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Quando estarei completamente dilatada?

"Completamente dilatada" significa que o seu colo do útero está completamente aberto para que o bebé possa descer a vagina e nascer. Quando o trabalho de parto começa, o colo do útero ou está fechado ou está um ou dois centímetros aberto. As contrações do útero vão-no abrindo gradualmente até estar completamente aberto. Logo que isso acontece, você entra na segunda fase do trabalho de parto, que dura até ao parto. O ponto em que o seu colo do útero fica completamente dilatado pode ocorrer rapidamente depois do início de contrações fortes e regulares, ou pode levar muitas horas. Ler Mais...

Quando posso fazer força?

O ideal é começar a fazer força quando sentir necessidade disso, presumindo que o seu colo do útero está completamente aberto. A urgência de fazer força é em geral estimulada pela descida do bebé pelo canal de parto, o que acontece em qualquer altura logo que o colo do útero esteja completamente aberto. Pode sentir a necessidade de esvaziar os seus intestinos e realmente pode evacuar ou urinar um pouco, quando o bebé estiver a empurrar. Isto é muito comum durante o trabalho de parto. Se tanto você como o bebé estiverem bem, será encorajada a fazer força. Por vezes, pode sentir necessidade de fazer força antes de o colo do útero estar completamente aberto. Se for o caso, será importante resistir o mais possível a sensação, pois fazer força nesta fase pode fazer com que o colo do útero inche, o que tomará mais difícil a sua dilatação. Algumas mulheres acham que estar ajoelhadas de gatas, com a cabeça e os ombros mais baixos que as ancas, é uma boa posição para esta fase do trabalho de parto. Ler Mais...

Da última vez fiz uma figura completamente idiota. Não quero voltar a perder o controlo – o que me aconselha?

O melhor conselho é que conheça as suas opções, tenha um espírito aberto e se deixe conduzir pelo trabalho de parto e pela forma como se está a sentir. Ser positiva e ter um apoio apropriado pode não só resultar numa boa experiência como também reduzir a sua perceção de dor, e sentir-se fortalecida ajuda-a a manter-se em controlo. Ler Mais...

O teatro

É bom ser-se inteligente, seja lá o que isso significa... mas ser-se inteligente «racional», apenas, é de uma grande pobreza e não leva a altos voos. Durante muito tempo, as crianças (e os adultos) eram avaliados pelos seus Ql's, com tudo o que isso tinha de falível, errado e até de perverso. Os estudos mais recentes sobre a inteligência mostraram que tão ou mais importante que «saber» é «saber lidar», é «saber relacionar», é «saber sentir». Foi esse um dos pontapés de saída para  valorização da inteligência «emocional», uma das grandes armas de que o ser humano dispõe e que lhe permite sofrer, mas ser feliz, hesitar, mas decidir, raciocinar, mas optar. Muitas crianças têm dificuldade em lidar com os sentimentos, angústias e medos, são tímidas e desenvolvem pouco a sua inteligência emocional, carecendo assim de factores fundamentais para a «luta do dia-a-dia». que a inteligência racional, só por si, não fornece. Aceitar que uma criança tem de «sentir» é essencial, e por isso não basta «abrir a cabeça aos meninos e enchê-la de informação ou mesmo de conhecimentos». Os saberes adquirem-se através de um perspicaz equilíbrio entre as duas formas de inteligência - a racional e a emocional.   É por isso que o teatro, espaço aberto para a exposição segura do «eu», espaço de criatividade fundamentado na realidade, espaço de lazer e de diversão onde se fala de coisas muito sérias, é um excelente veículo para poder exercitar o relacionamento destas duas vertentes da inteligência, tantas vezes separadas e vistas como antagónicas. Ler Mais...

Quero ter um parto fantástico mas ouvem-se histórias tão horríveis – como posso manter-me positiva?

Por cada história de parto horrível há outra igualmente positiva - acontece que há menos tendência para ouvir as histórias de partos positivas pois estas não são tópicos de discussão tão bons! No entanto, o seu trabalho de parto e parto continuam, e o nascimento do seu bebé será fantástico pois você encontrar-se-á finalmente com a pequena personagem que dominou a sua vida durante os últimos nove meses. É sensato manter um espírito aberto acerca do trabalho de parto e do parto pois é impossível prever exatamente como as coisas se irão passar no dia. Contudo, há muitas coisas que você e o seu companheiro podem fazer para ajudar a prepararem-se para o trabalho de parto e parto e ter a oportunidade de uma experiência de parto positiva. Por exemplo, podem ambos aprender o mais possível acerca do processo de trabalho de parto e parto a fim de poderem tomar decisões esclarecidas durante o trabalho de parto. Podem conversar com a vossa parteira e com o médico de família, ler livros, procurar informações na Internet e ir a aulas pré-natais. Saber como o trabalho de parto se processa também ajuda a desmistificar a experiência e assim a acabar com os medos que acompanham o trabalho de parto e o parto. Aprender os exercícios básicos de relaxamento e respiração também ajuda, pois ser capaz de relaxar o mais possível durante o trabalho de parto ajuda-a a sentir-se menos ansiosa, o que por sua vez ajuda o trabalho de parto a prosseguir o mais rápido e suavemente possível. Ler Mais...

Desafios ao Programa Nacional de Vacinação

Os desafios que, neste momento, se deparam ao PNV são vários: • Aumento das taxas de vacinação até atingir o ideal de 100%, o que, dadas as nossas taxas elevadas e a concentração de não-vacinados em grupos socioeconómicos desfavorecidos e com caraterísticas de acessibilidade especiais, requer abordagens e estratégias inovadoras, empenhamento redobrado em ação concertada com as comunidades, e as forças vivas da sociedade. • A diminuição dos casos em que as crianças não são vacinadas por falsas contra-indicações, como estarem constipadas, a tomar antibióticos, ser Verão, terem asma ou outra doença crónica, terem alergia ao ovo, etc. • A diminuição das chamadas «oportunidades perdidas de vacinação», ou seja, tentar articular a vacinação com outras ações e cuidados prestados às crianças (e adultos, como por exemplo as grávidas) nos centros de saúde, hospitais, etc...a vida das pessoas (transportes, empregos, custos económicos, perda de tempo) não permite idas e vindas repetidas aos locais onde se faz a vacinação. • A abordagem de casos especiais, como por exemplo os cidadãos HIV positivos, portadores de imunodeficiências ou de outras situações graves. • Estudo dos efeitos indesejáveis e reações secundárias das vacinas. • Estudo dos casos de doença que entretanto surgem, com uma definição epidemiológica exaustiva, a fim de se compreenderem esses (cada vez mais raros) casos de doenças, supostamente passíveis de controlo (como o sarampo, a parotidite, etc). • A consagração de novas vacinas e de novas associações vacinais, de que se destacam a vacina antimeningite C, a universalização da vacina anti-hepatite B, a revisão da vacinação antituberculosa (BCG) e seu controlo, a introdução da vacina antipertussis acelular, a introdução da vacina antimeningite C e antivaricela, os casos em que se justifica a vacinação antigripe, antipneumococos e anti-hepatite A, etc. A vida do dia-a-dia é cada vez mais difícil para os pais - se uma vacinação for recusada sem para isso existirem bases científicas ou verdadeiros motivos (como é o caso da larguíssima maioria de vezes em que isso acontece), muitos dos pais não poderão regressar ao centro de saúde num prazo curto e a criança ficará por vacinar... mas as doenças não esperam e os microorganismos só agradecem essa falta de atenção. Vacinas do 1.° ano de vida (e ainda outras vacinas que são recomendáveis, mas que deverão ser conversadas entre os pais e o médico assistente, como a vacina antipneumocócica e a vacina antivaricela) até aos 2 meses antituberculose (BCG) e anti-hepatite B aos 2 meses Pentavalente (tétano, tosse convulsa, difteria, poliomielite, haemophilus influenzae tipo b) anti-hepatite B antipneumocócica aos 3 meses antimeningite C aos 4 meses Pentavalente (tétano, tosse convulsa, difteria, poliomielite, haemophilus influenzae tipo b) antipneumocócica aos 5 meses antimeningite C aos 6 meses Pentavalente (tétano, tosse convulsa, difteria, poliomielite,haemophilus influenzae tipo b) anti-hepatite B antipneumocócica aos 7 meses antimeningite C *Também pode ser feita, em alternativa, aos 3, 5 e 7 meses, com a vacina antimeningite C. Ler Mais...
Foto de prequito aberto | Para Pais.