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Dores no peito

É frequente as crianças referirem dor no peito, sobretudo depois dos 3 anos de idade. Os pais ficam aflitos, porque a dor no peito, para os adultos, é um sinal de ataque cardíaco. Não se passa o mesmo com as crianças. Neste grupo etário, as queixas de dor no peito podem corresponder a:
  • asma;
  • pneumonia;
  • traumatismo;
  • ingestão de corpo estranho;
  • costocondrite - inflamação das costelas e das cartilagens intercostais, subsequente, por exemplo, a um ataque de tosse ou traumatismo, mesmo pequeno;
  • infeções virais;
  • dor muscular depois de esforço;
  • psicossomática;
  • imitação, para chamar a atenção, de algum adulto que se queixa do mesmo.
Se a dor se acompanhar de mau estado geral, palidez, sudação, falta de ar, febre alta, historia de inalação ou ingestão de corpo estranho, ou qualquer outro sintoma de gravidade, é melhor levar a criança a uma observação de urgência. Ler Mais...

E os chamados «sapinhos»?

Muitas bebés, especialmente nos primeiros meses de vida, têm «sapinhos», ou seja, uma infecção por fungos. Como os bebés produzem pouca saliva nos primeiros dois a três meses de vida, o ambiente da boca fica mais propício à infecção por este fungo, muitas vezes também na sequência de uma tetina ou chupeta mal esterilizada. Como a infecção se propaga a todo o tubo digestivo, a região anal pode aparecer avermelhada. Os «sapinhos» tratam-se com solutos antifúngicos ou um líquido roxo que se vende nas farmácias. Convém aplicar uma pomada antifúngica no períneo do bebé, se estiver vermelho. Se está a ser amamentado ao peito, convém a mãe lavar bem o peito e aplicar ela própria uma pomada após a mamada, pois o peito poderá ser um dos reservatórios dos fungos. A candidíase oral não tem qualquer perigo mas pode ser incomodativa e convém ser tratada. Ler Mais...

Tem um bom olfato

A investigação dos comportamentos neonatais permitiu provar que o recém-nascido tem, desde muito cedo, um sentido do olfato bem desenvolvido: colocando dois algodões de cada lado do nariz do bebé, um impregnado com leite da mãe e outro com leite de outra mulher que tenha tido um filho no mesmo dia, verifica-se que o bebé se volta significativamente para o algodão que tem o leite da sua mãe. Desde o primeiro momento de vida. A criança possui, assim, desde os primeiros dias, um olfato suficientemente apurado para reconhecer o cheiro da mãe. Alguns autores pensam, inclusivamente, que o olfato pode estar mais desenvolvido nos recém-nascidos do que nas crianças de mais idade ou nos adultos, o que está certamente relacionado com a necessidade de procurar, por todas as formas, o peito da mãe. Ler Mais...

A minha mulher quer fazer tudo sozinha – agora a minha mãe está ofendida. Como a posso ajudar a relaxar?

Muitas novas mães sentem-se assim, portanto a sua situação não é invulgar. Talvez a sua mulher sinta que deverá ser capaz de fazer tudo sozinha e ache que aceitar ajuda seja admitir uma derrota e que está a falhar no seu novo papel como mãe. Assegure-lhe que é uma ótima mãe e faça-lhe ver que há pessoas que querem ajudar e que ela também beneficiará se tiver algum tempo para relaxar. Explique à sua mãe como a sua mulher se está a sentir e tranquilize-a também, pois é provável que ela julgue que as suas ofertas de ajuda não são apreciadas. Talvez a sua mãe possa perguntar à sua mulher em que é que poderá ajudar. Por exemplo, provavelmente ela adoraria ter alguém que a ajudasse a lavar a roupa, a limpar o pó ou a passar a ferro. Ou poderá ficar contente se a sua mãe levar o bebé a dar um passeio para que ela possa tomar um banho ou descansar. Ler Mais...

Mãe de aluguer

Uma mãe de aluguer é uma mulher que chega a um acordo com outra mulher para gerar um filho para ela. Ela pode conceber o bebe com o esperma do companheiro da outra mulher ou o casal infértil pode fertilizar o seu próprio ovo através de um tratamento de fertilidade, sendo depois o embrião transferido para o útero da mãe de aluguer para ela transportar o bebé durante a gravidez e dar a luz. Este processo pode ser cheio de problemas: emoções conflituosas tanto da mãe de aluguer como do casal receptor, ou processos legais se, por exemplo, a mãe de aluguer mudar de opinião depois do parto e quiser conservar o bebé. Por esta razão, e importante que todas as partes que entram neste acordo tenham considerado audaciosamente as implicações e estejam confiantes e felizes com essas regras. Ler Mais...

A ansiedade e o stresse inibidores da lactação

A pressão social, que exige, das mães, uma performance impecável e que cria um clima em que a mulher se sente, constantemente, a ser avaliada no sentido de saber (ela ou os outros) se está ou não a ser uma «boa mãe» ou uma «mãe perfeita», leva a que muitas mulheres - até pela falta de apoio familiar e profissional fiquem rapidamente incapazes de gerir esse stresse. É sabido que as preocupações e o cansaço, entre outras coisas, causam inibição da saída do leite, por inibição da ocitocina, uma hormona com várias funções, uma das quais a contração do útero (importante após o parto, para diminuir o risco de hemorragias e assegurar um mais rápido retorno às dimensões anteriores) é por isso que as mães que amamentam têm dores abdominais muito fortes nos primeiros instantes da mamada. São dores «boas», mas murtas vezes os profissionais esquecem-se de avisar as mães, pelo que essas dores vão provocar grande ansiedade e o receio de que «algo esteja a correr mal». Outra das funções da ocitocina é, precisamente, a expressão do leite. Se a mãe pensa que não vai conseguir amamentar, que o seu filho vai ficar à fome seja porque o bebé chora, seja porque está cansada ou por outra razão qualquer, se está sobrecarregada com trabalho em casa, a receber visitas fastidiosas e a fazer «sala», a ter que contar, pela «enésima» vez como foi o parto, se o tempo lhe falta para conseguir contemplar e adorar o seu bebé e ressalvar a intimidade desses primeiros momentos, essa mulher vai forçosamente ficar preocupada e ansiosa. Dá-se então a inibição da saída do leite, fazendo com que o bebé tenha que fazer mais esforço para mamar, se canse mais facilmente, adormeça, fique com fome e, passados alguns minutos esteja com fome novamente, proteste e chore, e com que o peito fique duro e doloroso. Ambas as situações vão provocar mais ansiedade e por aí fora o círculo vicioso está criado. E a solução para este problema acaba por ser uma: o biberão, mais doseável, mais fácil de mamar em comparação com um peito em que a saída de leite está dificultada. Conclusão: uma atitude positiva, de grande tranquilidade e de calma é, só por si, meio caminho andado para a resolução do problema. Dar de mamar tem que corresponder a uma prática descomplexada, que dê conforto, prazer e alegria. Ler Mais...
Foto de pincing no pico do peito em mulher | Para Pais.