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Biberões e tetinas – Preparar-se para alimentar o seu bebé a biberão

Há uma grande variedade de biberões e tetinas disponíveis em diferentes estilos. Irá precisar entre quatro a seis biberões e tetinas. Além de biberões grandes de 250ml, também pode querer biberões mais pequenos de 125ml. As tetinas têm tamanhos diferentes de furos para permitir um fluxo de leite mais rápido ou mais lento, de acordo com as necessidades do seu bebé. Assim, algumas tetinas são recomendadas para recém-nascidos e outras para bebés mais velhos e mais esfomeados. Ler Mais...

Posso preparar biberões com antecedência?

O ideal será preparar cada biberão de fresco. As regras sobre a preparação de biberões chamam a atenção para o facto de os riscos associados à utilização de leite infantil em pó, são reduzidos se cada biberão for preparado de fresco, pois quanto mais tempo o leite já preparado estiver guardado, maior o risco de formação de bactérias. E claro que há ocasiões em que não é prático, por exemplo, se vai sair de casa por um longo espaço de tempo, ou se vai deixá-lo numa ama ou numa creche. Nesses casos, pode utilizar doseadores de leite em pó e um termos de água fervida ou levar o biberão já com a medida de água certa, bastando depois aquecer a água e juntar pó já na dose certa. Se estiver a dar leite extraído do peito, guarde o biberão no frio e aqueça só na hora de o dar ao bebé. Ler Mais...

Dores de cabeça

As dores de cabeça são uma situação muito comum nas crianças: entre metade e dois terços referem tê-las pelo menos uma vez por mês. Assim, numa criança, uma dor de cabeça não deve ser considerada de imediato uma doença, mas pode ser um indicador de que «algo está mal». Embora na maior parte dos casos estas dores sejam esporádicas e ligeiras, causam muitas vezes preocupação e ansiedade, além de poderem afetar o dia-a-dia das crianças e dos adolescentes. As dores de cabeça nas crianças são fundamentalmente causadas por:
  • doenças - desde infeções respiratórias banais (gripe, faringite, amigdalite) a alergias, (febre dos fenos, sinusite), passando por muitas outras situações, a maioria discretas e passageiras; praticamente todas as doenças podem manifestar-se por ou ser acompanhadas de dores de cabeça. Um episódio isolado só muito raramente é sintoma de doença preocupante; os casos de infeções graves (como a meningite) ou de tumores cranianos acompanham-se geralmente de outros sinais e sintomas. No entanto, se a dor for extremamente intensa e/ou se não passar em alguns dias, é conveniente consultar o médico. A hipertensão arterial isolada, embora rara na infância e na adolescência, pode também manifestar-se apenas por dores de cabeça (fortes, latejantes e repetidas);
  • cárie dentária, especialmente se houver abcessos, ou os problemas de desalinha- mento dos maxilares, por exemplo, podem ser também causa de dor de cabeça; o mesmo acontece no que respeita às perturbações do ouvido, com destaque para as otites e para os chamados barotraumatismos (causados pela pressão ao mergulhar por exemplo em piscinas ou no mar). Nas crianças mais velhas, a sinusite pode ser uma causa frequente de dor de cabeça, mas acompanha-se geralmente de outros sintomas (nariz entupido, «ranho», tosse predominantemente noturna, etc.).
  • curiosamente, a primeira situação que vem à cabeça quando se fala de dores na dita é a falta de visão. Mas a baixa da visão, acreditem, só muito raramente é que é causa de dor de cabeça prolongada e crónica,
  • «saltar» refeições - pois é...essa coisa de não tomar certas refeições - seja por esquecimento, seja por que se está a fazer birra - é um erro crasso pois além de não ser método de emagrecimento ainda se podem arranjar problemas, nomeadamente dores de cabeça. Muitas crianças levantam-se de manhã com o tempo contado (ou melhor, mal contado) e saem de casa sem tomar o pequeno-almoço. É um erro! O pequeno-almoço, depois de um jejum noturno que é quase sempre superior a 10 horas, é essencial para repor os níveis de açúcar no sangue. Se estes baixam muito, diminui o rendimento intelectual (e o escolar), faltam as forças físicas e aparece irritabilidade, má disposição e...dores de cabeça. O mesmo acontece se se estiver sem comer muitas horas à tarde, mas é mais comum ser o pequeno-almoço a refeição sacrificada;
  • dormir pouco - outra causa bastante frequente. Cada pessoa tem o seu ritmo de sono e a necessidade em horas de sono varia muito conforme as pessoas e as idades. A maior parte das crianças precisa de dormir, e precisa de dormir em alturas do dia que muitas vezes não são as mais adequadas à organização da vida (durante o fim da manhã, por exemplo). Os horários dos estabelecimentos escolares não se compadecem com as necessidades e exigências biológicas. Por este motivo, muitas crianças acabam por dormir pouco, acordando com dores de cabeça que se mantêm durante grande parte do dia;
  • stresse - excesso de trabalho na escola e de atividades fora da escola; discussões frequentes com os pais; ansiedade...tudo isto pode causar dores de cabeça, geralmente descritas como se fosse uma «fita apertada à volta da cabeça», em ambos os lados e por vezes à frente e atrás;
  • enxaquecas - a ideia de que as enxaquecas só surgem nas pessoas «velhas» é errada - as crianças também têm enxaquecas. Geralmente aparecem só de um lado, acompanhadas de esvaimento ou vertigem, com enjoo ou vómito, e frequentemente com sintomas sensoriais (luzes, sons, cheiros). Se há alguém na família com enxaquecas a probabilidade de as ter é maior. A descrição é de como se alguém estivesse a bater com um martelo, sincopadamente, dentro da cabeça. Mais raramente, o espasmo vascular associado a certas formas de enxaqueca pode provocar sintomas parecidos com os de um acidente vascular cerebral;
  • traumatismos cranianos - mesmo não sendo violentos, podem causar dor de cabeça mantida durante uns dias ou semanas. Se for o caso, a criança deverá ser observada;
  • televisão e ecrãs a mais;
  • alguns medicamentos;
  • viagens longas de carro;
  • causa psicogénica, associada à depressão. As dores de cabeça, neste contexto, equiparam-se a outros sintomas designados por «equivalentes depressivos», como a falta de energia, baixa de apetite, dores de estômago, perda de interesse pelas atividades do dia-a-dia, andar «embezerrado», problemas de sono (acordar muitas vezes durante a noite ou acordar muito cedo) e dificuldades de concentração, entre outras.
Nas crianças desta idade, e quando já sabem dizer o que sentem, as dores de cabeça expressam-se por «tensão» sensação de constante pressão, como se tivesse uma cinta a apertar, e constrição. A maior parte das dores de cabeça correspondem a uma causa muito concreta e passam quando a mesma é corrigida. Os casos graves são felizmente raros, mas não convém aligeirar a situação, sobretudo se não se encontra uma causa definida e/ou se as dores são fortes, perturbam ou impedem a atividade normal ou se são muito frequentes (mais de uma por semana), ou então quando fazem a criança acordar de noite. Outra razão para ser observada por um médico é pura e simplesmente a criança estar preocupada com a questão. De qualquer forma, e além do que foi dito, é conveniente consultar o médico-assistente nos seguintes casos:
  • existência de um episódio de traumatismo craniano;
  • convulsões ou desmaios;
  • vómitos (salvo no caso da enxaqueca, depois de ter sido já diagnosticada como tal); dores que fazem a criança acordar a meio da noite;
  • dores que se acompanham de visão turva, pontos negros na visão (como se fossem pequenas «moscas» a esvoaçar de encontro a uma parede branca), zumbidos nos ouvidos ou outras alterações visuais;
  • se houver outros sintomas como rigidez da nuca, dores de dentes, aparecimento de lesões cutâneas em forma de cabeça de alfinete ou nódoas negras etc.
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Descansar o suficiente ajudar o seu corpo a recuperar

Com parto vaginal ou com cesariana, o mais provável é sentir-se exausta nas primeiras semanas. Não se esforce demasiado e dê a si mesma tempo para recuperar. Em vez de tentar pôr as tarefas em dia enquanto o seu bebé dorme, passe pelo sono para pôr em dia o sono perdido nas noites interrompidas. Evite o mais possível erguer coisas pesadas. É bom ficar em casa de início e fazer as coisas ao seu próprio ritmo enquanto se habitua à vida com o seu novo bebé. Não sinta que tem de receber as visitas - peça-lhes que façam chá! Ler Mais...

Quero recordar-me de todo o meu parto – como posso conseguir isso?

Provavelmente a forma mais eficaz de recordar o mais possível o seu trabalho de parto e o nascimento do seu bebé é tentar manter-se o mais saudável e descansada possível antes do início do trabalho de parto, o que lhe dará a melhor possibilidade de se manter forte e lúcida durante o trabalho de parto Sentir-se forte e cheia de energia também pode ajudá-la a manter-se de pé e ativa durante o seu trabalho de parto, reduzindo a necessidade de opiáceos, como a petidina, que pode criar um leve estado de amnésia, significando que você pode ter alguma dificuldade em recordar-se de detalhes mais pequenos do parto. Também será útil ter um companheiro ou amiga íntima consigo durante todo o seu trabalho de parto para que eles também possam preencher algumas falhas mais tarde; as fotografias e os vídeos também são bons auxiliares. Se depois do parto descobrir que há partes de que não consegue lembrar-se, pode pedir à sua parteira para a deixar ver as suas notas de parto. Ou pode tentar escrever um diário de parto entre as contrações! Ler Mais...

Os difíceis “primeiros anos”, depois do primeiro ano…

Uma pequena nota introdutória a este capítulo. Se a alimentação do bebé com menos de 1 ano segue pistas mais ou menos estandardizadas, que têm a ver com os seus processos fisiológicos, a sua maturação orgânica e a adaptação aos novos alimentos, a partir de 1 ano de vida - salvo a existência de alguma doença, alergia ou condição particular -,a criança, tendencialmente, senta-se à mesa com os pais, ou seja, partilha a refeição e come «da panela». A regra fundamental da alimentação e da nutrição infantil é a adequação. Não apenas à idade, mas à criança. Aos hábitos da família. Aos hábitos da sociedade. Não apenas aos alimentos em si, mas a todo o ritual que os acompanha, desde os horários das refeições até ao significado de alguns alimentos e pratos. Também vale a pena sublinhar que a adaptação que vinha desde o início, após a diversificação alimentar, vai-se sempre fazendo, mesmo que com um ritmo mais lento. Há sempre que pensar que aquilo que é, por exemplo, «pesado» para nós, mais será para uma criança, e quanto mais nova, maiores as probabilidades de rejeição. Bom senso, é o mandamento. Bom senso sem perder de vis ta algumas transgressões à regra, mas sabendo que as mesmas podem causar algum desconforto. Sejam vómitos ou diarreia - modos de o tubo digestivo expulsar o que considera lesivo - sejam alergias, sejam efeitos em outros órgãos. Chamo também a atenção para os principais problemas que surgem neste grupo etário, apelando no entanto a que não se seja fundamentalista (salvo o álcool ou produto similar). Mais vale ensinar a comer chocolate do que nunca dar e chegar ao dia em que se cede e come a toda a hora. A obesidade é um problema importantíssimo, e a sua prevenção deve ser encarada como prioritária, por tudo o que está em causa. O fazer a refeição em família, sem televisão e com disponibilidade é outro dos assuntos a que temos de dar alguma atenção, pelos efeitos protetores a longo prazo que uma tal prática acarreta. Os bons hábitos alimentares e transformar a alimentação num momento saudável e prazenteiro, substituindo a luta pela sobrevivência, sempre presente no nosso cérebro, por outros objetivos psicológicos e sociais  ainda outro aspeto em que vale a pena empenharmo-nos. Ler Mais...
Foto de duseta | Para Pais.