos 2 anos de idade. 3 anos Marcha e motricidade grossa • trepa; • consegue subir e descer escadas alternando os pés nos degraus; • dá um pontapé numa bola; • corre com facilidade; • pedala num triciclo; • inclina-se para a frente sem cair. Motricidade finadesenha linhas verticais, horizontais e circulares com uma caneta ou lápis: • volta as páginas de um livro; • faz uma torre de seis cubos; • pega num lápis correctamente; • consegue enroscar e desenroscar; • dá volta a volantes. Linguagem • obedece a ordens com duas ou três linhas de acção; • reconhece quase todos os objectos e imagens comuns; • percebe a maioria das frases; • percebe conceitos físicos relacionais como «sobre», «dentro», «debaixo», etc; • usa frases de 4 e 5 palavras; • sabe o seu nome, idade e sexo; • as pessoas que não o conhecem entendem a maior parte do seu discurso; Sinais de alarme - 3 anos • cai com frequência; • tem dificuldade em subir ou descer escadas; • baba-se muito; • tem uma linguagem não entendível pelos mais próximos; • não consegue fazer uma torre de mais de 4 cubos: • não consegue manipular objectos pequenos; • não consegue desenhar um círculo, aos 3 anos; • não consegue comunicar, mesmo que com pequenas frases; • não se interessa pelo faz-de-conta; • não entende ordens simples; • pouco se interessa pelas outras crianças, nem sequer para conflitos; • ansiedade de separação constante. • usa pronomes (eu, tu, meu, nós, eles) e plurais (carros, cães, gatos), mesmo que -escorregue» nas excepções gramaticais («eu fazí» em vez de «eu fiz») Cognitivo •brinca facilmente com brinquedos mecânicos; • consegue associar um objecto real com a imagem num livro; • brinca ao faz-de-conta com bonecos, animais e pessoas; • divide os objectos segundo o formato e a cor; • faz puzzles de 3 e 4 peças; • percebe o conceito de «dois». Social • imita os adultos e amigos; • tem manifestações afectivas espontâneas com os familiares e amigos; • sabe esperar a sua vez num jogo; • entende o conceito de «meu» e «dele-. Emocional • expressa afectos e sentimentos abertamente; • expressa e conhece emoções, sabendo até imitá-las e fingi-las; • aos 3 anos, consegue separar-se dos pais sem ansiedade, quando transita para um ambiente que conhece; • habitua-se às rotinas. 4 anos Motricidade grossa • salta e consegue equilibrar-se num só pé durante pelo menos 5 segundos; • sobe e desce escadas sem apoio; • pontapeia uma bola com direcção; • atira a bola com a mão; • consegue apanhar uma bola lançada na sua direcção; • consegue andar para a frente e para trás com facilidade. Motricidade finadesenha formas quadradas ou rectangulares; • desenha uma pessoa com 2 a 4 partes do corpo • usa uma tesoura; • consegue começar a copiar algumas letras maiúsculas, reconhecendo as do próprio nome. Linguagem • entende o conceito de «igual» ou «diferente»; Sinais de alarme - 4 anos • não consegue atirar uma boia com a mão; • não consegue dar saltos no mesmo lugar; • não consegue andar de triciclo; • não consegue segurar num lápis entre o polegar e os outros dedos; • tem dificuldades em desenhar; • não consegue equilibrar 4 cubos; • mostra uma grande ansiedade de separação; • não se interessa por jogos interactivos; • ignora as outras crianças; • tem um medo atroz de qualquer pessoa que não seja a família restrita; • não joga ao faz-de-conta; • resiste a vestir-se, dormir ou aprender a ir à casa-de-banho; • não tem auto-controlo; • não consegue desenhar um círculo; • não usa frases com mais de 3 palavras; • não usa o «eu» e o «tu» adequadamente. • sabe usar as regras principais da gramática; • fala com frases de 5 a 6 palavras; • fala suficientemente bem para ser entendido por estranhos; • conta histórias. Cognitivo • sabe as cores principais; • entende o conceito de contar e sabe alguns números; • dá a sua opinião e tem a sua razão; • começa a ter uma noção do tempo e suas referências; • cumpre ordens com 3 etapas; • lembra-se de partes de histórias; • gosta muito do faz-de-conta. Social • gosta de desafios e experiências novas; • coopera com outras crianças; • brinca «aos pais e às mães»; • adiciona pormenores criativos às histórias; • sabe fantasiar; • veste e despe roupas simples; • começa a negociar, num conflito; • ganha independência. Emocional • vê monstros nas imagens ou representações desconhecidas; • vê-se como uma pessoa com corpo, mente e sentimentos; • distingue a realidade da fantasia na maior parte das situações. 5 anos Motricidade grossa • equilibra-se num só pé durante pelo menos 10 segundos; • salta em comprimento e altura; • dança, trepa; • salta nos dois pés. Motricidade finadesenha um triângulo e outras formas geométricas; • desenha a pessoa com corpo; • sabe algumas letras e desenha-as; • veste-se e despe-se; • usa a colher, o garfo e, por vezes, a faca; • usa a casa de banho. Sinais de alarme - 5 anos • está sempre com medo ou apresenta timidez extrema; • é muito agressivo; • não se consegue separar dos pais; • distrai-se facilmente e não consegue concentrar-se mais do que 5 minutos numa actividade; • não se interessa pelas brincadeiras comuns; • recusa-se a responder às pessoas ou dá uma resposta demasiadamente seca ou breve; • não usa fantasia ou imitação, no jogo; • está sempre triste e raramente sorri; • não se interessa por muitas actividades; • evita outras crianças; • não expressa emoções (chorar, rir); Linguagem •sabe recordar partes de histórias; • fala com frases de mais de 5 palavras; • usa os verbos no futuro; • conta histórias longas; • sabe o nome completo e a morada. Cognitivo • sabe contar até 10; • sabe pelo menos 4 cores; • sabe bem o conceito de tempo; • sabe distinguir grupos de acções e objectos: dinheiro, comida, brincar, higiene. Social • gosta de agradar; • gosta de copiar os amigos; • aceita regras; • gosta de actuar, dançar e cantar; • é muito independente e gosta de fazer as coisas sozinho. Emocional • tem noção da sexualidade; • sabe distinguir a fantasia da realidade; • exige, mas sabe cooperar e partilhar. • come e dorme mal; • não sabe usar a casa de banho; • não dislingue a fantasia da realidade; • é demasiado passivo; • não entende ordens de duas etapas; • não sabe o seu primeiro e último nome; • não usa adequadamente plurais nem os verbos no passado; • não fala das suas actividades diárias; • não faz uma torre de 6 a 8 cubos; • segura mal no lápis; • não consegue vestir-se ou despir-se; • não consegue lavar os dentes; • não sabe lavar e secar as mãos. Ler Mais...

Vitaminas. Será que ainda são necessárias?

As carências vitamínicas foram e ainda são, em certas partes do globo uma causa importante de doença, com desta que especial para as crianças. Só no século XIX, se estabeleceu definitivamente que a ausência de certos fatores na alimentação era responsável por essas doenças e a partir dos anos 30 começaram a sintetizar-se vitaminas para utilização preventiva ou curativa. A sua utilidadede, assim, ser demonstrada sem qualquer margem para dúvidas. Foi também a partir do uso mais extenso dos suplementos vitamínicos que se descobriu que algumas delas eram um pau de dois bicos, podendo induzir situações indesejáveis e perigosas, como é o caso das vitaminas A e D. «Vitamina»(ou «amina da vida»), termo utilizado por um cientista a partir de 1911, é o nome dado a certas substâncias que não têm qualquer valor calórico mas que são essenciais aos processos metabólicos que todos os dias e a todos os momentos têm lugar no corpo humano; acresce que as vitaminas nào são integralmente fabricadas no organismo, necessitando assim o homem de as ingerir, seja na sua forma já acabada, seja numa forma ainda anterior, designada por vezes por provitamina. Existem inúmeras vitaminas, inicialmente nomeadas segundo as letras do alfabeto: A, B (complexo formado por várias vitaminas, com destaque para a B1, B2, B6 e B12). C, D, E, K, etc. No quadro da página seguinte referem-se algumas vitaminas e a sua fonte e ação. As crianças precisam de vitaminas? Precisam, como qualquer ser humano. A questão deve ser posta de outra forma: será que as crianças precisam de SUPLEMENTOS vitamínicos, ou poderão elas ingerir quantidades suficientes de vitaminas através da dieta normal e da prática de uma vida saudável? Praticamente todos os pais pedem ao médico, nem que seja uma só vez, que receite à criança -umas vitaminas». As vitaminas fazem parte do imaginário dos pais. Mesmo com crianças bem nutridas, rosadas, cheias de vitalidade, que raramente adoecem (pelo menos de maneira moderada ou grave), os pais quase que exigem as «eternas» vitaminas. Compreende-se que, culturalmente, assim seja. Por várias razões históricas, os suplementos vitamínicos desempenharam um papel muito importante na prevenção de doenças causadas pela carência desses elementos na dieta. Sem ir aos tempos do escorbuto (que não foram só os das caravelas), muitos pediatras lembrar-se-ão de ver diariamente casos de doenças que tinham nomes quase impronunciáveis: «raquitismo-, «pelagra», «beribéri», ou anemias por deficiência de vitamina B12. Hoje em dia, essas doenças são raríssimas em Portugal porque a nutrição das crianças portuguesas é incomparavelmente melhor e serão poucas as que vivem ainda situações arrastadas de grandes carências alimentares. Por outro lado, a ideia de que quando se ia ao médico era «obrigatório» sair de lá com uma dúzia de medicamentos já passou à história, embora ainda muita gente reclame quando o médico «nem sequer receita umas vitamina. Mas é assim, muitas vezes, provavelmente na maioria das consultas de saude, o médico não precisará de receitar qualquer medicamento, nem mesmo vitaminas. A mudança de atitude perante o e a medicina que e o que se passa nas cônsultas, o primado da saúde sobre a doença, o crescente grau de saúde e de bom estado físico das gerações mais novas e a nutrição mais adequada das crianças, fazem com que os suplementos vitamínicos tenham perdido muita da sua atualidade. Pais: não receitar vitaminas poderá provavelmente ser a atitude mais moderna, mais actualizada e mais correta... portanto não pensem que o médico assistente do vosso filho está a proceder erradamente se optar por não dar vitaminas ao vosso filho. No que toca à vitamina D, o seu «fabrico» envolve a pele, o sol e os rins. Há alguns anos, Portugal era um país onde o raquitismo abundava, isto apesar de ser um país de sol, mas haver sol não bastava quando a maioria das crianças pouca vida ao ar livre fazia e pouco ia à praia. A situação mudou, como podemos constatar todos os Verões. As praias enchem-se e qualquer criança de qualquer meio social frequenta a praia. De qualquer modo, parece ainda justificar-se a suplementação de vitamina D no primeiro ano de vida, altura da vida em que o crescimento é mais rápido. O leite materno, os substitutos comerciais e as vitaminas O leite materno tem todas as vitaminas necessárias ao desenvolvimento do bebé, isto, claro, se a mãe nào sofrer ela própria qualquer carência alimentar e nutritiva. À excepção da vitamina D. os bebés alimentados ao peito não necessitam de qualquer outro suplemento vitamínico e só em condições excepcionais poderão requerer suplementos de vitamina C. Claro que se excetuam as crianças com qualquer tipo de problema, prematuros ou recém-nascidos de baixo peso, os quais, por condições várias, poderão precisar de suplementos mais alargados. Neste ponto estamos a falar de crianças saudáveis, com peso normal à nascença. O leite materno, os substitutos comerciais e as vitaminas O leite materno tem todas as vitaminas necessárias ao desenvolvimento do bebé, isto, claro, se a mãe não sofrer ela própria qualquer carência alimentar e nutritiva. À exceção da vitamina D, os bebés alimentados ao peito não necessitam de qualquer outro suplemento vitamínico e só em condições excepcionais poderão requerer suplementos de vitamina C. Claro que se excetuam as crianças com qualquer tipo de problema, prematuros ou recém-nascidos de baixo peso, os quais, por condições várias, poderão precisar de suplementos mais alargados. Neste ponto estamos a falar de crianças saudáveis, com peso normal à nascença. Os leites comerciais também têm vitaminas. Os leitores que têm filhos que estão a ser alimentados com substitutos do leite materno (seja qual for a marca), peguem na lata e vejam a quantidade de vitaminas. E mais, enquanto as quantidades das vitaminas dos leites comerciais são analisadas e controladas, num processo em que intervém a Direção-Geral da Saúde, sendo Portugal um país onde as coisas, neste capítulo, funcionam muitíssimo bem e com muito rigor, as vitaminas dos produtos que se compram na farmácia (xaropes, gotas) são muito menos controladas, além de se distribuírem mal pelo frasco, de modo que um número «x» de gotas ou uma colher pode conter uma grande quantidade, enquanto outra pode não ter quase nada. Choques vitamínicos - Não! São realmente muito poucas as situações em que, excetuando a vitamina D no primeiro ano de vida, há lugar para os suplementos vitamínicos. Então, que dizer dos famigerados e perigosos «choques de vitaminas» ? Embora ainda haja alguns «dinossauros» que receitem esses «choques», a verdade é que eles são perigosos e indesejáveis. Não é por isso que a criança vai ter os dentes mais cedo ou andar mais precocemente, Pais: fujam dessas terapêuticas. Nos casos raríssimos em que se tem que recorrer a tal tratamento, ele deve ser feito numa consulta especializada de um hospital, porque é sinal de que o vosso filho tem um problema que deve ser seguido em consulta hospitalar. Assunto com alguma atenção, esperando-se que o futuro próximo possa fazer ainda mais luz sobre a eficácia relativa de todas estas medidas. As doenças cardiovasculares e a obesidade previnem-se na infância É cada vez mais reconhecido que a saúde e a qualidade de vida na infância e na adolescência, designadamente no que se refere aos saberes, atitudes, comportamentos e hábitos alimentares têm uma importância determinante na gênese e desenvolvimento de situações de doença na idade adulta. São exemplos disso, a diabetes, as doenças cardiovasculares, a hipertensão, a obesidade, e tantas e tantas outras doenças que só se manifestam abertamente depois dos quarenta, cinquenta anos, mas que verdadeiramente se iniciam nas idades infantis e juvenis. Um dos fatores mais importantes, mas infelizmente só recordado quando já é demasiado tarde para medidas preventivas, é a alimentação. É bom as crianças, desde bebés, adquirirem hábitos nutricionais e alimentares corretos ou, pelo menos, sem asneiras de maior. Sabido, como é, que estes hábitos se adquirem fundamentalmente nos primeiros dois anos de vida, os pais deveriam, desde o início: • evitar na dieta das crianças tudo o que seja excesso de gorduras saturadas (provenientes de animais, na carne, leite, natas, queijo, manteiga, gema de ovo); • evitar excesso de calorias «vazias» (açúcar e doces); • evitar junção de gorduras e hidratos de carbono (como os croissant, pastéis, donuts ou queques e bolos de arroz); • não deixar as refeições muito espaçadas e com grandes quantidades de alimentos; •estar atento à escassez de legumes e de frutos; •evitar o excesso de sal; •optar por leite meio gordo; •ensinar a criança a não exagerar na manteiga que põe no pão; •habituar o bebé a beber água, principalmente fora das refeições; •não engolir os alimentos quase inteiros, pelo contrário, habituar-se a mastigar os alimentos até ficarem em papa. Estes cuidados, que devem ser ensinados e exercitados desde o primeiro momento, podem fazer a diferença entre um processo de transição tranquilo entre a infância, a adolescência e a idade adulta. Portugal é um país onde as doenças vasculares e a obesidade estão a aumentar, e a surgir em idades cada vez mais baixas, com todas as consequências dramáticas individuais e sociais. Trata-se de um problema nacional de impacto tremendo. A alimentação dos bebés, quando regrada, lógica, adequada, sensata, pode constituir um enorme fator protetor e permitir que as gerações que nos seguem possam ser, pelo menos neste capítulo, muito mais saudáveis do que as que as precederam. Ler Mais...

Sugestões de brinquedos

É sempre muito difícil sugerir brinquedos, porque eles dependem da criança, da fase em que está nas suas competências do desenvolvimento, interesse particular por certas áreas, agrado dos pais e tantos outros fatores. Uma coisa é certa: os brinquedos têm de divertir, mas têm de ser simples, procurando entusiasmar a criatividade, abstracção, faz-de-conta, representação da vida real atual e futura, e permitir a exploração continuada, estimulante e segura. Ficam aqui algumas sugestões genéricas, para ajudar o Leitor, mas convém recordar que podem os pais entusiasmar-se com um brinquedo, pensando que o filho vai gostar muito, e ele não lhe prestar grande atenção Por outro lado, até aos 3 anos, é normal que saltitem de brinquedo em brinquedo, conhecendo-o por partes, o que desmotiva muitas vezes os pais - mas há brinquedos aos quais voltam repetidamente. Não olhemos para os brinquedos com olhos de adulto, ou com o sentimento de que «a criança deve», mas sim como uma oportunidade para se desenvolver e crescer. Um ano De acordo com a fase de desenvolvimento em que está - exercitação da manipulação fina e marcha, e coordenação motora, os brinquedos para montar (várias formas, cores vivas, vários tamanhos que encaixam uns dentro dos outros, rodelas de enfiar, cubos com formas para introduzir, etc.) são bastante bem aceites. Empurrar ou, um pouco mais tarde, puxar, são também actividades naturais - os brinquedos com fios de puxar e que fazem barulhos e mexem (patinhos, etc.), são adequados, porque também estimulam a causa/consequência. A partir do ano e meio já há um maior conhecimento das cores, mesmo sem saber nomeá-las. e o conhecimento de que um objeto se pode esconder (dentro de caixas, por exemplo). Os dedos têm uma capacidade crescente de agarrar, e convém dar brinquedos que possam estimular essa competência, mas sempre salvaguardando a dimensão das peças - tudo o que for menor do que uma moeda de 2€ não deve estar ao alcance da criança. Sugere-se: brinquedos de montar, bichos de plástico de cores vivas (cuidado com a qualidade, por causa das tintas e do plástico, que irá à boca todas as vezes que lhe pegar), carrinhos e camiões, chaves coloridas que fazem barulho. Quando domina o andar, a criança começa a querer exercitar as pernas de outra maneira, e então pensa em trepar, dar pontapés na bola, dançar, balouçar-se. Os dedos, para o final do segundo ano de vida, já têm uma enorme facilidade em, por exemplo, agarrar numa caneta e fazer riscos - cuidado com as tintas, porque a boca será o destino das canetas, e com bicos de lápis, e também devem estabelecer logo regras para que o uso das canetas ou lápis se faça num local predestinado, para não pintar as paredes e móveis (telas muito mais apetecíveis). No final do segundo ano, desenvolve-se a experimentação: que acontecerá se eu deixar cair isto? - é melhor que o faça com um objeto de plástico (colorido para ser atraente) do que com os bibelots ou com a loiça. Na cozinha, destinem um armário para guardar os plásticos, e é apenas ali que o vosso filho pode mexer - habituar-se-á a brincar com eles sem ir aos outros armários. A participação das crianças na vida dos pais e da família é intensa -arranjem brinquedos que simulem os objectos de uso diário,para a criança não procurar os reais, bem mais perigosos e valiosos. Sugere-se: cubos de empilhar (o gozo estará em fazê-los cair...), jogos de relacionamento de formas, um «ginásio» onde a criança possa subir, trepar, equilibrar-se e praticar as suas competências motoras, mas sempre sabendo que é só aí que o pode fazer (é caro e necessita de espaço), bolas que possam ser agarradas, moles (evitar as muito pequenas ou que tenham recheio, como espuma, por exemplo, porque pode rebentar), para ensinar o movimento de rolar e andar para trás e para a frente; carros onde se possa sentar e andar com movimentos de pés (sem pedais e, de preferência, sem excessos electrónicos ou motor); bonecos de plástico representando a sala, cozinha ou a casa de banho (inicia o processo de fantasia e faz-de-conta que simula a realidade); e livros de imagens simples (os pais deverão contar uma história associada às imagens e a criança acabará por interiorizá-la, ensinando depois a arrumar o livro prateleira própria, em prateleira própria para começar a estimar a sua «biblioteca»). Dois anos Coincidindo com o fim da omnipotência e o início da necessidade dos outros, com linguagem muito vasta (mesmo que não expressa), a criança começa a gostar de brincar com outros. No entanto, como estão constantemente a ser advertidas que «não devem» fazer isto ou aquilo, algumas crianças precisam sempre da confirmação do adulto para as brincadeiras, embora desejem fazer tudo sozinhas. É uma ambiguidade que tem de ser muito bem gerida. A necessidade de mexer em tudo faz parte da aprendizagem Há também um desenvolvimento grande de competências motoras, com grande senti- do de coordenação, como andar de triciclo ou chutar uma bola. O bebé desta idade já sabe manusear maçanetas, botões, interruptores e tudo o que os seus dedinhos alcançam. É o período em que levam os pais quase à loucura, seja pelo constante perigo de acidentes, seja quando descobrem um comando de televisão ou os botões do leitor de CD's. Brinquedos em que puxar ou carregar num botão desencadeia algo - uma melodia, o aparecimento de um boneco, o som de um animal - são altamente apreciados. As crianças desta idade continuam a gostar de blocos lógicos, com formas de cores diversas, os blocos de madeira ou plástico para construção, bonecos e brinquedos que sugiram cenas da vida real, mas não demasiadamente estruturados nem simbolizados porque as crianças não lhes atribuem significado. Além disso, a estruturação deve preferencialmente ser feita a partir da sua criatividade. Outros brinquedos muito cotados nesta idade - mas que também dão cabo da cabeça dos pais - são as flautas, tambores, buzinas e instrumentos de música em geral. Pianolas mais ou menos sofisticadas, xilofones... tudo o que emita sons e que possa ser tocado, numa relação causa-efeito. Nesta idade, outros brinquedos possíveis são os puzzles, muito simples e facilmente identificáveis, e os livros ilustrados, bem como as histórias gravadas, também simples (e que, atenção!, não substituem as histórias contadas pelos pais ou outros adultos. Ou ainda os comboios interligados, por exemplo de madeira, sem sofisticações, os carrinhos e, claro, papéis e canetas e lápis. No entanto, apesar da enormíssima expansão de informação, memória e conhecimentos, a capacidade de abstracção e reconhecimento de símbolos ainda é muito limitada. Pelo contrário, a energia é imensa - física e cerebral: jogos que permitam veicular essa energia são importantes, e também deixar as crianças fazer barulho quando brincam, mesmo que seja o «vrum-vrum» de um carro. Os brinquedos de pedalar e andar ou puxar são muito requeridos, tal e qual as bolas. No final do terceiro ano de vida. o faz-de-conta, a fantasia e a imitação sofrem um enorme impulso, bem como a criatividade e a arte. Tudo o que sejam brinquedos que estimulem estas áreas, embora nunca devam ser demasiadamente -completos- (porque vai castrar a imaginação e a improvisação, perdendo a graça em pouco tempo), são bem-vindos, e não precisam de ser caros. Apenas seguros. Três anos É a altura da total perda da omnipotência e de refúgio na reafirmação dos «pequenos poderes» caseiros. O vocabulário é extenso, bem como a constante necessidade de «ir além das coisas» - «como?», «quando?» E o inesgotável «porquê?» A lateralidade define-se. Os brinquedos para esta idade têm de ser mais ousados e estimulantes. Quem já começa a saber vestir-se, lavar os dentes ou comer com talheres também merece brinquedos a esse nível. O desenho e a pintura surgem como muito importantes, para expressar ideias e conceitos que ainda não encontram a linguagem simbólica adequada, assim como a plasticina, moldagem, escultura com diversos materiais e colagens (nem todos muito fáceis em casa). É bom a partir desta idade, ter uma secretária equipada com todo o material de escritório, para que se habitue a trabalhar e se fixe menos nos ecrãs. A criança desta idade corre, salta e trepa com grande à-vontade. sentindo-se muito à vontade em tudo o que lembre os equipamentos variados do parque infantil. Ao dar-se conta - porque está no jardim-de-infância, ou vai ao parque, ou tem irmãos e primos - que existem mais meninos no mundo e que brincar com eles até vale a pena, começam os jogos estruturados, seja os de faz-de-conta e teatro, de reprodução da vida real ou com regras. As histórias têm de ser mais complexas, estando completamente ao seu alcance os Três Porquinhos, o Capuchinho Vermelho, o Gato das Botas ou qualquer desses contos infantis ou fábulas - a seguir ao conhecimento da história surge a fase de experimentação, e é preciso proporcionar materiais simples, mas que permitam disfarçar-se e levar à cena esses enredos. Os puzzles continuam a ser jogos adequados, para estimular a concentração e a relação olho-mão, compreensão global, análise e síntese, e capacidade de resolver problemas. Outros brinquedos para esta idade são as bonecas, carrinhos, animais selvagens ou domésticos, cozinhas, construção (já mais elaborados e com peças mais pequenas). É também a idade dos livros - para pintar ou para ler, de preferência com histórias engraçadas e situações inesperadas, em que os heróis não sejam sempre meninos-de-coro, mas com uma clara divisão entre bons e maus, e uma certa moral final. Quatro e cinco anos O que caracteriza esta idade é o desejo de jogos colectivos, de aprendizagem cognitiva e de grande coordenação entre movimentos grossos e finos. A criança entusiasma-se com a sua própria capacidade e êxito, e expande natividade e imaginação. Começa a descodificação das letras, números e outras for- de simbologia, também uma idade de grande atividade e destreza física, e a vontade de imitar a realidade é uma constante. Devem estimular-se momentos de conjunto e momentos de jogo a sós, como mencionei no capítulo da Escola. Sugerem-se, por exemplo, jogos de equipa, com regras simples, mas precisas (mesmo deixando algum espaço para os jogadores inventarem, mas por consenso, novas regras), trabalhos manuais, carrinhos e pistas, triciclos e bicicleta, jogos de construção e teatro, marionetes, livros de histórias, instrumentos musicais, e jogos de representação (já em miniatura ou em tamanho real da vida do dia-a-dia). Os jogos dedeo e consolas começam a ser motivo de inquietação dos pais - pessoal- mente creio que são de limitar ao mínimo. Nesta idade há coisas mais interessantes do que atividades monolíticas e competitivas no sentido depreciativo da palavra. Ler Mais...
Fotod de bicos de mulhures que amamemtam | Para Pais.