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Vestir o bebé

Os bebes crescem muito rapidamente. É por isso que não vale a pena investir demasiado em roupas, dado que, ainda por cima, os pais não têm muitos filhos há poucas crianças para herdar as roupas. Os bebés crescem, realmente, muito depressa. E por isso as roupas devem ser adequadas à idade, ao tamanho, e não serem demasiado complicadas. Pais: não façam dos vossos filhos «sinais exteriores de riqueza». É bom termos orgulho neles, é bom revermo-nos neles e acharmos que somos, de facto, excelentes pais. E os nossos filhos são a prova provada disso. Mas não é o excesso de roupas de marca, caras e sofisticadas, que dizem alguma coisa dos nossos filhos. E numa altura em que os orçamentos não são ilimitados, há que gerir bem estes critérios. pais.com/wp-content/uploads/2014/03/bebe-dormindo.jpg">pais.com/wp-content/uploads/2014/03/bebe-dormindo-300x200.jpg" alt="gorgeous newborn baby sleeping" width="300" height="200" class="alignnone size-medium wp-image-160" /> As roupas dos bebés devem ser práticas - essencialmente práticas. Nos primeiros meses de vida, há um certo gosto, por parte de muitos pais, em vestirem as crianças «como bebés» - com cueiros. Não são roupas muito práticas mas são adequadas e dão aos bebés o aspeto de «bebés» que eles precisam. É importante não utilizar fibras, mas apenas algodão ou lã. A temperatura exterior é fundamental. Os bebés não têm mais nem menos calor do que os adultos, mas são, isso sim, bastante mais sensíveis às variações de temperatura. Ler Mais...

Como poderão os pais entender as amizades dos seus filhos, para intervir bem?

Os pais não devem criticar os amigos nem os grupos de pertença, embora possam analisar com os filhos algumas atitudes de algumas pessoas, e as dos filhos com essas pessoas. A amizade tem de ser compreendida no seu contexto, e é um misto de lucidez e de emoção. Não podemos deixar que a lucidez nos dê demasiada racionalidade e intolerância, mas também há que sermos objectivos, até para ajudar os amigos quando temos de os criticar ou admoestar. Ler Mais...

Irmãos

Os pais é que decidem se desejam, querem e podem ter filhos. Os outros filhos não devem ter qualquer palavra sobre o assunto. Não se «têm irmãos», têm-se filhos. E se ocorre nascer um irmão, é um acontecimento bom, mesmo que pareça que não. É a vida... Quando nasce um irmão é sempre um momento muito especial, quer para os pais, quer para os filhos que já existem. Ter um irmão é talvez dos acontecimentos maiores da vida de uma criança, mas, por isso mesmo, ela não fica indiferente e o mais provável é experimentar toda a paleta de sentimentos, muitas vezes em simultâneo, com toda a perplexidade e a ambivalência que isso traduz e que implica, em termos de comportamentos. Ler Mais...

Aviso sobre os pais

Os padrões que regiam os pais de há duas ou três gerações não são certamente os de agora, assim como a própria relação entre os cônjuges terá mudado radicalmente - pensemos nos nossos avós e nos nossos próprios pais e vejamos as diferenças. São contudo os filhos os maiores beneficiários destas mudanças pois passaram a ter a família completa quando muitos deles tinham antes uma mãe e «um senhor que estava lá em casa». Esse «senhor» é agora uma pessoa participante, que brinca, que apoia, que ajuda, que conversa, em quem os filhos podem confiar - e que desempenha um papel único e insubstituível. Ler Mais...

Ainda vacinas – algumas questões menos faladas

É crescente o número de pais que olham para as vacinas com alguma desconfiança. Muitas vezes optam por não vacinar os filhos - estão no seu direito, dado que a vacinação não é obrigatória em Portugal. No entanto, há que analisar melhor esta questão. E se alguns pais não querem vacinar os filhos porque acham que tudo se resume a pressões da indústria farmacêutica, não querem sujeitar a criança a eventuais efeitos secundários, ou ainda têm medo de que, a longo prazo, as vacinas possam trazer complicações graves, cancro ou outras doenças, também é bom que ponderem o que poderá acontecer se não vacinarem os filhos. Não há nada que seja «só bom». Mais: quanto melhor é determinada medida, e maior a sua dimensão, maior também o contrapeso, ou seja, o risco de efeitos adversos. Passa-se com todos os fenómenos, seja a televisão ou a Internet, seja a globalização...ou simplesmente o amor dos pais. Por outro lado, a opção que os pais tomam tem a ver, não com eles, pais, mas com a saúde dos filhos. É por isso que a decisão de, por exemplo, não vacinar, tem de ser extremamente bem fundamentada. Porque se houver um erro de cálculo, quem vai pagar por isso é a criança. Não são os pais, diretamente. É uma coisa que tem de ser dita, embora se fuja muito a dizê-lo, porque é incómodo: quando os pais se esquecem de colocar o cinto ou a cadeirinha, e a criança sai disparada numa travagem e morre, os pais choram, mas a criança morreu. E por sua culpa. E duro, quase cruel, dizer as coisas assim, mas as mortes infantis por negligência (não apenas dos pais, entenda-se) são afogadas pela dor dos pais e dos familiares, esquecendo-nos muitas vezes de quem, realmente, perdeu tudo o que tinha, incluindo a vida. Ler Mais...

Uma relação de poder, com os nossos filhos?

A relação pais/filhos é uma relação de poder. Claro que sim. Mas não tem que ser uma relação desvirtuada do que, no poder, é a essência da aprendizagem e do saber. Os filhos gostam de pais que se assumem enquanto tal - dão-lhes segurança e não querem ter em casa mais uns coleguinhas de escola ou de infantário. A obediência tem que ser escutada, negociada e entendida. Com responsabilidade, disciplina e ordem. Com uma boa gestão de prémios e castigos. Com a importância dos modelos e sem uma educação culpabilizadora. O erro é próprio do ser humano e a via para o corrigir passa pela sua análise, de um modo construtivo, com vista à correção e ao aperfeiçoamento. Qualquer «tortura™ psicológica é de evitar. Assim, perante um bebé que errou, é necessário manter serenidade e tranquilidade e perceber que é um momento chave para desenvolver auto-estima e respeito por si e pelos outros, bem como corretas e adequadas relações interpessoais e habilidades sociais. Os pais sentem-se vítimas, muitas vezes, quando as crianças fazem «asneiras». E a justiça das vítimas raramente é justa. Há que aprender a superar a frustração e o stresse que o ato em si proporciona e ter critérios de julgamento imparciais (é forçoso, pois, transferirmo-nos do papel de vítimas para o de juízes). Ler Mais...
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