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A minha barriga é descida portanto deve ser um rapaz?

Isso não é provável! Diz-se que se a barriga é baixa vai ter um rapaz, e se é alta, então vai ter uma menina. A verdade é que a forma da sua barriga provavelmente é determinada pelo músculo e tonicidade uterinos assim como pela posição do seu bebé. Há imensos mitos menina - menino: se tiver as mãos macias vai ter uma rapariga, se tiver as mãos ásperas será um rapaz; se o futuro pai andar nervoso é uma menina, se andar relaxado é um rapaz; se a mãe pegar na chávena de café com as duas mãos é uma menina se pegar pela asa é um rapaz; se tiver o umbigo muito sensível é uma menina, se tiver os pés frios é rapaz... a lista não tem fim! Ler Mais...

Desejo de doces significa que é uma menina, desejos de ácidos significa que é um rapaz?

Muitas pessoas acreditam que os desejos podem prever o sexo do seu bebé. Assim, se o chocolate que comer nunca for o suficiente, vai ter uma menina, mas se desejar sumo de limão, vai ter um rapaz. Contudo, de acordo com alguns cientistas, os desejos nem sequer existem! Também há o mito de que se o seu companheiro engordar durante a gravidez, então vai ter uma menina. Se ele não aumentar de peso, vai ter um rapaz. Ler Mais...

Secretamente quero um rapaz e não disse à minha companheira. Como reagirei se for uma rapariga?

Decerto que não é um sentimento fora do comum muitos futuros pais têm preferência, em segredo ou não, por um bebé de um sexo em particular. Enquanto lhe pode levar algum tempo a habituar-se a ter um bebé do sexo "menos preferido", também pode bem vir a descobrir que não tem problema nenhum em criar laços com o bebé, se ele for uma menina. Ver o seu bebé recém-nascido pela primeira vez é uma coisa para a qual ninguém o pode preparar, e muitos pais sentem uma emoção de imediato. Outros demoram um pouco mais a apaixonar-se pelos seus bebés, mas isso também é normal. Seja qual for o sexo do seu bebé, conhecê-lo leva algum tempo. Vai com certeza descobrir o gosto que tem em observar cada movimento e expressão, em tocar-lhe e em acariciar o seu corpo e irá adorar aprender tudo sobre os cuidados do bebé. Ao envolver-se com o seu bebé desde o começo, irá rapidamente sentir toda a alegria de ser pai do seu bebé, seja ele menino ou menina. Ler Mais...

A autonomia e a vontade de dominar tudo e todos

Depois de nascer, a criança vai ganhando autonomia progressiva, pese embora a enorme dependência dos outros, designadamente dos pais. E vai descobrindo o mundo, em esferas sucessivas cada vez mais alargadas. Descobre o seu corpo, começando pelas mãos até chegar à extremidade oposta - os pés. Descobre os pais, os irmãos, os familiares e os amigos. Descobre o berço, a cadeirinha, o espaço onde está no chão, o parque, os seus pequenos territórios. Mas depois dessas descobertas, o apetite insaciável que fez da espécie humana o que é, para o bem e para o mal, nunca pára. Mais e mais. Querem tudo e agora! E ainda por cima a natureza, que nestas coisas joga sempre ao lado da sobrevivência, dá o complemento físico e logístico necessário para que esta ânsia psicológica e intelectual se concretize. Não serão as asas de ícaro, mas a capacidade de gatinhar, andar, trepar, correr, fugir, investigar, empoleirar, pôr um banco em cima de outro, agarrar em tudo e levar esse mesmo «tudo» à exploração pelos cinco sentidos. Paralelamente ao domínio dos objetos e das coisas inertes, surge também, por volta dos 7/8 meses, a vontade que já vinha de trás, mas até então mais instintiva, menos consciente de controlar as pessoas. Ter o «mundo a seus pés», os pais e os avós numa roda viva a atenderem os pedidos (leia-se exigências) do menino ou da menina. Mas pais, é nos primeiros anos de vida que se aprende a viver com limites. Assim como é nos primeiros meses e anos de vida que se aprende a gerir a contrariedade, a adversidade, o stresse e o fato de não podermos fazer sempre o que queremos (o que nos traria também muito tédio e muito desencanto). Claro que estes conceitos se sedimentam nas idades posteriores, até à idade adulta e mesmo nesta. Mas os primeiros anos de vida são essenciais. Ler Mais...

A comunicação invisível

Pais e filhos, ou generalizando, quaisquer pessoas entre as quais existe uma grande intimidade e amor, desenvolvem a chamada «comunicação invisível», na qual se transferem, passam e revelam sentimentos e ideias, de um modo muito forte, capaz de influenciar até o desenvolvimento, o temperamento e personalidade do outro. As mães que desejavam uma rapariga e a quem nasce um rapaz, por exemplo, podem transmitir esta influência de um modo muito forte, mesmo que não o tratem como menina e nem se note nada de especial ou de inesperado na sua relação. Provavelmente essa comunicação será em parte visível, mas não reconhecida, como pequenos gestos, olhares, expressão facial, e até coisas que não dependem da vontade, mas sim do sistema nervoso autónomo, como a frequência cardíaca ou respiratória, a sudação da pele, o tom e timbre de voz ou o tónus muscular Outra parte poderá residir na transmissão elétrica interpessoal, dado que o cérebro é um órgão que gera correntes e impulsos (detetáveis, por exemplo, nos eletroencefalogramas). O papel das feromonas, hormonas olfativas que podem ser sentidas a grandes distâncias e que poderão explicar parte das razões para maior ou menor empatia, atração afetiva e apelo sexual, também é seguramente importante. As crianças gostam por vezes de imaginar como será ser do sexo oposto - a atitude da Carla mostra que sabe bem que há dois géneros. E para conhecer é preciso saber como se sente nesse papel. Dar importância ao assunto, sem que existam quaisquer outros sinais indicadores de sofrimento ao nível psicológico ou comportamentos verdadeiramente bizarros, será incompreensível para a criança. Pior ainda, porque a princípio os adultos riem ao ver qualquer Carla naquela figura, mas depois começam a mudar de feição e a exibir um ar preocupado, que culpabiliza a criança. Sobretudo se for verbalizado um: «O que é que estás a fazer? Despe isso já!» Ler Mais...
Foto de piqueto de menina | Para Pais.