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Todas as mulheres podem amamentar? A minha mãe diz que não conseguia.

A maioria das mulheres consegue amamentar. Pode concluir que o sistema de cuidados maternos impediu que a sua mãe amamentasse, pois houve uma altura em que diziam às mães para dar de mamar só de quatro em quatro horas. Aprender o mais que puder sobre a amamentação, com antecedência, irá dar-lhe mais hipóteses de ser bem-sucedida, Um mito comum é que o tamanho dos seios afeta a capacidade de amamentar, mas isso não é o caso. Uma cirurgia aos seios pode afetar a amamentação, mas mesmo depois da cirurgia mais invasiva é possível que uma porção das glândulas e canais originais se mantenham intactos. Espero que venha a ter confiança suficiente para tentar amamentar. Ler Mais...

Doença de Legg-Calvé-Perthes

Na doença de Legg-Calvé-Perthes há uma falha - por causas desconhecidas - na alimentação sanguínea da cabeça do fémur, na articulação da anca, provocando a sua degeneração, com as consequências daí decorrentes. O osso fica mais fraco e pode até quebrar, deixando também de poder desempenhar a sua função - a cabeça do fémur é que permite, articulando-se nos ossos ilíacos, a rotação e movimentação da anca e, portanto, da perna. A situação é transitória porque, na maioria dos casos, a circulação sanguínea reestabelece-se após 1 e meio a 2 anos. É mais comum nos rapazes (quatro em cada cinco casos) e a partir dos 2 anos de idade, é geralmente unilateral. A dor pode irradiar para a coxa ou para o joelho, e outro sintoma é o coxear, de uma maneira repetida, sem ter havido história de traumatismo. A criança pode queixar-se de dor na coxa. Se a situação se prolongar por mais de quatro dias é conveniente a criança ser observada, para eventualmente fazer exames complementares (radiografia) e ser referenciada para um ortopedista ou cirurgião pediatra. Ler Mais...

As crianças têm coração que chegue para todos…

Há que desdramatizar esta situação. As crianças têm sentimentos de sobra para lidar com todos estes avós e para gerir o tempo e o espaço, afetivo e outro, que devem a cada um deles. Na melhor das hipóteses, em caso de divórcio dos pais, se ambos voltarem a casar, a criançapoderá ter quatro avós naturais mais quatro de empréstimo, oito bisavós naturais mais oito de empréstimo - só aqui já estão vinte e quatro - e se calhar ainda algum trisavô daqueles que resistem às «intempéries do tempo». Não vale a pena fazer uma tempestade num copo de água e o bom relacionamento é fundamental, a bem da criança. Não vale também a pena pelo contrário, é contraproducente, desfazer a imagem dos outros, criticando-os, humilhando-os, reduzindo a sua importância. O poder e o amor podem e devem ser partilhados, sobretudo no caso das crianças e jovens, que têm ainda uma enorme capacidade para receber e dar... e que não hesitarão em escolher segundo os seus próprios parâmetros, estando-se «nas tintas» para as escolhas que os adultos pretendem fazer por eles. Dois quartos, duas famílias, irmãos daqui e dali, dois Natais, férias variadas, realidades diferentes, mimo em dobro, alguma insegurança... às vezes deveres redobrados e contratempos acrescidos, enfim, o resultado é na maior parte dos casos muito satisfatório, principalmente se os intervenientes não se olharem como inimigos, adversários ou em concorrência permanente. Quem sai a ganhar com esta atitude, mesmo engolindo alguns sapos pelo caminho, são seguramente os avós os biológicos e os de «empréstimo» e, em consequência, o relacionamento entre eles e os seus netos. Ler Mais...

Pele

O que é a crosta láctea? Muitos bebés, especialmente no primeiro ano de vida, têm na cabeça umas crostas amareladas, que às vezes preocupam os pais, especialmente pelo seu aspecto mais ou menos repelente. Trata-se da crosta láctea, uma situação em que se forma uma espécie de escamas que custam a sair com os produtos de limpeza tradicional. Não se sabe ao certo porque ó que isso acontece mas pensa-se estar relacionado com as gorduras do leite, seja ele materno ou um dos seus substitutos. Existem produtos próprios que, aplicados duas vezes ao dia, durante três a quatro dias, resolvem a situação. O óleo de amêndoas doces, usado geralmente pelos pais, não é muito eficaz. Por outro lado, não convém forçar a extracção das crostas porque pode provocar pequenas feridas na cabeça. Se o vosso bebé tiver crosta láctea, informem-se junto do médico assistente. Há algumas pomadas «mal-cheirosas» (à base de enxofre) que são muito eficientes, mas já existem outras, no mercado, que evitam esse cheirinho a diabo que, frequentemente, afasta os pais de um tratamento prolongado. Ao fim de três ou quatro dias de tratamento a crosta láctea passa, embora possa voltar de quando em quando. Geralmente, por volta dos 8, 9 meses, desaparece. Ler Mais...

Como ultrapassar estes momentos?

  • uma criança, se for a primeira terá sempre hipóteses de crescer. Tem caminho à sua frente. O mais difícil é perceber que será essa a melhor via;
  • é pois necessário que o puzzle seja redesenhado, e que seja explicado à criança que o modelo antigo acabou, e que o que vai vigorar é um puzzle de quatro peças, onde portanto todas têm lugar;
  • esta solução seria simples, mas gera desconfiança: mesmo admitindo um puzzle de quatro peças, por que razão existem duas peças C, se ela era capaz de cobrir as tarefas dos 0 até à idade que tem?;
  • há, pois, que mostrar que a vossa família cresceu, se enriqueceu, que é uma empresa que está agora cotada e que, portanto, teve que fazer um upgrading;
  • dadas estas novas particularidades e responsabilidades, houve que arranjar um «chefe de serviço» que funcione junto do «conselho de administração», que são as peças P e M. A criança terá essa função de grande responsabilidade e de ajuda aos pais;
  • o novo bebé será «contratado» para as funções de «estagiário», e para fazer algum trabalho de tarimba que já não compete a uma pessoa tão importante como ela;
  • assim, tudo o que seja feito no sentido do crescimento ajudará a ultrapassar esta fase; dar responsabilidades, fazer sentir que é amada, querida, desejada, e que ocupa um espaço de enorme importância naquele ecossistema.
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Os «empresta-avós»

Com a reconstrução de famílias separadas, entraram em cena novos atores: os avós não de sangue, mas avós na mesma, muitas vezes mais dedicados e com responsabilidades acrescidas no dia-a-dia da criança, tios e primos, mulheres do pai e maridos da mãe. É claro que, tal como acontece nos empregos, nos clubes de futebol ou em qualquer outro «grupo de pertença», a chegada de «estranhos» com as mesmas competências que nós e, aparentemente, sem provas dadas, pode criar um clima de suspeita. Há que desdramatizar a situação. As crianças têm sentimentos de sobra para lidar com todos estes avós e para gerir o tempo e o espaço, afetivo e outro, que devem a cada um deles. Na melhor das hipóteses, em caso de divórcio dos pais, se ambos voltarem a casar, a criança poderá ter quatro avós naturais mais quatro «de empréstimo», oito bisavós naturais mais oito de empréstimo – só aqui já estão vinte e quatro - e se calhar ainda algum trisavô daqueles que resistem às «intempéries do tempo». Não vale a pena fazer uma tempestade num copo de água e o bom relacionamento é fundamental, a bem da criança. Não vale também a pena - pelo contrário, é contraproducente e quase sádico -, desfazer a imagem dos outros, criticando-os, humilhando-os, reduzindo a sua importância. O poder e o amor podem e devem ser partilhados, sobretudo no caso das crianças e jovens, que têm ainda uma enorme capacidade para receber e dar...e que não hesitarão em escolher segundo os seus próprios parâmetros, estando-se «nas tintas» (desculpem os puristas da língua) para as escolhas que os adultos pretendem fazer por eles. Dois quartos, duas famílias, irmãos daqui e dali, dois Natais, férias variadas, realidades diferentes, mimo em dobro...às vezes deveres redobrados e contratempos acrescidos, enfim, o resultado é na maior parte dos casos muito satisfatório, principalmente se não nos virmos todos como inimigos, adversários ou em concorrência permanente. Ler Mais...
Foto de um ultero delatado com quatro centimentro delatacao | Para Pais.