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Célula a célula, «enche o menino o papo»

Tudo caminha bem até que, com o tempo, se cria um desequilíbrio entre os gastos e consumos, e a «balança- pende para um dos lados Isto acontece sobretudo depois dos primeiros anos de vida, quando a quantidade de calorias proporcionadas pelos alimentos é excessiva relativamente às necessidades do dia-a-dia, e quando o ritmo de fabrico de novos tecidos e de células começa a relentar. A criança aumenta então demasiado de peso, alterando a silhueta, numa idade em que, socialmente, essa forma redonda deixa de ser apreciada e passa a ser ridicularizada e até impeditiva para algumas brincadeiras: no futebol, o «gordo», quando muito, joga à baliza, e provavelmente porque tem um corpo maior e impede a entrada das bolas. Também, no cinema, na televisão, na literatura infantil, o menino modelo é sempre magro; o gordo é sempre excluído, alcunhado, ostracizado logo no jardim-de-infância. A obesidade é uma fonte de sobrecarga psicológica importante para a criança, com consequências e marcas definitivas muito acentuadas, e representa graves riscos orgânicos para a sua saúde, o que sublinha a importância da sua prevenção e diagnóstico precoce. Os pais são talvez os principais responsáveis pelo excesso de peso dos seus filhos, pois acham quase sempre que a criança nunca come o suficiente e, em consequência, enchem-na de toda a espécie de alimentos - e o problema não está apenas na quantidade como, principalmente, na qualidade. Além disso, os pais são os modelos que as crianças tentam seguir e, portanto, só adquirem bons hábitos se tiverem bons exemplos no dia-a-dia. É altura de nos consciencializarmos de que não podemos incutir uma alimentação racional e um estilo de vida inteligente e saudável nas crianças, se não formos os primeiros a dar o exemplo: Porquê ir para o trabalho de carro, se pode ir a pé? Ou comprar o jornal ou ir ao café? Porquê beber refrigerantes em vez de beber água? Porquê não aproveitar os momentos livres para dar um passeio em família? Ler Mais...

Bebidas não alcoólicas

Na gravidez é importante estar-se bem hidratado para combater a fadiga e evitar prisão de ventre, que é um efeito secundário vulgar na gravidez devido digestão tenta provocada por alterações hormonais no seu corpo. O conselho é que consiga beber 1,5 l de líquidos por dia. Esse líquido deverá ser essencialmente água, mas há outras boas fontes de líquidos, incluindo chás de ervas (evite o chá de folhas de framboesa até mais tarde, na gravidez), sumos de fruta e leite. Contudo, tente não beber demasiado leite pois tem um conteúdo muito alto de calorias (beba magro ou meio-gordo). Evite ou limite o consumo de bebidas com cafeina, incluindo o chá, o café e bebidas gaseificadas, pois a cafeína interfere com a sua absorção de vitaminas e os níveis altos de cafeína têm sido relacionados com um aumento de risco de aborto. Ler Mais...

Que leite?

A partir do primeiro ano de vida, as crianças podem beber o leite UHT meio-gordo, sem necessitar de qualquer adicionamento, e sem açúcar. Os chamados leites «de crescimento» ou «3» são indiscutivelmente bons. Todavia, o seu preço por litro e a adição de mel, em alguns, não justificam a escolha, perante um leite UHT, que é até, na maioria das vezes, o utilizado pelo resto da família e que corresponde às indicações da Direcção-Geral da Saúde, que estão transcritas no livrinho cor-de-rosa ou azul. Mesmo que os pais, por qualquer motivo, incluindo a indicação do médico-assistente, prefiram um leite deste tipo, a partir dos 2 anos completos deverá ser o leite UHT o escolhido. Muitas vezes as crianças fartam-se do sabor e, até por influência dos amigos e da publicidade, começam a desejar um sabor diferente, como o do chocolate. Se por acaso adicionarem algo ao leite, seja um achocolatado, seja papa, é indispensável ser o mínimo dos mínimos, e escolher um produto que tenha um valor baixo de açúcar. O bom senso deve comandar, e se bem que temos de educar os nossos filhos segundo os nossos valores, também temos de compreender que vivem integrados numa sociedade. Mais vale investir as energias em guerras mais essenciais, desde que sejamos cuidadosos em limitar os efeitos colaterais destas medidas. Conselho As crianças que ingerem grandes quantidades de leite, por exemplo, podem ver assim quase totalmente satisfeitas as suas necessidades calóricas diárias. É preferível ter uma noção do que a criança comeu ao fim de um certo período de tempo (por exemplo semanalmente) do que avaliar dia-a-dia a sua ingestão de alimentos. Ler Mais...

Algumas questões sobre os chamados produtos «magros»

Quando vamos ao supermercado é impossível não reparar nos chamados alimentos «magros», light ou com diversas designações, é pois fundamental reter a mensagem de que estes não são alimentos para emagrecer. Há pois que desmistificar a ideia de que os alimentos magros (chamemo-lhes assim) não são isentos de calorias. Têm uma relação calórica menor, mas comer dois iogurtes magros engordará mais do que um meio gordo, além de que não são apenas as calorias que fazem engordar ou emagrecer, mas a relação entre a energia e as necessidades (e todos os dias são diferentes), e a relação entre eles: a associação de hidratos de carbono com gorduras engorda mais do que um doce «a cem porcento». A «magreza» de um produto é geralmente classificada segundo o seu teor em gordura. Mas as calorias vêm também dos hidratos de carbono e das proteínas. E, como referi, da relação entre elas, do tempo que medeia as refeições, da água que se bebe, do servir-se pouco e mastigar muitas vezes, e de tantos outros factores, como os genéticos. Os produtos integrais, por exemplo, não têm menos calorias do que os refinados - por vezes até têm mais - só que o seu equilíbrio biológico e funcional é maior, permitindo um controlo do corpo e do peso mais adequados. Quanto aos açúcares, por exemplo, há que considerar que sacarose não é benéfica, mas que a maltose, dextrose, frutose, lactose, melaço, mel, glucose, açúcar invertido ou mascavado, enfim os outros açúcares, incluindo o da fruta, podem representar um excesso de calorias, se a ingestão for inadequada em quantidade ou temporização. As crianças devem ser habituadas a optar por produtos menos energéticos e com menos gordura e açúcar, principalmente quando se está a falar de queijo, leite, iogurtes, bolachas, compotas, refrigerantes, etc. Muitas vezes estes produtos contêm adoçantes. Vários são os avisos que circulam nas nossas caixas de e-mail sobre o perigo dos adoçantes, mas a investigação não encontrou, quando ingeridos nas quantidades habituais, qualquer relação entre o consumo de adoçantes e o aparecimento de cancro ou de qualquer outra patologia. Ler Mais...

Diabetes

A diabetes é uma doença muito conhecida, o que não impede que continue a ser diagnosticada insuficiente e tardiamente, que as complicações evitáveis apareçam por controlo inadequado (por parte do próprio, familiares e serviços) e que ainda seja uma causa muito importante de handicap e de morte. A diabetes nas crianças, por não ter uma imagem tão cliché, ainda passa despercebida. E o que dizem as estatísticas mundiais é que está a aumentar. Assustadoramente. Há cinco tipos de diabetes: o da gravidez, o do adulto gordo, o das pessoas que, por alguma razão, tiveram de tirar o pâncreas ou parte dele, aquelas que têm um pâncreas não funcionante por causa, por exemplo, de um cancro, e finalmente a das crianças, também conhecida por «tipo I». Talvez por não estarmos muito habituados a que a diabetes possa ser uma doença das crianças (mesmo avisando-as de que, se comerem muitos doces, «ficam diabéticas», referimo-nos sempre ao futuro), a doença ainda é diagnosticada tardiamente. Os dados são perturbadores, porque não apenas a diabetes tipo I está a aumentar, como também a tipo II (a do «adulto gordo») está a aparecer em idades cada vez mais jovens, designadamente os 8 anos de vida. E isto surge nos países desenvolvidos, mas também naqueles em vias de desenvolvimento. Aliás, ainda recentemente os meios de comunicação noticiaram que, pela primeira vez na história da humanidade, há mais pessoas obesas do que malnutridas em termos quantitativos. Os erros alimentares crónicos e a falta de exercício físico são determinantes. E a passividade geral com que se assiste à deterioração da qualidade alimentar é perturbadora: claro que há «n» fatores que tornam a resolução desta questão muito complicada, desde os sociais, familiares e de grupo aos fatores económicos mais globais. Mas cada um pode, em sua casa, fazer alguma coisa, já que a educação e a criação de hábitos nas crianças é uma tarefa fundamentalmente dos pais, por muito tempo que estejam no infantário, na escola...ou em casa dos avós. Os problemas de um diagnóstico tardio são grandes - incluindo coma. Por outro lado, as lesões cardiovasculares, renais, a cegueira e os problemas neurológicos, para só citar alguns, agravam-se com o adiar do diagnóstico e da terapêutica. O cansaço, sede intensa, emagrecimento, por exemplo, são sintomas importantes que, apesar de por si só não indicarem diabetes, devem fazer pensar na hipótese, sobretudo quando se prolongam mais do que se faria prever numa qualquer outra doença banal. E o cansaço, por exemplo, não deve ser sempre atribuído ao trabalho intenso no dia-a-dia, mas sim pormenorizado - quando, a que dias, a que horas, como, etc. E escutar as próprias crianças é essencial. Ainda por cima, sendo as análises, peio menos numa primeira apreciação, tão fáceis e tão simples, há que ter a diabetes como crescente diagnóstico possível - sem neuroses e sem pôr o rótulo a toda a gente, mas pensando que o que é raro é raro e o que é frequente é frequente. E a diabetes infantil e juvenil, de tipo I e de tipo II, é cada vez mais frequente. O que existe, em todos os tipos de diabetes, é a inadequada produção de insulina pelo pâncreas, resultando em problemas do metabolismo e controlo dos níveis de açúcar no sangue (glicemia). Na diabetes tipo I, as células pancreáticas produtoras de insulina são destruídas por anticorpos fabricados pelo organismo, provavelmente tendo como base uma suscetibilidade genética associada a um fator desencadeante (por exemplo, um vírus). Os principais sintomas são:
  • sede;
  • perda de peso;
  • maior frequência a urinar;
  • cansaço;
  • dores abdominais;
  • dores de cabeça;
  • problemas de comportamento, irritabilidade, mau rendimento no jardim-de-infância.
Estes sintomas desenvolvem-se em escassas semanas, mas por vezes a evolução é de dias. Em alguns casos, a diabetes infantil revela-se por cetoacidose, ou seja, episódios de hiperglicemia. O tratamento da diabetes tipo I passa pela administração de insulina e pelo controlo dos níveis de glicemia. A maioria dos esquemas de tratamento incluem o uso de insulina de ação lenta, à noite, e insulina de ação rápida, se necessário, durante o dia. As crianças muito pequenas podem não necessitar da dose noturna. As bombas de insulina, que libertam a hormona lentamente, são uma opção cada vez mais utilizada. O controlo da glicemia é fundamental, para evitar episódios de grandes subidas ou de grandes descidas dos níveis de açúcar, que aumentam o risco de complicações. A dieta de uma criança com diabetes passa pelo consumo racionalizado dos açúcares, fracionar refeições, mastigar bem – numa palavra, um regime alimentar que todas as crianças, com ou sem diabetes, deveriam ter. A atividade física também é importante e não deve conhecer limitações - todavia, dado que o esforço muscular, como o intelectual, aumenta muito o consumo de glucose, há que saber lidar com o equilíbrio entre a insulina e o açúcar, de modo que a criança não faça hipoglicemias. Viver com a diabetes é uma arte, mas uma arte possível. A criança com diabetes rapidamente aprende que o controlo do seu estado é essencial para a sua qualidade de vida e esperança de vida. O trabalho com a equipa médica tem de ser muito cooperativo, no espírito de uma verdadeira equipa, pois passa por diversos aspetos, como aprender a autoadministrar a insulina, vigiar os níveis de açúcar e saber como os controlar, reconhecer os sintomas de hipo ou hiperglicemia, e relacionar-se com a escola e com a comunidade. Ler Mais...

Ler desde pequenino

O livro deve ser um elemento constante no imaginário e na vida da criança - desde os livros de pano com que brinca no banho, até aos que vê (deveria ver) nas estantes de casa. Nos infantários e jardins-de-infância, há também muitos livros e, a partir da sua descoberta, é possível integrar a leitura nos hábitos das crianças, conferindo-lhe um contexto social e cultural. Por outro lado, a existência de bibliotecas e de troca de livros poderá ser uma solução exequível e relativamente barata, de forma a aumentar o interesse e a acessibilidade, mesmo antes de as crianças saberem descodificar o alfabeto. No capítulo sobre a Escola menciono um projeto educativo, com cabeça, tronco e membros, de introdução ao livro e à leitura para crianças de 4-5 anos. Vou todavia relembrar aqui algumas formas de interessar as crianças pelas letras, como passo inicial para o seu conhecimento, compreensão da utilidade, relação entre elas e os sons das palavras, e finalmente percepção que é possível descodificá-las e, com elas, as palavras e as frases: • cantar cantigas que tenham as letras, tipo lenga-lenga. quase como se de um «bê-á-bá» se tratasse; • contar histórias em que as letras (associando sempre a palavras, como sua inicial: B de burro, M de Madalena, etc.) sejam as protagonistas; • convidar a criança a contar histórias semelhantes, inventando elas as letras, sem demasiadas preocupações de rigor e evitando estar sempre a corrigir; • ensinar a desenhar as letras, recorrendo a explicações fáceis: «O Q é igual ao O, mas tem uma perninha porque está cansado e tem de se apoiar», -o B é um R mas é gordo e tem uma barriga»; «esta aqui o que é que achas que pode vir a dar» (por exemplo, a partir de um traço vertical), etc; • colocar um abecedário na parede, placard ou frigorífico, e declarar cada dia como o dia de uma letra (um pouco como as crianças fazem no Calendário de Chocolates do Advento) - hoje é o C - a história será sobre cães, as canções também, e aproveita-se para treinar a relação entre o C e o seu sig- nificado; • como a criança sabe, geralmente, o seu nome. arranje as letras e depois baralhe-as. Deixe ser ela a recompor o nome. Depois passará a exercícios cada vez mais difíceis; • mais do que comprar livros com alfabetos, sugiro que os pais os façam com as crianças, desenhando, recortando de revistas e jornais, deixando espaço para a imaginação e em trabalho de equipa - a criança aprenderá muito melhor; • além das massas de letras, que entusiasmam a criança («Agora come todos os Ts, agora os As»), pode desenhar letras com a própria comida, entusiasmando a criança a comê-la para fabricar outra - para os que comem mal pode ser a solução... Ler Mais...
Foto de priquinto gordo | Para Pais.