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Conselho sobre amigdalites

Por vezes as amigdalites repetem-se porque o tratamento antibiótico não é totalmente eficaz. Podem existir micróbios semi-resistentes aos antibióticos normalmente utilizados e, após o tratamento, estes decrescem (melhorando os sintomas) mas nunca chegam a desaparecer por completo. Passados uns dias já recrudesceram novamente e voltam a dar sintomas. Esta situação é, muitas vezes, consequência de tratamentos com antibióticos feitos sem critérios, por tempo inadequado, com doses incorretas e sem uma verdadeira avaliação da necessidade. Se uma criança tiver amigdalites de repetição, é conveniente fazer uma análise ao exsudado («pontos brancos») das amígdalas, antes do antibiótico, para perceber qual o micróbio que por lá anda e qual a sua sensibilidade em relação aos antimicrobianos. Ler Mais...

Como é que os gémeos são concebidos?

Os gémeos idênticos ou monozigóticos são produzidos quando um único óvulo é fertilizado por um único espermatozóide e depois o ovo divide-se em dois. Os bebés podem partilhar a membrana ou saco amniótico que os envolve no útero. Dependendo de quando o ovo se divide, também podem partilhar a placenta. Assim, os gémeos idênticos são do mesmo sexo e parecem iguais pois partilham o mesmo conjunto genético. Os gémeos não idênticos ou dizigóticos resultam de dois ovos fertilizados por espermatozóides diferentes na mesma altura e assim cada um tem o seu conjunto genético próprio e individual. Cada feto tem também o seu próprio saco amniótico e placenta. Ler Mais...

O tamanho da cabeça…

O tamanho da cabeça depende, em parte, do crescimento do cérebro. Em parte, ou seja, há cabeças de tamanhos grandes e pequenos que têm a ver com uma herança familiar, há cabeças com formatos «esquisitos», algumas mais arredondadas, outras mais em forma de «bola de râguebi», mas dentro de parâmetros normais, o crescimento da cabeça é necessário para que o cérebro, que está dentro dela, bem como as demais estruturas, também aumentam regularmente. E, claro, o tamanho da cabeça deve ser sempre relativizado ao tamanho do corpo: um bebé grande terá maiores probabilidades de ter uma cabeça grande, enquanto num bebé pequeno será o contrário. Como o cérebro cresce e se desenvolve muito precocemente, a medição do perímetro cefálico (o maior diâmetro do crânio possível de obter numa determinada idade) é essencial para entender como este crescimento se está a fazer. A medição do perímetro cefálico no primeiro ano de vida é essencial para a vigilância do crescimento cerebral. As causas mais comuns de uma «cabeça pequena» sâo: - criança de tamanho pequeno - padrão normal familiar - atraso mental (incluindo doenças congénitas) - craniossinostose (encerramento precoce dos ossos do crânio com cérebro normal) As causas mais comuns de uma «cabeça grande» são: - criança grande - padrão normal familiar - cérebro grande (megalencefalia normal) - líquido dentro da cabeça (hidrocefalia ou derrame subdural) - sólidos dentro da cabeça (tumores) As causas patológicas são francamente minoritárias, e expressam-se geralmente por sinais e sintomas de doença. Quando a cabeça cresce, de forma patológica, abaixo do que devia, dizemos estar na presença de uma microcefalia. São muitas as causas que podem estar por detrás deste facto, umas correspondendo a situações mais graves, outras menos, mas geralmente situações em que, por alguma razão «doença genética, infecção, atuação de um tóxico, etc.» o cérebro não se está a desenvolver com a velocidade que deveria. Um aspecto importante do crescimento diz respeito às alterações das proporções dos diversos segmentos do corpo. A cabeça tem, na infância, uma dimensão proporcionalmente superior, comparativamente com a idade adulta. Isto deve-se ao facto de o cérebro ser um dos órgãos de crescimento mais rápido. Depois dos 4-5 anos, os membros crescem mais rapidamente que a cabeça e o tronco: se se proceder à medição dos segmentos superior e inferior do corpo, tendo como ponto médio a sínfise pública (o osso, ao meio, abaixo da barriga), a relação é de 1,7 ao nascer, 1,0 aos 10 anos, 0,9 nos adolescentes do sexo masculino e 0,8 nos adultos. Ler Mais...

Indução da Ovulação (IO)

Começa-se por tentar a indução com citrato de clorrifeno (comprimidos). Se este tratamento não se revelou eficaz recorre se a injecções de hormonas gonadotrofinas para estimular os ovários. Isto é seguido por inseminação intra-uterina (IIU) em que os espermatozóides são colocados artificialmente dentro do útero por via dum cateter. É ideal para casais em que o esperma do homem é "lento" ou a mulher tem problemas de ovulação, ou existem ambas as coisas. Ler Mais...

Amigos

O Verão e as férias são, por excelência, uma óptima altura de conviver com amigos. Os mais pequenos têm geralmente facilidade em fazer amigos e é vê-los, em dois ou três dias, a arranjarem novas amizades e a quererem trazê-las para casa. Quando é o caso de famílias que vão, anos a fio, para o mesmo local, muitas vezes essas amizades só se retomam nessa altura, com certos rituais muito próprios e que as identificam. É saudável quebrar com a rotina (e isso inclui muitas vezes os amigos que se tem ao longo de todo o ano) e entrar num grupo novo. Ler Mais...
Foto de priqueta | Para Pais.